Foram encontradas 115 questões.
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões:
Conversa de Botequim
Seu garçom, faça o favor de me trazer depressa
Uma boa média que não seja requentada
Um pão bem quente com manteiga à beça
Um guardanapo e um copo d'água bem gelada
Feche a porta da direita com muito cuidado
Que não estou disposto a ficar exposto ao sol
Vá perguntar ao seu freguês do lado
Qual foi o resultado do futebol
Se você ficar limpando a mesa
Não me levanto nem pago a despesa
Vá pedir ao seu patrão
Uma caneta, um tinteiro
Um envelope e um cartão
Não se esqueça de me dar palitos
E um cigarro pra espantar mosquitos
Vá dizer ao charuteiro
Que me empreste umas revistas
Um isqueiro e um cinzeiro
Seu garçom, faça o favor de me trazer depressa
Uma boa média que não seja requentada
Um pão bem quente com manteiga à beça
Um guardanapo e um copo d'água bem gelada
Que não estou disposto a ficar exposto ao sol
Vá perguntar ao seu freguês do lado
Qual foi o resultado do futebol
Telefone ao menos uma vez
Para três quatro, quatro, três, três, três
E ordene ao seu Osório
Que me mande um guarda-chuva
Aqui pro nosso escritório
Seu garçom me empresta algum dinheiro
Que eu deixei o meu com o bicheiro
Vá dizer ao seu gerente
Que pendure esta despesa
No cabide ali em frente
Noel Rosa
A canção “Conversa de Botequim” de Noel Rosa cria um ambiente de conversa de bar utilizando-se de alguns recursos. Qual alternativa NÃO apresenta as ferramentas utilizadas pelo compositor para criar esse ambiente?
Provas
Assinale a alternativa que apresente palavras que são acentuadas pela mesma regra:
Provas
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões:
Dois mais dois
O Rodrigo não entendia por que precisava aprender matemática, já que a sua minicalculadora faria todas as contas por ele, pelo resto da vida, e então a professora resolveu contar uma história.
Contou a história do Supercomputador. Um dia disse a professora, todos os computadores do mundo serão unificados num único sistema, e o centro do sistema será em alguma cidade do Japão. Todas as casas do mundo, todos os lugares do mundo terão terminais do Supercomputador. As pessoas usarão o Supercomputador para compras, para recados, para reservas de avião, para consultas sentimentais. Para tudo. Ninguém mais precisará de relógios individuais, de livros ou de calculadoras portáteis. Não precisará mais nem estudar. Tudo que alguém quiser saber sobre qualquer coisa estará na memória do Supercomputador, ao alcance de qualquer um. Em milésimos de segundo a resposta à consulta estará na tela mais próxima. E haverá bilhões de telas espalhadas por onde o homem estiver, desde lavatórios públicos até estações espaciais. Bastará ao homem apertar um botão para ter a informação que quiser.
Um dia, um garoto perguntará ao pai:
– Pai, quanto é dois mais dois?
– Não pergunte a mim – dirá o pai -, pergunte a Ele.
E o garoto digitará os botões apropriados e num milésimo de segundo a resposta aparecerá na tela. E então o garoto dirá:
– Como é que sei que a resposta é certa?
– Porque Ele disse que é certa – responderá o pai.
– E se Ele estiver errado?
– Ele nunca erra.
– Mas se estiver?
– Sempre podemos contar nos dedos.
– O quê?
– Contar nos dedos, como faziam os antigos. Levante dois dedos. Agora mais dois. Viu? Um, dois, três, quatro. O computador está certo.
– Mas, pai, e 362 vezes 17? Não dá para contar nos dedos. A não ser reunindo muita gente e usando os dedos das mãos e dos pés. Como saber se a resposta d’Ele está certa? Aí o pai suspirou e disse:
– Jamais saberemos...
O Rodrigo gostou da história, mas disse que, quando ninguém mais soubesse matemática e não pudesse pôr o Computador à prova, então não faria diferença se o Computador estava certo ou não, já que a sua resposta seria a única disponível e, portanto, a certa, mesmo que estivesse errada, e... Aí foi a vez da professora suspirar.
Luís Fernando Veríssimo
Os advérbios são palavras invariáveis que usualmente atribuem circunstância preferencialmente a um verbo, mas também podem modificar o sentido de um adjetivo ou até de outro advérbio. Assinale a alternativa que atribua CORRETAMENTE a circunstância entre parênteses ao advérbio destacado na oração:
Provas
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões:
Dois mais dois
O Rodrigo não entendia por que precisava aprender matemática, já que a sua minicalculadora faria todas as contas por ele, pelo resto da vida, e então a professora resolveu contar uma história.
Contou a história do Supercomputador. Um dia disse a professora, todos os computadores do mundo serão unificados num único sistema, e o centro do sistema será em alguma cidade do Japão. Todas as casas do mundo, todos os lugares do mundo terão terminais do Supercomputador. As pessoas usarão o Supercomputador para compras, para recados, para reservas de avião, para consultas sentimentais. Para tudo. Ninguém mais precisará de relógios individuais, de livros ou de calculadoras portáteis. Não precisará mais nem estudar. Tudo que alguém quiser saber sobre qualquer coisa estará na memória do Supercomputador, ao alcance de qualquer um. Em milésimos de segundo a resposta à consulta estará na tela mais próxima. E haverá bilhões de telas espalhadas por onde o homem estiver, desde lavatórios públicos até estações espaciais. Bastará ao homem apertar um botão para ter a informação que quiser.
Um dia, um garoto perguntará ao pai:
– Pai, quanto é dois mais dois?
– Não pergunte a mim – dirá o pai -, pergunte a Ele.
E o garoto digitará os botões apropriados e num milésimo de segundo a resposta aparecerá na tela. E então o garoto dirá:
– Como é que sei que a resposta é certa?
– Porque Ele disse que é certa – responderá o pai.
– E se Ele estiver errado?
– Ele nunca erra.
– Mas se estiver?
– Sempre podemos contar nos dedos.
– O quê?
– Contar nos dedos, como faziam os antigos. Levante dois dedos. Agora mais dois. Viu? Um, dois, três, quatro. O computador está certo.
– Mas, pai, e 362 vezes 17? Não dá para contar nos dedos. A não ser reunindo muita gente e usando os dedos das mãos e dos pés. Como saber se a resposta d’Ele está certa? Aí o pai suspirou e disse:
– Jamais saberemos...
O Rodrigo gostou da história, mas disse que, quando ninguém mais soubesse matemática e não pudesse pôr o Computador à prova, então não faria diferença se o Computador estava certo ou não, já que a sua resposta seria a única disponível e, portanto, a certa, mesmo que estivesse errada, e... Aí foi a vez da professora suspirar.
Luís Fernando Veríssimo
O texto lido, como dito anteriormente, é uma crônica, ou seja, uma narrativa ficcional. Para o desenvolvimento desta narrativa o autor usou majoritariamente verbos conjugados em qual tempo verbal?
Provas
Observe atentamente a imagem abaixo:

A alternativa que corrige todas as palavras escritas de forma errada na imagem acima é:
Provas
Leia atentamente o texto abaixo para responder às próximas questões:
Eleanor H. Porter
Eleanor Hodgman Porter (1868-1920) nasceu na cidadezinha americana de Littleton, em New Hampshire, em uma tradicional família da região. Tinha uma ótima voz para o canto e estudou durante vários anos no prestigioso New England Conservatory of Music, chegando a construir uma reputação local como cantora. Em 1892, casou-se com o homem de negócios John Lyman Porter, e com ele se mudou para o estado de Massachusetts.
Acabou abandonando o canto pela literatura e, em 1901, passou a publicar contos em várias revistas e jornais. Em 1907 publicou seu primeiro livro, Cross Currents. Seguiram-se: The Turn of the Tide (1908), The Story of Marco (1911), Miss Billy (1911) – seu primeiro sucesso – e Miss Billy’s Decision (1912). Escrevia principalmente obras infantojuvenis, de aventura e romances femininos.
Em 1913, publicou Pollyanna, romance protagonizado pela órfã Pollyanna Whittier e inspirado no dia a dia de sua cidade natal. O livro foi um sucesso instantâneo e figurou entre os títulos mais vendidos nos Estados Unidos por vários anos. A pequena e inveterada otimista conquistou o público americano ao reafirmar a força das virtudes camponesas da alegria de viver.
Dois anos depois, a autora lançou o igualmente exitoso Pollyanna Grows Up (Pollyanna moça). Os livros foram traduzidos em todo o mundo, além de adaptados inúmeras vezes para o teatro, para a televisão e para o cinema. Eleanor H. Porter é autora de mais de trinta títulos, entre os quais se destacam Just David (David, o órfão), The Road to Understanding (1917) e Oh Money! Money! (1918). Faleceu em casa, em Cambridge, Massachusetts.
De acordo com o texto, Eleanor H. Porter nasceu em:
Provas
- Interpretação de TextosFunções da Linguagem
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros Textuais
Leia atentamente o texto abaixo para responder às próximas questões:
Eleanor H. Porter
Eleanor Hodgman Porter (1868-1920) nasceu na cidadezinha americana de Littleton, em New Hampshire, em uma tradicional família da região. Tinha uma ótima voz para o canto e estudou durante vários anos no prestigioso New England Conservatory of Music, chegando a construir uma reputação local como cantora. Em 1892, casou-se com o homem de negócios John Lyman Porter, e com ele se mudou para o estado de Massachusetts.
Acabou abandonando o canto pela literatura e, em 1901, passou a publicar contos em várias revistas e jornais. Em 1907 publicou seu primeiro livro, Cross Currents. Seguiram-se: The Turn of the Tide (1908), The Story of Marco (1911), Miss Billy (1911) – seu primeiro sucesso – e Miss Billy’s Decision (1912). Escrevia principalmente obras infantojuvenis, de aventura e romances femininos.
Em 1913, publicou Pollyanna, romance protagonizado pela órfã Pollyanna Whittier e inspirado no dia a dia de sua cidade natal. O livro foi um sucesso instantâneo e figurou entre os títulos mais vendidos nos Estados Unidos por vários anos. A pequena e inveterada otimista conquistou o público americano ao reafirmar a força das virtudes camponesas da alegria de viver.
Dois anos depois, a autora lançou o igualmente exitoso Pollyanna Grows Up (Pollyanna moça). Os livros foram traduzidos em todo o mundo, além de adaptados inúmeras vezes para o teatro, para a televisão e para o cinema. Eleanor H. Porter é autora de mais de trinta títulos, entre os quais se destacam Just David (David, o órfão), The Road to Understanding (1917) e Oh Money! Money! (1918). Faleceu em casa, em Cambridge, Massachusetts.
O texto acima é a história da vida de Eleanor Hodgman Porter. Por isso, é chamado de biografia. Com relação a esse gênero textual, assinale a alternativa INCORRETA:
Provas
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões:
Dois mais dois
O Rodrigo não entendia por que precisava aprender matemática, já que a sua minicalculadora faria todas as contas por ele, pelo resto da vida, e então a professora resolveu contar uma história.
Contou a história do Supercomputador. Um dia disse a professora, todos os computadores do mundo serão unificados num único sistema, e o centro do sistema será em alguma cidade do Japão. Todas as casas do mundo, todos os lugares do mundo terão terminais do Supercomputador. As pessoas usarão o Supercomputador para compras, para recados, para reservas de avião, para consultas sentimentais. Para tudo. Ninguém mais precisará de relógios individuais, de livros ou de calculadoras portáteis. Não precisará mais nem estudar. Tudo que alguém quiser saber sobre qualquer coisa estará na memória do Supercomputador, ao alcance de qualquer um. Em milésimos de segundo a resposta à consulta estará na tela mais próxima. E haverá bilhões de telas espalhadas por onde o homem estiver, desde lavatórios públicos até estações espaciais. Bastará ao homem apertar um botão para ter a informação que quiser.
Um dia, um garoto perguntará ao pai:
– Pai, quanto é dois mais dois?
– Não pergunte a mim – dirá o pai -, pergunte a Ele.
E o garoto digitará os botões apropriados e num milésimo de segundo a resposta aparecerá na tela. E então o garoto dirá:
– Como é que sei que a resposta é certa?
– Porque Ele disse que é certa – responderá o pai.
– E se Ele estiver errado?
– Ele nunca erra.
– Mas se estiver?
– Sempre podemos contar nos dedos.
– O quê?
– Contar nos dedos, como faziam os antigos. Levante dois dedos. Agora mais dois. Viu? Um, dois, três, quatro. O computador está certo.
– Mas, pai, e 362 vezes 17? Não dá para contar nos dedos. A não ser reunindo muita gente e usando os dedos das mãos e dos pés. Como saber se a resposta d’Ele está certa? Aí o pai suspirou e disse:
– Jamais saberemos...
O Rodrigo gostou da história, mas disse que, quando ninguém mais soubesse matemática e não pudesse pôr o Computador à prova, então não faria diferença se o Computador estava certo ou não, já que a sua resposta seria a única disponível e, portanto, a certa, mesmo que estivesse errada, e... Aí foi a vez da professora suspirar.
Luís Fernando Veríssimo
A crônica é um gênero discursivo que combina elementos da literatura e do jornalismo a fim de satirizar ou refletir a respeito de uma situação cotidiana. Na crônica “Dois mais dois”, o humor está presente no(a):
Provas
Leia atentamente o texto abaixo para responder às próximas questões:
Eleanor H. Porter
Eleanor Hodgman Porter (1868-1920) nasceu na cidadezinha americana de Littleton, em New Hampshire, em uma tradicional família da região. Tinha uma ótima voz para o canto e estudou durante vários anos no prestigioso New England Conservatory of Music, chegando a construir uma reputação local como cantora. Em 1892, casou-se com o homem de negócios John Lyman Porter, e com ele se mudou para o estado de Massachusetts.
Acabou abandonando o canto pela literatura e, em 1901, passou a publicar contos em várias revistas e jornais. Em 1907 publicou seu primeiro livro, Cross Currents. Seguiram-se: The Turn of the Tide (1908), The Story of Marco (1911), Miss Billy (1911) – seu primeiro sucesso – e Miss Billy’s Decision (1912). Escrevia principalmente obras infantojuvenis, de aventura e romances femininos.
Em 1913, publicou Pollyanna, romance protagonizado pela órfã Pollyanna Whittier e inspirado no dia a dia de sua cidade natal. O livro foi um sucesso instantâneo e figurou entre os títulos mais vendidos nos Estados Unidos por vários anos. A pequena e inveterada otimista conquistou o público americano ao reafirmar a força das virtudes camponesas da alegria de viver.
Dois anos depois, a autora lançou o igualmente exitoso Pollyanna Grows Up (Pollyanna moça). Os livros foram traduzidos em todo o mundo, além de adaptados inúmeras vezes para o teatro, para a televisão e para o cinema. Eleanor H. Porter é autora de mais de trinta títulos, entre os quais se destacam Just David (David, o órfão), The Road to Understanding (1917) e Oh Money! Money! (1918). Faleceu em casa, em Cambridge, Massachusetts.
O fragmento do texto “Tinha uma ótima voz para o canto e estudou durante vários anos no prestigioso New England Conservatory of Music.” refere-se à:
Provas
Leia atentamente o texto abaixo para responder às próximas questões:
Eleanor H. Porter
Eleanor Hodgman Porter (1868-1920) nasceu na cidadezinha americana de Littleton, em New Hampshire, em uma tradicional família da região. Tinha uma ótima voz para o canto e estudou durante vários anos no prestigioso New England Conservatory of Music, chegando a construir uma reputação local como cantora. Em 1892, casou-se com o homem de negócios John Lyman Porter, e com ele se mudou para o estado de Massachusetts.
Acabou abandonando o canto pela literatura e, em 1901, passou a publicar contos em várias revistas e jornais. Em 1907 publicou seu primeiro livro, Cross Currents. Seguiram-se: The Turn of the Tide (1908), The Story of Marco (1911), Miss Billy (1911) – seu primeiro sucesso – e Miss Billy’s Decision (1912). Escrevia principalmente obras infantojuvenis, de aventura e romances femininos.
Em 1913, publicou Pollyanna, romance protagonizado pela órfã Pollyanna Whittier e inspirado no dia a dia de sua cidade natal. O livro foi um sucesso instantâneo e figurou entre os títulos mais vendidos nos Estados Unidos por vários anos. A pequena e inveterada otimista conquistou o público americano ao reafirmar a força das virtudes camponesas da alegria de viver.
Dois anos depois, a autora lançou o igualmente exitoso Pollyanna Grows Up (Pollyanna moça). Os livros foram traduzidos em todo o mundo, além de adaptados inúmeras vezes para o teatro, para a televisão e para o cinema. Eleanor H. Porter é autora de mais de trinta títulos, entre os quais se destacam Just David (David, o órfão), The Road to Understanding (1917) e Oh Money! Money! (1918). Faleceu em casa, em Cambridge, Massachusetts.
Segundo o texto, o primeiro livro que foi um sucesso de Eleanor H. Porter foi:
Provas
Caderno Container