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Sendo dada uma função !$ g: \mathbb{R}_+ \rightarrow \mathbb{R}_+^{*} !$ definida por !$ g(x) = { \large 1 \over 2 + x} !$ e sendo !$ g^{-1}( \times) !$ a função inversa de !$ g( \times). !$
Qual o valor de !$ 11. g ( g (3)) - 3 . g^{-1} (3) !$?
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Cada um dos 215 alunos matriculados em uma academia de esporte pratica pelo menos uma das três seguintes modalidades: Crossfit (C), Treinamento Funcional (F) e Pilates (P). O número de alunos matriculados nas atividades está apresentado a seguir:
| MODALIDADE | C | F | P | C e P | C e F | P e F |
| NÚMERO DE ALUNOS | 85 | 115 | 95 | 25 | 15 | 45 |
Qual é o número de alunos que praticam as três atividades?
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Considere e !$ \times = log \sqrt[5]{0,01} !$, !$ y = 2 \sqrt[3]{16} !$ e !$ z = \large { 4^{1/2} + 3^{ \circ} \over \large { 1 \over 2^{-2}} – \large { 2 \over \left ( - { \large 1 \over 2} \right)^3}} !$
Qual é o valor da expressão !$ x^{-1} + \left ( { \large 1 \over y} \right)^3 + 5z !$?
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Em Lutar com palavras: coesão e coerência, Irandé Antunes (2005) preocupa-se em sistematizar os mecanismos de coesão, organizando-os em três diferentes tipos de relações que se estabelecem no texto.
Associe cada um desses tipos (indicados abaixo por meio de numerais romanos) às definições, aos procedimentos e aos recursos que lhe são próprios (expostos nos parágrafos a seguir, organizados a partir das letras do alfabeto):
I. Reiteração
II. Associação
III. Conexão
II. Associação
III. Conexão
(A) É uma relação textual que se estabelece através da seleção de palavras semanticamente próximas. Inclui a aplicação de recursos como a seleção por antônimos ou o uso de expressões pertencentes ao mesmo campo semântico.
(B) É realizada mediante a repetição e a substituição. Com respeito à repetição, poderá ser efetuada com unidades do léxico ou da gramática. A paráfrase e o paralelismo também são recursos empregados. A substituição ocorre pela retomada de pronomes e advérbios, quando gramatical, e, por sinônimos, hiperônimos e caracterizadores situacionais, quando lexical. A retomada por elipse é outro recurso utilizado.
(C) Propõe uma relação textual que acontece por meio do estabelecimento de relações sintático- semânticas entre termos, orações, períodos, parágrafos e blocos supraparagráficos. Emprega o uso de diferentes conectores, tais como: preposições, conjunções, advérbios e respectivas locuções.
A correta relação, de cima para baixo, é
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2549823
Ano: 2017
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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No capítulo sobre Sociolinguística que compõe o primeiro volume de Introdução à 1.Linguística: domínios e fronteiras, Tânia Alkmin menciona a contribuição de Émile Benveniste para se compreender os liames entre língua e sociedade, destacando, dentre outras ponderações do autor, a ideia de ser por meio da língua que o homem estabelece sua posição na natureza e na sociedade, já que “se situa necessariamente em uma classe, seja uma classe de autoridade ou classe de produção”
(BENVENISTE, 1989, apud ALKMIN, 2012).
Com base nessa observação e nas reflexões desenvolvidas por Marcos Bagno em suas obras sobre língua, marque (V) para as sentenças verdadeiras e (F) para as sentenças falsas:
( ) Na hierarquia social, há uma escala valorativa entre o que é considerado “errado” e o que é considerado “certo”, e a forma pela qual nos comunicamos não está isenta de tal avaliação. Nesse contexto, embora os linguistas entendam que a norma padrão tradicional não corresponde às realidades de uso da língua, há uma demanda social que a vislumbra enquanto bem simbólico de prestígio.
( ) Em relação ao ensino da língua, os linguistas consideram problemático centralizar as atividades na aprendizagem da norma padrão tradicional, pois isso não atende às necessidades do mundo do trabalho e das interações verbais. Sinônimo de norma culta, a norma padrão é um constructo social, não fazendo parte da língua, pois ninguém a utiliza efetivamente, da mesma forma que não existem pessoas incultas.
( ) Nas interações verbais, especialmente em sala de aula, circulam variedades linguísticas prestigiadas e estigma tizadas. Nesse universo, está presente uma variedade de dialetos, cronoletos, socioletos e idioletos. O professor deverá reconhecer os dois grandes conjuntos de variedades e considerar também o constructo social entendido por norma padrão, atuando de forma investigativa e integradora no Ensino da Língua Portuguesa.
( ) Na Sociolinguística, são definidos diferentes tipos de variação, os quais vão ao encontro da afirmação de Benveniste, pois permitem situar o homem na sociedade, de acordo com um conjunto de características. Podem ser citadas como exemplo: a variação diatópica, que associa a fala do indivíduo à região, zona ou área onde viveu; a variação diastrática, que indicia a classe social do sujeito; a variação diafásica, que sinaliza diferenças entre língua falada e língua escrita; e a variação diacrônica, que compreende as mudanças históricas operadas na língua.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é
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Lea los textos a continuación, para contestar la pregunta.
Texto 1
[…] El sujeto se constituye cuando cuenta su vida, si bien en la cultura de la alta modernidad se expresa en construcciones identitarias tan cambiantes y fluidas que parecen desafiar el propio concepto de identidad.
Este sujeto aparece en su estatuto discursivo de identidad, en la emergencia del concepto de sí mismo, fenomenológico y socializado, ni homogéneo, ni autotélico, sino en las inflexiones de la praxis, siempre relacional, pues comporta una alteridad externa, en relación con los otros, e interna, su propia otredad, que también lo identifica.
(BOLAÑOS, Aimée. Poesía insular
de signo infinito: una lectura de poetas cubanas de la diáspora. Madrid: Betania, 2008. p. 61-2)
Texto 2
Alexandra Alves
(Brasil, 1957)
(Brasil, 1957)
Yo/Iansã
No soy un cuerpo.
Soy la caza fiera
aquella nave
y la memoria partida
del origen más allá
del origen.
Me cortaron la lengua
me desgarraron el sexo
mis pechos de leche
y el placer del placer
me fueron secuestrados.
Cerraron la cueva húmeda
donde hacía mí volvía.
Me dejaron vestida.
Discursante
pero muda
vacía.
Ay de mi olor de fiera.
Ay de mi pelo furioso.
Ay de mis labios profundos.
Ay de mi vientre henchido.
Soy un camino dilacerado
sangrante.
Soy la las aguas (?)
que corren
la simiente sin nombre
y la libertad de un día.
Soy la caza fiera
aquella nave
y la memoria partida
del origen más allá
del origen.
Me cortaron la lengua
me desgarraron el sexo
mis pechos de leche
y el placer del placer
me fueron secuestrados.
Cerraron la cueva húmeda
donde hacía mí volvía.
Me dejaron vestida.
Discursante
pero muda
vacía.
Ay de mi olor de fiera.
Ay de mi pelo furioso.
Ay de mis labios profundos.
Ay de mi vientre henchido.
Soy un camino dilacerado
sangrante.
Soy la las aguas (?)
que corren
la simiente sin nombre
y la libertad de un día.
Soy mi cuerpo veloz.
con todos los colores
engalanado
y la mirada absoluta.
Soy la esposa del trueno
la guerrera y la guerra
justa.
Soy el viento
fulminante.
Contra mí nada puede:
más allá del miedo
es mi casa.
Tendido está mi lecho
de turbulentas aguas.
Y entre mis piernas
el placer es un río.
Nací en una isla
y a ella volví dividida.
Soy dueña de los muertos
aunque mi lugar es la vida.
Arrasante y rasgada
traigo la renovación sin fin.
Soy la tempestad
con todos los colores
engalanado
y la mirada absoluta.
Soy la esposa del trueno
la guerrera y la guerra
justa.
Soy el viento
fulminante.
Contra mí nada puede:
más allá del miedo
es mi casa.
Tendido está mi lecho
de turbulentas aguas.
Y entre mis piernas
el placer es un río.
Nací en una isla
y a ella volví dividida.
Soy dueña de los muertos
aunque mi lugar es la vida.
Arrasante y rasgada
traigo la renovación sin fin.
Soy la tempestad
y la armonía.
Soy el camino inconcluso
la memoria abierta
y la libertad de un día.
Soy el camino inconcluso
la memoria abierta
y la libertad de un día.
(BOLAÑOS, Aimée. Las Otras: antología mínima del silencio. Madrid: Torremozas, 2004. p.40)
Respecto al poema “Yo/Iansã”, están hechas las siguientes afirmaciones
I. Constituido de dos estrofas que contienen la misma cantidad de versos, el poema presenta al lector, de modo especular, una mujer en dos momentos: el de su castración simbólica y el de su revolución íntima.
II. El verso “y la libertad de un día”, presente al final de la primera estrofa, contiene un sentido negativo que es resignificado positivamente cuando se repite el verso en la segunda parte del poema.
III. El sujeto lírico, desnudándose de su cuerpo y renaciendo como mito, se reafirma como mujer empoderada.
Están correctas las afirmaciones:
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Lea los textos a continuación, para contestar la pregunta.
Texto 1
[…] El sujeto se constituye cuando cuenta su vida, si bien en la cultura de la alta modernidad se expresa en construcciones identitarias tan cambiantes y fluidas que parecen desafiar el propio concepto de identidad.
Este sujeto aparece en su estatuto discursivo de identidad, en la emergencia del concepto de sí mismo, fenomenológico y socializado, ni homogéneo, ni autotélico, sino en las inflexiones de la praxis, siempre relacional, pues comporta una alteridad externa, en relación con los otros, e interna, su propia otredad, que también lo identifica.
(BOLAÑOS, Aimée. Poesía insular
de signo infinito: una lectura de poetas cubanas de la diáspora. Madrid: Betania, 2008. p. 61-2)
Texto 2
Alexandra Alves
(Brasil, 1957)
(Brasil, 1957)
Yo/Iansã
No soy un cuerpo.
Soy la caza fiera
aquella nave
y la memoria partida
del origen más allá
del origen.
Me cortaron la lengua
me desgarraron el sexo
mis pechos de leche
y el placer del placer
me fueron secuestrados.
Cerraron la cueva húmeda
donde hacía mí volvía.
Me dejaron vestida.
Discursante
pero muda
vacía.
Ay de mi olor de fiera.
Ay de mi pelo furioso.
Ay de mis labios profundos.
Ay de mi vientre henchido.
Soy un camino dilacerado
sangrante.
Soy la las aguas (?)
que corren
la simiente sin nombre
y la libertad de un día.
Soy la caza fiera
aquella nave
y la memoria partida
del origen más allá
del origen.
Me cortaron la lengua
me desgarraron el sexo
mis pechos de leche
y el placer del placer
me fueron secuestrados.
Cerraron la cueva húmeda
donde hacía mí volvía.
Me dejaron vestida.
Discursante
pero muda
vacía.
Ay de mi olor de fiera.
Ay de mi pelo furioso.
Ay de mis labios profundos.
Ay de mi vientre henchido.
Soy un camino dilacerado
sangrante.
Soy la las aguas (?)
que corren
la simiente sin nombre
y la libertad de un día.
Soy mi cuerpo veloz.
con todos los colores
engalanado
y la mirada absoluta.
Soy la esposa del trueno
la guerrera y la guerra
justa.
Soy el viento
fulminante.
Contra mí nada puede:
más allá del miedo
es mi casa.
Tendido está mi lecho
de turbulentas aguas.
Y entre mis piernas
el placer es un río.
Nací en una isla
y a ella volví dividida.
Soy dueña de los muertos
aunque mi lugar es la vida.
Arrasante y rasgada
traigo la renovación sin fin.
Soy la tempestad
con todos los colores
engalanado
y la mirada absoluta.
Soy la esposa del trueno
la guerrera y la guerra
justa.
Soy el viento
fulminante.
Contra mí nada puede:
más allá del miedo
es mi casa.
Tendido está mi lecho
de turbulentas aguas.
Y entre mis piernas
el placer es un río.
Nací en una isla
y a ella volví dividida.
Soy dueña de los muertos
aunque mi lugar es la vida.
Arrasante y rasgada
traigo la renovación sin fin.
Soy la tempestad
y la armonía.
Soy el camino inconcluso
la memoria abierta
y la libertad de un día.
Soy el camino inconcluso
la memoria abierta
y la libertad de un día.
(BOLAÑOS, Aimée. Las Otras: antología mínima del silencio. Madrid: Torremozas, 2004. p.40)
Tras haber leído esos dos fragmentos, se puede decir que
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Respecto a la obra de Borges, lea el fragmento que sigue:
Símbolos por excelencia en la obra de Jorge Luis Borges (igual que , los tigres, o el color amarillo), los laberintos le provocaron desde niño una íntima fascinación.
(JIMÉNEZ, Alfredo. Jorge Luis Borges.
Disponible en: < https://www.poeticous.com/ borges/laberinto?locale=es>. Accedido en: 16 nov. 2017.)
A partir de la lectura de El Aleph y de sus conocimientos sobre la obra borgiana, es correcto decir que los símbolos más fundamentales de la literatura de Borges que llenan correctamente y respectivamente los huecos arriba son
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El texto de Tejera (2011), que usted leerá a continuación, analiza un cuento de la obra El Aleph, de Borges: Por ejemplo, dice el
personaje: "Otra especie ridícula es que yo, 1 , soy un prisionero" (Borges, 2000:78). Se es prisionero del propio espacio en el cual no se escogió vivir. 1 vuelve a representar la imagen universal del hombre, quien también se siente – en numerosas oportunidades – atrapado por la vida y preocupaciones de cada momento. Y es realmente ridículo que el monstruo sea prisionero, porque él puede salir cuando quiera de ese laberinto, pero lo que le sucede es que no desea tomar contacto con esa masa humana que lo venera y le teme. Su misantropía lo mantiene alejado de ella y lo vuelve "ridículamente" prisionero.
(TEJERA, Luis Quintana. La conciencia atormentada de un monstruo abandonado: 2 , Jorge Luis Borges. Culturales, Mexicali, v. 7, n. 14, p. 7-34, dic. 2011. Disponible en <http://www.scielo.org.mx/scielo.php?script=sci_art text&pid=S1870-11912011000200002&lng=es&nrm=iso>. Accedido en 15 nov. 2017.) Los huecos marcados con los números 1 y 2, se llenan correctamente con?
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En lo que atañe a la inserción del texto literario en la clase de E/LE, Jouini (2008) entiende que sea
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