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Todas as palavras grifadas admitem as duas concordâncias indicadas, exceto:
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No trecho a seguir, retirado da obra Os Donos do Poder, de Raymundo Faoro, a pontuação foi alterada. Identifique a alternativa em que a pontuação está correta.
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Texto 1
À sombra da Constituição
Ao defender o senador José Sarney de denúncias de irregularidade, o presidente Lula cria no Brasil duas categorias de cidadão: os "comuns", nós, e os "incomuns", a quem tudo se permite.
Otávio Cabral e Diego Escosteguy
Há meio século, quando o presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira inaugurou Brasília, um coro de descontentes fez-se ouvir. Nada contra a arquitetura de gosto duvidoso da nova capital federal. O que se temia era a possibilidade de que, uma vez isolados no interior do país, longe da vigilância próxima e permanente dos cidadãos de uma metrópole como o Rio de Janeiro, antiga sede do governo, os políticos perdessem de uma vez a compostura e passassem a comportar-se como senhores feudais, acima das leis. Infelizmente, os descontentes revelaram-se proféticos. Brasília tornou-se uma ilha da fantasia para deputados e senadores, que usam seus cargos de representantes do povo para locupletar-se e obter vantagens para seus apaniguados. O corolário evidente é que a capital se transformou numa imagem de pesadelo para os que pagam a conta: nós, os milhões de contribuintes; nós, as dezenas de milhões de pessoas comuns. É tal o resumo da ópera brasiliense – eles, os poderosos, os "incomuns", se lixam cada vez mais para a opinião pública, para os bons modos, para a Constituição. Minam, assim, a crença na democracia e os alicerces de uma nação que almeja a civilização.
(Revista Veja, 24/06/2009, p.59)
Entre as palavras retiradas do texto 1, assinale a alternativa que só apresenta palavras oxítonas.
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Texto 1
À sombra da Constituição
Ao defender o senador José Sarney de denúncias de irregularidade, o presidente Lula cria no Brasil duas categorias de cidadão: os "comuns", nós, e os "incomuns", a quem tudo se permite.
Otávio Cabral e Diego Escosteguy
Há meio século, quando o presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira inaugurou Brasília, um coro de descontentes fez-se ouvir. Nada contra a arquitetura de gosto duvidoso da nova capital federal. O que se temia era a possibilidade de que, uma vez isolados no interior do país, longe da vigilância próxima e permanente dos cidadãos de uma metrópole como o Rio de Janeiro, antiga sede do governo, os políticos perdessem de uma vez a compostura e passassem a comportar-se como senhores feudais, acima das leis. Infelizmente, os descontentes revelaram-se proféticos. Brasília tornou-se uma ilha da fantasia para deputados e senadores, que usam seus cargos de representantes do povo para locupletar-se e obter vantagens para seus apaniguados. O corolário evidente é que a capital se transformou numa imagem de pesadelo para os que pagam a conta: nós, os milhões de contribuintes; nós, as dezenas de milhões de pessoas comuns. É tal o resumo da ópera brasiliense – eles, os poderosos, os "incomuns", se lixam cada vez mais para a opinião pública, para os bons modos, para a Constituição. Minam, assim, a crença na democracia e os alicerces de uma nação que almeja a civilização.
(Revista Veja, 24/06/2009, p.59)
Analise as afirmações a seguir, retiradas do texto 1, e assinale a alternativa incorreta.
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Texto 1
À sombra da Constituição
Ao defender o senador José Sarney de denúncias de irregularidade, o presidente Lula cria no Brasil duas categorias de cidadão: os "comuns", nós, e os "incomuns", a quem tudo se permite.
Otávio Cabral e Diego Escosteguy
Há meio século, quando o presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira inaugurou Brasília, um coro de descontentes fez-se ouvir. Nada contra a arquitetura de gosto duvidoso da nova capital federal. O que se temia era a possibilidade de que, uma vez isolados no interior do país, longe da vigilância próxima e permanente dos cidadãos de uma metrópole como o Rio de Janeiro, antiga sede do governo, os políticos perdessem de uma vez a compostura e passassem a comportar-se como senhores feudais, acima das leis. Infelizmente, os descontentes revelaram-se proféticos. Brasília tornou-se uma ilha da fantasia para deputados e senadores, que usam seus cargos de representantes do povo para locupletar-se e obter vantagens para seus apaniguados. O corolário evidente é que a capital se transformou numa imagem de pesadelo para os que pagam a conta: nós, os milhões de contribuintes; nós, as dezenas de milhões de pessoas comuns. É tal o resumo da ópera brasiliense – eles, os poderosos, os "incomuns", se lixam cada vez mais para a opinião pública, para os bons modos, para a Constituição. Minam, assim, a crença na democracia e os alicerces de uma nação que almeja a civilização.
(Revista Veja, 24/06/2009, p.59)
Sobre algumas palavras utilizadas no texto 1, e relacionadas na coluna 1, relacione-as a seu correto significado, descrito na coluna 2.
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Coluna 1 |
Coluna 2 |
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I – Locupletar |
A – Sectário, partidário |
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II – Apaniguado |
B – Corroer pouco a pouco; |
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III – Corolário |
C – Tornar rico; enriquecer |
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IV – Minar |
D – comedimento, circunspeção, |
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V – Compostura |
E – Decorrência, dedução, |
Assinale a alternativa que contém a sequência correta.
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Texto 1
À sombra da Constituição
Ao defender o senador José Sarney de denúncias de irregularidade, o presidente Lula cria no Brasil duas categorias de cidadão: os "comuns", nós, e os "incomuns", a quem tudo se permite.
Otávio Cabral e Diego Escosteguy
Há meio século, quando o presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira inaugurou Brasília, um coro de descontentes fez-se ouvir. Nada contra a arquitetura de gosto duvidoso da nova capital federal. O que se temia era a possibilidade de que, uma vez isolados no interior do país, longe da vigilância próxima e permanente dos cidadãos de uma metrópole como o Rio de Janeiro, antiga sede do governo, os políticos perdessem de uma vez a compostura e passassem a comportar-se como senhores feudais, acima das leis. Infelizmente, os descontentes revelaram-se proféticos. Brasília tornou-se uma ilha da fantasia para deputados e senadores, que usam seus cargos de representantes do povo para locupletar-se e obter vantagens para seus apaniguados. O corolário evidente é que a capital se transformou numa imagem de pesadelo para os que pagam a conta: nós, os milhões de contribuintes; nós, as dezenas de milhões de pessoas comuns. É tal o resumo da ópera brasiliense – eles, os poderosos, os "incomuns", se lixam cada vez mais para a opinião pública, para os bons modos, para a Constituição. Minam, assim, a crença na democracia e os alicerces de uma nação que almeja a civilização.
(Revista Veja, 24/06/2009, p.59)
Sobre aspectos gramaticais do texto 1, analise as afirmativas a seguir em verdadeiras ou falsas.
I- No período “Ao defender o senador José Sarney de denúncias de irregularidade, o presidente Lula cria no Brasil duas categorias de cidadão: os ‘comuns’, nós, e os ‘incomuns’ (...)”, os dois pontos (:) iniciam uma enumeração.
II- A oposição entre “comuns” e “incomuns” é utilizada como recurso retórico, no qual “incomuns” é um eufemismo para se referir a “políticos”.
III- Em “(...) um coro de descontentes fez-se ouvir” tem-se sujeito indeterminado, expresso pela partícula “-se”.
IV- Já no período “Brasília tornou-se uma ilha da fantasia (...), a partícula “-se” indica uma ação reflexiva, significando “a si mesma”.
São corretas:
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Texto 1
À sombra da Constituição
Ao defender o senador José Sarney de denúncias de irregularidade, o presidente Lula cria no Brasil duas categorias de cidadão: os "comuns", nós, e os "incomuns", a quem tudo se permite.
Otávio Cabral e Diego Escosteguy
Há meio século, quando o presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira inaugurou Brasília, um coro de descontentes fez-se ouvir. Nada contra a arquitetura de gosto duvidoso da nova capital federal. O que se temia era a possibilidade de que, uma vez isolados no interior do país, longe da vigilância próxima e permanente dos cidadãos de uma metrópole como o Rio de Janeiro, antiga sede do governo, os políticos perdessem de uma vez a compostura e passassem a comportar-se como senhores feudais, acima das leis. Infelizmente, os descontentes revelaram-se proféticos. Brasília tornou-se uma ilha da fantasia para deputados e senadores, que usam seus cargos de representantes do povo para locupletar-se e obter vantagens para seus apaniguados. O corolário evidente é que a capital se transformou numa imagem de pesadelo para os que pagam a conta: nós, os milhões de contribuintes; nós, as dezenas de milhões de pessoas comuns. É tal o resumo da ópera brasiliense – eles, os poderosos, os "incomuns", se lixam cada vez mais para a opinião pública, para os bons modos, para a Constituição. Minam, assim, a crença na democracia e os alicerces de uma nação que almeja a civilização.
(Revista Veja, 24/06/2009, p.59)
Analise as afirmativas a seguir sobre o texto 1 e assinale a alternativa incorreta.
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Em Nilbo (2005), encontra-se o seguinte anúncio:
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Procura-se profissionais polivalentes, que tenham fluência em alemão, latim e russo. Espera-se que o candidato tenha espírito de liderança, criatividade, inteligência espacial bem desenvolvida, boa comunicação corporal, vivência profissional no exterior e experiência em marketing, geologia e astronomia. |
Deduz-se desse anúncio que o profissional com condições de atender a essas exigências é aquele cujo currículo ofereça:
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Para Arroyo (2000), “[...] a escola é antes de tudo um tempo espaço de encontro de gerações, de pessoas em tempos diversos de socialização, interação, formação e aprendizagens das artes de ser humano. Essas artes não se alteram bruscamente com mudanças nas áreas do conhecimento nem nas técnicas de produção. A escola e os docentes têm de estar atentos à construção social do conhecimento, à construção cultural dos sujeitos. O currículo tentará dar conta dessa dinâmica e os docentes terão de estar em permanente atenção para selecionar e privilegiar saberes, vivências e valores. Nesta dinâmica social e cultural todo currículo será um “texto” provisório e a postura docente será...”:
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Libâneo (2005) diz que “a meu ver, Pedagogia é um campo de conhecimento que se ocupa do estudo sistemático da educação, isto é...”. Das alternativas a seguir apenas uma completa a definição de Pedagogia segundo o autor citado:
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