Foram encontradas 610 questões.
Sobre Imunologia, assinale a opção correta acerca da descrição dos macrófagos.
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Sobre a vigência, aplicação e interpretação da legislação tributária, assinale a única opção errada.
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A técnica de coloração de Gram permite distinguir os dois principais grupos de bactérias por microscopia óptica, as Gram positivas e as Gram negativas. Sobre essa técnica, assinale a opção correta.
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Pereirinha era prefeito da cidade de Vitória. Filho de deputado federal e neto de senador, acreditava estar acima da lei e não via mal algum em resolver problemas emergenciais do seu jeito. Após um grande incêndio em uma favela da cidade, verificou-se a necessidade de socorrer a população daquela localidade, que havia perdido todos os seus bens no incêndio; entretanto, não havia previsão orçamentária nem verbas destinadas a este tipo de socorro. Para dar uma solução imediata ao problema, “Pereirinha” resolveu destinar ao socorro imediato das vítimas as verbas de um programa federal de amparo à infância que já estavam em posse do município, ferindo o disposto no art. 1º, inciso III, do Decreto Lei nº 201/67.
Sobre o processo que Pereirinha irá responder, pode-se afirmar:
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Sermão do bom ladrão (fragmento)
Navegava Alexandre em uma poderosa armada pelo Mar Eritreu a conquistar a Índia, e como fosse trazido à sua presença um pirata que por ali andava roubando os pescadores, repreendeu-o muito Alexandre de andar em tão mau ofício; porém, ele, que não era medroso nem lerdo(A), respondeu assim: Basta, senhor, que eu, porque roubo em uma barca, sou ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois imperador? Assim é. O roubar pouco é culpa, o roubar muito é grandeza; o roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres.
[...]
O ladrão que furta para comer, não vai, nem leva ao inferno; os que não só vão, mas levam, de que eu trato, são outros ladrões, de maior calibre e de mais alta esfera, os quais debaixo do mesmo nome e do mesmo predicamento, distingue muito bem S. Basílio Magno. Não são só ladrões, diz o santo, os que cortam bolsas ou espreitam os que se vão banhar, para lhes colher a roupa; os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões, ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com manha(B), já com força, roubam e despojam os povos. Os outros ladrões roubam um homem; estes roubam cidades e reinos; os outros furtam debaixo do seu risco; estes sem temor, nem perigo; os outros, se furtam, são enforcados; estes furtam e enforcam. Diógenes, que tudo via com mais aguda(C) vista que os outros homens, viu que uma grande tropa de varas e ministros de justiça levavam a enforcar uns ladrões, e começou a bradar(D): Lá vão os ladrões grandes a enforcar os pequenos. Ditosa Grécia, que tinha tal pregador! E mais ditosas(E) as outras nações, se nelas não padecera a justiça as mesmas afrontas! Quantas vezes se viu em Roma ir a enforcar um ladrão, por ter furtado um carneiro, e no mesmo dia ser levado em triunfo um cônsul, ou ditador, por ter roubado uma província. E quantos ladrões teriam enforcado estes mesmos ladrões triunfantes? De um, chamado Seronato, disse com discreta contraposição Sidônio Apolinar: Seronato está sempre ocupado em duas coisas: em castigar furtos, e em os fazer. Isto não era zelo de justiça, senão inveja. Queria tirar os ladrões do mundo, para roubar ele só.
(Pe. Antônio Vieira, “Sermão do bom ladrão”, apud E. Gomes, Trechos Escolhidos, Rio de Janeiro: Agir, 1971, p. 81-2)
Quanto à significação vocabular, é incorreto afirmar:
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Considerando que a área das alvenarias de vedação de um pavimento totaliza 76,8m2 já sendo desconsiderada a área correspondente às aberturas de portas e janelas; que as alvenariais foram executadas com blocos cerâmicos cujas dimensões nominais são de 19cm (comprimento), 14cm (altura) e 9cm (largura) e foi previsto no projeto juntas verticais e horizontais iguais a 1cm, assinale a opção que corresponde aproximadamente ao número de blocos necessários e ao volume de argamassa (m3) necessários, respectivamente.
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NÃO PENSA NISTO, JORGE
Estou ficando velho, Zilda. Velho e fraco. Sinto que não vou durar muito.
– Não pensa nisto, Jorge. Pensa nas coisas boas da vida.
– Estas dores no estômago. Para mim isto é câncer. O médico diz que não, mas acho que ele está me enganando. Para mim é câncer, Zilda.
– Não pensa nisto, Jorge. Pensa nos momentos que vivemos juntos.
– Eu sei que é câncer, Zilda. Já vi muita gente morrer dessa doença. É uma morte horrível, Zilda. A gente vai se consumindo aos poucos.
– Não pensa nisto, Jorge. Pensa no teu trabalho. Pensa nos teus colegas, no chefe que gosta tanto de ti.
– Primeiro a gente emagrece. Já estou emagrecendo. Perdi cinco quilos neste ano. Aliás, como passou ligeiro este ano.
Como passam ligeiro os anos. Como passam ligeiro os dias, as horas. Quando a gente vê, já é noite. Quando a gente vê, terminou o mês. Quando a gente vê, acabou a vida.
– Não pensa nisto, Jorge. Pensa na tua turma do bolão, gente alegre, divertida.
– Logo terei de me hospitalizar. E no hospital a gente vai ligeirinho, Zilda. Acho que é por causa do desamparo. O desamparo é horrível.
– Não pensa nisto, Jorge. Pensa nos teus filhos. Pensa na Rosa Helena, no Zé. Pensa no Marquinhos.
– Tenho medo de morrer, Zilda. Me envergonho disso, afinal, já vivi tanto, mas a verdade é que tenho medo de morrer. A morte é o fim, Zilda. Para mim é o fim. Não acredito na vida após túmulo. Acho que na tumba acaba tudo. A carne se desprende dos ossos, os cabelos caem, fica a caveira à mostra. Isto é a morte, Zilda. Isto é que é a morte.
– Não pensa nisto, Jorge. Pensa na tua horta. Pensa nas galinhas, Jorge. Pensa numa galinha chocando os ovos, Jorge.
– Uma galinha com câncer, Zilda?
– Por que não, Jorge, por que não.
Moacyr Scliar. Não pensa nisto, Jorge. Conto Publicado
no jornal Folha de São Paulo, em 20/05/1989.
Todo mundo tem uma maneira de encarar a vida, de enxergar os acontecimentos. No conto de Moacyr Scliar, Zilda, a esposa de Jorge, pede ao marido para pensar nas coisas boas da vida. Atentando para as falas da personagem, escolha a opção que corresponde à filosofia de vida desta.
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No tocante às populações tradicionais, assinale a única opção incorreta.
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A questão 20 se refere ao texto seguinte.
Como curar o sistema público de saúde?
O problema é que tanto o serviço público quanto o privado desafiam a saúde e o fôlego dos brasileiros. O maior estorvo, é claro, está no atendimento oferecido pelo governo. De acordo com levantamento realizado junto a secretarias de saúde de sete capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Brasília, Fortaleza, Belo Horizonte e Curitiba), ao menos 171.600 pessoas estão na fila para fazer uma cirurgia eletiva – procedimento agendado, que não possui característica de urgência. A demora para a realização de um procedimento ortopédico, por exemplo, pode levar até cinco anos.
Revista Veja. 23/08/2012.
De você só espero uma coisa: que me deixe em paz.
A oração em destaque se classifica em subordinada substantiva
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No tocante às Unidades de Conservação, é incorreto afirmar:
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