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De forma geral, o termo “cognição” se refere ao que está relacionado ao conhecimento, ou seja, ao acúmulo de informações adquiridas por meio da aprendizagem e da experiência. Esse processo é estudado por diferentes campos científicos, como a neurociência, a psicologia e a antropologia. A psicologia, em especial, concedeu grandes contribuições para entendermos como o processamento das informações influencia no nosso comportamento e como adquirimos conhecimento. Jean Piaget trouxe avanços consideráveis para as pesquisas sobre o desenvolvimento cognitivo e a aprendizagem na década de 1950. Segundo o autor:
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Todos parecem saber a que nos referimos quando falamos em currículo escolar; entretanto, a expressão também gera dúvidas e algumas dificuldades para defini-la com clareza. Para alguns, apenas o “conteúdo de cada matéria” ou “o conjunto de saberes construído pela humanidade e que deve ser transmitido às novas gerações”, outros se referem à “proposta pedagógica da escola” e “aquilo que cai nas provas”. Giroux acredita que é possível canalizar o potencial de resistência demonstrado por estudantes e professores para desenvolver uma pedagogia e um currículo que tenham um conteúdo claramente político. Sobre os conceitos centrais a essa concepção emancipadora ou libertadora do currículo e da pedagogia, analise as afirmativas a seguir.
I. Esfera pública: a escola e o currículo devem funcionar como esfera pública, local onde os estudantes têm oportunidade de exercer habilidades democráticas de discussão e de participação.
II. Competências: o foco deve ser no desenvolvimento de conteúdos procedimentais.
III. Intelectuais transformadores: os professores devem ser vistos como intelectuais transformadores.
IV. Voz: a escola como espaço onde os estudantes possam ser ouvidos e atentamente considerados.
Está correto o que se afirma apenas em
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De acordo com Mantoan não estamos caminhando decisivamente na direção da inclusão, seja por falta de políticas públicas de educação apontadas para estes novos rumos, seja por outros motivos menos abrangentes, mas relevantes, como pressões corporativas, ignorância dos pais, acomodação dos professores. Segundo a autora, as grandes inovações são, muitas vezes, a concretização do óbvio, do simples, do que é possível fazer, mas que precisa ser desvelado, para que possa ser compreendido por todos e aceito sem muitas resistências, senão aquelas que dão brilho e vigor ao debate das novidades. Sobre as mudanças ocorridas nas redes de ensino público e particular que resolveram adotar medidas inclusivas de organização escolar, Montoan aponta que, EXCETO:
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A avaliação se consubstancia quando nós julgamos alguma coisa, que se define como um objeto de avaliação, ou seja, a avaliação não é somente reflexão, menos ainda a intervenção na realidade. A avaliação lança mão da reflexão e pode contribuir com a intervenção, mas não se confunde e não se restringe a tais aspectos, a fim de não confundir avaliação com todo o processo pedagógico. De acordo com o Professor Alavarse, para que um juízo possa ser feito sobre algum objeto, deve(m) existir:
I. Informações consistentes a respeito do objeto que pode ser, por exemplo, o domínio que um aluno tem na leitura em língua materna.
II. Critérios de avaliação, isto é, as referências às quais as informações levantadas serão comparadas ou contrastadas.
III. A comparação entre o desejado e o conquistado.
IV. Uma contagem de acertos de um aluno expressa em um tipo de medida, cuja escala é compreendida entre 0 (zero) e o total de acertos possíveis.
Está correto o que se afirma apenas em
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A prática do capacitismo atinge a pessoa com deficiência de diferentes maneiras, como o acesso ao meio físico e a criação de barreiras para que exerçam atividades independentemente; e também como barreiras socioemocionais quando essas pessoas são tratadas como incapazes, dependentes, sem vontade ou voz própria para exprimir suas vontades. Tratar uma pessoa deficiente de forma infantilizada, incapaz de compreender o mundo, um problema em um serviço público por exigir acessibilidade, assexualizada, inferior, ou que deva ser medicada e afastada do convívio comum dos demais cidadãos, são exemplos de capacitismo. O Estatuto da Pessoa com Deficiência, apesar de não trazer o termo em suas normativas, orienta quanto às discriminações contra as pessoas com deficiência, que devem ser encaradas como violações de direitos. De acordo com o referido Estatuto, está correto o que se afirma em:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Juiz Fora-MG
Preconceitos e discriminações são produzidos social e historicamente e perpassam os diferentes âmbitos da vida coletiva. Estão presentes na escola e comprometem o convívio, interferem nas relações, colocam entraves à experiência de vida democrática dos estudantes e dos adultos e até mesmo ao aprendizado. Podem ser de natureza étnico-racial, física, linguística, religiosa, política, socioeconômica, geracional, de gênero etc. Podem aparecer também nas decisões pedagógicas, nas normas de convívio, na organização da rotina e do espaço, nos encaminhamentos disciplinares, dentre outras situações. No município de Juiz de Fora, a Lei nº 13.502/2017 estabelece o Plano Municipal de Educação que visa, dentre outros objetivos, consolidar as instituições de ensino como espaços coletivos de respeito às diversidades. De acordo com este plano, por respeito às diversidades, devemos entender estritamente a garantia de:
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Disciplina: Educação Artística
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Juiz Fora-MG
Com base nos trabalhos de Lygia Clark e Hélio Oiticica, Tardego (2016) desenvolve proposições artístico-pedagógicas no contexto escolar, destacando elementos como experimentação, invenção e a participação do público nos processos de criação artística. Sobre Hélio Oiticica, a mesma autora aponta a contribuição dele na questão da participação do outro como se pode “observar nos Parangolés (1964), capas e estandartes de tecido elástico, que só se completavam como acontecimento artístico quando incorporados pelo público, convidado a vestir o trabalho e dançar, estruturando-o e dando significado”.
(TARDEGO, Carolina Cortinove. Pela presença no mundo: o professor e a experimentação, invenção e participação no espaço escolar. IN: MATTAR, Sumaya e ROIPHE, Alberto (Orgs). Arte e educação: ressonâncias e repercussões. Editora São Paulo: ECA – USP, 2016, p. 138. Disponível em: http://www.livrosabertos.sibi.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/273/242/1072. Acesso em: 18/04/2022.)
Com base na obra de Hélio Oiticica, a participação incluía:
I. A pessoa como um todo, ou seja, o corpo e a capacidade de dar sentido às coisas.
II. A manipulação, o sensorial e a participação semântica, ao mesmo tempo.
III. A voz do aluno, um ser repleto de opiniões e corresponsável por seu aprendizado.
Está correto o que se afirma em
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Disciplina: Educação Artística
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Juiz Fora-MG
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação de 1971 (Lei nº 5.692/1971) promulgada no contexto da Ditadura Militar, trouxe profundas mudanças nas concepções e na estrutura da educação brasileira. Uma importante mudança foi a criação das licenciaturas em educação artística, baseadas no modelo polivalente de formação de professores. Ao abordar essa questão, Barbosa (2003) afirma que:
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Disciplina: Educação Artística
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Juiz Fora-MG
Discutindo sobre a pálida história das artes visuais no Brasil, Santos (2019) questiona o apagamento de artistas negras e negros dos registros históricos e, consequentemente, do conteúdo de ensino das escolas de educação básica. Propondo que a decolonialidade seja praticada em sala de aula, a autora discute aproximações entre artistas visuais negras e negros e aqueles consagrados pela academia.

De acordo com as imagens anteriores, podemos afirmar que ambas as obras:
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Há, no Brasil, uma naturalização do fracasso escolar, fazendo com que a sociedade aceite que um perfil específico de estudante passe pela escola sem aprender, sendo reprovado diversas vezes até desistir. Essa situação já existia em 2019 e se agravou com a pandemia. “Essa cultura do fracasso escolar acaba por excluir sempre os mesmos estudantes, que já sofrem outras violações de direitos dentro e fora da escola”, explica Ítalo Dutra, chefe de educação do UNICEF no Brasil.
(Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/comunicados-de-imprensa/cultura-do-fracasso-escolar-afeta-milhoes-de-estudantes-e-desigualdade- se-agrava-na-pandemia. Acesso em: 28/04/2022.)
É possível afirmar que se o aluno é obrigado à escola por força de Lei, a escola parece não ser obrigada ao aluno, que acredita cumprir a sua parte disponibilizando uma vaga, proporcionando-lhe, assim, o mesmo ponto de partida na escolarização, mas não cumpre seu papel social. Uma das explicações da problemática de fracasso escolar proposta por Magda Soares é encontrada na ideologia:
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