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À luz da Base Nacional Comum Curricular, o trabalho didático com peças publicitárias variadas enquadra-se prioritariamente no campo:
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Na BNCC, na área de Língua Portuguesa, os eixos de integração são aqueles já consagrados nos documentos da área, correspondentes a diferentes práticas de linguagem, que são:
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A Base Nacional Comum Curricular assume uma perspectiva de linguagem denominada:
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MEC e Inep divulgam resultados do Saeb e do Ideb 2021
Pandemia deve ser considerada na análise dos resultados da
avaliação e do indicador. Dados estão disponíveis no portal do Inep
O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) apresentaram os resultados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2021 e do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2021, nesta sexta-feira, 16 de setembro. O evento, em Brasília, teve as presenças do ministro da Educação, Victor Godoy; do presidente do Inep, Carlos Eduardo Moreno Sampaio; da presidente do Conselho Nacional de Educação, Maria Helena Guimarães de Castro; do presidente do Consed, Vitor de Angelo, secretário de Estado da Educação do Espírito Santo; e do presidente da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/SP, Luiz Miguel Martins Garcia. As planilhas com as proficiências aferidas na avaliação estão disponíveis no portal da Autarquia. As escolas que cumpriram os critérios para ter acesso às notas podem consultar as pontuações por meio dos boletins, no Sistema Saeb. Já os resultados dos estados e municípios podem ser verificados no Painel Educacional, acessível também no portal do Instituto.
As planilhas apresentam as proficiências médias e a distribuição percentual dos estudantes nos níveis das escalas utilizadas no Saeb. É possível consultar, ainda, informações de desempenho a nível nacional, por estado e município. Recortes segundo a rede de ensino (federal, estadual e municipal), a localização (rural ou urbana) e a área (capital ou interior) também estão disponíveis. Nos próximos meses, esses resultados serão tratados em evento público, bem como em relatório analítico, que já considerarão também as informações contextuais coletadas pelo Saeb 2021. Além disso, os microdados da edição serão divulgados até dezembro de 2022.
O Saeb é realizado desde 1990 pelo Inep. Trata-se de uma avaliação em larga escala que oferece subsídios para a elaboração, o monitoramento e o aprimoramento de políticas educacionais. Ele permite que as diversas esferas governamentais avaliem a qualidade da educação praticada no Brasil, a partir de evidências. Por meio de testes e questionários, a avaliação reflete os níveis de aprendizagem demonstrados pelo conjunto de estudantes que participam. Esses níveis são descritos em escalas de proficiência para cada uma das áreas e etapas avaliadas.
Impactos da pandemia – O Saeb 2021 guarda particularidades. A aplicação foi estruturada para manter a comparabilidade com as edições anteriores. Entretanto, o contexto educacional atípico imposto pela pandemia de covid-19, que, para além do período de suspensão das atividades de ensino, levou boa parte das escolas a adotarem novas mediações de ensino e a reverem seus currículos e critérios, teve reflexos na avaliação. Nas duas últimas edições do Censo Escolar (2020 e 2021), o Inep apurou dados sobre a “Resposta educacional à pandemia de covid-19 no Brasil”, com o objetivo de compreender as consequências da crise sanitária na educação.
Um formulário específico foi desenvolvido, com o intuito de coletar informações sobre a situação e as estratégias adotadas pelas escolas para o enfrentamento da pandemia. A pesquisa mostrou que 92% das escolas de educação básica, público-alvo do Saeb, adotaram estratégias de ensino remoto ou híbrido e 14,45% ajustaram a data de término do ano letivo. Além disso, nesse universo da educação básica, 72,3% das escolas recorreram à reorganização curricular para priorizar habilidades e conteúdos. Já o “continuum curricular” foi adotado por 17,2% das escolas. A estratégia implica a criação de uma espécie de ciclo para conciliar anos escolares subsequentes com a devida adequação do currículo. Dessa forma, as escolas teriam dois anos para cumprir os objetivos de aprendizagem.
Todas as medidas visavam mitigar os impactos da crise global e se alinhavam a recomendações do Conselho Nacional de Educação (CNE) e de organismos internacionais, como a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) à época. Mais especificamente, a Resolução CNE/CP n.º 2, de 10 de dezembro de 2020, também sugeriu que avaliações e exames de conclusão do ano letivo deveriam levar em conta os conteúdos curriculares efetivamente oferecidos aos estudantes pelas escolas, com revisão dos critérios adotados nos processos de avaliação. O objetivo é evitar o aumento da reprovação e do abandono escolar, que acabaria impondo uma nova penalidade aos estudantes para além da própria pandemia. Assim, a adoção do continuum curricular também teve por objetivo evitar a elevação da reprovação. Nesse cenário, o Saeb 2021 se traduz como subsídio para a elaboração e a implementação de políticas públicas que visem à melhoria do processo educacional, em particular, no cenário pós-pandemia.
Fonte: https://undime.org.br/noticia/16-09-2022-12-15-mec-e-inep-divulgam-resultados-
do-saeb-e-do-ideb-2021. Acesso em 06/07/2022. Adaptado.
Em “A pesquisa mostrou que 92% das escolas de educação básica, público-alvo do Saeb, adotaram estratégias de ensino remoto ou híbrido e 14,45% ajustaram a data de término do ano letivo” (5º parágrafo), o elemento destacado é classificado como:
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Reduzida
MEC e Inep divulgam resultados do Saeb e do Ideb 2021
Pandemia deve ser considerada na análise dos resultados da
avaliação e do indicador. Dados estão disponíveis no portal do Inep
O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) apresentaram os resultados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2021 e do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2021, nesta sexta-feira, 16 de setembro. O evento, em Brasília, teve as presenças do ministro da Educação, Victor Godoy; do presidente do Inep, Carlos Eduardo Moreno Sampaio; da presidente do Conselho Nacional de Educação, Maria Helena Guimarães de Castro; do presidente do Consed, Vitor de Angelo, secretário de Estado da Educação do Espírito Santo; e do presidente da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/SP, Luiz Miguel Martins Garcia. As planilhas com as proficiências aferidas na avaliação estão disponíveis no portal da Autarquia. As escolas que cumpriram os critérios para ter acesso às notas podem consultar as pontuações por meio dos boletins, no Sistema Saeb. Já os resultados dos estados e municípios podem ser verificados no Painel Educacional, acessível também no portal do Instituto.
As planilhas apresentam as proficiências médias e a distribuição percentual dos estudantes nos níveis das escalas utilizadas no Saeb. É possível consultar, ainda, informações de desempenho a nível nacional, por estado e município. Recortes segundo a rede de ensino (federal, estadual e municipal), a localização (rural ou urbana) e a área (capital ou interior) também estão disponíveis. Nos próximos meses, esses resultados serão tratados em evento público, bem como em relatório analítico, que já considerarão também as informações contextuais coletadas pelo Saeb 2021. Além disso, os microdados da edição serão divulgados até dezembro de 2022.
O Saeb é realizado desde 1990 pelo Inep. Trata-se de uma avaliação em larga escala que oferece subsídios para a elaboração, o monitoramento e o aprimoramento de políticas educacionais. Ele permite que as diversas esferas governamentais avaliem a qualidade da educação praticada no Brasil, a partir de evidências. Por meio de testes e questionários, a avaliação reflete os níveis de aprendizagem demonstrados pelo conjunto de estudantes que participam. Esses níveis são descritos em escalas de proficiência para cada uma das áreas e etapas avaliadas.
Impactos da pandemia – O Saeb 2021 guarda particularidades. A aplicação foi estruturada para manter a comparabilidade com as edições anteriores. Entretanto, o contexto educacional atípico imposto pela pandemia de covid-19, que, para além do período de suspensão das atividades de ensino, levou boa parte das escolas a adotarem novas mediações de ensino e a reverem seus currículos e critérios, teve reflexos na avaliação. Nas duas últimas edições do Censo Escolar (2020 e 2021), o Inep apurou dados sobre a “Resposta educacional à pandemia de covid-19 no Brasil”, com o objetivo de compreender as consequências da crise sanitária na educação.
Um formulário específico foi desenvolvido, com o intuito de coletar informações sobre a situação e as estratégias adotadas pelas escolas para o enfrentamento da pandemia. A pesquisa mostrou que 92% das escolas de educação básica, público-alvo do Saeb, adotaram estratégias de ensino remoto ou híbrido e 14,45% ajustaram a data de término do ano letivo. Além disso, nesse universo da educação básica, 72,3% das escolas recorreram à reorganização curricular para priorizar habilidades e conteúdos. Já o “continuum curricular” foi adotado por 17,2% das escolas. A estratégia implica a criação de uma espécie de ciclo para conciliar anos escolares subsequentes com a devida adequação do currículo. Dessa forma, as escolas teriam dois anos para cumprir os objetivos de aprendizagem.
Todas as medidas visavam mitigar os impactos da crise global e se alinhavam a recomendações do Conselho Nacional de Educação (CNE) e de organismos internacionais, como a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) à época. Mais especificamente, a Resolução CNE/CP n.º 2, de 10 de dezembro de 2020, também sugeriu que avaliações e exames de conclusão do ano letivo deveriam levar em conta os conteúdos curriculares efetivamente oferecidos aos estudantes pelas escolas, com revisão dos critérios adotados nos processos de avaliação. O objetivo é evitar o aumento da reprovação e do abandono escolar, que acabaria impondo uma nova penalidade aos estudantes para além da própria pandemia. Assim, a adoção do continuum curricular também teve por objetivo evitar a elevação da reprovação. Nesse cenário, o Saeb 2021 se traduz como subsídio para a elaboração e a implementação de políticas públicas que visem à melhoria do processo educacional, em particular, no cenário pós-pandemia.
Fonte: https://undime.org.br/noticia/16-09-2022-12-15-mec-e-inep-divulgam-resultados-
do-saeb-e-do-ideb-2021. Acesso em 06/07/2022. Adaptado.
Em “O objetivo é evitar o aumento da reprovação e do abandono escolar, que acabaria impondo uma nova penalidade aos estudantes para além da própria pandemia” (6º parágrafo), a oração reduzida de infinitivo em destaque é classificada como:
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- MorfologiaVerbosVozes VerbaisVoz Ativa
- MorfologiaVerbosVozes VerbaisVoz Passiva
- MorfologiaVerbosVozes VerbaisConversão das Vozes
MEC e Inep divulgam resultados do Saeb e do Ideb 2021
Pandemia deve ser considerada na análise dos resultados da
avaliação e do indicador. Dados estão disponíveis no portal do Inep
O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) apresentaram os resultados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2021 e do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2021, nesta sexta-feira, 16 de setembro. O evento, em Brasília, teve as presenças do ministro da Educação, Victor Godoy; do presidente do Inep, Carlos Eduardo Moreno Sampaio; da presidente do Conselho Nacional de Educação, Maria Helena Guimarães de Castro; do presidente do Consed, Vitor de Angelo, secretário de Estado da Educação do Espírito Santo; e do presidente da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/SP, Luiz Miguel Martins Garcia. As planilhas com as proficiências aferidas na avaliação estão disponíveis no portal da Autarquia. As escolas que cumpriram os critérios para ter acesso às notas podem consultar as pontuações por meio dos boletins, no Sistema Saeb. Já os resultados dos estados e municípios podem ser verificados no Painel Educacional, acessível também no portal do Instituto.
As planilhas apresentam as proficiências médias e a distribuição percentual dos estudantes nos níveis das escalas utilizadas no Saeb. É possível consultar, ainda, informações de desempenho a nível nacional, por estado e município. Recortes segundo a rede de ensino (federal, estadual e municipal), a localização (rural ou urbana) e a área (capital ou interior) também estão disponíveis. Nos próximos meses, esses resultados serão tratados em evento público, bem como em relatório analítico, que já considerarão também as informações contextuais coletadas pelo Saeb 2021. Além disso, os microdados da edição serão divulgados até dezembro de 2022.
O Saeb é realizado desde 1990 pelo Inep. Trata-se de uma avaliação em larga escala que oferece subsídios para a elaboração, o monitoramento e o aprimoramento de políticas educacionais. Ele permite que as diversas esferas governamentais avaliem a qualidade da educação praticada no Brasil, a partir de evidências. Por meio de testes e questionários, a avaliação reflete os níveis de aprendizagem demonstrados pelo conjunto de estudantes que participam. Esses níveis são descritos em escalas de proficiência para cada uma das áreas e etapas avaliadas.
Impactos da pandemia – O Saeb 2021 guarda particularidades. A aplicação foi estruturada para manter a comparabilidade com as edições anteriores. Entretanto, o contexto educacional atípico imposto pela pandemia de covid-19, que, para além do período de suspensão das atividades de ensino, levou boa parte das escolas a adotarem novas mediações de ensino e a reverem seus currículos e critérios, teve reflexos na avaliação. Nas duas últimas edições do Censo Escolar (2020 e 2021), o Inep apurou dados sobre a “Resposta educacional à pandemia de covid-19 no Brasil”, com o objetivo de compreender as consequências da crise sanitária na educação.
Um formulário específico foi desenvolvido, com o intuito de coletar informações sobre a situação e as estratégias adotadas pelas escolas para o enfrentamento da pandemia. A pesquisa mostrou que 92% das escolas de educação básica, público-alvo do Saeb, adotaram estratégias de ensino remoto ou híbrido e 14,45% ajustaram a data de término do ano letivo. Além disso, nesse universo da educação básica, 72,3% das escolas recorreram à reorganização curricular para priorizar habilidades e conteúdos. Já o “continuum curricular” foi adotado por 17,2% das escolas. A estratégia implica a criação de uma espécie de ciclo para conciliar anos escolares subsequentes com a devida adequação do currículo. Dessa forma, as escolas teriam dois anos para cumprir os objetivos de aprendizagem.
Todas as medidas visavam mitigar os impactos da crise global e se alinhavam a recomendações do Conselho Nacional de Educação (CNE) e de organismos internacionais, como a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) à época. Mais especificamente, a Resolução CNE/CP n.º 2, de 10 de dezembro de 2020, também sugeriu que avaliações e exames de conclusão do ano letivo deveriam levar em conta os conteúdos curriculares efetivamente oferecidos aos estudantes pelas escolas, com revisão dos critérios adotados nos processos de avaliação. O objetivo é evitar o aumento da reprovação e do abandono escolar, que acabaria impondo uma nova penalidade aos estudantes para além da própria pandemia. Assim, a adoção do continuum curricular também teve por objetivo evitar a elevação da reprovação. Nesse cenário, o Saeb 2021 se traduz como subsídio para a elaboração e a implementação de políticas públicas que visem à melhoria do processo educacional, em particular, no cenário pós-pandemia.
Fonte: https://undime.org.br/noticia/16-09-2022-12-15-mec-e-inep-divulgam-resultados-
do-saeb-e-do-ideb-2021. Acesso em 06/07/2022. Adaptado.
“O Saeb é realizado desde 1990 pelo Inep” (3º parágrafo). Na voz ativa, essa frase seria:
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- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções CoordenativasConjunções coordenativas adversativas
- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções Subordinativas
MEC e Inep divulgam resultados do Saeb e do Ideb 2021
Pandemia deve ser considerada na análise dos resultados da
avaliação e do indicador. Dados estão disponíveis no portal do Inep
O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) apresentaram os resultados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2021 e do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2021, nesta sexta-feira, 16 de setembro. O evento, em Brasília, teve as presenças do ministro da Educação, Victor Godoy; do presidente do Inep, Carlos Eduardo Moreno Sampaio; da presidente do Conselho Nacional de Educação, Maria Helena Guimarães de Castro; do presidente do Consed, Vitor de Angelo, secretário de Estado da Educação do Espírito Santo; e do presidente da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/SP, Luiz Miguel Martins Garcia. As planilhas com as proficiências aferidas na avaliação estão disponíveis no portal da Autarquia. As escolas que cumpriram os critérios para ter acesso às notas podem consultar as pontuações por meio dos boletins, no Sistema Saeb. Já os resultados dos estados e municípios podem ser verificados no Painel Educacional, acessível também no portal do Instituto.
As planilhas apresentam as proficiências médias e a distribuição percentual dos estudantes nos níveis das escalas utilizadas no Saeb. É possível consultar, ainda, informações de desempenho a nível nacional, por estado e município. Recortes segundo a rede de ensino (federal, estadual e municipal), a localização (rural ou urbana) e a área (capital ou interior) também estão disponíveis. Nos próximos meses, esses resultados serão tratados em evento público, bem como em relatório analítico, que já considerarão também as informações contextuais coletadas pelo Saeb 2021. Além disso, os microdados da edição serão divulgados até dezembro de 2022.
O Saeb é realizado desde 1990 pelo Inep. Trata-se de uma avaliação em larga escala que oferece subsídios para a elaboração, o monitoramento e o aprimoramento de políticas educacionais. Ele permite que as diversas esferas governamentais avaliem a qualidade da educação praticada no Brasil, a partir de evidências. Por meio de testes e questionários, a avaliação reflete os níveis de aprendizagem demonstrados pelo conjunto de estudantes que participam. Esses níveis são descritos em escalas de proficiência para cada uma das áreas e etapas avaliadas.
Impactos da pandemia – O Saeb 2021 guarda particularidades. A aplicação foi estruturada para manter a comparabilidade com as edições anteriores. Entretanto, o contexto educacional atípico imposto pela pandemia de covid-19, que, para além do período de suspensão das atividades de ensino, levou boa parte das escolas a adotarem novas mediações de ensino e a reverem seus currículos e critérios, teve reflexos na avaliação. Nas duas últimas edições do Censo Escolar (2020 e 2021), o Inep apurou dados sobre a “Resposta educacional à pandemia de covid-19 no Brasil”, com o objetivo de compreender as consequências da crise sanitária na educação.
Um formulário específico foi desenvolvido, com o intuito de coletar informações sobre a situação e as estratégias adotadas pelas escolas para o enfrentamento da pandemia. A pesquisa mostrou que 92% das escolas de educação básica, público-alvo do Saeb, adotaram estratégias de ensino remoto ou híbrido e 14,45% ajustaram a data de término do ano letivo. Além disso, nesse universo da educação básica, 72,3% das escolas recorreram à reorganização curricular para priorizar habilidades e conteúdos. Já o “continuum curricular” foi adotado por 17,2% das escolas. A estratégia implica a criação de uma espécie de ciclo para conciliar anos escolares subsequentes com a devida adequação do currículo. Dessa forma, as escolas teriam dois anos para cumprir os objetivos de aprendizagem.
Todas as medidas visavam mitigar os impactos da crise global e se alinhavam a recomendações do Conselho Nacional de Educação (CNE) e de organismos internacionais, como a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) à época. Mais especificamente, a Resolução CNE/CP n.º 2, de 10 de dezembro de 2020, também sugeriu que avaliações e exames de conclusão do ano letivo deveriam levar em conta os conteúdos curriculares efetivamente oferecidos aos estudantes pelas escolas, com revisão dos critérios adotados nos processos de avaliação. O objetivo é evitar o aumento da reprovação e do abandono escolar, que acabaria impondo uma nova penalidade aos estudantes para além da própria pandemia. Assim, a adoção do continuum curricular também teve por objetivo evitar a elevação da reprovação. Nesse cenário, o Saeb 2021 se traduz como subsídio para a elaboração e a implementação de políticas públicas que visem à melhoria do processo educacional, em particular, no cenário pós-pandemia.
Fonte: https://undime.org.br/noticia/16-09-2022-12-15-mec-e-inep-divulgam-resultados-
do-saeb-e-do-ideb-2021. Acesso em 06/07/2022. Adaptado.
Em “Já os resultados dos estados e municípios podem ser verificados no Painel Educacional, acessível também no portal do Instituto” (1º parágrafo), o elemento destacado, no texto, tem função de indicar:
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- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Narrativo
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Descritivo
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Dissertativo-argumentativo
MEC e Inep divulgam resultados do Saeb e do Ideb 2021
Pandemia deve ser considerada na análise dos resultados da
avaliação e do indicador. Dados estão disponíveis no portal do Inep
O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) apresentaram os resultados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2021 e do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2021, nesta sexta-feira, 16 de setembro. O evento, em Brasília, teve as presenças do ministro da Educação, Victor Godoy; do presidente do Inep, Carlos Eduardo Moreno Sampaio; da presidente do Conselho Nacional de Educação, Maria Helena Guimarães de Castro; do presidente do Consed, Vitor de Angelo, secretário de Estado da Educação do Espírito Santo; e do presidente da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/SP, Luiz Miguel Martins Garcia. As planilhas com as proficiências aferidas na avaliação estão disponíveis no portal da Autarquia. As escolas que cumpriram os critérios para ter acesso às notas podem consultar as pontuações por meio dos boletins, no Sistema Saeb. Já os resultados dos estados e municípios podem ser verificados no Painel Educacional, acessível também no portal do Instituto.
As planilhas apresentam as proficiências médias e a distribuição percentual dos estudantes nos níveis das escalas utilizadas no Saeb. É possível consultar, ainda, informações de desempenho a nível nacional, por estado e município. Recortes segundo a rede de ensino (federal, estadual e municipal), a localização (rural ou urbana) e a área (capital ou interior) também estão disponíveis. Nos próximos meses, esses resultados serão tratados em evento público, bem como em relatório analítico, que já considerarão também as informações contextuais coletadas pelo Saeb 2021. Além disso, os microdados da edição serão divulgados até dezembro de 2022.
O Saeb é realizado desde 1990 pelo Inep. Trata-se de uma avaliação em larga escala que oferece subsídios para a elaboração, o monitoramento e o aprimoramento de políticas educacionais. Ele permite que as diversas esferas governamentais avaliem a qualidade da educação praticada no Brasil, a partir de evidências. Por meio de testes e questionários, a avaliação reflete os níveis de aprendizagem demonstrados pelo conjunto de estudantes que participam. Esses níveis são descritos em escalas de proficiência para cada uma das áreas e etapas avaliadas.
Impactos da pandemia – O Saeb 2021 guarda particularidades. A aplicação foi estruturada para manter a comparabilidade com as edições anteriores. Entretanto, o contexto educacional atípico imposto pela pandemia de covid-19, que, para além do período de suspensão das atividades de ensino, levou boa parte das escolas a adotarem novas mediações de ensino e a reverem seus currículos e critérios, teve reflexos na avaliação. Nas duas últimas edições do Censo Escolar (2020 e 2021), o Inep apurou dados sobre a “Resposta educacional à pandemia de covid-19 no Brasil”, com o objetivo de compreender as consequências da crise sanitária na educação.
Um formulário específico foi desenvolvido, com o intuito de coletar informações sobre a situação e as estratégias adotadas pelas escolas para o enfrentamento da pandemia. A pesquisa mostrou que 92% das escolas de educação básica, público-alvo do Saeb, adotaram estratégias de ensino remoto ou híbrido e 14,45% ajustaram a data de término do ano letivo. Além disso, nesse universo da educação básica, 72,3% das escolas recorreram à reorganização curricular para priorizar habilidades e conteúdos. Já o “continuum curricular” foi adotado por 17,2% das escolas. A estratégia implica a criação de uma espécie de ciclo para conciliar anos escolares subsequentes com a devida adequação do currículo. Dessa forma, as escolas teriam dois anos para cumprir os objetivos de aprendizagem.
Todas as medidas visavam mitigar os impactos da crise global e se alinhavam a recomendações do Conselho Nacional de Educação (CNE) e de organismos internacionais, como a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) à época. Mais especificamente, a Resolução CNE/CP n.º 2, de 10 de dezembro de 2020, também sugeriu que avaliações e exames de conclusão do ano letivo deveriam levar em conta os conteúdos curriculares efetivamente oferecidos aos estudantes pelas escolas, com revisão dos critérios adotados nos processos de avaliação. O objetivo é evitar o aumento da reprovação e do abandono escolar, que acabaria impondo uma nova penalidade aos estudantes para além da própria pandemia. Assim, a adoção do continuum curricular também teve por objetivo evitar a elevação da reprovação. Nesse cenário, o Saeb 2021 se traduz como subsídio para a elaboração e a implementação de políticas públicas que visem à melhoria do processo educacional, em particular, no cenário pós-pandemia.
Fonte: https://undime.org.br/noticia/16-09-2022-12-15-mec-e-inep-divulgam-resultados-
do-saeb-e-do-ideb-2021. Acesso em 06/07/2022. Adaptado.
O terceiro parágrafo do texto apresenta dados e informações sobre o Saeb, realizado desde 1990 pelo Inep. Esse parágrafo é predominantemente:
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No campo, o milho já vale milhões
Por Gilberto Menezes Côrtes
Puxada pela alta recorde de 35,3% na produção de milho na 2ª safra (de inverno), plantada após a colheita da soja em várias regiões (em alternância com o algodão), a safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve alcançar o recorde de 261,9 milhões de toneladas em 2022, com aumento de 3,4% sobre 2021, conforme estimativas do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), de setembro, divulgado pelo IBGE.
A soja segue liderando a produção nacional, com previsão de colheita de 119,5 milhões de toneladas. Mas, com a queda de 11,4% em relação à produção do ano passado, devido à estiagem no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, já começa a dividir com o milho o palco da produção de grãos do país. Computando a 1ª safra (25,4 milhões de t.) e a 2ª (84,2 milhões t.) o milho deve colher 109,6 milhões de t. na safra de 2022. Ano passado, com 134,9 milhões de t., a soja representou 55,8% da produção de grãos, contra 29,1% do milho. Em 2022, o IBGE estima que a soja reduza sua participação para 45,9%, enquanto o milho atingiria 41,8%. A produção do arroz foi estimada em 10,7 milhões de t.; a do trigo em 9,6 milhões de t. e a do algodão (em caroço), em 6,7 milhões de t.
O milho é o mais antigo e tradicional cereal cultivado no Brasil. Mas desde o final dos anos 60, quando começou o cultivo de soja no Rio Grande do Sul, foi perdendo a vantagem competitiva. As geadas de julho de 1975, que destruíram os cafezais de São Paulo e Paraná, desequilibraram de modo drástico a produção de milho no país. No Paraná, as áreas de café (em cujas “ruas” o milho, o feijão e a mandioca eram plantados de forma manual) foram ocupadas pelo plantio mecanizado de soja; em São Paulo vieram a monocultura da cana de açúcar e a citricultura da laranja. Fugindo das geadas, o café foi para o Triângulo e o Sul de Minas Gerais (onde esta semana houve chuvas de granizo).
Fonte:https://www.jb.com.br/colunistas/o-outro-lado-damoeda/2022/10/1040047-no-campo-o-milho-ja-vale milhoes.html. Acesso em 06/10/2022. Adaptado.
Em “Fugindo das geadas, o café foi para o Triângulo e o Sul de Minas Gerais (onde esta semana houve chuvas de granizo)” (3º parágrafo), a função dos parênteses é:
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No campo, o milho já vale milhões
Por Gilberto Menezes Côrtes
Puxada pela alta recorde de 35,3% na produção de milho na 2ª safra (de inverno), plantada após a colheita da soja em várias regiões (em alternância com o algodão), a safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve alcançar o recorde de 261,9 milhões de toneladas em 2022, com aumento de 3,4% sobre 2021, conforme estimativas do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), de setembro, divulgado pelo IBGE.
A soja segue liderando a produção nacional, com previsão de colheita de 119,5 milhões de toneladas. Mas, com a queda de 11,4% em relação à produção do ano passado, devido à estiagem no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, já começa a dividir com o milho o palco da produção de grãos do país. Computando a 1ª safra (25,4 milhões de t.) e a 2ª (84,2 milhões t.) o milho deve colher 109,6 milhões de t. na safra de 2022. Ano passado, com 134,9 milhões de t., a soja representou 55,8% da produção de grãos, contra 29,1% do milho. Em 2022, o IBGE estima que a soja reduza sua participação para 45,9%, enquanto o milho atingiria 41,8%. A produção do arroz foi estimada em 10,7 milhões de t.; a do trigo em 9,6 milhões de t. e a do algodão (em caroço), em 6,7 milhões de t.
O milho é o mais antigo e tradicional cereal cultivado no Brasil. Mas desde o final dos anos 60, quando começou o cultivo de soja no Rio Grande do Sul, foi perdendo a vantagem competitiva. As geadas de julho de 1975, que destruíram os cafezais de São Paulo e Paraná, desequilibraram de modo drástico a produção de milho no país. No Paraná, as áreas de café (em cujas “ruas” o milho, o feijão e a mandioca eram plantados de forma manual) foram ocupadas pelo plantio mecanizado de soja; em São Paulo vieram a monocultura da cana de açúcar e a citricultura da laranja. Fugindo das geadas, o café foi para o Triângulo e o Sul de Minas Gerais (onde esta semana houve chuvas de granizo).
Fonte:https://www.jb.com.br/colunistas/o-outro-lado-damoeda/2022/10/1040047-no-campo-o-milho-ja-vale milhoes.html. Acesso em 06/10/2022. Adaptado.
Em “As geadas de julho de 1975, que destruíram os cafezais de São Paulo e Paraná, desequilibraram de modo drástico a produção de milho no país” (3º parágrafo), a oração isolada por vírgulas é classificada como subordinada:
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