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Leia o texto abaixo para responder à questão:
Certa manhã, ao acordar de sonhos inquietos, Gregor Samsa se viu em sua cama metamorfoseado num imenso inseto. Estava deitado sobre suas costas, que eram duras como uma carapaça. Ao levantar um pouco a cabeça, viu sua barriga
marrom, côncava, toda dividida em arcos; ela se elevava tão alto que o cobertor mal podia cobri-la e deslizava quase por
inteiro para o chão. Suas muitas pernas se agitavam desesperadas diante de seus olhos, e eram tão finas em comparação
com o resto do seu corpo que dava pena vê-las.
“O que aconteceu comigo?”, ele pensou. Não era um sonho. Seu quarto, um quarto perfeitamente humano, em
bora pequeno demais, mantinha-se silencioso entre as quatro paredes bem conhecidas. Acima da mesa, sobre a qual se
espalhava um mostruário de tecidos desempacotado — Samsa era caixeiro-viajante —, estava pendurada a figura que há
pouco tempo ele havia recortado de uma revista ilustrada e posto em uma bela moldura dourada. Na imagem, via-se uma
mulher de chapéu e cachecol, ambos de pele felpuda, sentada com as costas eretas, oferecendo aos olhos do espectador
um pesado aquecedor de mãos também de pele felpuda, dentro do qual escondia todo o seu antebraço.
Então o olhar de Gregor se voltou para a janela e o tempo fechado — ouviam-se as gotas de chuva baterem contra
as folhas da janela — lhe causou uma forte melancolia. “E se eu dormisse mais um pouco e esquecesse toda essa loucura?”,
pensou, mas isso era impossível, pois ele estava acostumado a dormir deitado sobre o seu lado direito; em seu atual estado,
contudo, ele não conseguia se pôr nessa posição. Por mais força que fizesse ao tentar se acomodar sobre o seu lado direito,
ele sempre balançava de volta, pondo-se de costas. Ele tentou fazer isso uma centena de vezes, fechando os olhos para não
ter de ver as pernas inquietas, e só desistiu quando começou a sentir uma dor lateral leve e difusa, que nunca havia sentido
antes.
“Ah, meu Deus”, ele pensou, “que profissão cansativa eu escolhi! Dia sim, dia não em viagem. É muito mais tenso
trabalhar em casa do que na loja. Além disso, tenho de suportar esse flagelo que é viajar, as preocupações com as conexões
dos trens, a comida ruim e em horários irregulares, o contato sempre inconstante com as pessoas, nunca duradouro, um
contato que nunca se torna afetuoso. Que o diabo carregue isso tudo!” Sentiu uma leve coceira na parte de cima da barriga.
Sempre de costas, arrastou-se lentamente para mais perto da cabeceira da cama, para que pudesse levantar um pouco mais
a cabeça. O lugar que coçava estava repleto de pontinhos brancos, algo que não entendeu bem; quis, então, tocar aquele
lugar com uma das pernas, mas imediatamente a puxou de volta, pois foi inteiramente tomado por calafrios ao mais leve
contato.
(KAFKA, Franz (1883-1924). A metamorfose. Tradução de Giovane Rodrigues. São Paulo: Instituto Mojo, 2022. p. 7-8).
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Certa manhã, ao acordar de sonhos inquietos, Gregor Samsa se viu em sua cama metamorfoseado num imenso inseto. Estava deitado sobre suas costas, que eram duras como uma carapaça. Ao levantar um pouco a cabeça, viu sua barriga
marrom, côncava, toda dividida em arcos; ela se elevava tão alto que o cobertor mal podia cobri-la e deslizava quase por
inteiro para o chão. Suas muitas pernas se agitavam desesperadas diante de seus olhos, e eram tão finas em comparação
com o resto do seu corpo que dava pena vê-las.
“O que aconteceu comigo?”, ele pensou. Não era um sonho. Seu quarto, um quarto perfeitamente humano, em
bora pequeno demais, mantinha-se silencioso entre as quatro paredes bem conhecidas. Acima da mesa, sobre a qual se
espalhava um mostruário de tecidos desempacotado — Samsa era caixeiro-viajante —, estava pendurada a figura que há
pouco tempo ele havia recortado de uma revista ilustrada e posto em uma bela moldura dourada. Na imagem, via-se uma
mulher de chapéu e cachecol, ambos de pele felpuda, sentada com as costas eretas, oferecendo aos olhos do espectador
um pesado aquecedor de mãos também de pele felpuda, dentro do qual escondia todo o seu antebraço.
Então o olhar de Gregor se voltou para a janela e o tempo fechado — ouviam-se as gotas de chuva baterem contra
as folhas da janela — lhe causou uma forte melancolia. “E se eu dormisse mais um pouco e esquecesse toda essa loucura?”,
pensou, mas isso era impossível, pois ele estava acostumado a dormir deitado sobre o seu lado direito; em seu atual estado,
contudo, ele não conseguia se pôr nessa posição. Por mais força que fizesse ao tentar se acomodar sobre o seu lado direito,
ele sempre balançava de volta, pondo-se de costas. Ele tentou fazer isso uma centena de vezes, fechando os olhos para não
ter de ver as pernas inquietas, e só desistiu quando começou a sentir uma dor lateral leve e difusa, que nunca havia sentido
antes.
“Ah, meu Deus”, ele pensou, “que profissão cansativa eu escolhi! Dia sim, dia não em viagem. É muito mais tenso
trabalhar em casa do que na loja. Além disso, tenho de suportar esse flagelo que é viajar, as preocupações com as conexões
dos trens, a comida ruim e em horários irregulares, o contato sempre inconstante com as pessoas, nunca duradouro, um
contato que nunca se torna afetuoso. Que o diabo carregue isso tudo!” Sentiu uma leve coceira na parte de cima da barriga.
Sempre de costas, arrastou-se lentamente para mais perto da cabeceira da cama, para que pudesse levantar um pouco mais
a cabeça. O lugar que coçava estava repleto de pontinhos brancos, algo que não entendeu bem; quis, então, tocar aquele
lugar com uma das pernas, mas imediatamente a puxou de volta, pois foi inteiramente tomado por calafrios ao mais leve
contato.
(KAFKA, Franz (1883-1924). A metamorfose. Tradução de Giovane Rodrigues. São Paulo: Instituto Mojo, 2022. p. 7-8).
I. O desabafo de Gregor sobre a profissão evidencia a alienação do sujeito moderno, aprisionado pela lógica produtiva e desprovido de satisfação pessoal.
II. A referência à “comida ruim e em horários irregulares” não indica uma crítica às condições físicas e mentais impostas pelo ritmo industrial, que desumaniza o trabalhador.
III. O incômodo físico e a coceira simbolizam a transição entre a identidade humana e a condição animal, funcionando como metáfora da deterioração da consciência.
IV. O trecho apresenta o trabalho como fonte de prazer e realização existencial, pois é nele que Gregor encontra sentido e estabilidade emocional.
V. A recusa de Gregor em tocar o próprio corpo representa o horror diante de si mesmo, sintetizando o estranhamento e a perda da identidade corporal.
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Certa manhã, ao acordar de sonhos inquietos, Gregor Samsa se viu em sua cama metamorfoseado num imenso inseto. Estava deitado sobre suas costas, que eram duras como uma carapaça. Ao levantar um pouco a cabeça, viu sua barriga
marrom, côncava, toda dividida em arcos; ela se elevava tão alto que o cobertor mal podia cobri-la e deslizava quase por
inteiro para o chão. Suas muitas pernas se agitavam desesperadas diante de seus olhos, e eram tão finas em comparação
com o resto do seu corpo que dava pena vê-las.
“O que aconteceu comigo?”, ele pensou. Não era um sonho. Seu quarto, um quarto perfeitamente humano, em
bora pequeno demais, mantinha-se silencioso entre as quatro paredes bem conhecidas. Acima da mesa, sobre a qual se
espalhava um mostruário de tecidos desempacotado — Samsa era caixeiro-viajante —, estava pendurada a figura que há
pouco tempo ele havia recortado de uma revista ilustrada e posto em uma bela moldura dourada. Na imagem, via-se uma
mulher de chapéu e cachecol, ambos de pele felpuda, sentada com as costas eretas, oferecendo aos olhos do espectador
um pesado aquecedor de mãos também de pele felpuda, dentro do qual escondia todo o seu antebraço.
Então o olhar de Gregor se voltou para a janela e o tempo fechado — ouviam-se as gotas de chuva baterem contra
as folhas da janela — lhe causou uma forte melancolia. “E se eu dormisse mais um pouco e esquecesse toda essa loucura?”,
pensou, mas isso era impossível, pois ele estava acostumado a dormir deitado sobre o seu lado direito; em seu atual estado,
contudo, ele não conseguia se pôr nessa posição. Por mais força que fizesse ao tentar se acomodar sobre o seu lado direito,
ele sempre balançava de volta, pondo-se de costas. Ele tentou fazer isso uma centena de vezes, fechando os olhos para não
ter de ver as pernas inquietas, e só desistiu quando começou a sentir uma dor lateral leve e difusa, que nunca havia sentido
antes.
“Ah, meu Deus”, ele pensou, “que profissão cansativa eu escolhi! Dia sim, dia não em viagem. É muito mais tenso
trabalhar em casa do que na loja. Além disso, tenho de suportar esse flagelo que é viajar, as preocupações com as conexões
dos trens, a comida ruim e em horários irregulares, o contato sempre inconstante com as pessoas, nunca duradouro, um
contato que nunca se torna afetuoso. Que o diabo carregue isso tudo!” Sentiu uma leve coceira na parte de cima da barriga.
Sempre de costas, arrastou-se lentamente para mais perto da cabeceira da cama, para que pudesse levantar um pouco mais
a cabeça. O lugar que coçava estava repleto de pontinhos brancos, algo que não entendeu bem; quis, então, tocar aquele
lugar com uma das pernas, mas imediatamente a puxou de volta, pois foi inteiramente tomado por calafrios ao mais leve
contato.
(KAFKA, Franz (1883-1924). A metamorfose. Tradução de Giovane Rodrigues. São Paulo: Instituto Mojo, 2022. p. 7-8).
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Certa manhã, ao acordar de sonhos inquietos, Gregor Samsa se viu em sua cama metamorfoseado num imenso inseto. Estava deitado sobre suas costas, que eram duras como uma carapaça. Ao levantar um pouco a cabeça, viu sua barriga
marrom, côncava, toda dividida em arcos; ela se elevava tão alto que o cobertor mal podia cobri-la e deslizava quase por
inteiro para o chão. Suas muitas pernas se agitavam desesperadas diante de seus olhos, e eram tão finas em comparação
com o resto do seu corpo que dava pena vê-las.
“O que aconteceu comigo?”, ele pensou. Não era um sonho. Seu quarto, um quarto perfeitamente humano, em
bora pequeno demais, mantinha-se silencioso entre as quatro paredes bem conhecidas. Acima da mesa, sobre a qual se
espalhava um mostruário de tecidos desempacotado — Samsa era caixeiro-viajante —, estava pendurada a figura que há
pouco tempo ele havia recortado de uma revista ilustrada e posto em uma bela moldura dourada. Na imagem, via-se uma
mulher de chapéu e cachecol, ambos de pele felpuda, sentada com as costas eretas, oferecendo aos olhos do espectador
um pesado aquecedor de mãos também de pele felpuda, dentro do qual escondia todo o seu antebraço.
Então o olhar de Gregor se voltou para a janela e o tempo fechado — ouviam-se as gotas de chuva baterem contra
as folhas da janela — lhe causou uma forte melancolia. “E se eu dormisse mais um pouco e esquecesse toda essa loucura?”,
pensou, mas isso era impossível, pois ele estava acostumado a dormir deitado sobre o seu lado direito; em seu atual estado,
contudo, ele não conseguia se pôr nessa posição. Por mais força que fizesse ao tentar se acomodar sobre o seu lado direito,
ele sempre balançava de volta, pondo-se de costas. Ele tentou fazer isso uma centena de vezes, fechando os olhos para não
ter de ver as pernas inquietas, e só desistiu quando começou a sentir uma dor lateral leve e difusa, que nunca havia sentido
antes.
“Ah, meu Deus”, ele pensou, “que profissão cansativa eu escolhi! Dia sim, dia não em viagem. É muito mais tenso
trabalhar em casa do que na loja. Além disso, tenho de suportar esse flagelo que é viajar, as preocupações com as conexões
dos trens, a comida ruim e em horários irregulares, o contato sempre inconstante com as pessoas, nunca duradouro, um
contato que nunca se torna afetuoso. Que o diabo carregue isso tudo!” Sentiu uma leve coceira na parte de cima da barriga.
Sempre de costas, arrastou-se lentamente para mais perto da cabeceira da cama, para que pudesse levantar um pouco mais
a cabeça. O lugar que coçava estava repleto de pontinhos brancos, algo que não entendeu bem; quis, então, tocar aquele
lugar com uma das pernas, mas imediatamente a puxou de volta, pois foi inteiramente tomado por calafrios ao mais leve
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3982379
Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Juruti-PA
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Juruti-PA
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Certa manhã, ao acordar de sonhos inquietos, Gregor Samsa se viu em sua cama metamorfoseado num imenso inseto. Estava deitado sobre suas costas, que eram duras como uma carapaça. Ao levantar um pouco a cabeça, viu sua barriga
marrom, côncava, toda dividida em arcos; ela se elevava tão alto que o cobertor mal podia cobri-la e deslizava quase por
inteiro para o chão. Suas muitas pernas se agitavam desesperadas diante de seus olhos, e eram tão finas em comparação
com o resto do seu corpo que dava pena vê-las.
“O que aconteceu comigo?”, ele pensou. Não era um sonho. Seu quarto, um quarto perfeitamente humano, em
bora pequeno demais, mantinha-se silencioso entre as quatro paredes bem conhecidas. Acima da mesa, sobre a qual se
espalhava um mostruário de tecidos desempacotado — Samsa era caixeiro-viajante —, estava pendurada a figura que há
pouco tempo ele havia recortado de uma revista ilustrada e posto em uma bela moldura dourada. Na imagem, via-se uma
mulher de chapéu e cachecol, ambos de pele felpuda, sentada com as costas eretas, oferecendo aos olhos do espectador
um pesado aquecedor de mãos também de pele felpuda, dentro do qual escondia todo o seu antebraço.
Então o olhar de Gregor se voltou para a janela e o tempo fechado — ouviam-se as gotas de chuva baterem contra
as folhas da janela — lhe causou uma forte melancolia. “E se eu dormisse mais um pouco e esquecesse toda essa loucura?”,
pensou, mas isso era impossível, pois ele estava acostumado a dormir deitado sobre o seu lado direito; em seu atual estado,
contudo, ele não conseguia se pôr nessa posição. Por mais força que fizesse ao tentar se acomodar sobre o seu lado direito,
ele sempre balançava de volta, pondo-se de costas. Ele tentou fazer isso uma centena de vezes, fechando os olhos para não
ter de ver as pernas inquietas, e só desistiu quando começou a sentir uma dor lateral leve e difusa, que nunca havia sentido
antes.
“Ah, meu Deus”, ele pensou, “que profissão cansativa eu escolhi! Dia sim, dia não em viagem. É muito mais tenso
trabalhar em casa do que na loja. Além disso, tenho de suportar esse flagelo que é viajar, as preocupações com as conexões
dos trens, a comida ruim e em horários irregulares, o contato sempre inconstante com as pessoas, nunca duradouro, um
contato que nunca se torna afetuoso. Que o diabo carregue isso tudo!” Sentiu uma leve coceira na parte de cima da barriga.
Sempre de costas, arrastou-se lentamente para mais perto da cabeceira da cama, para que pudesse levantar um pouco mais
a cabeça. O lugar que coçava estava repleto de pontinhos brancos, algo que não entendeu bem; quis, então, tocar aquele
lugar com uma das pernas, mas imediatamente a puxou de volta, pois foi inteiramente tomado por calafrios ao mais leve
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(KAFKA, Franz (1883-1924). A metamorfose. Tradução de Giovane Rodrigues. São Paulo: Instituto Mojo, 2022. p. 7-8).
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Profissões extintas pela tecnologia: veja quais não resistiram ao avanço digital
Automação provocou o fim de carreiras; Transformações atingiram setores bancário e de transporte, reduzindo posto de
caixas e cobradores.
Ao longo das últimas décadas, o avanço da tecnologia reconfigurou processos produtivos e afetou profissões até
então consideradas indispensáveis. Diversas ocupações simplesmente deixaram de existir ou foram drasticamente reduzidas, substituídas por máquinas, programas computacionais ou soluções mais eficientes proporcionadas pela inovação tecnológica. Entre as carreiras que desapareceram, destacam-se profissões ligadas à manipulação de mídias, à digitação e ao
atendimento presencial em funções rotineiras.
O datilógrafo, por exemplo, foi uma figura central em escritórios durante o século XX. Com a popularização dos
computadores pessoais e a digitalização dos processos, o trabalho de digitação passou a ser parte integrante de outras carreiras, tornando a função de datilógrafo obsoleta. O operador de telégrafo, responsável por receber e transmitir mensagens
via código Morse, foi gradualmente superado pelo advento do telefone e, depois, pela comunicação digital. Locadoras de
vídeo e seus atendentes, que foram muito populares entre os anos 1980 e 2000, cederam espaço aos serviços de streaming
e às mídias digitais on demand.
Acendedores de poste, profissionais encarregados de ligar manualmente a iluminação pública, tornaram-se desnecessários com a automação dos sistemas elétricos e uso de temporizadores. Cobradores de ônibus e pedágios vêm perdendo espaço para sistemas integrados de cobrança automática, como cartões inteligentes, aplicativos e sensores sem contato.
Leitores de medidores de água e energia quase desapareceram em grandes cidades, já que a telemetria permite a leitura
remota e automatizada, otimizando o acesso às informações de consumo.
No setor bancário, funções como caixa e atendente presencial foram drasticamente reduzidas com a digitalização
dos serviços e o acesso remoto via aplicativos. Reveladores de fotografia, essenciais no processo químico de revelação de
filmes, tornaram-se raridade diante da fotografia digital, que dispensa a etapa física de processamento da imagem. Profissões como arquivista manual, de fundamental importância no controle de documentos físicos, perderam espaço para sistemas informatizados de organização e armazenamento em nuvem.
O desaparecimento dessas carreiras reflete não só o progresso, mas a necessidade constante de adaptação dos
trabalhadores diante de um cenário em que habilidades técnicas e conhecimento digital são cada vez mais valorizados. Em
contraponto, habilidades inerentemente humanas, como criatividade, empatia e capacidade de solucionar problemas complexos, seguem como diferencial. O fenômeno reforça a importância da qualificação e do aprendizado contínuo para enfrentar as transformações do mercado.
(Portal Economia – 30/07/2025 – https://noticiamais360.com.br/)
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Profissões extintas pela tecnologia: veja quais não resistiram ao avanço digital
Automação provocou o fim de carreiras; Transformações atingiram setores bancário e de transporte, reduzindo posto de
caixas e cobradores.
Ao longo das últimas décadas, o avanço da tecnologia reconfigurou processos produtivos e afetou profissões até
então consideradas indispensáveis. Diversas ocupações simplesmente deixaram de existir ou foram drasticamente reduzidas, substituídas por máquinas, programas computacionais ou soluções mais eficientes proporcionadas pela inovação tecnológica. Entre as carreiras que desapareceram, destacam-se profissões ligadas à manipulação de mídias, à digitação e ao
atendimento presencial em funções rotineiras.
O datilógrafo, por exemplo, foi uma figura central em escritórios durante o século XX. Com a popularização dos
computadores pessoais e a digitalização dos processos, o trabalho de digitação passou a ser parte integrante de outras carreiras, tornando a função de datilógrafo obsoleta. O operador de telégrafo, responsável por receber e transmitir mensagens
via código Morse, foi gradualmente superado pelo advento do telefone e, depois, pela comunicação digital. Locadoras de
vídeo e seus atendentes, que foram muito populares entre os anos 1980 e 2000, cederam espaço aos serviços de streaming
e às mídias digitais on demand.
Acendedores de poste, profissionais encarregados de ligar manualmente a iluminação pública, tornaram-se desnecessários com a automação dos sistemas elétricos e uso de temporizadores. Cobradores de ônibus e pedágios vêm perdendo espaço para sistemas integrados de cobrança automática, como cartões inteligentes, aplicativos e sensores sem contato.
Leitores de medidores de água e energia quase desapareceram em grandes cidades, já que a telemetria permite a leitura
remota e automatizada, otimizando o acesso às informações de consumo.
No setor bancário, funções como caixa e atendente presencial foram drasticamente reduzidas com a digitalização
dos serviços e o acesso remoto via aplicativos. Reveladores de fotografia, essenciais no processo químico de revelação de
filmes, tornaram-se raridade diante da fotografia digital, que dispensa a etapa física de processamento da imagem. Profissões como arquivista manual, de fundamental importância no controle de documentos físicos, perderam espaço para sistemas informatizados de organização e armazenamento em nuvem.
O desaparecimento dessas carreiras reflete não só o progresso, mas a necessidade constante de adaptação dos
trabalhadores diante de um cenário em que habilidades técnicas e conhecimento digital são cada vez mais valorizados. Em
contraponto, habilidades inerentemente humanas, como criatividade, empatia e capacidade de solucionar problemas complexos, seguem como diferencial. O fenômeno reforça a importância da qualificação e do aprendizado contínuo para enfrentar as transformações do mercado.
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Automação provocou o fim de carreiras; Transformações atingiram setores bancário e de transporte, reduzindo posto de
caixas e cobradores.
Ao longo das últimas décadas, o avanço da tecnologia reconfigurou processos produtivos e afetou profissões até
então consideradas indispensáveis. Diversas ocupações simplesmente deixaram de existir ou foram drasticamente reduzidas, substituídas por máquinas, programas computacionais ou soluções mais eficientes proporcionadas pela inovação tecnológica. Entre as carreiras que desapareceram, destacam-se profissões ligadas à manipulação de mídias, à digitação e ao
atendimento presencial em funções rotineiras.
O datilógrafo, por exemplo, foi uma figura central em escritórios durante o século XX. Com a popularização dos
computadores pessoais e a digitalização dos processos, o trabalho de digitação passou a ser parte integrante de outras carreiras, tornando a função de datilógrafo obsoleta. O operador de telégrafo, responsável por receber e transmitir mensagens
via código Morse, foi gradualmente superado pelo advento do telefone e, depois, pela comunicação digital. Locadoras de
vídeo e seus atendentes, que foram muito populares entre os anos 1980 e 2000, cederam espaço aos serviços de streaming
e às mídias digitais on demand.
Acendedores de poste, profissionais encarregados de ligar manualmente a iluminação pública, tornaram-se desnecessários com a automação dos sistemas elétricos e uso de temporizadores. Cobradores de ônibus e pedágios vêm perdendo espaço para sistemas integrados de cobrança automática, como cartões inteligentes, aplicativos e sensores sem contato.
Leitores de medidores de água e energia quase desapareceram em grandes cidades, já que a telemetria permite a leitura
remota e automatizada, otimizando o acesso às informações de consumo.
No setor bancário, funções como caixa e atendente presencial foram drasticamente reduzidas com a digitalização
dos serviços e o acesso remoto via aplicativos. Reveladores de fotografia, essenciais no processo químico de revelação de
filmes, tornaram-se raridade diante da fotografia digital, que dispensa a etapa física de processamento da imagem. Profissões como arquivista manual, de fundamental importância no controle de documentos físicos, perderam espaço para sistemas informatizados de organização e armazenamento em nuvem.
O desaparecimento dessas carreiras reflete não só o progresso, mas a necessidade constante de adaptação dos
trabalhadores diante de um cenário em que habilidades técnicas e conhecimento digital são cada vez mais valorizados. Em
contraponto, habilidades inerentemente humanas, como criatividade, empatia e capacidade de solucionar problemas complexos, seguem como diferencial. O fenômeno reforça a importância da qualificação e do aprendizado contínuo para enfrentar as transformações do mercado.
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Automação provocou o fim de carreiras; Transformações atingiram setores bancário e de transporte, reduzindo posto de
caixas e cobradores.
Ao longo das últimas décadas, o avanço da tecnologia reconfigurou processos produtivos e afetou profissões até
então consideradas indispensáveis. Diversas ocupações simplesmente deixaram de existir ou foram drasticamente reduzidas, substituídas por máquinas, programas computacionais ou soluções mais eficientes proporcionadas pela inovação tecnológica. Entre as carreiras que desapareceram, destacam-se profissões ligadas à manipulação de mídias, à digitação e ao
atendimento presencial em funções rotineiras.
O datilógrafo, por exemplo, foi uma figura central em escritórios durante o século XX. Com a popularização dos
computadores pessoais e a digitalização dos processos, o trabalho de digitação passou a ser parte integrante de outras carreiras, tornando a função de datilógrafo obsoleta. O operador de telégrafo, responsável por receber e transmitir mensagens
via código Morse, foi gradualmente superado pelo advento do telefone e, depois, pela comunicação digital. Locadoras de
vídeo e seus atendentes, que foram muito populares entre os anos 1980 e 2000, cederam espaço aos serviços de streaming
e às mídias digitais on demand.
Acendedores de poste, profissionais encarregados de ligar manualmente a iluminação pública, tornaram-se desnecessários com a automação dos sistemas elétricos e uso de temporizadores. Cobradores de ônibus e pedágios vêm perdendo espaço para sistemas integrados de cobrança automática, como cartões inteligentes, aplicativos e sensores sem contato.
Leitores de medidores de água e energia quase desapareceram em grandes cidades, já que a telemetria permite a leitura
remota e automatizada, otimizando o acesso às informações de consumo.
No setor bancário, funções como caixa e atendente presencial foram drasticamente reduzidas com a digitalização
dos serviços e o acesso remoto via aplicativos. Reveladores de fotografia, essenciais no processo químico de revelação de
filmes, tornaram-se raridade diante da fotografia digital, que dispensa a etapa física de processamento da imagem. Profissões como arquivista manual, de fundamental importância no controle de documentos físicos, perderam espaço para sistemas informatizados de organização e armazenamento em nuvem.
O desaparecimento dessas carreiras reflete não só o progresso, mas a necessidade constante de adaptação dos
trabalhadores diante de um cenário em que habilidades técnicas e conhecimento digital são cada vez mais valorizados. Em
contraponto, habilidades inerentemente humanas, como criatividade, empatia e capacidade de solucionar problemas complexos, seguem como diferencial. O fenômeno reforça a importância da qualificação e do aprendizado contínuo para enfrentar as transformações do mercado.
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caixas e cobradores.
Ao longo das últimas décadas, o avanço da tecnologia reconfigurou processos produtivos e afetou profissões até
então consideradas indispensáveis. Diversas ocupações simplesmente deixaram de existir ou foram drasticamente reduzidas, substituídas por máquinas, programas computacionais ou soluções mais eficientes proporcionadas pela inovação tecnológica. Entre as carreiras que desapareceram, destacam-se profissões ligadas à manipulação de mídias, à digitação e ao
atendimento presencial em funções rotineiras.
O datilógrafo, por exemplo, foi uma figura central em escritórios durante o século XX. Com a popularização dos
computadores pessoais e a digitalização dos processos, o trabalho de digitação passou a ser parte integrante de outras carreiras, tornando a função de datilógrafo obsoleta. O operador de telégrafo, responsável por receber e transmitir mensagens
via código Morse, foi gradualmente superado pelo advento do telefone e, depois, pela comunicação digital. Locadoras de
vídeo e seus atendentes, que foram muito populares entre os anos 1980 e 2000, cederam espaço aos serviços de streaming
e às mídias digitais on demand.
Acendedores de poste, profissionais encarregados de ligar manualmente a iluminação pública, tornaram-se desnecessários com a automação dos sistemas elétricos e uso de temporizadores. Cobradores de ônibus e pedágios vêm perdendo espaço para sistemas integrados de cobrança automática, como cartões inteligentes, aplicativos e sensores sem contato.
Leitores de medidores de água e energia quase desapareceram em grandes cidades, já que a telemetria permite a leitura
remota e automatizada, otimizando o acesso às informações de consumo.
No setor bancário, funções como caixa e atendente presencial foram drasticamente reduzidas com a digitalização
dos serviços e o acesso remoto via aplicativos. Reveladores de fotografia, essenciais no processo químico de revelação de
filmes, tornaram-se raridade diante da fotografia digital, que dispensa a etapa física de processamento da imagem. Profissões como arquivista manual, de fundamental importância no controle de documentos físicos, perderam espaço para sistemas informatizados de organização e armazenamento em nuvem.
O desaparecimento dessas carreiras reflete não só o progresso, mas a necessidade constante de adaptação dos
trabalhadores diante de um cenário em que habilidades técnicas e conhecimento digital são cada vez mais valorizados. Em
contraponto, habilidades inerentemente humanas, como criatividade, empatia e capacidade de solucionar problemas complexos, seguem como diferencial. O fenômeno reforça a importância da qualificação e do aprendizado contínuo para enfrentar as transformações do mercado.
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