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Foram encontradas 100 questões.

51044 Ano: 2006
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-MT
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Por agência executiva entende-se

 

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51043 Ano: 2006
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-MT
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Assinale a alternativa correta.

 

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51042 Ano: 2006
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-MT
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A atuação do poder público que impõe limitações ao proprietário de imóvel, obstaculizando totalmente o exercício do direito de propriedade, caracteriza

 

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51041 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-MT
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Leia o texto para responder à questão.

Os meninos do tráfico

Os documentários sobre crianças no tráfico, recentemente vistos em todo o país, não é de provocar opiniões, mas de dilacerar o coração, que anda de sobressalto em sobressalto. Além da tentativa de desviar a atenção perseguindo inocentes, nossos representantes no Parlamento deram para executar danças constrangedoras, comemorando a absolvição de culpados confessos: é a derrocada final da decência brasileira.

Mas hoje, aqui, me interessa o filme sobre aqueles meninos do tráfico de nossas favelas: eles são nossos meninos. Nada há para discutir ou explicar. Promessas serão um insulto. O documentário – não uma ficção, mas dura realidade – é um tapa na nossa cara, esta cara-de-pau, cara de santo fingido. Cara num riso alvar? Assisti ao documentário encolhida, e tantos dias depois ainda não consegui me sentir inteira. Nunca mais serei a mesma, depois de testemunhar aquilo, e não sei de documentário mais importante neste mundo de Deus. Aqueles meninos banguelas, aquelas meninas magrelas, aquelas vozes arrastadas de sono e droga, aqueles rostos ocultos de medo ou enfrentando impassíveis aqueles olhares pedintes ou ferozes, mas muito mais pedintes, feriram como mil punhais qualquer pessoa que não estivesse demais embotada.

Espero que essa ferida seja para sempre. Desejo que nunca, nem um dia, a gente esqueça. Eu não quero esquecer, pois, sem usar drogas nem conviver com traficantes, indiretamente, como todo brasileiro, fui responsável pela vida e pela morte deles, pois todos, menos um, já morreram. Nós os matamos.

Muito mais existe do que isso que foi mostrado. Pior: muita gente poderosa, de rabo solenemente preso, vive daquela desgraça: muita cumplicidade perversa promove e mantém aquilo; tudo prolifera e floresce com muito arranjo sinistro – como sinistra, disse um daqueles meninos, era a sua vida: “a vida da gente aqui é sinistra e louca”, ele disse com sua voz fraquinha. Vou pensar todos os dias que continuam morrendo crianças iguais àquelas, que poderiam ser meus filhos, teus filhos, nossos filhos. Eram nossos, aqueles meninos e meninas, sonados, ferozes ou tristíssimos, que a gente tem vontade de botar no colo e confortar. Mas confortar com o quê? E aquela arma, e aquelas drogas, e aquela infelicidade, e aquela desesperança? Fazer o quê?

Devolver-lhes o pai morto, entregar-lhes a mãe saudável e menos desesperada, com menos sepulturas de crianças mortas a visitar? Proporcionar-lhes escola, comida, casa, família, vida – tudo isso que para sempre lhes devemos e lhes foi roubado antes mesmo de serem concebidos? Idealmente, romanticamente, se a gente colocasse nas favelas e nos morros do país inteiro uma infra- estrutura minimamente decente, policiamento honrado, escolas em funcionamento, clínicas, locais de lazer e atendimento efetivos, antes acabando com a matança entre “bandidos” e “mocinhos”. Alguma coisa iria melhorar.

Mas não há soluções à vista: só palavras e ímpetos de indignação, tudo cheirando a uma certa hipocrisia – e a flor murcha em velório. “Quando eu morrer vou descansar”, disse com uma simplicidade arrepiante um menino, tão pequeno que não podia ter mais de 10 anos. Ele morreu e morrerão muitos mais, porque nada muda. Todo aquele entre nós que usa drogas para imitar, para fazer parte, para relaxar, para fugir de problemas que não são tragédias, são apenas problemas, empurrou um pouco mais para a sua tristíssima e imerecida morte aqueles meninos e meninas, que eram nossos. Nós todos somos culpados de que eles tenham existido, sofrido, matado e morrido, sem nenhuma possibilidade de vida, de esperança e dignidade.

Espero que essa ferida e essa vergonha nos dêem alguma idéia salvadora e nos levem a uma postura determinada, que gere ações efetivas, eficientes, reais. Não promessas, não seminários com sociólogos, religiosos, psicólogos e antropólogos, médicos e, quem sabe, policiais. Não entrevistas comovidas e comoventes em televisão e jornais, mas atitudes e ações. Não acredito que elas aconteçam: deixamos que o problema se alastrasse demais, permitimos a guerra civil. Nos assustamos um pouco, aqui e ali, interrompemos a dança insensata e nos emocionamos, mas nada além disso. A ferida aberta pelo documentário e pela realidade talvez continue incomodando. Contra ela só há dois remédios: agir, ou alienar-se mais. Desejo que ela nos machuque feito brasa ardente, até o fim da nossa miserável vida.

(Lya Luft. Revista Veja, 05 de abril de 2006)

A partir da leitura do texto, pode-se inferir que a autora discorre sobre

 

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51040 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-MT
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Eram sem conta os exageros que logo correram mundo a respeito das novas minas e a fama de Cuiabá (...) De granetes de ouro, contava-se, serviam-se os caçadores em suas espingardas, à guisa de chumbo, e de ouro eram as pedras em que nos fogões se punham as panelas. A tanto chegava a abundância do metal precioso que, arrancando-lhe touceiras de capim nos matos, vinham as raízes vestidas de ouro.

Mas não era essa riqueza que a princípio impelira os sertanistas para o remoto sertão. (...)

O primeiro paulista (...) a alcançar as beiradas do Rio Cuiabá foi, ao que se sabe, Antônio Pires de Campos e este ia, não em busca do metal precioso (...) O segundo foi Pascoal Moreira Cabral (...)

(Sérgio Buarque de Holanda, As Monções, In: História Geral da Civilização Brasileira)

A presença dos sertanistas nas origens do Mato Grosso está diretamente relacionada com a

 

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51039 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-MT
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Leia os fragmentos.

I. O povo, Doroteu, é como as moscas

que correm ao lugar aonde sente o

derramado mel.

Tomás Antonio Gonzaga

II. A música da morte, a nebulosa,

a estranha, imensa música sombria

passa a tremer pela minh’alma e fria,

gela, fica a tremer, maravilhosa…

Cruz e Sousa

III. Vandalismo

Meu coração tem

catedrais imensas,

Templos de priscas e longínquas datas,

Onde um nume de amor, em serenatas,

Canta a aleluia virginal das crianças.

Augusto dos Anjos

IV. Em usinas escuras,

homens de vida amarga

e dura

produziram este açúcar

com que adoço meu café esta manhã

em Ipanema.

Ferreira Gullar

Assinale a alternativa correta, referente aos fragmentos.

 

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51038 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-MT
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Assinale a alternativa correta, observando-se ortografia, acentuação, uso do hífen e acento indicativo da crase, de acordo com os preceitos da norma culta.

 

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51037 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-MT
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Leia o texto para responder à questão.

Os meninos do tráfico

Os documentários sobre crianças no tráfico, recentemente vistos em todo o país, não é de provocar opiniões, mas de dilacerar o coração, que anda de sobressalto em sobressalto. Além da tentativa de desviar a atenção perseguindo inocentes, nossos representantes no Parlamento deram para executar danças constrangedoras, comemorando a absolvição de culpados confessos: é a derrocada final da decência brasileira.

Mas hoje, aqui, me interessa o filme sobre aqueles meninos do tráfico de nossas favelas: eles são nossos meninos. Nada há para discutir ou explicar. Promessas serão um insulto. O documentário – não uma ficção, mas dura realidade – é um tapa na nossa cara, esta cara-de-pau, cara de santo fingido. Cara num riso alvar? Assisti ao documentário encolhida, e tantos dias depois ainda não consegui me sentir inteira. Nunca mais serei a mesma, depois de testemunhar aquilo, e não sei de documentário mais importante neste mundo de Deus. Aqueles meninos banguelas, aquelas meninas magrelas, aquelas vozes arrastadas de sono e droga, aqueles rostos ocultos de medo ou enfrentando impassíveis aqueles olhares pedintes ou ferozes, mas muito mais pedintes, feriram como mil punhais qualquer pessoa que não estivesse demais embotada.

Espero que essa ferida seja para sempre. Desejo que nunca, nem um dia, a gente esqueça. Eu não quero esquecer, pois, sem usar drogas nem conviver com traficantes, indiretamente, como todo brasileiro, fui responsável pela vida e pela morte deles, pois todos, menos um, já morreram. Nós os matamos.

Muito mais existe do que isso que foi mostrado. Pior: muita gente poderosa, de rabo solenemente preso, vive daquela desgraça: muita cumplicidade perversa promove e mantém aquilo; tudo prolifera e floresce com muito arranjo sinistro – como sinistra, disse um daqueles meninos, era a sua vida: “a vida da gente aqui é sinistra e louca”, ele disse com sua voz fraquinha. Vou pensar todos os dias que continuam morrendo crianças iguais àquelas, que poderiam ser meus filhos, teus filhos, nossos filhos. Eram nossos, aqueles meninos e meninas, sonados, ferozes ou tristíssimos, que a gente tem vontade de botar no colo e confortar. Mas confortar com o quê? E aquela arma, e aquelas drogas, e aquela infelicidade, e aquela desesperança? Fazer o quê?

Devolver-lhes o pai morto, entregar-lhes a mãe saudável e menos desesperada, com menos sepulturas de crianças mortas a visitar? Proporcionar-lhes escola, comida, casa, família, vida – tudo isso que para sempre lhes devemos e lhes foi roubado antes mesmo de serem concebidos? Idealmente, romanticamente, se a gente colocasse nas favelas e nos morros do país inteiro uma infra- estrutura minimamente decente, policiamento honrado, escolas em funcionamento, clínicas, locais de lazer e atendimento efetivos, antes acabando com a matança entre “bandidos” e “mocinhos”. Alguma coisa iria melhorar.

Mas não há soluções à vista: só palavras e ímpetos de indignação, tudo cheirando a uma certa hipocrisia – e a flor murcha em velório. “Quando eu morrer vou descansar”, disse com uma simplicidade arrepiante um menino, tão pequeno que não podia ter mais de 10 anos. Ele morreu e morrerão muitos mais, porque nada muda. Todo aquele entre nós que usa drogas para imitar, para fazer parte, para relaxar, para fugir de problemas que não são tragédias, são apenas problemas, empurrou um pouco mais para a sua tristíssima e imerecida morte aqueles meninos e meninas, que eram nossos. Nós todos somos culpados de que eles tenham existido, sofrido, matado e morrido, sem nenhuma possibilidade de vida, de esperança e dignidade.

Espero que essa ferida e essa vergonha nos dêem alguma idéia salvadora e nos levem a uma postura determinada, que gere ações efetivas, eficientes, reais. Não promessas, não seminários com sociólogos, religiosos, psicólogos e antropólogos, médicos e, quem sabe, policiais. Não entrevistas comovidas e comoventes em televisão e jornais, mas atitudes e ações. Não acredito que elas aconteçam: deixamos que o problema se alastrasse demais, permitimos a guerra civil. Nos assustamos um pouco, aqui e ali, interrompemos a dança insensata e nos emocionamos, mas nada além disso. A ferida aberta pelo documentário e pela realidade talvez continue incomodando. Contra ela só há dois remédios: agir, ou alienar-se mais. Desejo que ela nos machuque feito brasa ardente, até o fim da nossa miserável vida.

(Lya Luft. Revista Veja, 05 de abril de 2006)

Leia as afirmações.

I. Nunca mais serei a mesma. O termo destacado, nunca, expressa sentido de tempo.

II. Espero que essa ferida e essa vergonha nos dêem alguma idéia salvadora. As expressões em destaque remetem à idéia contida em Nós todos somos culpados.

III. Nada há para discutir ou explicar. As expressões em destaque, para discutir ou explicar, podem ser substituídas, sem alteração de sentido, por: que se discuta ou se explique.

IV. Eu não quero esquecer, pois sem usar drogas nem conviver com traficantes, indiretamente, como todo brasileiro, fui responsável pela vida e morte deles, pois todos, menos um, já morreram. As expressões em destaque, sem; nem, estabelecem, respectivamente, sentido de adversidade e finalidade.

V. Nos assustamos um pouco. O uso do pronome oblíquo está em conformidade com a norma culta.

Com relação ao texto, está correto apenas o que se afirma em

 

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51036 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-MT
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Leia o texto para responder à questão.

Os meninos do tráfico

Os documentários sobre crianças no tráfico, recentemente vistos em todo o país, não é de provocar opiniões, mas de dilacerar o coração, que anda de sobressalto em sobressalto. Além da tentativa de desviar a atenção perseguindo inocentes, nossos representantes no Parlamento deram para executar danças constrangedoras, comemorando a absolvição de culpados confessos: é a derrocada final da decência brasileira.

Mas hoje, aqui, me interessa o filme sobre aqueles meninos do tráfico de nossas favelas: eles são nossos meninos. Nada há para discutir ou explicar. Promessas serão um insulto. O documentário – não uma ficção, mas dura realidade – é um tapa na nossa cara, esta cara-de-pau, cara de santo fingido. Cara num riso alvar? Assisti ao documentário encolhida, e tantos dias depois ainda não consegui me sentir inteira. Nunca mais serei a mesma, depois de testemunhar aquilo, e não sei de documentário mais importante neste mundo de Deus. Aqueles meninos banguelas, aquelas meninas magrelas, aquelas vozes arrastadas de sono e droga, aqueles rostos ocultos de medo ou enfrentando impassíveis aqueles olhares pedintes ou ferozes, mas muito mais pedintes, feriram como mil punhais qualquer pessoa que não estivesse demais embotada.

Espero que essa ferida seja para sempre. Desejo que nunca, nem um dia, a gente esqueça. Eu não quero esquecer, pois, sem usar drogas nem conviver com traficantes, indiretamente, como todo brasileiro, fui responsável pela vida e pela morte deles, pois todos, menos um, já morreram. Nós os matamos.

Muito mais existe do que isso que foi mostrado. Pior: muita gente poderosa, de rabo solenemente preso, vive daquela desgraça: muita cumplicidade perversa promove e mantém aquilo; tudo prolifera e floresce com muito arranjo sinistro – como sinistra, disse um daqueles meninos, era a sua vida: “a vida da gente aqui é sinistra e louca”, ele disse com sua voz fraquinha. Vou pensar todos os dias que continuam morrendo crianças iguais àquelas, que poderiam ser meus filhos, teus filhos, nossos filhos. Eram nossos, aqueles meninos e meninas, sonados, ferozes ou tristíssimos, que a gente tem vontade de botar no colo e confortar. Mas confortar com o quê? E aquela arma, e aquelas drogas, e aquela infelicidade, e aquela desesperança? Fazer o quê?

Devolver-lhes o pai morto, entregar-lhes a mãe saudável e menos desesperada, com menos sepulturas de crianças mortas a visitar? Proporcionar-lhes escola, comida, casa, família, vida – tudo isso que para sempre lhes devemos e lhes foi roubado antes mesmo de serem concebidos? Idealmente, romanticamente, se a gente colocasse nas favelas e nos morros do país inteiro uma infra- estrutura minimamente decente, policiamento honrado, escolas em funcionamento, clínicas, locais de lazer e atendimento efetivos, antes acabando com a matança entre “bandidos” e “mocinhos”. Alguma coisa iria melhorar.

Mas não há soluções à vista: só palavras e ímpetos de indignação, tudo cheirando a uma certa hipocrisia – e a flor murcha em velório. “Quando eu morrer vou descansar”, disse com uma simplicidade arrepiante um menino, tão pequeno que não podia ter mais de 10 anos. Ele morreu e morrerão muitos mais, porque nada muda. Todo aquele entre nós que usa drogas para imitar, para fazer parte, para relaxar, para fugir de problemas que não são tragédias, são apenas problemas, empurrou um pouco mais para a sua tristíssima e imerecida morte aqueles meninos e meninas, que eram nossos. Nós todos somos culpados de que eles tenham existido, sofrido, matado e morrido, sem nenhuma possibilidade de vida, de esperança e dignidade.

Espero que essa ferida e essa vergonha nos dêem alguma idéia salvadora e nos levem a uma postura determinada, que gere ações efetivas, eficientes, reais. Não promessas, não seminários com sociólogos, religiosos, psicólogos e antropólogos, médicos e, quem sabe, policiais. Não entrevistas comovidas e comoventes em televisão e jornais, mas atitudes e ações. Não acredito que elas aconteçam: deixamos que o problema se alastrasse demais, permitimos a guerra civil. Nos assustamos um pouco, aqui e ali, interrompemos a dança insensata e nos emocionamos, mas nada além disso. A ferida aberta pelo documentário e pela realidade talvez continue incomodando. Contra ela só há dois remédios: agir, ou alienar-se mais. Desejo que ela nos machuque feito brasa ardente, até o fim da nossa miserável vida.

(Lya Luft. Revista Veja, 05 de abril de 2006)

I. Para ________ aceitar essa situação de descaso para com as crianças, é necessário que entre __________ e as pessoas envolvidas haja total diálogo.

II. Para alguns parlamentares, é preferível executar danças constrangedoras __________ propor atitudes que coíbam essa situação aviltante.

III. As propostas para diminuir o tráfico entre as crianças estão ________ ao documento entregue aos juízes.

IV. _________ meses que as promessas para reverter a situação continuam sem resposta.

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das frases, quanto à concordância, regência e uso de pronomes, conforme norma culta.

 

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51129 Ano: 2006
Disciplina: Direito Penal
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-MT
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“B” tem, há 3 anos, um sítio perto de uma fazenda considerada de preservação permanente. No período de festas juninas de 2005, um balão atingiu sua propriedade e o fogo acabou se alastrando, atingindo a floresta. “B” responde pelo crime contra a flora?
Questão Anulada

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