Foram encontradas 300 questões.
Na abordagem Ciências, Tecnologia e Sociedade (CTS) para desmistificar o saber popular “cebola é utilizada em machucados para não arruinar ferimentos”, os alunos participantes puderam construir o mapa conceitual a seguir.

(https://www.scielo.br/j/ciedu/a/9yjWrqNWN6yrn4rMnKTm3cm/?lang=pt#ModalFigf3. Adaptado)
A partir desse mapa, conclui-se que esses alunos
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 28 e 29.
À esquerda do vale, e abrigado do norte pela montanha que ali se corta quase a pique, está um maciço de verdura do mais belo viço e variedade. A faia, o freixo, o álamo entrelaçam os ramos amigos; a madressilva, a musqueta penduram de um a outro suas grinaldas e festões: a congossa, os fetos, a malva-rosa do valado vestem e alcatifam o chão. Para mais realçar a beleza do quadro, vê-se por entre um claro das árvores a janela meia aberta de uma habitação antiga mas não dilapidada — com certo ar de conforto grosseiro, e carregada na cor pelo tempo e pelos vendavais do sul a que está exposta. A janela é larga e baixa; parece mais ornada e também mais antiga que o resto do edifício que todavia mal se vê...
Interessou-me aquela janela.
Quem terá o bom gosto e a fortuna de morar ali?
Parei e pus-me a namorar a janela.
Encantava-me, tinha-me ali como num feitiço.
Pareceu-me entrever uma cortina branca... e um vulto
por detrás... Imaginação decerto! Se o vulto fosse feminino!
... era completo o romance.
Como há de ser belo ver pôr o Sol daquela janela! ...
E ouvir cantar os rouxinóis! ...
E ver raiar uma alvorada de Maio!
... Se haverá ali quem a aproveite, a deliciosa janela?
... quem aprecie e saiba gozar todo o prazer tranquilo,
todos os santos gozos de alma que parece que lhe andam
esvoaçando em torno?
Se for homem é poeta; se é mulher está namorada.
São os dois entes mais parecidos da natureza, o poeta e
a mulher namorada: veem, sentem, pensam, falam como a
outra gente não vê, não sente, não pensa nem fala.
(Massaud Moisés. A Literatura Portuguesa Através Dos Textos)
De acordo com o Currículo Paulista – Ensino Médio, textos como o de Almeida Garrett devem
Provas
Considere o Decreto nº67.635/2023, que dispõe sobre a Educação Especial na rede estadual de ensino e dá providências correlatas, para responder às questões de números 23 e 24.
A Resolução nº 81, de 7 de agosto de 2012, dispõe sobre o processo de aceleração de estudos para alunos com altas habilidades/superdotação na rede estadual de ensino e dá providências correlatas.
Sobre o disposto nessa legislação, é correto afirmar que
Provas
Considere o Decreto nº67.635/2023, que dispõe sobre a Educação Especial na rede estadual de ensino e dá providências correlatas, para responder às questões de números 23 e 24.
Considere o conceito a seguir, apresentado por Rodrigo Mendes.
é um modelo prático que visa ampliar as oportunidades de desenvolvimento de cada estudante por meio de planejamento pedagógico contínuo, somado ao uso de mídias digitais. Seus autores apoiaram-se em extensivas pesquisas sobre o cérebro humano para estruturar o modelo.
Assinale a alternativa que completa, corretamente, a lacuna.
Provas
Considere o Decreto nº67.635/2023, que dispõe sobre a Educação Especial na rede estadual de ensino e dá providências correlatas, para responder às questões de números 23 e 24.
No artigo 4º , ele define o público elegível aos serviços da Educação Especial.
De acordo com esse artigo, são elegíveis os estudantes com:
Provas
Romeu Sassaki, no seu livro Inclusão: construindo uma sociedade para todos (1997), afirma que a história da atenção educacional para pessoas com deficiência apresenta quatro (4) fases.
Relacione as fases (1; 2; 3; 4) com algumas das suas características (a; b; c; d).
1 – Exclusão
2 – Segregação institucional
3 – Integração
4 – Inclusão
a – nessa fase foram criadas as classes especiais dentro das escolas comuns para garantir que as crianças com deficiência não interferissem no ensino ou não absorvessem as energias do professor;
b – os países como EUA, Canadá, Espanha e Itália foram os pioneiros na implantação dessa fase;
c – não recebiam nenhuma atenção, a sociedade simplesmente ignorava, rejeitava, perseguia e explorava as pessoas com deficiência;
d – nessa fase, inicialmente, as pessoas com deficiência, excluídas da sociedade e da família, eram acolhidas por pessoas religiosas, porém não se tinha controle sobre a qualidade desse acolhimento; posteriormente a sociedade começou a admitir que essas pessoas poderiam ser produtivas.
A correlação correta está em:
Provas
Para responder às questões de números 15 a 17, considere – Falvey, M. A.; Givner, C. C.; Kimm, C. capítulo denominado O que eu farei segunda-feira pela manhã?
Ainda nesse capítulo, abordam um tópico sobre Avaliação, Currículo e Ensino, no qual afirmam:
Provas
Para responder às questões de números 15 a 17, considere – Falvey, M. A.; Givner, C. C.; Kimm, C. capítulo denominado O que eu farei segunda-feira pela manhã?
Nesse mesmo capítulo, enfocam a Teoria das Inteligências Múltiplas para defender que as salas de aula fundamentadas nessa teoria têm maior chance de obter êxito no ensino de todos os alunos, incluindo aqueles classificados como tendo diferenças ou deficiências e rotulados como difíceis de ensinar.
Considere alguns tipos de inteligência múltipla (1; 2; 3;4) e relacione-os com algumas estratégias que lhes são benéficas (a; b; c; d).
1 – inteligência linguística
2 – inteligência lógico-matemática
3 – inteligência espacial
4 – inteligência intrapessoal
a – uso de classificações e de categorizações; oferecimento de oportunidades de resolução de problemas;
b – dar oportunidades para criar visualizações; desenvolver metáforas pictóricas de conceitos;
c – beneficia-se de estratégias tradicionais, como: confecção de diários e várias formas de publicação;
d – usar atividades reflexivas; dar oportunidades para escolher o que fazer, quando fazer e como fazer.
A correlação correta está em:
Provas
Para responder às questões de números 15 a 17, considere – Falvey, M. A.; Givner, C. C.; Kimm, C. capítulo denominado O que eu farei segunda-feira pela manhã?
No referido capítulo, as autoras discorrem sobre a prática de criação e composição do contexto cotidiano para a aprendizagem e para o ensino na sala de aula.
Um dos pontos discutidos é a criação de uma comunidade de aprendizes; sua criação
Provas
No texto “A radicalização do debate sobre inclusão escolar no Brasil”, Enicéia Gonçalves Mendes denuncia:
Este texto sustenta que as raízes históricas da emergência do caloroso debate acerca da inclusão escolar em nosso país é fruto de mais uma adoção ao modismo importado e, especificamente,
Provas
Caderno Container