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Foram encontradas 1.750 questões.

3580699 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
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De acordo com Irandé Antunes (2003), o ensino que se distancia das concepções teóricas subjacentes aos PCNs, e consequentemente da BNCC, caracteriza-se por uma abordagem de gramática

 

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3580698 Ano: 2024
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
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É vedada a celebração de contrato de parceria público-privada

 

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3580697 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 35 a 42.

Professores que encantam: quem são e o que fazem

Na cultura oriental, afirma-se que nenhum profissional é tão admirado e respeitado quanto o professor. Para se ter uma ideia do grau de apreço que lhe é conferido no Japão, por exemplo, costuma-se dizer que a única pessoa que não precisa se curvar diante do imperador é exatamente o professor. Ainda que seja mito, esse tratamento distinto não deixa de ter algum fundamento lógico, especialmente se considerarmos que sem professores não podem existir “bons imperadores”, pelo menos nos países minimamente civilizados. Na verdade, seria um gesto de submissão da autoridade legal à autoridade que vem do conhecimento.

De fato, na base de todo o progresso que a nossa civilização tem experimentado, sempre encontramos o professor como personagem insubstituível no processo de produção e difusão do saber. Nas sociedades baseadas no conhecimento, é praticamente impossível encontrar alguém que, de alguma forma, não reconheça o valor desse profissional. Alguns conseguem encantar pelo esmero didático; outros, pela relevância das atividades de pesquisa a que se dedicam. Mas, no geral, professores que se tornam inesquecíveis são aqueles que marcam a vida dos seus alunos e da sociedade como um todo com o trabalho que realizam.

Importa esclarecer, contudo, que encantar não significa transformar a sala de aula ou os laboratórios num parque de diversões. Pelo contrário: encantar significa ajudar o aluno a pensar, a superar suas dificuldades e a dar um passo à frente rumo à concretização de seus ideais. Para tanto, não basta ministrar aulas atraentes ou divertidas. Mais que isso, é preciso transformar a sala de aula num espaço de superação das dificuldades, do preconceito, das barreiras familiares, sociais e das próprias limitações. Isso pressupõe humanizar-se a sala de aula, trabalhar valorizando-se as etnias, a diversidade cultural, as crenças, a individualidade do aluno, seus sonhos e seu projeto de vida.

Apesar de toda a dedicação e de todo o esforço que o professor empreende para promover o homem, alguns ainda são duramente ameaçados ou recebem como prêmio a morte no ambiente de trabalho, como temos visto recentemente. Triste é o país que desencanta, aniquila e mata seus professores. É bom lembrar que isso pode ser feito por diferentes meios. Assim agindo, a sociedade está matando o seu próprio futuro. Sim, porque a história comprova que sem professores e escolas capazes de “encantar” não há garantia de futuro melhor – e muito menos de justiça social.

(José Maria Dias Filho, “Professores que encantam: quem são e o que fazem”. Folha de S.Paulo, 29.07.2023. Adaptado)

Em atividades de reescrita, com o objetivo de trabalhar a concordância com os alunos, pondere-se que atende à norma-padrão o seguinte enunciado:

 

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3580696 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 35 a 42.

Professores que encantam: quem são e o que fazem

Na cultura oriental, afirma-se que nenhum profissional é tão admirado e respeitado quanto o professor. Para se ter uma ideia do grau de apreço que lhe é conferido no Japão, por exemplo, costuma-se dizer que a única pessoa que não precisa se curvar diante do imperador é exatamente o professor. Ainda que seja mito, esse tratamento distinto não deixa de ter algum fundamento lógico, especialmente se considerarmos que sem professores não podem existir “bons imperadores”, pelo menos nos países minimamente civilizados. Na verdade, seria um gesto de submissão da autoridade legal à autoridade que vem do conhecimento.

De fato, na base de todo o progresso que a nossa civilização tem experimentado, sempre encontramos o professor como personagem insubstituível no processo de produção e difusão do saber. Nas sociedades baseadas no conhecimento, é praticamente impossível encontrar alguém que, de alguma forma, não reconheça o valor desse profissional. Alguns conseguem encantar pelo esmero didático; outros, pela relevância das atividades de pesquisa a que se dedicam. Mas, no geral, professores que se tornam inesquecíveis são aqueles que marcam a vida dos seus alunos e da sociedade como um todo com o trabalho que realizam.

Importa esclarecer, contudo, que encantar não significa transformar a sala de aula ou os laboratórios num parque de diversões. Pelo contrário: encantar significa ajudar o aluno a pensar, a superar suas dificuldades e a dar um passo à frente rumo à concretização de seus ideais. Para tanto, não basta ministrar aulas atraentes ou divertidas. Mais que isso, é preciso transformar a sala de aula num espaço de superação das dificuldades, do preconceito, das barreiras familiares, sociais e das próprias limitações. Isso pressupõe humanizar-se a sala de aula, trabalhar valorizando-se as etnias, a diversidade cultural, as crenças, a individualidade do aluno, seus sonhos e seu projeto de vida.

Apesar de toda a dedicação e de todo o esforço que o professor empreende para promover o homem, alguns ainda são duramente ameaçados ou recebem como prêmio a morte no ambiente de trabalho, como temos visto recentemente. Triste é o país que desencanta, aniquila e mata seus professores. É bom lembrar que isso pode ser feito por diferentes meios. Assim agindo, a sociedade está matando o seu próprio futuro. Sim, porque a história comprova que sem professores e escolas capazes de “encantar” não há garantia de futuro melhor – e muito menos de justiça social.

(José Maria Dias Filho, “Professores que encantam: quem são e o que fazem”. Folha de S.Paulo, 29.07.2023. Adaptado)

Com base na gramática da língua portuguesa, assinale a alternativa em que os dois termos destacados pertencem à mesma classe de palavra.

 

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3580695 Ano: 2024
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
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O comando do sistema gerenciador de bancos de dados PostgreSQL 14.4 para remover uma base de dados denominada Tree do sistema é:

 

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3580694 Ano: 2024
Disciplina: Turismo
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
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A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) restringe o transporte de determinados itens tanto em bagagem de mão quanto despachados, para garantir a segurança no transporte aéreo e impedir a presença de artigos que ofereçam perigo à saúde, à segurança e ao meio ambiente, entre outros, para passageiros que embarcam em solo nacional. Ainda acerca do tema, é correto afirmar que

 

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3580693 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
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O artigo 2º da Lei Federal nº 9.394/96, (Lei de Diretrizes Bases da Educação Nacional – LDBEN), estabelece: “A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. Em consonância com a legislação em foco, Paro (2007) destaca que, no contexto de uma sociedade democrática, a função da escola sintetiza-se na formação do cidadão em sua dupla dimensão: individual e social.

De acordo com Paro, é correto afirmar que a dimensão individual “exige a assunção do homem como

 

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3580692 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 35 a 42.

Professores que encantam: quem são e o que fazem

Na cultura oriental, afirma-se que nenhum profissional é tão admirado e respeitado quanto o professor. Para se ter uma ideia do grau de apreço que lhe é conferido no Japão, por exemplo, costuma-se dizer que a única pessoa que não precisa se curvar diante do imperador é exatamente o professor. Ainda que seja mito, esse tratamento distinto não deixa de ter algum fundamento lógico, especialmente se considerarmos que sem professores não podem existir “bons imperadores”, pelo menos nos países minimamente civilizados. Na verdade, seria um gesto de submissão da autoridade legal à autoridade que vem do conhecimento.

De fato, na base de todo o progresso que a nossa civilização tem experimentado, sempre encontramos o professor como personagem insubstituível no processo de produção e difusão do saber. Nas sociedades baseadas no conhecimento, é praticamente impossível encontrar alguém que, de alguma forma, não reconheça o valor desse profissional. Alguns conseguem encantar pelo esmero didático; outros, pela relevância das atividades de pesquisa a que se dedicam. Mas, no geral, professores que se tornam inesquecíveis são aqueles que marcam a vida dos seus alunos e da sociedade como um todo com o trabalho que realizam.

Importa esclarecer, contudo, que encantar não significa transformar a sala de aula ou os laboratórios num parque de diversões. Pelo contrário: encantar significa ajudar o aluno a pensar, a superar suas dificuldades e a dar um passo à frente rumo à concretização de seus ideais. Para tanto, não basta ministrar aulas atraentes ou divertidas. Mais que isso, é preciso transformar a sala de aula num espaço de superação das dificuldades, do preconceito, das barreiras familiares, sociais e das próprias limitações. Isso pressupõe humanizar-se a sala de aula, trabalhar valorizando-se as etnias, a diversidade cultural, as crenças, a individualidade do aluno, seus sonhos e seu projeto de vida.

Apesar de toda a dedicação e de todo o esforço que o professor empreende para promover o homem, alguns ainda são duramente ameaçados ou recebem como prêmio a morte no ambiente de trabalho, como temos visto recentemente. Triste é o país que desencanta, aniquila e mata seus professores. É bom lembrar que isso pode ser feito por diferentes meios. Assim agindo, a sociedade está matando o seu próprio futuro. Sim, porque a história comprova que sem professores e escolas capazes de “encantar” não há garantia de futuro melhor – e muito menos de justiça social.

(José Maria Dias Filho, “Professores que encantam: quem são e o que fazem”. Folha de S.Paulo, 29.07.2023. Adaptado)

Com base em Koch e Elias (2011), na passagem do terceiro parágrafo – Importa esclarecer, contudo, que encantar não significa transformar a sala de aula ou os laboratórios num parque de diversões. Pelo contrário: encantar significa ajudar o aluno a pensar, a superar suas dificuldades e a dar um passo à frente rumo à concretização de seus ideais. –, o encadeamento por justaposição é do tipo

 

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3580691 Ano: 2024
Disciplina: Psicologia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
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A proposta de uma intervenção que adote a perspectiva crítica em Psicologia Escolar e Educacional implica, dentre outras necessidades, a de

 

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3580690 Ano: 2024
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
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A linguagem Python, assim como outras linguagens de programação, possui diferentes tipos de dados.

Assinale a alternativa que apresenta a declaração de uma variável do tipo tupla na linguagem Python.

 

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