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Foram encontradas 149 questões.

545709 Ano: 2014
Disciplina: Auditoria
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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Acerca da amostragem em auditoria, em consonância com as normas exaradas pelo Conselho Federal de Contabilidade, julgue os itens a seguir:
I – Uma amostragem estatística deve consistir em seleção aleatória dos itens da amostra e utilizar a teoria das probabilidades para avaliar os resultados das amostras, incluindo a mensuração do risco de amostragem.
II – Risco de amostragem é a distorção ou o desvio que é comprovadamente não representativo de distorção ou desvio em uma população.
III – Taxa tolerável de desvio é um valor monetário definido pelo auditor para obter um nível apropriado de segurança de que esse valor monetário não seja excedido pela distorção real na população.
IV – O nível de risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar afeta o tamanho da amostra exigido.
V – A estratificação da população, com sua divisão em subpopulações distintas que tenham características similares não tem aptidão para melhorar a eficiência da auditoria.
Estão corretos apenas os itens:
 

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545425 Ano: 2014
Disciplina: Direito Tributário
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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Analise as seguintes assertivas referentes a Direito Tributário e atenda ao que se pede ao final.
I – Tributo é exação cobrada por ato plenamente vinculado, que é o lançamento.
II – Podemos dizer que a competência tributária é delegável ou transferível, ao passo que a capacidade tributária é indelegável.
III – Ocorre bis in idem toda vez que dois ou mais entes cobram tributos sobre o mesmo fato gerador.
Está(ão) incorreto(s):
 

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545404 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
Assinale a alternativa que indica, respectivamente, o coletivo para lobos, feras / cães de caça:
 

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544828 Ano: 2014
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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A Constituição de 1988 incumbe a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de disciplinar importantes assuntos, cuja definição antecipada representa imprescindível apoio na preparação do projeto de lei orçamentária. Dessa forma, não deve constar na LDO:
 

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544761 Ano: 2014
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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Pelo Código Brasileiro de Telecomunicações, são considerados abusos no exercício de liberdade de radiodifusão, exceto:
 

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544610 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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Leia as assertivas seguintes sobre a Constituição Federal de 1988 e Direito Constitucional:

I – Os direitos de primeira dimensão são conhecidos como direitos sociais e consistem na possibilidade de exigir prestação do Estado.

II – O Conselho Nacional do Ministério Público é composto de onze membros, sendo dois do Ministério Público da União.

III – A nomeação do Advogado-Geral da União será feita pelo Presidente da República, após aprovação no Senado Federal.

IV – Cabe à lei complementar organizar a Defensoria Pública da União e do Distrito Federal e dos Territórios, bem como prescrever normas gerais para sua organização nos Estados.

Está(ão) correto(s):

 

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537348 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
Qual função do Excel 2013 conta o número de células que contêm números e conta os números na lista de argumentos?
 

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537184 Ano: 2014
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO

Conforme o art. 164 da Lei Municipal nº 1.840/2013, o processo disciplinar se desenvolve nas seguintes fases, exceto:

 

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536685 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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SOCIEDADE E TRIBO
O cinema vem explorando o tema exaustivamente, desde os clássicos faroestes até os policiais urbanos – diante de uma situação de gritante injustiça, alguém resolve assumir a lei pelas próprias mãos. É uma ideia que tem um apelo emocional irresistível. O tema toca na nostalgia de alguma pureza primordial, pré-civilização, em que a ideia do que é justo e bom não resultaria de uma construção coletiva da cultura política sempre contraditória das sociedades, mas de alguma coisa fundamental que está acima de tudo e que não precisa ser pensada, apenas “sentida”. Como não somos deuses, esse rompimento com a regra social é uma escolha pessoal, uma decisão intransferível que se toma. E o preço é pesado.
A tensão entre indivíduo e sociedade, afinal a alma da nossa vida, é o motor permanente do dilema. Está presente tanto na simples decisão de jogar uma lata de refrigerante pela janela do carro quanto no desespero de Hamlet para vingar o assassinato do pai, já que o Estado – representado pela rainha – era conivente com o crime. Claro que há uma diferença abissal de dimensão ética entre os casos, e também de suas consequências. No cinema, na literatura e no teatro, o motor central parece sempre repetir o monólogo shakespeariano: “Suportar calado os dardos da injustiça ou insurgir-se contra eles?” Nesse modelo, a decisão é sempre do indivíduo, porque a sociedade é descartada.
A morte recente de um assaltante pelas mãos de taxistas foi mais um desses casos-limite. A resposta a uma dura injustiça passa a funcionar na mesma lógica transgressora do crime; levada à última consequência, essa privatização da lei – como a indizível estupidez que também recentemente assassinou um pichador de muros – destrói os horizontes de sobrevivênvia comum. A rapidez com que o chamado senso comum saca das adversativas atenuantes – “mas era um assaltante”, como se fosse esse o foco da questão – revela uma ética já dissolvida no comportamento irracional de manada. O que parece uma afirmação do indivíduo é de fato o seu aniquilamento. O mas era um criminoso” se encaixa facilmente em “mas era uma prostituta”, “mas era um índio”, “mas era uma empregada doméstica”, “mas era pobre” – são gradações desqualificantas com diferenças notáveis, mas em todas transparecem insidiosas a crescente cultura da justiça tribal e de sua cada vez mais maldisfarçada simpatia pela violência.
Entende-se o crescente isolamento social pelo vidro fumê dos carros, cercas elétricas, bolsões de consumo refrigerado com acesso vedado a parcelas da população e polícia particular, porque a barra anda mesmo pesada. Mas, se de alguma forma as classes médias forem incapazes de pensar em alternativas sociais, culturais e educacionais que nos ponham em contato uns com os outros, em pouco tempo estaremos inaugurando praças de linchamento como o ponto alto da ideia de justiça que nos restou.
TEZZA, Cristovão. Um operário em férias: 100 crônicas escolhidas.
(organização e apresentação Christian Schwartz). In:__________. Sociedade e tribo. Rio de Janeiro: Record, 1013. p.171-172.
Qual é a função sintática da parte destacada na seguinte oração:
“O ‘mas era um criminoso’ se encaixa facilmente em ‘mas era uma prostituta’, ‘mas era um índio’, ‘mas era uma empregada doméstica’, ‘mas era pobre’”.
 

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534224 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
Pessoas Habitadas
Estava conversando com uma amiga, dia desses. Ela comentava sobre uma terceira pessoa, que eu não conhecia. Descreveu-a como sendo boa gente, esforçada, ótimo caráter. “Só tem um probleminha: não é habitada. Rimos. É uma expressão coloquial na França – habité – mas nunca tinha escutado por estas paragens e com este sentido. Lembrei-me de uma outra amiga que, de forma parecida, também costuma dizer “aquela ali tem gente em casa” quando se refere a pessoas que fazem diferença.
Uma pessoa pode ser altamente confiável, gentil, carinhosa, simpática, mas se não é habitada, rapidinho coloca os outros pra dormir. Uma pessoa habitada é uma pessoa possuída, não necessariamente pelo demo, ainda que satanás esteja longe de ser má referência. Clarice Lispector certa vez escreveu uma carta a Fernando Sabino dizendo que faltava demônio em Berna, onde morava na ocasião. A Suiça, de fato, é um país de contos de fada onde tudo funciona, onde todos são belos, onde a vida parece uma pintura, um rótulo de chocolate. Mas
falta uma ebulição que a salve do marasmo. Retornando ao assunto: pessoas habitadas são aquelas possuídas por si mesmas, em diversas versões. Os habitados estão preenchidos de indagações, angústias, incertezas, mas não são menos felizes por causa disso. Não transformam suas “inadequações” em doença, mas em força e curiosidade. Não recuam diante de encruzilhadas, não se amedrontam com transgressões, não adotam as opiniões dos outros para facilitar o diálogo. São pessoas que surpreendem com um gesto ou uma fala fora do script, sem nenhuma disposição para serem bonecos de ventríloquos. Ao contrário, encantam pela verdade pessoal que defendem. Além disso, mantêm com a solidão uma relação mais do que cordial.
Então são as criaturas mais incríveis do universo? Não necessariamente. Entre os habitados há de tudo, gente fenomenal e também assassinos, pervertidos e demais malucos que não merecem abrandamento de pena pelo fato de serem, em certos aspectos, bastante interessantes. Interessam, mas assustam. Interessam, mas causam dano. Eu não gostaria de repartir a mesa de um restaurante, com Hannibal Lecter, “The Cannibal”, ainda que eu não tenha dúvida de que o personagem imortalizado por Anthony Hopkins renderia um papo mais estimulante do que uma conversa com, sei lá, Britney Spears, que só tem gente em casa porque está grávida. Zzzzzzzzzzz.
Que tenhamos a sorte de esbarrar com seres habitados e ao mesmo tempo inofensivos, cujo único mal que possam fazer é nos fascinar e nos manter acordados uma madrugada inteira. Ou a vida inteira, o que é melhor.
MEDEIROS, Martha. Pessoas habitadas. In: SANTOS, Joaquim
Ferreira (organização e introdução). As Cem melhores crônicas brasileiras. Rio de janeiro: Objetiva, 2007. p. 324-325.
Em uma das frases a seguir, a vírgula foi usada também para indicar a elipse de um termo. Qual?
 

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