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Among my fellow punctuation nerds, I have a
reputation as someone who does not see any use for
semicolons. Cecelia Watson, who teaches at Bard College, has
written a whole book about them: “Semicolon: The Past,
Present, and Future of a Misunderstood Mark.”
Watson, a historian and philosopher of science and a
teacher of writing and the humanities—in other words, a
Renaissance woman—gives us a deceptively playful-looking
book that turns out to be a scholarly treatise on a
sophisticated device that has contributed eloquence and
mystery to Western civilization.
The semicolon itself was a Renaissance invention. It
first appeared in 1494, in a book published in Venice by Aldus
Manutius. “De Aetna,” Watson explains, was “an essay,
written in dialogue form,” about climbing Mt. Etna. The mark
was a hybrid between a comma and a colon, and its purpose
was to prolong a pause or create a more distinct separation
between parts of a sentence.
The problem with the semicolon is not how it looks but
what it does and how that has changed over time. In the old
days, punctuation simply indicated a pause. Comma, colon:
semicolon; period. Eventually, grammarians and copy editors
came along and made themselves indispensable by
punctuating (“pointing”) a writer’s prose “to delineate clauses
properly, such that punctuation served syntax.” That is,
commas, semicolons, and colons were included in a sentence
in order to highlight, subordinate, or otherwise conduct its
elements, connecting them syntactically. One of the rules is
that, unless you are composing a list, a semicolon is supposed
to be followed by a complete clause, capable of standing on
its own. The semicolon can take the place of a conjunction,
like “and” or “but,” but it should not be used in addition to it.
https://www.newyorker.com/culture/comma-queen/sympathy-for-thesemicolon. July 15, 2019. Adaptado.
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Among my fellow punctuation nerds, I have a
reputation as someone who does not see any use for
semicolons. Cecelia Watson, who teaches at Bard College, has
written a whole book about them: “Semicolon: The Past,
Present, and Future of a Misunderstood Mark.”
Watson, a historian and philosopher of science and a
teacher of writing and the humanities—in other words, a
Renaissance woman—gives us a deceptively playful-looking
book that turns out to be a scholarly treatise on a
sophisticated device that has contributed eloquence and
mystery to Western civilization.
The semicolon itself was a Renaissance invention. It
first appeared in 1494, in a book published in Venice by Aldus
Manutius. “De Aetna,” Watson explains, was “an essay,
written in dialogue form,” about climbing Mt. Etna. The mark
was a hybrid between a comma and a colon, and its purpose
was to prolong a pause or create a more distinct separation
between parts of a sentence.
The problem with the semicolon is not how it looks but
what it does and how that has changed over time. In the old
days, punctuation simply indicated a pause. Comma, colon:
semicolon; period. Eventually, grammarians and copy editors
came along and made themselves indispensable by
punctuating (“pointing”) a writer’s prose “to delineate clauses
properly, such that punctuation served syntax.” That is,
commas, semicolons, and colons were included in a sentence
in order to highlight, subordinate, or otherwise conduct its
elements, connecting them syntactically. One of the rules is
that, unless you are composing a list, a semicolon is supposed
to be followed by a complete clause, capable of standing on
its own. The semicolon can take the place of a conjunction,
like “and” or “but,” but it should not be used in addition to it.
https://www.newyorker.com/culture/comma-queen/sympathy-for-thesemicolon. July 15, 2019. Adaptado.
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TEXTO PARA A QUESTÃO
Among my fellow punctuation nerds, I have a
reputation as someone who does not see any use for
semicolons. Cecelia Watson, who teaches at Bard College, has
written a whole book about them: “Semicolon: The Past,
Present, and Future of a Misunderstood Mark.”
Watson, a historian and philosopher of science and a
teacher of writing and the humanities—in other words, a
Renaissance woman—gives us a deceptively playful-looking
book that turns out to be a scholarly treatise on a
sophisticated device that has contributed eloquence and
mystery to Western civilization.
The semicolon itself was a Renaissance invention. It
first appeared in 1494, in a book published in Venice by Aldus
Manutius. “De Aetna,” Watson explains, was “an essay,
written in dialogue form,” about climbing Mt. Etna. The mark
was a hybrid between a comma and a colon, and its purpose
was to prolong a pause or create a more distinct separation
between parts of a sentence.
The problem with the semicolon is not how it looks but
what it does and how that has changed over time. In the old
days, punctuation simply indicated a pause. Comma, colon:
semicolon; period. Eventually, grammarians and copy editors
came along and made themselves indispensable by
punctuating (“pointing”) a writer’s prose “to delineate clauses
properly, such that punctuation served syntax.” That is,
commas, semicolons, and colons were included in a sentence
in order to highlight, subordinate, or otherwise conduct its
elements, connecting them syntactically. One of the rules is
that, unless you are composing a list, a semicolon is supposed
to be followed by a complete clause, capable of standing on
its own. The semicolon can take the place of a conjunction,
like “and” or “but,” but it should not be used in addition to it.
https://www.newyorker.com/culture/comma-queen/sympathy-for-thesemicolon. July 15, 2019. Adaptado.
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O que será a crônica? Esse gênero de literatura ligado ao
jornal está entre nós há mais de um século e se aclimatou com
tanta naturalidade, que parece nosso. Despretensiosa,
próxima da conversa e da vida de todo dia, a crônica tem sido,
salvo alguma infidelidade mútua, companheira quase que
diária do leitor brasileiro.
São vários os significados da palavra crônica. Todos,
porém, implicam a noção de tempo, presente no próprio
termo, que procede do grego chronos. Um leitor atual pode
não se dar conta desse vínculo de origem que faz dela uma
forma do tempo e da memória, um meio de representação
temporal dos eventos passados, um registro da vida escoada.
Mas a crônica sempre tece a continuidade do gesto humano
na tela do tempo.
Lembrar e escrever: trata-se de um relato em permanente
relação com o tempo, de onde tira, como memória escrita, sua
matéria principal, o que fica do vivido – uma definição que se
poderia aplicar igualmente ao discurso da história, a que um
dia ela deu lugar. Assim, a princípio ela foi crônica histórica,
como a medieval: uma narração de fatos históricos segundo
uma ordem cronológica, conforme dizem os dicionários, e por
essa via se tornou uma precursora da historiografia moderna.
Enquanto gênero, a crônica supõe uma sociedade para a qual
importa experiência progressiva do tempo, um passado que
se possa concatenar significativamente, a história, enfim, e
não apenas um tempo cíclico e repetitivo, implicado noutra
forma de narrativa – o mito. Presa ao calendário dos feitos
humanos e não às façanhas dos deuses, a crônica pode
constituir o testemunho de uma vida, o documento de toda
uma época ou um meio de se inscrever a história no texto.
https://cronicabrasileira.org.br/artes-da-cronica. Fragmentos sobre a
crônica Davi Arrigucci. Acesso em 03/03/2024. Adaptado.
Mantendo-se, em linhas gerais, o sentido original, o trecho selecionado está reescrito de forma resumida em:
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O filósofo grego Sócrates acreditava que as ideias escritas
caíam no esquecimento. Agora, milhares de anos depois,
estamos na posição privilegiada de poder discutir o
pensamento de Sócrates, porque ele foi justamente escrito.
Hoje em dia, comentaristas dizem com frequência que a
palavra escrita, ou seja, os livros, é melhor do que
computadores para o ensino. O argumento usado para justificar essa afirmativa é o
mesmo de Sócrates em relação à escrita: o esquecimento. À
medida que cada vez mais salas de aula trocam os livros
impressos por obras e outros materiais digitais,
pesquisadores analisam o impacto dessa mudança sobre o
aprendizado das crianças. O campo é novo e ainda não há consenso científico sobre
o que é melhor para o aprendizado das crianças, se são os
livros ou os dispositivos digitais.
https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2024/02/livro-x-computador-oque-e-melhor-para-aprendizagem.shtml. Acesso em: 16/02/2024. Adaptado.
Conforme o texto, no debate sobre o uso dos livros físicos versus ferramentas digitais, na aprendizagem das crianças, a referência ao pensamento de Sócrates tem por função
https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2024/02/livro-x-computador-oque-e-melhor-para-aprendizagem.shtml. Acesso em: 16/02/2024. Adaptado.
Conforme o texto, no debate sobre o uso dos livros físicos versus ferramentas digitais, na aprendizagem das crianças, a referência ao pensamento de Sócrates tem por função
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Manter a ética profissional nas relações de trabalho é
importante para promover um ambiente justo, motivador e
com base na honestidade para todos, desde colaboradores
até a alta gestão.
A ética profissional representa um conjunto de ações,
princípios, valores e comportamentos no trabalho. Eles são,
geralmente, transformados em “normas” que devem ser
seguidas pelos colaboradores para cultivar um ambiente
seguro e íntegro.
A importância da ética profissional pode ser vista tanto do
lado da companhia quanto dos colaboradores. É uma via de
mão dupla — com ela é possível construir relações valiosas e
com base na confiança, formando uma cultura organizacional
forte, capaz de inspirar os colaboradores e trazer mais
propósito para o grupo.
A ética profissional serve para melhorar diversos
indicadores da empresa, sejam eles tangíveis ou subjetivos,
percebidos pelo público e comunidade.
O processo de construção de um ambiente de trabalho
ético requer esforço e dedicação por parte de todos. Uma das
maneiras de promover a ética de forma prática e executável
nos mais diferentes nichos de negócio inclui, por exemplo,
contratar novos talentos alinhados com os pilares éticos da
companhia, desde o início da jornada dos colaboradores.
Assim, reduzem-se os riscos de descobrir que algum
profissional reproduz comportamentos não adequados após
meses — ou até anos — de atuação. O efeito de
colaboradores desalinhados com a cultura pode ser bem
negativo, gerando uma “contaminação” de grupos e aumento
nos níveis de desmotivação.
Outra maneira de promover a ética de forma prática é
treinando líderes. Já é bem conhecida a crença de que “o
exemplo vem de cima”. No mundo corporativo, esse
ensinamento tem muito valor. Líderes com comportamentos
duvidosos, que fujam das práticas éticas da empresa, tendem
a desencorajar os colaboradores ou influenciá-los
negativamente, levando-os a fazerem o mesmo.
https://exame.com/carreira/guia-de-carreira/como-promover-a-etica-rofissional-no-trabalho-veja-exemplos. Acesso em 05/03/2024. Adaptado.
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Manter a ética profissional nas relações de trabalho é
importante para promover um ambiente justo, motivador e
com base na honestidade para todos, desde colaboradores
até a alta gestão.
A ética profissional representa um conjunto de ações,
princípios, valores e comportamentos no trabalho. Eles são,
geralmente, transformados em “normas” que devem ser
seguidas pelos colaboradores para cultivar um ambiente
seguro e íntegro.
A importância da ética profissional pode ser vista tanto do
lado da companhia quanto dos colaboradores. É uma via de
mão dupla — com ela é possível construir relações valiosas e
com base na confiança, formando uma cultura organizacional
forte, capaz de inspirar os colaboradores e trazer mais
propósito para o grupo.
A ética profissional serve para melhorar diversos
indicadores da empresa, sejam eles tangíveis ou subjetivos,
percebidos pelo público e comunidade.
O processo de construção de um ambiente de trabalho
ético requer esforço e dedicação por parte de todos. Uma das
maneiras de promover a ética de forma prática e executável
nos mais diferentes nichos de negócio inclui, por exemplo,
contratar novos talentos alinhados com os pilares éticos da
companhia, desde o início da jornada dos colaboradores.
Assim, reduzem-se os riscos de descobrir que algum
profissional reproduz comportamentos não adequados após
meses — ou até anos — de atuação. O efeito de
colaboradores desalinhados com a cultura pode ser bem
negativo, gerando uma “contaminação” de grupos e aumento
nos níveis de desmotivação.
Outra maneira de promover a ética de forma prática é
treinando líderes. Já é bem conhecida a crença de que “o
exemplo vem de cima”. No mundo corporativo, esse
ensinamento tem muito valor. Líderes com comportamentos
duvidosos, que fujam das práticas éticas da empresa, tendem
a desencorajar os colaboradores ou influenciá-los
negativamente, levando-os a fazerem o mesmo.
https://exame.com/carreira/guia-de-carreira/como-promover-a-eticaprofissional-no-trabalho-veja-exemplos. Acesso em 05/03/2024. Adaptado.
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Manter a ética profissional nas relações de trabalho é
importante para promover um ambiente justo, motivador e
com base na honestidade para todos, desde colaboradores
até a alta gestão.
A ética profissional representa um conjunto de ações,
princípios, valores e comportamentos no trabalho. Eles são,
geralmente, transformados em “normas” que devem ser
seguidas pelos colaboradores para cultivar um ambiente
seguro e íntegro.
A importância da ética profissional pode ser vista tanto do
lado da companhia quanto dos colaboradores. É uma via de
mão dupla — com ela é possível construir relações valiosas e
com base na confiança, formando uma cultura organizacional
forte, capaz de inspirar os colaboradores e trazer mais
propósito para o grupo.
A ética profissional serve para melhorar diversos
indicadores da empresa, sejam eles tangíveis ou subjetivos,
percebidos pelo público e comunidade.
O processo de construção de um ambiente de trabalho
ético requer esforço e dedicação por parte de todos. Uma das
maneiras de promover a ética de forma prática e executável
nos mais diferentes nichos de negócio inclui, por exemplo,
contratar novos talentos alinhados com os pilares éticos da
companhia, desde o início da jornada dos colaboradores.
Assim, reduzem-se os riscos de descobrir que algum
profissional reproduz comportamentos não adequados após
meses — ou até anos — de atuação. O efeito de
colaboradores desalinhados com a cultura pode ser bem
negativo, gerando uma “contaminação” de grupos e aumento
nos níveis de desmotivação.
Outra maneira de promover a ética de forma prática é
treinando líderes. Já é bem conhecida a crença de que “o
exemplo vem de cima”. No mundo corporativo, esse
ensinamento tem muito valor. Líderes com comportamentos
duvidosos, que fujam das práticas éticas da empresa, tendem
a desencorajar os colaboradores ou influenciá-los
negativamente, levando-os a fazerem o mesmo.
https://exame.com/carreira/guia-de-carreira/como-promover-a-eticaprofissional-no-trabalho-veja-exemplos. Acesso em 05/03/2024. Adaptado.
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Na tirinha, o maior efeito cômico do diálogo, sobre o uso da tecnologia e o hábito de leitura na vida da criança, deriva
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Cultura refere-se ao significado que um grupo social dá à
sua experiência, incluindo aqui ideias, crenças, costumes,
artes, linguagem, moral, direito, culinária etc. A cultura é
dinâmica, se recicla incessantemente incorporando novos
elementos, abandonando antigos, mesclando os dois,
transformando-os num terceiro com novo sentido. Tratamos,
portanto, do mundo das representações, incorporadas
simbolicamente na complexidade das manifestações
culturais. Cultura não é acessório da condição humana, é sim
seu substrato. O ser humano é humano porque produz
cultura, dando sentido à experiência objetiva, sensorial. Daí a
importância da interação social do “outro”, na construção dos
espaços simbólicos, onde expressamos nossa existência
humana, em termos de múltiplas identidades.
Quando se diz que alguém “não tem cultura”, a referência
é à sofisticação, sabedoria, de educação no sentido restrito do
termo. Ou seja, pressupõe-se que o volume de leituras,
controle de informações e títulos universitários equivalham à
“inteligência”. A cultura em seu sentido antropológico, por
outro lado, transcende a noção de refinamento intelectual
(cujo adjetivo é “culto”, e não “cultural”). A cultura permite
traduzir melhor a diferença entre nós e os outros e, assim
fazendo, resgatar a nossa humanidade no outro e a do outro
em nós mesmos.
Dar sentido à experiência, ao estar-no-mundo,
representá-la através de símbolos e orientar os indivíduos,
uns em relação aos outros, dotando-os de identidades,
também é característica daquilo que entendemos por arte. É
uma área de conhecimento que opera com a organização
imaginativa do sujeito a partir da experiência universal da
humanidade e das experiências particulares de cada um,
resguardados os princípios da unidade na diversidade, da
harmonia na heterogeneidade e do equilíbrio nas diferenças,
consolidando-se como fator de humanização, de socialização
e de fortalecimento da identidade cultural.
A arte é um meio de representação da realidade, uma
construção social, percepção de nós mesmos no mundo
possibilitando-nos assumir modelos de identidade e
comportamento. Tais representações do mundo podem nos
inspirar para a compreensão do presente e criação de
alternativas para o futuro.
Gruman, M. Caminhos da cidadania cultural: o ensino de artes no Brasil.
Educar em Revista, Curitiba, Brasil, n. 45, p. 199-211, jul/set. 2012. Editora
UFPR. Adaptado.
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