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Foram encontradas 50 questões.

3580706 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
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De acordo com Bortoni-Ricardo, os erros de português são

 

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3580700 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
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O texto de aluno que atende à habilidade da BNCC “(EF67LP32) Escrever palavras com correção ortográfica, obedecendo às convenções da língua escrita.” é:

 

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3580699 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
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De acordo com Irandé Antunes (2003), o ensino que se distancia das concepções teóricas subjacentes aos PCNs, e consequentemente da BNCC, caracteriza-se por uma abordagem de gramática

 

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3580697 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 35 a 42.

Professores que encantam: quem são e o que fazem

Na cultura oriental, afirma-se que nenhum profissional é tão admirado e respeitado quanto o professor. Para se ter uma ideia do grau de apreço que lhe é conferido no Japão, por exemplo, costuma-se dizer que a única pessoa que não precisa se curvar diante do imperador é exatamente o professor. Ainda que seja mito, esse tratamento distinto não deixa de ter algum fundamento lógico, especialmente se considerarmos que sem professores não podem existir “bons imperadores”, pelo menos nos países minimamente civilizados. Na verdade, seria um gesto de submissão da autoridade legal à autoridade que vem do conhecimento.

De fato, na base de todo o progresso que a nossa civilização tem experimentado, sempre encontramos o professor como personagem insubstituível no processo de produção e difusão do saber. Nas sociedades baseadas no conhecimento, é praticamente impossível encontrar alguém que, de alguma forma, não reconheça o valor desse profissional. Alguns conseguem encantar pelo esmero didático; outros, pela relevância das atividades de pesquisa a que se dedicam. Mas, no geral, professores que se tornam inesquecíveis são aqueles que marcam a vida dos seus alunos e da sociedade como um todo com o trabalho que realizam.

Importa esclarecer, contudo, que encantar não significa transformar a sala de aula ou os laboratórios num parque de diversões. Pelo contrário: encantar significa ajudar o aluno a pensar, a superar suas dificuldades e a dar um passo à frente rumo à concretização de seus ideais. Para tanto, não basta ministrar aulas atraentes ou divertidas. Mais que isso, é preciso transformar a sala de aula num espaço de superação das dificuldades, do preconceito, das barreiras familiares, sociais e das próprias limitações. Isso pressupõe humanizar-se a sala de aula, trabalhar valorizando-se as etnias, a diversidade cultural, as crenças, a individualidade do aluno, seus sonhos e seu projeto de vida.

Apesar de toda a dedicação e de todo o esforço que o professor empreende para promover o homem, alguns ainda são duramente ameaçados ou recebem como prêmio a morte no ambiente de trabalho, como temos visto recentemente. Triste é o país que desencanta, aniquila e mata seus professores. É bom lembrar que isso pode ser feito por diferentes meios. Assim agindo, a sociedade está matando o seu próprio futuro. Sim, porque a história comprova que sem professores e escolas capazes de “encantar” não há garantia de futuro melhor – e muito menos de justiça social.

(José Maria Dias Filho, “Professores que encantam: quem são e o que fazem”. Folha de S.Paulo, 29.07.2023. Adaptado)

Em atividades de reescrita, com o objetivo de trabalhar a concordância com os alunos, pondere-se que atende à norma-padrão o seguinte enunciado:

 

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3580696 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 35 a 42.

Professores que encantam: quem são e o que fazem

Na cultura oriental, afirma-se que nenhum profissional é tão admirado e respeitado quanto o professor. Para se ter uma ideia do grau de apreço que lhe é conferido no Japão, por exemplo, costuma-se dizer que a única pessoa que não precisa se curvar diante do imperador é exatamente o professor. Ainda que seja mito, esse tratamento distinto não deixa de ter algum fundamento lógico, especialmente se considerarmos que sem professores não podem existir “bons imperadores”, pelo menos nos países minimamente civilizados. Na verdade, seria um gesto de submissão da autoridade legal à autoridade que vem do conhecimento.

De fato, na base de todo o progresso que a nossa civilização tem experimentado, sempre encontramos o professor como personagem insubstituível no processo de produção e difusão do saber. Nas sociedades baseadas no conhecimento, é praticamente impossível encontrar alguém que, de alguma forma, não reconheça o valor desse profissional. Alguns conseguem encantar pelo esmero didático; outros, pela relevância das atividades de pesquisa a que se dedicam. Mas, no geral, professores que se tornam inesquecíveis são aqueles que marcam a vida dos seus alunos e da sociedade como um todo com o trabalho que realizam.

Importa esclarecer, contudo, que encantar não significa transformar a sala de aula ou os laboratórios num parque de diversões. Pelo contrário: encantar significa ajudar o aluno a pensar, a superar suas dificuldades e a dar um passo à frente rumo à concretização de seus ideais. Para tanto, não basta ministrar aulas atraentes ou divertidas. Mais que isso, é preciso transformar a sala de aula num espaço de superação das dificuldades, do preconceito, das barreiras familiares, sociais e das próprias limitações. Isso pressupõe humanizar-se a sala de aula, trabalhar valorizando-se as etnias, a diversidade cultural, as crenças, a individualidade do aluno, seus sonhos e seu projeto de vida.

Apesar de toda a dedicação e de todo o esforço que o professor empreende para promover o homem, alguns ainda são duramente ameaçados ou recebem como prêmio a morte no ambiente de trabalho, como temos visto recentemente. Triste é o país que desencanta, aniquila e mata seus professores. É bom lembrar que isso pode ser feito por diferentes meios. Assim agindo, a sociedade está matando o seu próprio futuro. Sim, porque a história comprova que sem professores e escolas capazes de “encantar” não há garantia de futuro melhor – e muito menos de justiça social.

(José Maria Dias Filho, “Professores que encantam: quem são e o que fazem”. Folha de S.Paulo, 29.07.2023. Adaptado)

Com base na gramática da língua portuguesa, assinale a alternativa em que os dois termos destacados pertencem à mesma classe de palavra.

 

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3580692 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 35 a 42.

Professores que encantam: quem são e o que fazem

Na cultura oriental, afirma-se que nenhum profissional é tão admirado e respeitado quanto o professor. Para se ter uma ideia do grau de apreço que lhe é conferido no Japão, por exemplo, costuma-se dizer que a única pessoa que não precisa se curvar diante do imperador é exatamente o professor. Ainda que seja mito, esse tratamento distinto não deixa de ter algum fundamento lógico, especialmente se considerarmos que sem professores não podem existir “bons imperadores”, pelo menos nos países minimamente civilizados. Na verdade, seria um gesto de submissão da autoridade legal à autoridade que vem do conhecimento.

De fato, na base de todo o progresso que a nossa civilização tem experimentado, sempre encontramos o professor como personagem insubstituível no processo de produção e difusão do saber. Nas sociedades baseadas no conhecimento, é praticamente impossível encontrar alguém que, de alguma forma, não reconheça o valor desse profissional. Alguns conseguem encantar pelo esmero didático; outros, pela relevância das atividades de pesquisa a que se dedicam. Mas, no geral, professores que se tornam inesquecíveis são aqueles que marcam a vida dos seus alunos e da sociedade como um todo com o trabalho que realizam.

Importa esclarecer, contudo, que encantar não significa transformar a sala de aula ou os laboratórios num parque de diversões. Pelo contrário: encantar significa ajudar o aluno a pensar, a superar suas dificuldades e a dar um passo à frente rumo à concretização de seus ideais. Para tanto, não basta ministrar aulas atraentes ou divertidas. Mais que isso, é preciso transformar a sala de aula num espaço de superação das dificuldades, do preconceito, das barreiras familiares, sociais e das próprias limitações. Isso pressupõe humanizar-se a sala de aula, trabalhar valorizando-se as etnias, a diversidade cultural, as crenças, a individualidade do aluno, seus sonhos e seu projeto de vida.

Apesar de toda a dedicação e de todo o esforço que o professor empreende para promover o homem, alguns ainda são duramente ameaçados ou recebem como prêmio a morte no ambiente de trabalho, como temos visto recentemente. Triste é o país que desencanta, aniquila e mata seus professores. É bom lembrar que isso pode ser feito por diferentes meios. Assim agindo, a sociedade está matando o seu próprio futuro. Sim, porque a história comprova que sem professores e escolas capazes de “encantar” não há garantia de futuro melhor – e muito menos de justiça social.

(José Maria Dias Filho, “Professores que encantam: quem são e o que fazem”. Folha de S.Paulo, 29.07.2023. Adaptado)

Com base em Koch e Elias (2011), na passagem do terceiro parágrafo – Importa esclarecer, contudo, que encantar não significa transformar a sala de aula ou os laboratórios num parque de diversões. Pelo contrário: encantar significa ajudar o aluno a pensar, a superar suas dificuldades e a dar um passo à frente rumo à concretização de seus ideais. –, o encadeamento por justaposição é do tipo

 

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3580673 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Aparecida-SP
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Leia o poema para responder às questões de números 29 a 32.

A bailarina

Esta menina

tão pequenina

quer ser bailarina.

Não conhece nem dó nem ré

mas sabe ficar na ponta do pé.

Não conhece nem mi nem fá

Mas inclina o corpo para cá e para lá

Não conhece nem lá nem si,

mas fecha os olhos e sorri.

Roda, roda, roda, com os bracinhos no ar

e não fica tonta nem sai do lugar.

Põe no cabelo uma estrela e um véu

e diz que caiu do céu.

Esta menina

tão pequenina

quer ser bailarina.

Mas depois esquece todas as danças,

e também quer dormir como as outras crianças.

(Cecília Meireles. Ou isto ou aquilo)

De acordo com Marcuschi (2008), “compreender um texto é realizar inferências a partir das informações dadas no texto e situadas em contextos mais amplos”. Dessa forma, o verso “Mas depois esquece todas as danças” permite inferir que a menina

 

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Quanto à verificação do rendimento escolar na educação básica, a Lei nº 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), conforme seu art. 24, inciso V, é correto afirmar que deverá observar, entre outros, o critério de

 

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Galvão (2003) discute o valor do pensamento de Henri Wallon para a compreensão dos processos psíquicos da criança e, portanto, da tarefa educativa que a envolve. Segundo a perspectiva da autora acerca da abordagem de Wallon, é correto afirmar que

 

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No início do ano letivo de 2024, a Prefeitura do Rio de Janeiro ampliou as restrições ao aparelho celular nas escolas: o seu uso passou a ser proibido tanto em sala de aula quanto durante o recreio. Em relação à perspectiva apresentada por Moran (2004), essa medida é

 

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