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Ao ataque de lança ou golpes de facão, foram os expropriados os que realmente combateram, quando despontava o século XIX, contra o poder espanhol nos campos da América Latina. A independência não os recompensou (...) os quatro vice-reinados do império espanhol se quebraram em pedaços e múltiplos países nasceram como cacos da unidade nacional pulverizada. A América Latina logo teve suas constituições burguesas, muito envernizadas de liberalismo, mas não teve, em compensação, uma burguesia criadora (...) As burguesias destas terras nasceram como simples instrumentos do capitalismo internacional.
(Eduardo Galeano. As veias abertas da América Latina)
A partir do fragmento, acerca do processo de emancipação da América espanhola, é correto afirmar que
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Foi um movimento organizado na Bahia em 1798, por gente marcada pela cor e pela condição social: mulatos e negros livres ou libertos, ligados às profissões urbanas, como artesãos ou soldados, e alguns escravos. Mesmo entre os brancos, predominava a origem popular. A conspiração se liga ao quadro geral das rebeliões surgidas em fins do século XVIII e tem a ver também com as condições de vida da população de Salvador.
(Boris Fausto. História do Brasil. Adaptado)
O movimento a que se refere o fragmento ficou, dentre outros nomes, conhecido como
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O Relatório da Comissão Internacional sobre a Educação para o século XXI, feito para a UNESCO, conhecido como relatório Jacques Delors, preconiza que a educação deve organizar-se em torno de quatro aprendizagens fundamentais, que serão, ao longo da vida de cada indivíduo, os pilares do conhecimento, a saber:
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1376574
Ano: 2011
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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A obrigatoriedade do ensino sobre História e Cultura Afro- -Brasileira, nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares, nos termos do Art. 26-A da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, visa resgatar
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Analisando livros didáticos utilizados no final da década de 1980, a autora assinala:
Não é só a questão do espaço que é etnocêntrica nos manuais. A noção de tempo, de uma data precisa para o início da história também o é. Esse conceito dá continuidade à história europeia e ignora a história americana. (...). Dizer que várias sociedades não têm história, embora de maneira velada, significa que o que é apresentado como um fato objetivo não é outra coisa que um julgamento de valor implicando a superioridade intrínseca de um modo de vida sobre outro.
(Norma Telles. In: A. Lopes da Silva (org.). A questão indígena na sala de aula. Adaptado)
O texto discute de forma crítica a ideia de
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A tradução do marxismo às condições brasileiras, realizada pela obra [desse historiador], se dá mediante a atenção a uma questão central: a relação entre colônia e nação. Esse é seu grande tema, a constante atenção à relação entre colônia e nação fazendo com que a obra do historiador paulista tenha uma indiscutível unidade. A preocupação com esse problema sugere, além do mais, um dos eixos principais da reflexão do autor: a transição entre a situação colonial e a situação nacional.
(A. Botelho e Lilia M. Schwarcz. Um enigma chamado Brasil)
O historiador abordado pelo texto é
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Se para Hobbes o poder é absoluto, indivisível e irresistível, para Locke, ao contrário, é limitado, divisível e resistível. Foi precisamente na ultrapassagem dessa fronteira que se constituíram os primeiros passos daquilo que chamamos comumente hoje de “direitos humanos”. Uma fronteira ultrapassada exatamente em meio ao revolucionário século XVII inglês. Uma fronteira que, ultrapassada, nos abriu a possibilidade histórica de um Estado de direito, de um Estado dos cidadãos, regido não mais por um poder absoluto, mas por uma Carta de Direitos, um Bill of Rights. Uma nova era descortinava-se, então, para a humanidade – uma Era dos Direitos. O contratualismo liberal de Locke foi, sem dúvida, um dos maiores responsáveis pela edificação dessa nova era.
(Marco Mondaini. O respeito aos direitos dos indivíduos. In: Jaime Pinsky e Carla B. Pinsky (org.). História da cidadania)
Locke fez a defesa
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As conquistas territoriais [suscitadas pelas Cruzadas] foram efêmeras na Terra Santa, mas o movimento equivalente de expansão na Península Ibérica foi perene e gerou realidades políticas que conservariam a característica diversidade cultural fomentada por séculos de convivência com o Al-Andalus. A Escola de Tradutores de Toledo, por exemplo, manteria vivo (possibilitando que chegasse até nós hoje) o pensamento e as obras de muçulmanos como Avicena e Averróis. Seria de lá que Pedro, o Venerável, abade de Cluny, encomendaria a tradução do Alcorão para o latim a fim de conhecer as ideias daqueles a quem combatia. Nessa mesma linha, em pleno século XIII, Ramón Llull, pensador catalão, aprenderia árabe para, à luz da lógica, discutir os princípios religiosos muçulmanos.
(Fátima Regina Fernandes. Cruzada na Idade Média. In: Demétrio Magnoli (org.). História das guerras)
O trecho revela que
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Na educação escolar, pode haver planejamento com diferentes graus de abrangência. A proposta que expressa o conjunto das experiências de aprendizado que serão oferecidas pela escola, por meio do trabalho didático-pedagógico, representa a espinha dorsal da escola, desde as séries iniciais até as terminais. Ela apresenta os elementos: fundamentos da disciplina/ área de estudo, encaminhamento metodológico, proposta de conteúdos e processo de avaliação.
Nesse caso, o planejamento aplica-se
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Observe a pintura e leia os textos.

(Candido Portinari, O lavrador de café, 1934)
I. A noção mais tradicional, acentuada pelos historiadores positivistas, atraídos pelo lado empírico e abstrato dos testemunhos, vê no documento a expressão irredutível do “fato” como o espelho da realidade e a prova irrefutável de uma investigação equivalente a um dossiê de processo-crime; daí provêm uma atitude de respeito quase místico da peça documental e a redução do historiador a mero copista (...).
(Adalberto Marson. Reflexões sobre o procedimento histórico. In: Marcos A. da Silva (org.). Repensando a História)
II. Ao longo do século XX, o documento adquire outra amplitude no trabalho do historiador. São utilizadas outras fontes de pesquisa histórica relacionadas à preocupação de se estudar outras dimensões da vida social. (...). Os vestígios do passado, quando transformados em documentos históricos, passaram a englobar outras funções, além das suas funções primárias originais, ou seja, ganharam também o papel de fornecer para o estudioso indícios de realidades históricas, modos de vida, mentalidades.
(PCNs História – terceiro e quarto ciclos do Ensino Fundamental)
Tendo em vista as conceituações descritas em I e II, está correto afirmar que a pintura pode ser considerada como documento histórico para
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