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3310326 Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IGEDUC
Orgão: Câm. Abreu Lima-PE
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Julgue o item que se segue.


Na lógica proposicional, a implicação (→) entre duas proposições p e q é uma operação cujo valor-verdade é falso apenas quando a proposição antecedente p é verdadeira e a proposição consequente q é falsa. Em outras palavras, a implicação p→q é falsa somente se p é verdadeira e q é falsa. Isso reflete a interpretação lógica de uma relação condicional entre duas proposições.
 

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3309038 Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDECAN
Orgão: SAP-CE
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Pedro faz aniversário no dia 12 de outubro e sua amiga Maria faz aniversário no dia 25 de dezembro. Em certo ano, no qual Pedro fez aniversário num sábado, Maria fez aniversário numa quarta-feira. Num outro ano, Maria fez aniversário num sábado. Assim, assinale a alternativa que corresponde ao dia da semana em que Pedro fez aniversário nesse ano.

 

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3309037 Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDECAN
Orgão: SAP-CE
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Três amigos, Antônio, Bruno e Caio moram em diferentes estados da Região Nordeste: Bahia, Ceará e Pernambuco. Sabe-se que as seguintes afirmações são verdadeiras: nenhum deles mora no estado em que nasceu; Bruno não nasceu no Ceará; Caio é nascido em Pernambuco; Antônio nasceu no Ceará e não mora em Pernambuco. Considerando essas informações, é correto afirmar que

 

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3309028 Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDECAN
Orgão: SAP-CE
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A inteligência artificial vai acabar com os testes em animais?

Dos amantes da causa animal aos técnicos de laboratório, ninguém gosta de submeter os animais a testes científicos.

Mas isso acaba sendo feito para ajudar a garantir que os medicamentos e outras substâncias sejam seguros para eventual uso humano.

Os pesquisadores há muito tempo buscam alternativas que não envolvam os animais. Os sistemas de inteligência artificial (IA) agora estão acelerando o trabalho nessa área.

Uma aplicação da IA neste campo pode ser considerada simples, e especialistas acreditam que ela está se revelando eficaz. Isso porque a tecnologia utiliza todos os resultados globais de testes em animais existentes e disponíveis e evita a necessidade de novos testes desnecessários.

Isso é útil porque pode ser difícil para os cientistas examinarem décadas de dados para encontrar e analisar exatamente o que procuram, diz Joseph Manuppello, analista de investigação sênior do Comitê de Medicina Responsável, uma organização sem fins lucrativos dos EUA.

“Estou muito entusiasmado com a aplicação de modelos de IA como o ChatGPT para extrair e sintetizar todos esses dados disponíveis e tirar o máximo proveito deles”, diz.

Thomas Hartung é professor de Toxicologia na Universidade Johns Hopkins, nos EUA, e também diretor do Centro de Alternativas aos Testes em Animais. Ele diz: “A IA é tão boa quanto um ser humano, ou melhor, na extração de informações de artigos científicos.”

Quando se trata dos atuais testes em animais, Hartung diz que a necessidade de testar novos produtos químicos é uma das principais razões. E com mais de 1.000 desses novos compostos entrando no mercado todos os anos, há muito a ser testado.

O professor Hartung diz que sistemas de IA treinados estão começando a ser capazes de determinar a toxicidade de um novo produto químico.

“Ter ferramentas disponíveis onde podemos pressionar um botão e obter uma avaliação preliminar, que nos dá alguns sinais de ‘aqui está um problema’... será extremamente útil.”

Hartung acrescenta que, embora os sistemas de software sejam usados há muito tempo na Toxicologia, a IA está proporcionando um “enorme salto em frente” tanto em potência quanto em precisão.

“Isso está subitamente criando oportunidades que não existiam antes”, diz ele, acrescentando que a IA está agora envolvida em todas as fases dos testes de toxicidade.

A inteligência artificial está sendo usada até mesmo para criar novos medicamentos.

É claro que os sistemas de IA não são perfeitos para determinar a segurança química. Um problema é o fenômeno conhecido como viés de dados.

Um exemplo disso é se um sistema de IA e o seu algoritmo tiverem sido treinados utilizando dados de saúde predominantemente de um grupo étnico.

O risco é que os seus cálculos ou conclusões não sejam inteiramente adequados para pessoas de outra origem étnica.

Mas, como salienta o professor Hartung, testar medicamentos humanos em animais pode, por vezes, ser de pouca utilidade também.

Por exemplo, o medicamento para artrite Vioxx passou pela fase de testes em animais, mas depois foi retirado da venda após estudos terem demonstrado que o uso a longo prazo por seres humanos levou a um risco aumentado de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral.

Por outro lado, alguns medicamentos amplamente utilizados teriam falhado em testes em animais, como o analgésico aspirina, que é tóxico para embriões de ratos.

Hartung conclui que, em vários casos, a IA já tem se revelado mais precisa do que os testes em animais.

Um projeto de IA que está sendo construído para tentar substituir a necessidade de futuros testes em animais é chamado AnimalGAN. Desenvolvido pela Food and Drug Administration, dos EUA, o software visa determinar com precisão como os ratos reagiriam a qualquer produto químico.

A IA foi treinada usando dados de 6.442 ratos reais em 1.317 cenários de tratamento. Um projeto internacional semelhante chamado Virtual Second Species (Segunda Espécie Virtual, em tradução literal) está criando um cão virtual alimentado por IA, que está sendo treinado usando dados de resultados históricos de testes caninos.

Cathy Vickers é chefe de inovação do Centro Nacional para a Substituição, Refinamento e Redução de Animais em Pesquisa do Reino Unido, que faz parte do estudo.

Ela explica que atualmente novos medicamentos são testados primeiro em ratos e cães para verificar a toxicidade potencial, antes do início dos testes em humanos.

No futuro, o maior desafio para os testes de IA é obter a aprovação regulatória. Vickers reconhece que “a aceitação total levará tempo”.

No entanto, Emma Grange, diretora de assuntos científicos e regulamentares do grupo Internacional Livre de Crueldade, defende que todos os esforços devem ser feitos para garantir a eliminação progressiva dos testes em animais.

“Neste momento, não está claro como ou se as novas tecnologias, como a IA, poderiam contribuir para realmente acabar com os testes em animais, em vez de apenas reduzir ou refinar esses testes”, diz ela.

“Mas sabemos que a utilização de animais como modelos para a proteção da saúde humana e do ambiente é uma ciência ultrapassada e esperamos que, em última análise, a IA possa desempenhar um papel na transição da utilização de animais em qualquer teste ou experiência.”

No entanto, Kerstin Kleinschmidt-Dorr, veterinária-chefe da empresa farmacêutica alemã Merck, afirma que os testes em animais não podem desaparecer da noite para o dia. Sua empresa é uma das patrocinadoras do Virtual Second Species.

“O uso de animais é necessário e, por boas razões, obrigatório em muitos aspectos”, afirma. “Mas acreditamos num futuro onde identificaremos melhores soluções livres de testes em animais para os problemas não resolvidos que os exigem hoje.”

(Christine Ro. https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2024/06/a-inteligencia-artificial-vai-acabar-com-os-testes-em-animais.shtml. 8.jun.2024)

Thomas Hartung é professor de Toxicologia na Universidade Johns Hopkins, nos EUA, e também diretor do Centro de Alternativas aos Testes em Animais.

Assinale a alternativa em que esteja corretamente indicado como o período acima deve ser representado graficamente.

 

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3307778 Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FGV
Orgão: TCE-PA

Em uma empresa, as camisas dos uniformes dos funcionários têm apenas uma cor: cinza ou azul. Sabe-se que:

Qualquer funcionário de camisa azul não fala inglês.

Nesse caso, é correto concluir que

 

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A negação de Se meu time ganhar o campeonato então vou viajar é

 

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A negação da afirmação “Todos os escoteiros são divertidos e alegres” é:
 

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Em uma pesquisa sobre hábitos de leitura, foram entrevistadas 2100 pessoas, sendo que todas leem livros físicos ou digitais. Descobriu-se que 1800 dessas pessoas leem livros físicos e 700 leem livros digitais.
Quantas pessoas leem tanto livros físicos quanto digitais?
 

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Em uma pesquisa sobre preferências de música, foram entrevistadas 1500 pessoas. Descobriu-se que 950 dessas pessoas gostam de rock, 400 gostam de jazz e 200 gostam tanto de rock quanto de jazz.
Quantas dessas pessoas não gostam nem de rock nem de jazz?
 

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Se João não estudou, então ele foi mal na prova de Matemática. Se João foi surfar, então ele não estudou. João não foi mal na prova de Matemática. Logo:
 

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