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3778207 Ano: 2022
Disciplina: Farmácia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Acerca dos anti-inflamatórios não asteroidais (AINES), assinale a alternativa correta.

 

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3778206 Ano: 2022
Disciplina: Farmácia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Sobre fármacos e/ou drogas que, ao serem administrados concomitantemente, levam a uma interação medicamentosa (IM), correlacione os números da coluna da esquerda (fármacos) com a coluna da direita (prováveis mecanismos fisiológicos/farmacológicos envolvidos).

 

Fármacos

 

1) Probenecida x Penicilina

 

2) Dissulfiram x Etanol

 

3) Estrógeno via oral, em baixas doses x Rifampicina

 

4) Ceftriaxona x Ringer-lactato, Cloreto e Gluconato de Cálcio

 

5) Varfarina x Fenilbutazona

 

Mecanismos

 

(  ) Diminuição, para uma das substâncias, da fração ligada às proteínas plasmáticas, com consequente aumento temporário da fração livre, que pode atingir níveis tóxicos clinicamente relevantes.

 

(  ) Diminuição da recirculação êntero-hepática em decorrência de alteração na flora intestinal, que pode, em alguns casos, levar à redução da eficácia de uma das substâncias.

 

(  ) Precipitação da substância, em caso de mistura no mesmo equipo para administração intravenosa.

 

(  ) Inibição irreversível de uma enzima metabolizadora, com acúmulo de metabólito intermediário tóxico, que pode produzir, em alguns casos, reação aversiva a uma das substâncias empregadas, entre outros mecanismos.

 

(  ) Inibição competitiva na secreção tubular renal, com consequente aumento no tempo de meia-vida de uma das substâncias.

 

A sequência correta, de cima para baixo, é:

 

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3778205 Ano: 2022
Disciplina: Farmácia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Analise as assertivas a seguir acerca dos ensaios biológicos.

 

1) Podem ser definidos como a medida da duração da eficácia máxima de um fármaco ou mediador desconhecido em função da magnitude do efeito que produz.

 

2) Em geral, sua estimativa é dada comparando uma preparação desconhecida com uma preparação padrão, para maior confiabilidade e menor variabilidade interlaboratorial.

 

3) Comparações, em ensaios em linha paralela, são feitas por meio de curvas dose-resposta, pois permitem estimar as concentrações equieficazes do desconhecido e do padrão.

 

4) A medida do efeito de um fármaco pode ser feita com técnicas moleculares e químicas, estudos in vitro ou in vivo em animais, estudos clínicos em voluntários e pacientes e estudos de impacto socioeconômico.

 

5) A resposta pode ser gradual (quando considera a proporção de testes que produz um efeito do tipo “tudo ou nada”) ou quantal (quando considera a magnitude do efeito produzido em um teste).

 

Estão corretas, apenas:

 

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3778204 Ano: 2022
Disciplina: Farmácia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Observe as figuras A e B a seguir, que ilustram, hipoteticamente, [A] curvas log da concentração × efeito para uma série de agonistas do receptor α-adrenérgico e [B] a relação entre a resposta e a ocupação do receptor para a série.

 

Enunciado 4546098-1

 

Fonte: Adaptado de RITTIER, J. M. et al. Rang & Dale – Farmacologia. 8a ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016.

 

Sobre as figuras A e B, analise as proposições a seguir.

 

1) F1 é, provavelmente, um agonista pleno.

 

2) F2, F3, F4 e F5 são, provavelmente, agonistas parciais com diferentes eficácias.

 

3) Quanto mais alta for a eficácia do fármaco, mais baixas serão a resposta máxima e a inclinação da curva log da concentração × resposta.

 

4) F5, provavelmente, produz uma resposta quase máxima quando apenas cerca de metade dos receptores está ocupada.

 

5) F2, F3, F4, provavelmente, produzem uma resposta máxima mesmo quando estão ocupando todos os receptores.

 

Estão corretas, apenas:

 

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3778203 Ano: 2022
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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A RDC Nº 67 de 8 de outubro de 2007 dispõe sobre as Boas Práticas de Manipulação de Preparações Magistrais e Oficinais para Uso Humano em farmácias.

 

De acordo com o disposto na RDC nº 67, de 8 de outubro de 2007, analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa correta.

 

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3778202 Ano: 2022
Disciplina: Farmácia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Um grupo de pesquisadores de uma universidade brasileira submeteu um projeto de pesquisa a um edital do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológica para concorrer a auxílio financeiro para realizar pesquisas na área de inovação e tecnologia. As etapas do projeto incluíam: importar Cannabis sativa L, extrair, beneficiar, preparar, manipular, formular insumo farmacêutico fitoterápico e armazenar substâncias químicas não psicoativas presentes nessa espécie vegetal, bem como importar padrões analíticos obtidos sinteticamente para análises de controle de qualidade. Ao submeter o projeto, os pesquisadores foram alertados da obrigatoriedade de obter todas as autorizações necessárias à realização do estudo antes de sua submissão.

 

Diante disso, considere as substâncias químicas a serem estudadas, o disposto na Portaria SVS/MS nº 344, de 12 de maio de 1998, e suas atualizações e assinale a alternativa correta.

 

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3778201 Ano: 2022
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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De acordo com o Decreto nº 74.170, de 10 de junho de 1974, que regulamenta a Lei nº 5.991, de 17 de dezembro de 1973, e dispõe sobre o controle sanitário do comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos, analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa correta.

 

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3778200 Ano: 2022
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Analise as atividades descritas a seguir, de acordo com as normas estabelecidas pelo Decreto nº 85.878, de 07 de abril de 1981.

 

1) Desempenhar funções de dispensação ou manipulação de fórmulas magistrais e farmacopeicas, quando a serviço do público em geral ou de natureza privada.

 

2) Ministrar aulas de magistério superior das matérias privativas constantes do currículo próprio do curso de formação farmacêutica, obedecida a legislação do ensino.

 

3) Dirigir, assessorar, responder tecnicamente e desempenhar funções especializadas em estabelecimentos industriais onde se fabriquem produtos saneantes, inseticidas, raticidas, antissépticos e desinfetantes.

 

4) Assessorar e responder tecnicamente por laboratórios, setores ou estabelecimentos farmacêuticos onde se pratique extração, purificação, controle de qualidade, inspeção de qualidade, análise prévia, análise de controle e análise fiscal de insumos farmacêuticos de origem vegetal, animal e mineral.

 

5) Dirigir, assessorar, responder tecnicamente e desempenhar funções especializadas em órgãos, empresas, estabelecimentos, laboratórios ou setores onde se preparem ou fabriquem produtos biológicos, imunoterápicos, soros, vacinas, alérgenos, opoterápicos para uso humano e veterinário, bem como de derivados do sangue.

 

Representam corretamente atribuições privativas ou exclusivas dos profissionais farmacêuticos apenas as assertivas:

 

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TEXTO 1

Escravidão é sinônimo de violência

Só se pode entender a montagem de uma instituição do porte do escravismo moderno atentando-se para a articulação entre a criação de colônias no ultramar e seu funcionamento sob a forma de grandes unidades produtoras voltadas para o mercado externo. A monocultura em larga escala exigia um grande contingente de trabalhadores que deveriam se submeter a uma rotina espinhosa, sem ter nem lucro nem motivação pessoal. Recriou-se, desse modo, a escravidão em novas bases, com a utilização de mão de obra compulsória e que exigia – ao menos teoricamente − trabalhadores de todo alienados de sua origem, liberdade e produção. Tudo deveria escapar à consciência e ao arbítrio desse produtor direto. 

Da parte dos contratantes, a ideologia que se conformava procurava desenhar o trabalho nos trópicos como um fardo, um sofrimento, uma punição e uma pena para ambos os lados: senhores e escravos. O discurso proferido pela Igreja e pelos proprietários entendia tal trabalho árduo como uma atividade disciplinadora e civilizadora. Havia inclusive manuais − verdadeiros modelos de aplicação de sevícias pedagógicas, punitivas e exemplares − que instruíam, didaticamente, os fazendeiros sobre como submeter os escravizados e transformá-los em trabalhadores obedientes. Um exemplo regular era o famoso quebra-negro, castigo muito utilizado no Brasil para educar escravos novos ou recém-adquiridos e que, por meio da chibatada pública e outras sevícias, ensinava os cativos a sempre olhar para o chão na presença de qualquer autoridade. 

[...] 

Um sistema como o escravismo moderno só se enraíza com o exercício da violência. Da parte dos proprietários, a sanha contínua que visava à sujeição e obediência cegas para o trabalho. Da parte dos escravos, a reação se dava a partir de gradações que iam das pequenas insubordinações diárias e persistentes até as grandes revoltas e os quilombos. 

De todo modo, a escravidão se enraizou de tal forma no Brasil, que costumes e palavras ficaram por ela marcados. Se a casa-grande delimitava a fronteira entre a área social e a de serviços, a mesma arquitetura simbólica permaneceria presente nas casas e edifícios, onde, até os dias que correm, elevador de serviço não é só para carga, mas também e, sobretudo, para os empregados que guardam a marca do passado africano na cor. Termos de época mantêm-se operantes, apesar de o significado original ter se perdido. A expressão “ama-seca” era até pouco tempo usada no país, esquecendo-se, entretanto, de que naquele período essas amas se opunham às amas de leite, mulheres que muitas vezes deixavam de amamentar seus filhos para cuidar dos rebentos dos senhores. “Boçal” é ainda hoje uma pessoa com reduzida discriminação de locais e espaços – um tonto; assim como “ladino” continua a ser sinônimo de “esperto”. Em seu sentido primeiro, “boçais” eram os escravos recém-chegados e que, diferentemente dos “ladinos” – os cativos de segunda geração –, não dominavam a língua ou a região, tendo, por isso, poucas possibilidades de fuga. 

Alguns termos desapareceram, como é o caso da expressão “bens semoventes”, outrora empregada para descrever de maneira indiscriminada, nos inventários e testamentos, as posses que podiam se movimentar: quais sejam, escravos e animais. Hoje o termo permanece apenas no meio jurídico, que o emprega para os bens dotados de movimento próprio, como os animais. Não obstante, permanece uma divisão guardada em silêncio e condicionada por um vocabulário que transforma cor em marcador social de diferença, reificado todos os dias pelas ações da polícia, que aborda muito mais negros do que brancos e neles dá flagrantes. Aqui é usual a prática de “interpelação”, esse pequeno teatro teórico e pragmático. Diante da força policial, não raro os indivíduos assumem um lugar que corriqueiramente optariam por rejeitar. Não basta ser inocente para ser considerado e se considerar culpado. Esse tipo de reação é chamado pelo antropólogo Didier Fassin de “memória incorporada”, quando, antes mesmo de refletir, os corpos lembram. Se na época da escravidão indivíduos negros trafegando soltos eram presos “por suspeita de escravos”, hoje são detidos com base em outras alegações que lhes devolvem sempre o mesmo passado e origem. 

[...] 

SCHWARCZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: uma biografia. 2. ed. São Paulo:
Companhia das Letras, 2018. p. 91-93. (Fragmentos)

TEXTO 2

Uma história da escravidão no Brasil – o segundo volume da trilogia

Entre 1700 e 1800, cerca de dois milhões de homens e mulheres foram arrancados de suas raízes africanas, embarcados à força nos porões dos navios negreiros e transportados para o Brasil. Muitos seriam vendidos em leilões públicos antes de seguir para as senzalas onde, sob a ameaça do chicote, trabalhariam pelo resto de suas vidas. 

No final do século XVIII, a América Portuguesa tinha a maior concentração de pessoas de origem africana em todo o continente americano. Os brancos formavam um grupo relativamente pequeno. Os índios, a essa altura já dizimados por doenças, guerras e a ocupação de seus territórios, sequer apareciam nas estatísticas. O motor da escravidão nesse período foi a descoberta de ouro e de diamantes, primeiro em Minas Gerais e, depois, em Mato Grosso e Goiás. A busca de novas riquezas, acompanhada pelo uso cada vez mais intenso da mão de obra cativa, fez com que o território brasileiro praticamente dobrasse de tamanho. Começavam também ali alguns fenômenos que marcariam profundamente a face do escravismo brasileiro. 

A escravidão urbana, de serviços, diferente daquela observada nas antigas lavouras da cana-de-açúcar na região Nordeste, deu maior mobilidade aos cativos, acelerou os processos de alforria, ofereceu oportunidades às mulheres e gerou uma nova cultura em que hábitos de origem africana se misturaram a outros, de raiz europeia e indígena. O agitado e rebelde século XVIII e a gigantesca onda africana que o marcou são os temas deste segundo volume da trilogia sobre a história da escravidão no Brasil.

 

GOMES, Laurentino. Escravidão: da corrida do ouro em Minas Gerais até a chegada da
corte de dom João ao Brasil, volume 2. Rio de Janeiro: Globo Livros, 2021. (quarta-capa)

TEXTO 3

Ayoluwa, a alegria do nosso povo

Quando a menina Ayoluwa, a alegria do nosso povo, nasceu, foi em boa hora para todos. Há muito que em nossa vida tudo pitimbava. Os nossos dias passavam como um café sambango, ralo, frio e sem gosto. Cada dia era sem quê nem porquê. E nós ali amolecidos, sem sustância alguma para aprumar o nosso corpo. Repito: tudo era uma pitimba só. Escassez de tudo. 

Até a natureza minguava e nos confundia. Ora aparecia um sol desensolarado e que mais se assemelhava a uma bola murcha, lá na nascente. Um frio interior nos possuía então, e nós mal enfrentávamos o dia sob a nula ação da estrela desfeita. Ora gotejava uma chuva de pinguitos tão ralos e escassos que mal molhava as pontas de nossos dedos. E então deu de faltar tudo: mãos para o trabalho, alimentos, água, matéria para os nossos pensamentos e sonhos, palavras para as nossas bocas, cantos para as nossas vozes, movimento, dança, desejos para os nossos corpos. 

Os mais velhos, acumulados de tanto sofrimento, olhavam para trás e do passado nada reconheciam no presente. Suas lutas, seu fazer e saber, tudo parecia ter se perdido no tempo. O que fizeram, então? Deram de clamar pela morte. E a todo instante eles partiam. E, com a tristeza da falta de lugar em um mundo em que eles não se reconheciam e nem reconheciam mais, muitos se foram. Dentre eles, me lembro de vô Moyo, o que trazia boa saúde, de tio Masud, o afortunado, o velho Abede, o homem abençoado, e outros e outros. Todos estavam enfraquecidos e esquecidos da força que traziam no significado de seus próprios nomes. As velhas mulheres também. Elas, que sempre inventavam formas de enfrentar e vencer a dor, não acreditavam mais na eficácia delas próprias. Como os homens, deslembravam a potência que se achava resguardada partir de suas denominações. E pediam veementemente à vida que esquecesse delas e que as deixasse partir. Foi com esse estado de ânimo que muitas delas empreenderam a derradeira viagem: vovó Amina, a pacífica; tia Sele, a mulher forte como um elefante; mãe Asantewaa, a mulher de guerra, a guerreira; e ainda Malika, a rainha. Com a ida de nossos mais velhos ficamos mais desamparados ainda. E o que dizer para os nossos jovens, a não ser as nossas tristezas? 

[...] 

EVARISTO, Conceição. Olhos d’água. Rio de Janeiro: Pallas, 2016. p. 111-112.

TEXTO 4

Após o ardor da reconquista
não caíram manás sobre os nossos campos
E na dura travessia do deserto
aprendemos que a terra prometida era aqui 
Ainda aqui e sempre aqui.
Duas ilhas indómitas a desbravar.
O padrão a ser erguido
pela nudez insepulta dos nossos punhos.
Emergiremos do canto
como do chão emerge o milho jovem
e nus, inteiros recuperaremos
a transparência do tempo inicial
Puros reabitaremos o poema e a claridade
para que a palavra amanheça e o sonho não se perca.

LIMA, Conceição. Após o ardor da reconquista... In: DÁSKALOS, Maria Alexandre; APA, Lívia; BARBEITOS,
Arlindo (Org.). Poesia africana de língua portuguesa (antologia). Rio de Janeiro: Lacerda, 2003.

TEXTO 5

Enunciado 4545873-1

Disponível em: https://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/03/taxa-de-negros-mortos-pela-policia-de-sp-e-3-vezes-de-brancos-diz-estudo.html. Acesso em 26/02/22.

Os Textos 1 a 5 exploram, em diferentes níveis e perspectivas, o tema da discriminação, do preconceito, da segregação.

Sobre a forma como esses textos desenvolvem essa questão, assinale a alternativa correta.

 

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TEXTO 5

 

Enunciado 4545872-1

 

Disponível em: https://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/03/taxa-de-negros-mortos-

pela-policia-de-sp-e-3-vezes-de-brancos-diz-estudo.html. Acesso em 26/02/22.

 

O Texto 5 é um infográfico que revela o racismo ao apresentar, em dados, a diferença de letalidade na abordagem policial a negros e brancos em São Paulo. Para dar destaque a essa diferença, são utilizados alguns recursos visuais que orientam a leitura das informações. O destaque, então, para a diferença nas mortes e prisões entre negros e brancos é visualmente obtido pelo(a)

 

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