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Texto 7
Observe a imagem abaixo:

Fonte: https://www.instagram.com/ilan.brenman/
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Texto 6
“Na situação escolar existem relações muito rígidas e
bem definidas. O aluno é obrigado a escrever dentro
de padrões previamente estipulados e, além disso, o
seu texto será julgado, avaliado. O professor, a quem
o texto é remetido, será o principal – talvez o único
– leitor da redação. Consciente disso, o estudante
procurará escrever a partir do que acredita que o professor gostará (e, consequentemente, dará uma boa
nota). Mais precisamente, fará a redação com base na
imagem que cria do “gosto” e da visão de língua do
professor. Serviço à la carte”.
BRITO, Luiz Percival Leme. Em terra de surdos-mudos (um estudo
sobre as condições de produção de textos escolares). In: GERALDI,
João Wanderley (org,). O texto na sala de aula. São Paulo: Ática, 2004,
p. 120.
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Texto 5
A menina que falava internetês
A mãe gostava de acreditar-se moderna. Do figurino à
linguagem, esforçava-se para estar sempre up-to-date
com as últimas tendências da moda. Seus objetivos
eram claros: criar uma imagem de mulher mais jovem
e fazer bonito para os filhos, os reis da tecnologia
doméstica, que dominavam tudo na casa, dos controles remotos dos aparelhos eletrônicos aos computadores e laptops. Foi o propósito de não perder o bonde
da história que levou Wanda a comprar um computador pessoal, assinar um provedor de acesso e começar
a navegar pela internet. Nada poderia detê-la rumo à
modernidade!
Depois de alguns dias, navegando em seu trabalho,
encontrou sua filha pré-adolescente on-line. Não resistiu à tentação e iniciou uma conversa através de um
programa de mensagens instantâneas.
— Olá, filha, aqui é a sua mãe, navegando pela internet… Tudo bem com você, querida?
— blz.
— Como? Não entendi, filhinha. Seu teclado está com
algum problema nas vogais?
— naum.
— Vejo que não é este o problema, já que você digitou
duas vogais agora mesmo! Mas pode ser um defeito
nas teclas de acentuação. Por favor, filha, teste o ‘til’.
— q tio?
— Não, não o tio, o til. O til é o irmão do papai, o tio
Bruno. O til é aquele acento do não, do anão, da
mamãe… Lembra quando a mamãe ensinou a você
que o til parecia uma minhoquinha?
— nem
— Nem? Como assim, ‘nem’? Nem no sentido de conjunção coordenativa aditiva como “não lembro nem
quero lembrar”? Ou seria “nem” como conjunção coordenativa alternativa, como em “não me lembro e nem
parece uma minhoquinha”?
— ;-(
— Que foi isso, filhota?
— naum quero + tc com vc
— Você… não quer mais tecer comigo?
— teclar
— Assim mamãe fica triste, lindinha. Eu só queria conversar, puxar algum assunto. Mas está difícil. Eu não entendo o que você escreve e você não se interessa
pelo que eu digito. Realmente, meu bem, parece que
não é possível estabelecer um diálogo com você. Tudo
bem, se eu tiver incomodando, eu paro agora mesmo.
— tá
— Antes de ir pra casa eu vou passar no supermercado.
O que você quer que eu compre para… para… para
vc? É assim que se diz em internetês?
— refri e bisc8
— Refrigerante e biscoito? Biscoito? Filha, francamente,
que linguagem é essa? Você estuda no melhor colégio, seu pai paga uma mensalidade altíssima e você
escreve assim na internet? Sem vogais, sem acentos,
sem completar as palavras, sem usar maiúsculas no
início de uma frase, com orações sem nexo e ainda
por cima usando números no lugar das sílabas? Isso é
inadmissível, Maria Eugênia!
— Xau, mãe, c ta xata.
— Maria Eugênia! Chata é com ch!
— Maria Eugênia?
— Desligou. Bem, pelo menos a tecla til está em
ordem.
HERMANN, Rosana. A menina que falava internetês. In: CAMPOS,
Carmen Lúcia da Silva; SILVA, Nilson Joaquim da. Lições de gramática para quem gosta de literatura. São Paulo: Panda Books, 2007.
( ) O texto inscrito no gênero discursivo/textual crônica tem por objetivo tematizar o conflito interacional de gerações na era digital.
( ) “Internetês” é uma língua natural, assim como português e inglês; portanto, tem gramática própria.
( ) O texto apresenta uma reflexão sobre a importância do respeito à variedade linguística em seu contexto de uso.
( ) Na passagem “sua filha pré-adolescente on-line” é um exemplo de concordância verbal já que o verbo “é” ocupa uma posição elíptica no texto.
( ) A frase escrita “Xau, mãe, c ta xata” reproduz a linguagem oral e é um exemplo típico do continuum entre oralidade e escrita proposto por Marcuschi.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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Texto 5
A menina que falava internetês
A mãe gostava de acreditar-se moderna. Do figurino à
linguagem, esforçava-se para estar sempre up-to-date
com as últimas tendências da moda. Seus objetivos
eram claros: criar uma imagem de mulher mais jovem
e fazer bonito para os filhos, os reis da tecnologia
doméstica, que dominavam tudo na casa, dos controles remotos dos aparelhos eletrônicos aos computadores e laptops. Foi o propósito de não perder o bonde
da história que levou Wanda a comprar um computador pessoal, assinar um provedor de acesso e começar
a navegar pela internet. Nada poderia detê-la rumo à
modernidade!
Depois de alguns dias, navegando em seu trabalho,
encontrou sua filha pré-adolescente on-line. Não resistiu à tentação e iniciou uma conversa através de um
programa de mensagens instantâneas.
— Olá, filha, aqui é a sua mãe, navegando pela internet… Tudo bem com você, querida?
— blz.
— Como? Não entendi, filhinha. Seu teclado está com
algum problema nas vogais?
— naum.
— Vejo que não é este o problema, já que você digitou
duas vogais agora mesmo! Mas pode ser um defeito
nas teclas de acentuação. Por favor, filha, teste o ‘til’.
— q tio?
— Não, não o tio, o til. O til é o irmão do papai, o tio
Bruno. O til é aquele acento do não, do anão, da
mamãe… Lembra quando a mamãe ensinou a você
que o til parecia uma minhoquinha?
— nem
— Nem? Como assim, ‘nem’? Nem no sentido de conjunção coordenativa aditiva como “não lembro nem
quero lembrar”? Ou seria “nem” como conjunção coordenativa alternativa, como em “não me lembro e nem
parece uma minhoquinha”?
— ;-(
— Que foi isso, filhota?
— naum quero + tc com vc
— Você… não quer mais tecer comigo?
— teclar
— Assim mamãe fica triste, lindinha. Eu só queria conversar, puxar algum assunto. Mas está difícil. Eu não entendo o que você escreve e você não se interessa
pelo que eu digito. Realmente, meu bem, parece que
não é possível estabelecer um diálogo com você. Tudo
bem, se eu tiver incomodando, eu paro agora mesmo.
— tá
— Antes de ir pra casa eu vou passar no supermercado.
O que você quer que eu compre para… para… para
vc? É assim que se diz em internetês?
— refri e bisc8
— Refrigerante e biscoito? Biscoito? Filha, francamente,
que linguagem é essa? Você estuda no melhor colégio, seu pai paga uma mensalidade altíssima e você
escreve assim na internet? Sem vogais, sem acentos,
sem completar as palavras, sem usar maiúsculas no
início de uma frase, com orações sem nexo e ainda
por cima usando números no lugar das sílabas? Isso é
inadmissível, Maria Eugênia!
— Xau, mãe, c ta xata.
— Maria Eugênia! Chata é com ch!
— Maria Eugênia?
— Desligou. Bem, pelo menos a tecla til está em
ordem.
HERMANN, Rosana. A menina que falava internetês. In: CAMPOS,
Carmen Lúcia da Silva; SILVA, Nilson Joaquim da. Lições de gramática para quem gosta de literatura. São Paulo: Panda Books, 2007.
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Texto 4
O show
O cartaz
O pai
O dia
O estádio
A música
O fim
KOCH, Ingedore. A coerência textual. São Paulo: Contexto, 2001, p. 12.
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3991886
Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Concórdia-SC
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Concórdia-SC
Texto 3
“Competências específicas de Língua Portuguesa para
o Ensino Fundamental
9- Envolver-se em práticas de leitura literária que possibilitem o desenvolvimento do senso estético para
fruição, valorizando a literatura e outras manifestações
artístico-culturais como formas de acesso às dimensões lúdicas, de imaginário e encantamento, reconhecendo o potencial transformador e humanizador da
experiência com a literatura”.
Base curricular municipal da educação fundamental - Caderno 2 /
Organizadores Claudia Maria da Cruz, Paulo Rogério de Rossi. – Concórdia-SC: Secretaria Municipal de Educação de Concórdia, 2023, p. 61.
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Texto 2
“O Eixo da Análise Linguística/Semiótica envolve os
procedimentos e estratégias (meta)cognitivas de
análise e avaliação consciente, durante os processos
de leitura e de produção de textos (orais, escritos e
multissemióticos), das materialidades dos textos, responsáveis por seus efeitos de sentido, seja no que se
refere às formas de composição dos textos, determinadas pelos gêneros (orais, escritos e multissemióticos)
e pela situação de produção, seja no que se refere aos
estilos adotados nos textos, com forte impacto nos
efeitos de sentido. Assim, no que diz respeito à linguagem verbal oral e escrita, as formas de composição
dos textos dizem respeito à coesão, coerência e organização da progressão temática dos textos, influenciadas pela organização típica (forma de composição) do
gênero em questão. No caso de textos orais, essa análise envolverá também os elementos próprios da fala –
como ritmo, altura, intensidade, clareza de articulação,
variedade linguística adotada, estilização etc. –, assim
como os elementos paralinguísticos e cinésicos – postura, expressão facial, gestualidade etc. No que tange
ao estilo, serão levadas em conta as escolhas de léxico
e de variedade linguística ou estilização e alguns
mecanismos sintáticos e morfológicos, de acordo com
a situação de produção, a forma e o estilo de gênero”.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular
[BNCC]. Brasília, 2018, p. 78.
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Texto 1
Quinhentos anos de história linguística
Ao longo de 500 anos de história, a situação linguística
do Brasil foi supercomplexa, pela presença das línguas
indígenas (desde sempre), do português dos colonizadores, das línguas faladas pelos escravos africanos
(a partir de 1532) e, depois, das línguas europeias e
asiáticas faladas pelos imigrantes. No processo de
implantação do português no continente sul-americano, encontramos praticamente todas as situações
de contato linguístico possíveis. Ou seja, a história da
implantação do português no Brasil foi uma história
de multilinguismo.
Por ocasião do descobrimento, dizem os especialistas,
vivia no Brasil uma população nativa estimada em seis
milhões de indígenas. Esses indígenas falavam cerca
de 340 línguas, que eram obviamente não indo-europeias e pertenciam a troncos linguísticos muito diferentes entre si. Portanto, o multilinguismo já existia no
continente sul-americano, antes da colonização portuguesa. Os portugueses precisaram aprender e usar
essas línguas indígenas por razões de sobrevivência e
para impor seu domínio aos nativos. Por sua vez, o tráfico de escravos trouxe para o Brasil alguns milhões de
africanos falantes de línguas pertencentes ao tronco
niger-congo. Para complicar o quadro, lembre-se de
que os portugueses não foram os únicos europeus
que tentaram estabelecer colônias no atual território
brasileiro: por períodos mais ou menos extensos, os
franceses estiveram no Rio de Janeiro e no Maranhão, os holandeses, no Recife, e os espanhóis, no imenso
território, hoje brasileiro, que fica a leste do meridiano
de Tordesilhas.
Diante de tudo isso, fica evidente que, desde 1500 até
o final do Império, o Brasil foi um espaço multilíngue e
um enorme laboratório linguístico.
ILARI, Rodolfo; BASSO, Renato. O português da gente – a língua que
estudamos, a língua que falamos. São Paulo: Contexto, 2006, pp.
60-61. [Adaptado].
( ) Trata-se de um trecho de texto pertencente a um gênero textual/discursivo narrativo, uma vez que conta uma história.
( ) As palavras “história”, “possíveis”, “sobrevivência” e “espanhóis” são regidas pela mesma regra de acentuação ortográfica.
( ) O multilinguismo é um tema que perpassa o texto e faz referência a troncos linguísticos muito diferentes entre si no contexto brasileiro.
( ) As palavras ‘supercomplexa’ e ‘multilinguismo’ são formadas com prefixos que se aproximam semanticamente: super e multi.
( ) O fragmento “Diante de tudo isso” assume uma função de retomada resumitiva, sendo que o pronome ‘isso’ se presta muito bem a essa função.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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Assinale a alternativa correta de acordo com as
Leis nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008, que tornam
obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira, africana e indígena na educação básica.
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Considerando os fundamentos e princípios da
educação inclusiva previstos na Lei Brasileira de
Inclusão nº 13.146/2015 (LBI), é correto afirmar que a
referida Lei:
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