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No campo, o milho já vale milhões
Por Gilberto Menezes Côrtes
Puxada pela alta recorde de 35,3% na produção de milho na 2ª safra (de inverno), plantada após a colheita da soja em várias regiões (em alternância com o algodão), a safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve alcançar o recorde de 261,9 milhões de toneladas em 2022, com aumento de 3,4% sobre 2021, conforme estimativas do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), de setembro, divulgado pelo IBGE.
A soja segue liderando a produção nacional, com previsão de colheita de 119,5 milhões de toneladas. Mas, com a queda de 11,4% em relação à produção do ano passado, devido à estiagem no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, já começa a dividir com o milho o palco da produção de grãos do país. Computando a 1ª safra (25,4 milhões de t.) e a 2ª (84,2 milhões t.) o milho deve colher 109,6 milhões de t. na safra de 2022. Ano passado, com 134,9 milhões de t., a soja representou 55,8% da produção de grãos, contra 29,1% do milho. Em 2022, o IBGE estima que a soja reduza sua participação para 45,9%, enquanto o milho atingiria 41,8%. A produção do arroz foi estimada em 10,7 milhões de t.; a do trigo em 9,6 milhões de t. e a do algodão (em caroço), em 6,7 milhões de t.
O milho é o mais antigo e tradicional cereal cultivado no Brasil. Mas desde o final dos anos 60, quando começou o cultivo de soja no Rio Grande do Sul, foi perdendo a vantagem competitiva. As geadas de julho de 1975, que destruíram os cafezais de São Paulo e Paraná, desequilibraram de modo drástico a produção de milho no país. No Paraná, as áreas de café (em cujas “ruas” o milho, o feijão e a mandioca eram plantados de forma manual) foram ocupadas pelo plantio mecanizado de soja; em São Paulo vieram a monocultura da cana de açúcar e a citricultura da laranja. Fugindo das geadas, o café foi para o Triângulo e o Sul de Minas Gerais (onde esta semana houve chuvas de granizo).
Fonte:https://www.jb.com.br/colunistas/o-outro-lado-damoeda/2022/10/1040047-no-campo-o-milho-ja-vale milhoes.html. Acesso em 06/10/2022. Adaptado.
O sufixo presente na palavra “participação” também pode ser atestado na palavra:
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoIndicativo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de TempoEmprego dos Tempos Verbais
No campo, o milho já vale milhões
Por Gilberto Menezes Côrtes
Puxada pela alta recorde de 35,3% na produção de milho na 2ª safra (de inverno), plantada após a colheita da soja em várias regiões (em alternância com o algodão), a safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve alcançar o recorde de 261,9 milhões de toneladas em 2022, com aumento de 3,4% sobre 2021, conforme estimativas do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), de setembro, divulgado pelo IBGE.
A soja segue liderando a produção nacional, com previsão de colheita de 119,5 milhões de toneladas. Mas, com a queda de 11,4% em relação à produção do ano passado, devido à estiagem no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, já começa a dividir com o milho o palco da produção de grãos do país. Computando a 1ª safra (25,4 milhões de t.) e a 2ª (84,2 milhões t.) o milho deve colher 109,6 milhões de t. na safra de 2022. Ano passado, com 134,9 milhões de t., a soja representou 55,8% da produção de grãos, contra 29,1% do milho. Em 2022, o IBGE estima que a soja reduza sua participação para 45,9%, enquanto o milho atingiria 41,8%. A produção do arroz foi estimada em 10,7 milhões de t.; a do trigo em 9,6 milhões de t. e a do algodão (em caroço), em 6,7 milhões de t.
O milho é o mais antigo e tradicional cereal cultivado no Brasil. Mas desde o final dos anos 60, quando começou o cultivo de soja no Rio Grande do Sul, foi perdendo a vantagem competitiva. As geadas de julho de 1975, que destruíram os cafezais de São Paulo e Paraná, desequilibraram de modo drástico a produção de milho no país. No Paraná, as áreas de café (em cujas “ruas” o milho, o feijão e a mandioca eram plantados de forma manual) foram ocupadas pelo plantio mecanizado de soja; em São Paulo vieram a monocultura da cana de açúcar e a citricultura da laranja. Fugindo das geadas, o café foi para o Triângulo e o Sul de Minas Gerais (onde esta semana houve chuvas de granizo).
Fonte:https://www.jb.com.br/colunistas/o-outro-lado-damoeda/2022/10/1040047-no-campo-o-milho-ja-vale milhoes.html. Acesso em 06/10/2022. Adaptado.
Em “Ano passado, com 134,9 milhões de t., a soja representou 55,8% da produção de grãos, contra 29,1% do milho” (2º parágrafo), o verbo destacado está flexionado no:
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No campo, o milho já vale milhões
Por Gilberto Menezes Côrtes
Puxada pela alta recorde de 35,3% na produção de milho na 2ª safra (de inverno), plantada após a colheita da soja em várias regiões (em alternância com o algodão), a safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve alcançar o recorde de 261,9 milhões de toneladas em 2022, com aumento de 3,4% sobre 2021, conforme estimativas do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), de setembro, divulgado pelo IBGE.
A soja segue liderando a produção nacional, com previsão de colheita de 119,5 milhões de toneladas. Mas, com a queda de 11,4% em relação à produção do ano passado, devido à estiagem no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, já começa a dividir com o milho o palco da produção de grãos do país. Computando a 1ª safra (25,4 milhões de t.) e a 2ª (84,2 milhões t.) o milho deve colher 109,6 milhões de t. na safra de 2022. Ano passado, com 134,9 milhões de t., a soja representou 55,8% da produção de grãos, contra 29,1% do milho. Em 2022, o IBGE estima que a soja reduza sua participação para 45,9%, enquanto o milho atingiria 41,8%. A produção do arroz foi estimada em 10,7 milhões de t.; a do trigo em 9,6 milhões de t. e a do algodão (em caroço), em 6,7 milhões de t.
O milho é o mais antigo e tradicional cereal cultivado no Brasil. Mas desde o final dos anos 60, quando começou o cultivo de soja no Rio Grande do Sul, foi perdendo a vantagem competitiva. As geadas de julho de 1975, que destruíram os cafezais de São Paulo e Paraná, desequilibraram de modo drástico a produção de milho no país. No Paraná, as áreas de café (em cujas “ruas” o milho, o feijão e a mandioca eram plantados de forma manual) foram ocupadas pelo plantio mecanizado de soja; em São Paulo vieram a monocultura da cana de açúcar e a citricultura da laranja. Fugindo das geadas, o café foi para o Triângulo e o Sul de Minas Gerais (onde esta semana houve chuvas de granizo).
Fonte:https://www.jb.com.br/colunistas/o-outro-lado-damoeda/2022/10/1040047-no-campo-o-milho-ja-vale milhoes.html. Acesso em 06/10/2022. Adaptado.
Em “Puxada pela alta recorde de 35,3% na produção de milho na 2ª safra (de inverno) [...]” (1º parágrafo), a palavra destacada faz referência à:
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No campo, o milho já vale milhões
Por Gilberto Menezes Côrtes
Puxada pela alta recorde de 35,3% na produção de milho na 2ª safra (de inverno), plantada após a colheita da soja em várias regiões (em alternância com o algodão), a safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve alcançar o recorde de 261,9 milhões de toneladas em 2022, com aumento de 3,4% sobre 2021, conforme estimativas do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), de setembro, divulgado pelo IBGE.
A soja segue liderando a produção nacional, com previsão de colheita de 119,5 milhões de toneladas. Mas, com a queda de 11,4% em relação à produção do ano passado, devido à estiagem no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, já começa a dividir com o milho o palco da produção de grãos do país. Computando a 1ª safra (25,4 milhões de t.) e a 2ª (84,2 milhões t.) o milho deve colher 109,6 milhões de t. na safra de 2022. Ano passado, com 134,9 milhões de t., a soja representou 55,8% da produção de grãos, contra 29,1% do milho. Em 2022, o IBGE estima que a soja reduza sua participação para 45,9%, enquanto o milho atingiria 41,8%. A produção do arroz foi estimada em 10,7 milhões de t.; a do trigo em 9,6 milhões de t. e a do algodão (em caroço), em 6,7 milhões de t.
O milho é o mais antigo e tradicional cereal cultivado no Brasil. Mas desde o final dos anos 60, quando começou o cultivo de soja no Rio Grande do Sul, foi perdendo a vantagem competitiva. As geadas de julho de 1975, que destruíram os cafezais de São Paulo e Paraná, desequilibraram de modo drástico a produção de milho no país. No Paraná, as áreas de café (em cujas “ruas” o milho, o feijão e a mandioca eram plantados de forma manual) foram ocupadas pelo plantio mecanizado de soja; em São Paulo vieram a monocultura da cana de açúcar e a citricultura da laranja. Fugindo das geadas, o café foi para o Triângulo e o Sul de Minas Gerais (onde esta semana houve chuvas de granizo).
Fonte:https://www.jb.com.br/colunistas/o-outro-lado-damoeda/2022/10/1040047-no-campo-o-milho-ja-vale milhoes.html. Acesso em 06/10/2022. Adaptado.
Por meio da leitura do texto, é possível inferir que:
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoIndicativo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de TempoTempos Compostos
TEXTO I
Brasileiros querem desvendar mistério de nuvem que surge no mesmo lugar
Uma nuvem, que aparece sempre no mesmo lugar, sobre a Ilha do Farol, em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, vem desafiando o tempo e pesquisadores. Afinal, é possível que uma nuvem se forme sempre no mesmo local e tenha sempre o mesmo tamanho?
O fenômeno foi registrado, pela primeira vez, em 1836, e desde então chama a atenção de moradores, turistas e, claro, dos cientistas. Ainda no século 19, a extensão de nuvem no alto da montanha teria sido o motivo da interrupção da construção de um farol, que tinha o objetivo de alertar navegantes sobre as condições climáticas da região. A nuvem atrapalharia a visibilidade dos navios que passavam pelo local.
A Marinha brasileira foi o primeiro órgão a tentar explicar o fenômeno natural que ganhou o nome de "Nuvem do Farol". O fenômeno chamou a atenção também da jornalista pósgraduanda pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) Fabiana Lima, que em seu trabalho de monografia buscou entender a formação dessa nuvem.
Agora, em uma segunda fase do estudo, um grupo de pesquisadores da UFRJ tenta achar explicação científica para a aparição da "Nuvem do Farol".
Nuvem indica tempo bom
O meteorologista Wallace Menezes, do laboratório de prognósticos e Mesoescala da UFRJ, explica que a nuvem se forma sempre em dias de céu ensolarado, por isso, quando ela aparece, é sinal de ausência de frentes frias ou corrente de umidade. Assim, a formação da nuvem funciona como um "indicador do tempo natural”.
"O que foi observado ao longo dos anos é que toda vez que essa nuvem se formava o céu estava limpo, sem nenhuma outra nuvem em todo o arredor de Arraial do Cabo. Além disso, devido às características dela, pequena e em baixa altura, ela é chamada de rasa e, quando uma nuvem se forma nessas condições, indica que a formação está ligada à presença da montanha e não às condições climáticas", explica Menezes.
Esse fenômeno natural é conhecido como "efeito orográfico" e acontece devido ao relevo da região, com uma montanha, com 300 a 400 metros de altura. Ela funciona como barreira natural e faz o ar que está se deslocando subir. Quando em contato com o ar do topo, sendo mais frio, as gotículas de água se condensam formando a nuvem.
"A gente estudando essa nuvem vai entender os processos físicos que formam esse tipo de fenômeno, como qual velocidade de vento, umidade e quantidade de gotículas necessárias para ela se formar. Aprender tudo isso de forma detalhada vai nos dar uma base de conhecimento que vai ajudar a ser mais precisos na previsão do tempo como um todo", explica.
Fonte: https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2022/10/24/ha-mais-de-umseculo-no-mesmo-lugar-nuvem-atrai-atencao-de-pesquisadores.htm . Acesso em 24/10/2022
Em “Quando em contato com o ar do topo, sendo mais frio, as gotículas de água se condensam formando a nuvem” (7º parágrafo), a forma verbal destacada está no:
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- MorfologiaPronomesPronomes Pessoais
- Interpretação de TextosCoesão e CoerênciaCoesãoCoesão ReferencialAnáfora
TEXTO I
Brasileiros querem desvendar mistério de nuvem que surge no mesmo lugar
Uma nuvem, que aparece sempre no mesmo lugar, sobre a Ilha do Farol, em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, vem desafiando o tempo e pesquisadores. Afinal, é possível que uma nuvem se forme sempre no mesmo local e tenha sempre o mesmo tamanho?
O fenômeno foi registrado, pela primeira vez, em 1836, e desde então chama a atenção de moradores, turistas e, claro, dos cientistas. Ainda no século 19, a extensão de nuvem no alto da montanha teria sido o motivo da interrupção da construção de um farol, que tinha o objetivo de alertar navegantes sobre as condições climáticas da região. A nuvem atrapalharia a visibilidade dos navios que passavam pelo local.
A Marinha brasileira foi o primeiro órgão a tentar explicar o fenômeno natural que ganhou o nome de "Nuvem do Farol". O fenômeno chamou a atenção também da jornalista pósgraduanda pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) Fabiana Lima, que em seu trabalho de monografia buscou entender a formação dessa nuvem.
Agora, em uma segunda fase do estudo, um grupo de pesquisadores da UFRJ tenta achar explicação científica para a aparição da "Nuvem do Farol".
Nuvem indica tempo bom
O meteorologista Wallace Menezes, do laboratório de prognósticos e Mesoescala da UFRJ, explica que a nuvem se forma sempre em dias de céu ensolarado, por isso, quando ela aparece, é sinal de ausência de frentes frias ou corrente de umidade. Assim, a formação da nuvem funciona como um "indicador do tempo natural”.
"O que foi observado ao longo dos anos é que toda vez que essa nuvem se formava o céu estava limpo, sem nenhuma outra nuvem em todo o arredor de Arraial do Cabo. Além disso, devido às características dela, pequena e em baixa altura, ela é chamada de rasa e, quando uma nuvem se forma nessas condições, indica que a formação está ligada à presença da montanha e não às condições climáticas", explica Menezes.
Esse fenômeno natural é conhecido como "efeito orográfico" e acontece devido ao relevo da região, com uma montanha, com 300 a 400 metros de altura. Ela funciona como barreira natural e faz o ar que está se deslocando subir. Quando em contato com o ar do topo, sendo mais frio, as gotículas de água se condensam formando a nuvem.
"A gente estudando essa nuvem vai entender os processos físicos que formam esse tipo de fenômeno, como qual velocidade de vento, umidade e quantidade de gotículas necessárias para ela se formar. Aprender tudo isso de forma detalhada vai nos dar uma base de conhecimento que vai ajudar a ser mais precisos na previsão do tempo como um todo", explica.
Fonte: https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2022/10/24/ha-mais-de-umseculo-no-mesmo-lugar-nuvem-atrai-atencao-de-pesquisadores.htm . Acesso em 24/10/2022
Em “Esse fenômeno natural é conhecido como "efeito orográfico" e acontece devido ao relevo da região, com uma montanha, com 300 a 400 metros de altura. Ela funciona como barreira natural e faz o ar que está se deslocando subir” (7º parágrafo), o pronome destacado faz referência direta a:
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TEXTO I
Brasileiros querem desvendar mistério de nuvem que surge no mesmo lugar
Uma nuvem, que aparece sempre no mesmo lugar, sobre a Ilha do Farol, em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, vem desafiando o tempo e pesquisadores. Afinal, é possível que uma nuvem se forme sempre no mesmo local e tenha sempre o mesmo tamanho?
O fenômeno foi registrado, pela primeira vez, em 1836, e desde então chama a atenção de moradores, turistas e, claro, dos cientistas. Ainda no século 19, a extensão de nuvem no alto da montanha teria sido o motivo da interrupção da construção de um farol, que tinha o objetivo de alertar navegantes sobre as condições climáticas da região. A nuvem atrapalharia a visibilidade dos navios que passavam pelo local.
A Marinha brasileira foi o primeiro órgão a tentar explicar o fenômeno natural que ganhou o nome de "Nuvem do Farol". O fenômeno chamou a atenção também da jornalista pósgraduanda pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) Fabiana Lima, que em seu trabalho de monografia buscou entender a formação dessa nuvem.
Agora, em uma segunda fase do estudo, um grupo de pesquisadores da UFRJ tenta achar explicação científica para a aparição da "Nuvem do Farol".
Nuvem indica tempo bom
O meteorologista Wallace Menezes, do laboratório de prognósticos e Mesoescala da UFRJ, explica que a nuvem se forma sempre em dias de céu ensolarado, por isso, quando ela aparece, é sinal de ausência de frentes frias ou corrente de umidade. Assim, a formação da nuvem funciona como um "indicador do tempo natural”.
"O que foi observado ao longo dos anos é que toda vez que essa nuvem se formava o céu estava limpo, sem nenhuma outra nuvem em todo o arredor de Arraial do Cabo. Além disso, devido às características dela, pequena e em baixa altura, ela é chamada de rasa e, quando uma nuvem se forma nessas condições, indica que a formação está ligada à presença da montanha e não às condições climáticas", explica Menezes.
Esse fenômeno natural é conhecido como "efeito orográfico" e acontece devido ao relevo da região, com uma montanha, com 300 a 400 metros de altura. Ela funciona como barreira natural e faz o ar que está se deslocando subir. Quando em contato com o ar do topo, sendo mais frio, as gotículas de água se condensam formando a nuvem.
"A gente estudando essa nuvem vai entender os processos físicos que formam esse tipo de fenômeno, como qual velocidade de vento, umidade e quantidade de gotículas necessárias para ela se formar. Aprender tudo isso de forma detalhada vai nos dar uma base de conhecimento que vai ajudar a ser mais precisos na previsão do tempo como um todo", explica.
Fonte: https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2022/10/24/ha-mais-de-umseculo-no-mesmo-lugar-nuvem-atrai-atencao-de-pesquisadores.htm . Acesso em 24/10/2022
Em “O meteorologista Wallace Menezes, do Laboratório de Prognósticos e Mesoescala da UFRJ, explica que a nuvem se forma sempre em dias de céu ensolarado, por isso, quando ela aparece, é sinal de ausência de frentes frias ou corrente de umidade” (5º parágrafo), o conectivo destacado poderia ser substituído, sem prejuízo de sentido, por:
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de TempoEmprego dos Tempos Verbais
TEXTO I
Brasileiros querem desvendar mistério de nuvem que surge no mesmo lugar
Uma nuvem, que aparece sempre no mesmo lugar, sobre a Ilha do Farol, em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, vem desafiando o tempo e pesquisadores. Afinal, é possível que uma nuvem se forme sempre no mesmo local e tenha sempre o mesmo tamanho?
O fenômeno foi registrado, pela primeira vez, em 1836, e desde então chama a atenção de moradores, turistas e, claro, dos cientistas. Ainda no século 19, a extensão de nuvem no alto da montanha teria sido o motivo da interrupção da construção de um farol, que tinha o objetivo de alertar navegantes sobre as condições climáticas da região. A nuvem atrapalharia a visibilidade dos navios que passavam pelo local.
A Marinha brasileira foi o primeiro órgão a tentar explicar o fenômeno natural que ganhou o nome de "Nuvem do Farol". O fenômeno chamou a atenção também da jornalista pósgraduanda pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) Fabiana Lima, que em seu trabalho de monografia buscou entender a formação dessa nuvem.
Agora, em uma segunda fase do estudo, um grupo de pesquisadores da UFRJ tenta achar explicação científica para a aparição da "Nuvem do Farol".
Nuvem indica tempo bom
O meteorologista Wallace Menezes, do laboratório de prognósticos e Mesoescala da UFRJ, explica que a nuvem se forma sempre em dias de céu ensolarado, por isso, quando ela aparece, é sinal de ausência de frentes frias ou corrente de umidade. Assim, a formação da nuvem funciona como um "indicador do tempo natural”.
"O que foi observado ao longo dos anos é que toda vez que essa nuvem se formava o céu estava limpo, sem nenhuma outra nuvem em todo o arredor de Arraial do Cabo. Além disso, devido às características dela, pequena e em baixa altura, ela é chamada de rasa e, quando uma nuvem se forma nessas condições, indica que a formação está ligada à presença da montanha e não às condições climáticas", explica Menezes.
Esse fenômeno natural é conhecido como "efeito orográfico" e acontece devido ao relevo da região, com uma montanha, com 300 a 400 metros de altura. Ela funciona como barreira natural e faz o ar que está se deslocando subir. Quando em contato com o ar do topo, sendo mais frio, as gotículas de água se condensam formando a nuvem.
"A gente estudando essa nuvem vai entender os processos físicos que formam esse tipo de fenômeno, como qual velocidade de vento, umidade e quantidade de gotículas necessárias para ela se formar. Aprender tudo isso de forma detalhada vai nos dar uma base de conhecimento que vai ajudar a ser mais precisos na previsão do tempo como um todo", explica.
Fonte: https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2022/10/24/ha-mais-de-umseculo-no-mesmo-lugar-nuvem-atrai-atencao-de-pesquisadores.htm . Acesso em 24/10/2022
Em “A nuvem atrapalharia a visibilidade dos navios que passavam pelo local” (2º parágrafo), a forma verbal indica:
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TEXTO I
Brasileiros querem desvendar mistério de nuvem que surge no mesmo lugar
Uma nuvem, que aparece sempre no mesmo lugar, sobre a Ilha do Farol, em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, vem desafiando o tempo e pesquisadores. Afinal, é possível que uma nuvem se forme sempre no mesmo local e tenha sempre o mesmo tamanho?
O fenômeno foi registrado, pela primeira vez, em 1836, e desde então chama a atenção de moradores, turistas e, claro, dos cientistas. Ainda no século 19, a extensão de nuvem no alto da montanha teria sido o motivo da interrupção da construção de um farol, que tinha o objetivo de alertar navegantes sobre as condições climáticas da região. A nuvem atrapalharia a visibilidade dos navios que passavam pelo local.
A Marinha brasileira foi o primeiro órgão a tentar explicar o fenômeno natural que ganhou o nome de "Nuvem do Farol". O fenômeno chamou a atenção também da jornalista pósgraduanda pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) Fabiana Lima, que em seu trabalho de monografia buscou entender a formação dessa nuvem.
Agora, em uma segunda fase do estudo, um grupo de pesquisadores da UFRJ tenta achar explicação científica para a aparição da "Nuvem do Farol".
Nuvem indica tempo bom
O meteorologista Wallace Menezes, do laboratório de prognósticos e Mesoescala da UFRJ, explica que a nuvem se forma sempre em dias de céu ensolarado, por isso, quando ela aparece, é sinal de ausência de frentes frias ou corrente de umidade. Assim, a formação da nuvem funciona como um "indicador do tempo natural”.
"O que foi observado ao longo dos anos é que toda vez que essa nuvem se formava o céu estava limpo, sem nenhuma outra nuvem em todo o arredor de Arraial do Cabo. Além disso, devido às características dela, pequena e em baixa altura, ela é chamada de rasa e, quando uma nuvem se forma nessas condições, indica que a formação está ligada à presença da montanha e não às condições climáticas", explica Menezes.
Esse fenômeno natural é conhecido como "efeito orográfico" e acontece devido ao relevo da região, com uma montanha, com 300 a 400 metros de altura. Ela funciona como barreira natural e faz o ar que está se deslocando subir. Quando em contato com o ar do topo, sendo mais frio, as gotículas de água se condensam formando a nuvem.
"A gente estudando essa nuvem vai entender os processos físicos que formam esse tipo de fenômeno, como qual velocidade de vento, umidade e quantidade de gotículas necessárias para ela se formar. Aprender tudo isso de forma detalhada vai nos dar uma base de conhecimento que vai ajudar a ser mais precisos na previsão do tempo como um todo", explica.
Fonte: https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2022/10/24/ha-mais-de-umseculo-no-mesmo-lugar-nuvem-atrai-atencao-de-pesquisadores.htm . Acesso em 24/10/2022
Em “Uma nuvem, que aparece sempre no mesmo lugar, sobre a Ilha do Farol, em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro” (1º parágrafo), as palavras destacadas são respectivamente:
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- Interpretação de TextosNíveis de LinguagemLinguagem Formal
- Interpretação de TextosNíveis de LinguagemLinguagem Informal ou Popular
TEXTO I
Brasileiros querem desvendar mistério de nuvem que surge no mesmo lugar
Uma nuvem, que aparece sempre no mesmo lugar, sobre a Ilha do Farol, em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, vem desafiando o tempo e pesquisadores. Afinal, é possível que uma nuvem se forme sempre no mesmo local e tenha sempre o mesmo tamanho?
O fenômeno foi registrado, pela primeira vez, em 1836, e desde então chama a atenção de moradores, turistas e, claro, dos cientistas. Ainda no século 19, a extensão de nuvem no alto da montanha teria sido o motivo da interrupção da construção de um farol, que tinha o objetivo de alertar navegantes sobre as condições climáticas da região. A nuvem atrapalharia a visibilidade dos navios que passavam pelo local.
A Marinha brasileira foi o primeiro órgão a tentar explicar o fenômeno natural que ganhou o nome de "Nuvem do Farol". O fenômeno chamou a atenção também da jornalista pósgraduanda pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) Fabiana Lima, que em seu trabalho de monografia buscou entender a formação dessa nuvem.
Agora, em uma segunda fase do estudo, um grupo de pesquisadores da UFRJ tenta achar explicação científica para a aparição da "Nuvem do Farol".
Nuvem indica tempo bom
O meteorologista Wallace Menezes, do laboratório de prognósticos e Mesoescala da UFRJ, explica que a nuvem se forma sempre em dias de céu ensolarado, por isso, quando ela aparece, é sinal de ausência de frentes frias ou corrente de umidade. Assim, a formação da nuvem funciona como um "indicador do tempo natural”.
"O que foi observado ao longo dos anos é que toda vez que essa nuvem se formava o céu estava limpo, sem nenhuma outra nuvem em todo o arredor de Arraial do Cabo. Além disso, devido às características dela, pequena e em baixa altura, ela é chamada de rasa e, quando uma nuvem se forma nessas condições, indica que a formação está ligada à presença da montanha e não às condições climáticas", explica Menezes.
Esse fenômeno natural é conhecido como "efeito orográfico" e acontece devido ao relevo da região, com uma montanha, com 300 a 400 metros de altura. Ela funciona como barreira natural e faz o ar que está se deslocando subir. Quando em contato com o ar do topo, sendo mais frio, as gotículas de água se condensam formando a nuvem.
"A gente estudando essa nuvem vai entender os processos físicos que formam esse tipo de fenômeno, como qual velocidade de vento, umidade e quantidade de gotículas necessárias para ela se formar. Aprender tudo isso de forma detalhada vai nos dar uma base de conhecimento que vai ajudar a ser mais precisos na previsão do tempo como um todo", explica.
Fonte: https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2022/10/24/ha-mais-de-umseculo-no-mesmo-lugar-nuvem-atrai-atencao-de-pesquisadores.htm . Acesso em 24/10/2022
O texto apresenta uma linguagem predominantemente:
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