Foram encontradas 50 questões.
Heloísa Luck (2010) aborda a gestão da cultura e do clima organizacional da escola e os analisa como “conceitos complexos por expressarem um conjunto de múltiplos e dinâmicos fatores, dimensões e características, todos intimamente relacionados e de grande importância na determinação da qualidade dos processos educacionais”. De acordo com dados de pesquisa, discutidos pela autora, em relação às propostas de mudança no trabalho da escola que chegam a ela, visando a melhores resultados, o clima e a cultura têm muito peso em sua aceitação/desenvolvimento ou não. Luck, levando em consideração que, no contexto atual, a necessidade de mudança é constante, encaminha as reflexões dessa obra para a possibilidade de a gestão da escola interferir no clima e na cultura organizacional, e indica que
Provas
Libâneo (2004), ao discutir a “qualidade social do ensino”, lembra-nos que “o projeto pedagógico-curricular é o instrumento de articulação entre fins e meios” e que ele ordena “todas as atividades pedagógicas, curriculares e organizativas da escola, tendo em vista os objetivos educacionais”, para se obter, em relação a eles, resultados com bom grau de “qualidade cognitiva e operativa das aprendizagens escolares”. Libâneo afirma que a garantia dessa qualidade para todos,”como condição para a igualdade e a inclusão social”, vem da crença em sua possibilidade, da atuação competente dos professores e do desenvolvimento de “um trabalho escolar integrado e
Provas
Sabendo que a gestão pedagógica é o pilar mais importante da gestão escolar, sendo esta o conjunto de práticas e processos administrativos, pedagógicos e de liderança utilizados para gerenciar e promover o bom funcionamento de uma instituição de ensino, Irene procurou o significado de gestão de resultados nesse contexto. Constatou, então, que essa gestão se refere ao desdobramento do monitoramento e da avaliação de desempenho da escola relacionado à aprendizagem dos alunos. Buscando aprimorar seu conhecimento, Irene recorreu à obra “Avaliar para promover: as setas do caminho” (Hoffmann, 2001) e nela verificou o quão importante é a avaliação da aprendizagem dos alunos na perspectiva da mediação. Segundo Hoffmann, “Mediação é aproximação, diálogo, acompanhamento do jeito de ser e de aprender de cada educando, dando-lhe a mão, com rigor e afeto, para ajudá-lo a
Provas
Segundo Vasconcellos (2002), “planejamento é o processo, contínuo e dinâmico, de reflexão, tomada de decisão, colocação em prática e acompanhamento”. Nessa mesma obra, ele destaca os níveis de planejamento na educação e a relevância do planejamento da escola, também denominado de projeto político-pedagógico. Em termos legais, o artigo 43 da Resolução CNE/CEB nº 04/2010 estabelece que o projeto político-pedagógico, interdependentemente da autonomia pedagógica, administrativa e de gestão financeira da instituição educacional, representa mais do que um documento, sendo um dos meios de viabilizar a escola democrática para todos e de qualidade social. A coordenação do processo de construção desse projeto, de acordo com Veiga (2008), é tarefa do corpo diretivo e da equipe técnica da escola, mas com “corresponsabilidade dos professores, dos pais, dos alunos, do pessoal técnico-administrativo e de segmentos organizados da sociedade local, contando, ainda, com a colaboração e a assessoria
Provas
O artigo 2º da Lei Federal nº 9.394/96, (Lei de Diretrizes Bases da Educação Nacional – LDBEN), estabelece: “A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. Em consonância com a legislação em foco, Paro (2007) destaca que, no contexto de uma sociedade democrática, a função da escola sintetiza-se na formação do cidadão em sua dupla dimensão: individual e social.
De acordo com Paro, é correto afirmar que a dimensão individual “exige a assunção do homem como
Provas
Em um documento do Microsoft Word 2016, em sua configuração padrão, um usuário digitou Prefeitura, seguido de um espaço em branco, formatado em itálico e negrito. Em seguida, a próxima palavra, Aparecida, ficou em sublinhado e itálico, apenas, conforme imagem a seguir.

Isso significa que após a palavra Prefeitura e o espaço em branco, e antes de digitar a palavra Aparecida, o usuário clicou no(s) ícone(s)
Provas
Sylvia C. Vergara (2009), em obra sobre a Gestão de Pessoas, entre outros temas, discute o exercício do poder, nas organizações em geral, em relação à realização de suas finalidades e objetivos com melhores resultados, no contexto do modelo burocrático e na atualidade. De acordo com Vergara, “no mundo atual, uma nova forma de ver e lidar com o poder se faz necessária, o que implica mudança de modelos mentais”. A autora aborda, então, o que ela chama de “reinvenção do poder”, reinventando-o em “dez desdobramentos do poder”. Para as escolas, organizações de educação e ensino, faz todo sentido a forma que ela indica para lidar com o poder na atualidade: o compartilhamento do poder. E pensando nas finalidades e objetivos das escolas, o desdobramento do “poder reinventado” que se liga mais fortemente ao “compartilhamento do poder” é
Provas
Anna e Marc Burbridge (2012) analisam que “conflitos são naturais, e, em muitos casos, necessários. São o motor que impulsiona as mudanças. Sem eles, tudo continuaria da mesma forma, nada mudaria, o que não é bom. No entanto, muitos conflitos são desnecessários e destroem valores, causando prejuízos para as organizações e para as pessoas que nelas trabalham”. Os gestores das organizações escolares são desafiados a lidar com os conflitos de uma forma positiva para o bom desenvolvimento da educação escolar e o atingimento de suas finalidades e seus objetivos. Nesse sentido, Heloísa Luck (2010), ao abordar a “relação entre liderança e gestão” e discutir a “prática efetiva de liderança no exercício da gestão escolar”, aponta processos específicos que ela considera importantes de serem focados pela equipe gestora. Desses processos, o que se aproxima do indicado pelos Burbridge e que melhor corresponde a um modo coerente de lidar com os conflitos é:
Provas
Em um município do interior paulista, os supervisores de ensino desenvolveram sessões de estudos com as equipes de direção/coordenação das escolas públicas sobre “liderança”, articulando os conteúdos abordados à assessoria que prestam nas visitas às escolas. Utilizaram os textos de Madza Ednir e outros (2006) e de Heloísa Luck (2010) para leitura, debate e aplicação na problematização de situações do cotidiano da gestão pedagógica e administrativa das escolas. Com as contribuições desses autores sobre a “liderança”, o grupo efetivou a compreensão de que ela
Provas
A supervisão de ensino, tradicionalmente, teve funções relativas à formação continuada de professores, seja com incumbências diretas nas atividades específicas, seja com tarefas voltadas a organizar inscrições, formar turmas,ou a monitorar atividades coordenadas por formadores externos. De acordo com Imbernón (2010), assim como com Alonso, in Vieira, Almeida e Alonso (2003), a “formação continuada”, como parte da experiência acumulada na formação de professores, tem sido discutida e pesquisada, com avanços significativos no modo de compreendê-la e de desenvolvê-la no contexto da educação escolar. Com base nas contribuições desses autores, nos textos citados, pode-se afirmar que os supervisores de ensino, hoje em dia, em relação à formação continuada de professores,
Provas
Caderno Container