Foram encontradas 1.714 questões.
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemVícios de LinguagemAmbiguidade
- Interpretação de TextosFunções da LinguagemConotativa, Apelativa, Metafórica ou Figurada
- Interpretação de TextosFunções da LinguagemDenotativa, Própria, Referencial, Literal ou Informativa
Leia o texto, para responder às questões de números 38 a 44.
Páginas da vida
A primeira palavra de que se tem conhecimento na literatura ocidental é “cólera”– originalmente escrita em grego como ménin. O termo abre a Ilíada, de Homero, autor que se acredita ter vivido na região da Jônia, atual Turquia, no século VIII a.C. Transmitido a princípio de maneira oral, o poema épico que fala da ira do guerreiro Aquiles na Guerra de Troia foi o pontapé inicial para uma história que é mãe de todas as outras: a origem do livro, recontada em detalhes no instigante O Infinito em um Junco, da filósofa e historiadora espanhola Irene Vallejo. “Os livros sobreviveram por milhares de anos porque foram capazes de se adaptar. Tivemos livros de papiro, pergaminho, papel, e agora temos também digitais”, explicou a autora em entrevista a VEJA.
Lançada no Brasil pela editora Intrínseca, a obra viaja à Antiguidade clássica para relatar como a invenção da escrita e o uso dessa tecnologia para registro histórico e literário moldaram o desenvolvimento da civilização tal e qual a conhecemos hoje. Inventada pelos sumérios há 6 000 anos, a escrita nasceu de símbolos complexos desenhados em placas de argila moldadas nas margens dos rios. Batizadas de tabuletas, essas peças foram o embrião do que seriam, posteriormente, os livros. Ironicamente, boa parte dos registros daquela época que restaram vem de peças submetidas ao fogo durante incêndios, já que o calor cozia a argila e tornava a escrita mais resistente aos efeitos do tempo.
Foi no Egito, porém, mais precisamente em Alexandria, que a história do livro se desenvolveu de maneira voraz, ganhando contornos quase lendários. Sob o comando do rei Ptolomeu, no século III a.C., o país se estabeleceu como o grande centro cultural do mundo antigo. Grande parte de tal fama se deveu a um plano mirabolante de seu governante: “Ele queria concentrar em um edifício todos os livros do mundo e disponibilizar essa sabedoria a qualquer mente curiosa”, explica Irene. A Biblioteca de Alexandria se tornaria a primeira a romper as barreiras das coleções particulares e ganhar status de pública; floresceu, tornando-se um símbolo do helenismo imaginado por Alexandre, o Grande, ao reunir obras das mais diversas culturas.
Ao longo da história, como se sabe, os livros não foram objeto só de amor, mas de ódio. Por diversas razões, autores e obras sofreram perseguições na Antiguidade e Idade Média. Livros foram vítimas de fogueiras, e a própria Biblioteca de Alexandria foi destruída três vezes, a última delas em 642. “A destruição atinge também as letras, porque nelas sobrevivem uma cultura e uma memória”, afirma Irene.
Com o advento do mundo digital, publica-se um novo título a cada meio minuto. É um volume impressionante: um leitor comum não consegue ler em toda a sua vida o que o mercado editorial produz em um único dia de trabalho. Nunca foi tão fácil e tão difícil acompanhar o avanço da civilização.
(Amanda Capuano. Veja, 08-06-2022. Adaptado)
Na passagem – … o poema épico que fala da ira do guerreiro Aquiles na Guerra de Troia foi o pontapé inicial para uma história que é mãe de todas as outras –, as expressões “pontapé inicial” e “é a mãe” estão em sentido
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Páginas da vida
A primeira palavra de que se tem conhecimento na literatura ocidental é “cólera”– originalmente escrita em grego como ménin. O termo abre a Ilíada, de Homero, autor que se acredita ter vivido na região da Jônia, atual Turquia, no século VIII a.C. Transmitido a princípio de maneira oral, o poema épico que fala da ira do guerreiro Aquiles na Guerra de Troia foi o pontapé inicial para uma história que é mãe de todas as outras: a origem do livro, recontada em detalhes no instigante O Infinito em um Junco, da filósofa e historiadora espanhola Irene Vallejo. “Os livros sobreviveram por milhares de anos porque foram capazes de se adaptar. Tivemos livros de papiro, pergaminho, papel, e agora temos também digitais”, explicou a autora em entrevista a VEJA.
Lançada no Brasil pela editora Intrínseca, a obra viaja à Antiguidade clássica para relatar como a invenção da escrita e o uso dessa tecnologia para registro histórico e literário moldaram o desenvolvimento da civilização tal e qual a conhecemos hoje. Inventada pelos sumérios há 6 000 anos, a escrita nasceu de símbolos complexos desenhados em placas de argila moldadas nas margens dos rios. Batizadas de tabuletas, essas peças foram o embrião do que seriam, posteriormente, os livros. Ironicamente, boa parte dos registros daquela época que restaram vem de peças submetidas ao fogo durante incêndios, já que o calor cozia a argila e tornava a escrita mais resistente aos efeitos do tempo.
Foi no Egito, porém, mais precisamente em Alexandria, que a história do livro se desenvolveu de maneira voraz, ganhando contornos quase lendários. Sob o comando do rei Ptolomeu, no século III a.C., o país se estabeleceu como o grande centro cultural do mundo antigo. Grande parte de tal fama se deveu a um plano mirabolante de seu governante: “Ele queria concentrar em um edifício todos os livros do mundo e disponibilizar essa sabedoria a qualquer mente curiosa”, explica Irene. A Biblioteca de Alexandria se tornaria a primeira a romper as barreiras das coleções particulares e ganhar status de pública; floresceu, tornando-se um símbolo do helenismo imaginado por Alexandre, o Grande, ao reunir obras das mais diversas culturas.
Ao longo da história, como se sabe, os livros não foram objeto só de amor, mas de ódio. Por diversas razões, autores e obras sofreram perseguições na Antiguidade e Idade Média. Livros foram vítimas de fogueiras, e a própria Biblioteca de Alexandria foi destruída três vezes, a última delas em 642. “A destruição atinge também as letras, porque nelas sobrevivem uma cultura e uma memória”, afirma Irene.
Com o advento do mundo digital, publica-se um novo título a cada meio minuto. É um volume impressionante: um leitor comum não consegue ler em toda a sua vida o que o mercado editorial produz em um único dia de trabalho. Nunca foi tão fácil e tão difícil acompanhar o avanço da civilização.
(Amanda Capuano. Veja, 08-06-2022. Adaptado)
Observando-se as expressões destacadas no 1º e no 2º parágrafo, conclui-se que há um elemento de coesão por catáfora em:
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções CoordenativasConjunções coordenativas adversativas
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Páginas da vida
A primeira palavra de que se tem conhecimento na literatura ocidental é “cólera”– originalmente escrita em grego como ménin. O termo abre a Ilíada, de Homero, autor que se acredita ter vivido na região da Jônia, atual Turquia, no século VIII a.C. Transmitido a princípio de maneira oral, o poema épico que fala da ira do guerreiro Aquiles na Guerra de Troia foi o pontapé inicial para uma história que é mãe de todas as outras: a origem do livro, recontada em detalhes no instigante O Infinito em um Junco, da filósofa e historiadora espanhola Irene Vallejo. “Os livros sobreviveram por milhares de anos porque foram capazes de se adaptar. Tivemos livros de papiro, pergaminho, papel, e agora temos também digitais”, explicou a autora em entrevista a VEJA.
Lançada no Brasil pela editora Intrínseca, a obra viaja à Antiguidade clássica para relatar como a invenção da escrita e o uso dessa tecnologia para registro histórico e literário moldaram o desenvolvimento da civilização tal e qual a conhecemos hoje. Inventada pelos sumérios há 6 000 anos, a escrita nasceu de símbolos complexos desenhados em placas de argila moldadas nas margens dos rios. Batizadas de tabuletas, essas peças foram o embrião do que seriam, posteriormente, os livros. Ironicamente, boa parte dos registros daquela época que restaram vem de peças submetidas ao fogo durante incêndios, já que o calor cozia a argila e tornava a escrita mais resistente aos efeitos do tempo.
Foi no Egito, porém, mais precisamente em Alexandria, que a história do livro se desenvolveu de maneira voraz, ganhando contornos quase lendários. Sob o comando do rei Ptolomeu, no século III a.C., o país se estabeleceu como o grande centro cultural do mundo antigo. Grande parte de tal fama se deveu a um plano mirabolante de seu governante: “Ele queria concentrar em um edifício todos os livros do mundo e disponibilizar essa sabedoria a qualquer mente curiosa”, explica Irene. A Biblioteca de Alexandria se tornaria a primeira a romper as barreiras das coleções particulares e ganhar status de pública; floresceu, tornando-se um símbolo do helenismo imaginado por Alexandre, o Grande, ao reunir obras das mais diversas culturas.
Ao longo da história, como se sabe, os livros não foram objeto só de amor, mas de ódio. Por diversas razões, autores e obras sofreram perseguições na Antiguidade e Idade Média. Livros foram vítimas de fogueiras, e a própria Biblioteca de Alexandria foi destruída três vezes, a última delas em 642. “A destruição atinge também as letras, porque nelas sobrevivem uma cultura e uma memória”, afirma Irene.
Com o advento do mundo digital, publica-se um novo título a cada meio minuto. É um volume impressionante: um leitor comum não consegue ler em toda a sua vida o que o mercado editorial produz em um único dia de trabalho. Nunca foi tão fácil e tão difícil acompanhar o avanço da civilização.
(Amanda Capuano. Veja, 08-06-2022. Adaptado)
Observe os trechos destacados nas passagens transcritas:
... o calor cozia a argila e tornava a escrita mais resistente aos efeitos do tempo. / Ao longo da história, como se sabe, os livros não foram objeto só de amor, mas de ódio.
Analisando-se o texto em seus aspectos coesivos e semânticos, constata-se que os trechos destacados estabelecem, nos respectivos contextos, relações de sentido de
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Páginas da vida
A primeira palavra de que se tem conhecimento na literatura ocidental é “cólera”– originalmente escrita em grego como ménin. O termo abre a Ilíada, de Homero, autor que se acredita ter vivido na região da Jônia, atual Turquia, no século VIII a.C. Transmitido a princípio de maneira oral, o poema épico que fala da ira do guerreiro Aquiles na Guerra de Troia foi o pontapé inicial para uma história que é mãe de todas as outras: a origem do livro, recontada em detalhes no instigante O Infinito em um Junco, da filósofa e historiadora espanhola Irene Vallejo. “Os livros sobreviveram por milhares de anos porque foram capazes de se adaptar. Tivemos livros de papiro, pergaminho, papel, e agora temos também digitais”, explicou a autora em entrevista a VEJA.
Lançada no Brasil pela editora Intrínseca, a obra viaja à Antiguidade clássica para relatar como a invenção da escrita e o uso dessa tecnologia para registro histórico e literário moldaram o desenvolvimento da civilização tal e qual a conhecemos hoje. Inventada pelos sumérios há 6 000 anos, a escrita nasceu de símbolos complexos desenhados em placas de argila moldadas nas margens dos rios. Batizadas de tabuletas, essas peças foram o embrião do que seriam, posteriormente, os livros. Ironicamente, boa parte dos registros daquela época que restaram vem de peças submetidas ao fogo durante incêndios, já que o calor cozia a argila e tornava a escrita mais resistente aos efeitos do tempo.
Foi no Egito, porém, mais precisamente em Alexandria, que a história do livro se desenvolveu de maneira voraz, ganhando contornos quase lendários. Sob o comando do rei Ptolomeu, no século III a.C., o país se estabeleceu como o grande centro cultural do mundo antigo. Grande parte de tal fama se deveu a um plano mirabolante de seu governante: “Ele queria concentrar em um edifício todos os livros do mundo e disponibilizar essa sabedoria a qualquer mente curiosa”, explica Irene. A Biblioteca de Alexandria se tornaria a primeira a romper as barreiras das coleções particulares e ganhar status de pública; floresceu, tornando-se um símbolo do helenismo imaginado por Alexandre, o Grande, ao reunir obras das mais diversas culturas.
Ao longo da história, como se sabe, os livros não foram objeto só de amor, mas de ódio. Por diversas razões, autores e obras sofreram perseguições na Antiguidade e Idade Média. Livros foram vítimas de fogueiras, e a própria Biblioteca de Alexandria foi destruída três vezes, a última delas em 642. “A destruição atinge também as letras, porque nelas sobrevivem uma cultura e uma memória”, afirma Irene.
Com o advento do mundo digital, publica-se um novo título a cada meio minuto. É um volume impressionante: um leitor comum não consegue ler em toda a sua vida o que o mercado editorial produz em um único dia de trabalho. Nunca foi tão fácil e tão difícil acompanhar o avanço da civilização.
(Amanda Capuano. Veja, 08-06-2022. Adaptado)
Em atividade prática de análise linguística da sintaxe de concordância, o estudante identificará, em conformidade da norma-padrão, o seguinte enunciado adaptado do texto:
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Páginas da vida
A primeira palavra de que se tem conhecimento na literatura ocidental é “cólera”– originalmente escrita em grego como ménin. O termo abre a Ilíada, de Homero, autor que se acredita ter vivido na região da Jônia, atual Turquia, no século VIII a.C. Transmitido a princípio de maneira oral, o poema épico que fala da ira do guerreiro Aquiles na Guerra de Troia foi o pontapé inicial para uma história que é mãe de todas as outras: a origem do livro, recontada em detalhes no instigante O Infinito em um Junco, da filósofa e historiadora espanhola Irene Vallejo. “Os livros sobreviveram por milhares de anos porque foram capazes de se adaptar. Tivemos livros de papiro, pergaminho, papel, e agora temos também digitais”, explicou a autora em entrevista a VEJA.
Lançada no Brasil pela editora Intrínseca, a obra viaja à Antiguidade clássica para relatar como a invenção da escrita e o uso dessa tecnologia para registro histórico e literário moldaram o desenvolvimento da civilização tal e qual a conhecemos hoje. Inventada pelos sumérios há 6 000 anos, a escrita nasceu de símbolos complexos desenhados em placas de argila moldadas nas margens dos rios. Batizadas de tabuletas, essas peças foram o embrião do que seriam, posteriormente, os livros. Ironicamente, boa parte dos registros daquela época que restaram vem de peças submetidas ao fogo durante incêndios, já que o calor cozia a argila e tornava a escrita mais resistente aos efeitos do tempo.
Foi no Egito, porém, mais precisamente em Alexandria, que a história do livro se desenvolveu de maneira voraz, ganhando contornos quase lendários. Sob o comando do rei Ptolomeu, no século III a.C., o país se estabeleceu como o grande centro cultural do mundo antigo. Grande parte de tal fama se deveu a um plano mirabolante de seu governante: “Ele queria concentrar em um edifício todos os livros do mundo e disponibilizar essa sabedoria a qualquer mente curiosa”, explica Irene. A Biblioteca de Alexandria se tornaria a primeira a romper as barreiras das coleções particulares e ganhar status de pública; floresceu, tornando-se um símbolo do helenismo imaginado por Alexandre, o Grande, ao reunir obras das mais diversas culturas.
Ao longo da história, como se sabe, os livros não foram objeto só de amor, mas de ódio. Por diversas razões, autores e obras sofreram perseguições na Antiguidade e Idade Média. Livros foram vítimas de fogueiras, e a própria Biblioteca de Alexandria foi destruída três vezes, a última delas em 642. “A destruição atinge também as letras, porque nelas sobrevivem uma cultura e uma memória”, afirma Irene.
Com o advento do mundo digital, publica-se um novo título a cada meio minuto. É um volume impressionante: um leitor comum não consegue ler em toda a sua vida o que o mercado editorial produz em um único dia de trabalho. Nunca foi tão fácil e tão difícil acompanhar o avanço da civilização.
(Amanda Capuano. Veja, 08-06-2022. Adaptado)
Na atividade em sala de aula, o processamento textual permite abordar com os estudantes a intertextualidade
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Lançada no Brasil pela editora Intrínseca, a obra viaja à Antiguidade clássica para relatar como a invenção da escrita e o uso dessa tecnologia para registro histórico e literário moldaram o desenvolvimento da civilização tal e qual a conhecemos hoje. Inventada pelos sumérios há 6 000 anos, a escrita nasceu de símbolos complexos desenhados em placas de argila moldadas nas margens dos rios. Batizadas de tabuletas, essas peças foram o embrião do que seriam, posteriormente, os livros. Ironicamente, boa parte dos registros daquela época que restaram vem de peças submetidas ao fogo durante incêndios, já que o calor cozia a argila e tornava a escrita mais resistente aos efeitos do tempo.
Foi no Egito, porém, mais precisamente em Alexandria, que a história do livro se desenvolveu de maneira voraz, ganhando contornos quase lendários. Sob o comando do rei Ptolomeu, no século III a.C., o país se estabeleceu como o grande centro cultural do mundo antigo. Grande parte de tal fama se deveu a um plano mirabolante de seu governante: “Ele queria concentrar em um edifício todos os livros do mundo e disponibilizar essa sabedoria a qualquer mente curiosa”, explica Irene. A Biblioteca de Alexandria se tornaria a primeira a romper as barreiras das coleções particulares e ganhar status de pública; floresceu, tornando-se um símbolo do helenismo imaginado por Alexandre, o Grande, ao reunir obras das mais diversas culturas.
Ao longo da história, como se sabe, os livros não foram objeto só de amor, mas de ódio. Por diversas razões, autores e obras sofreram perseguições na Antiguidade e Idade Média. Livros foram vítimas de fogueiras, e a própria Biblioteca de Alexandria foi destruída três vezes, a última delas em 642. “A destruição atinge também as letras, porque nelas sobrevivem uma cultura e uma memória”, afirma Irene.
Com o advento do mundo digital, publica-se um novo título a cada meio minuto. É um volume impressionante: um leitor comum não consegue ler em toda a sua vida o que o mercado editorial produz em um único dia de trabalho. Nunca foi tão fácil e tão difícil acompanhar o avanço da civilização.
(Amanda Capuano. Veja, 08-06-2022. Adaptado)
Uma das características da intertextualidade temática, que se pode identificar no texto, é
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Assinale a alternativa contendo enunciado redigido de acordo com a Ortografia Oficial da Língua Portuguesa.
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Leia a tira, para responder à questão.

(Laerte. Folha de S. Paulo, 05-09-1999.)
Na prática da leitura e da análise linguística, é correto deduzir, a partir dos elementos textuais (imagens e enunciados verbais) da tira, o efeito de sentido de humor, que é obtido
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Estratégias dizem respeito a hipóteses elaboradas sobre o significado de uma palavra, de uma expressão, de uma estrutura ou de um fragmento dela, ou mesmo do texto inteiro. São os procedimentos rápidos de reconhecimento realizados pelo cérebro que nos auxiliam a começar o entendimento do texto. Essas estratégias consistem no uso do conhecimento que depende dos objetivos dos interlocutores, da quantidade de conhecimento disponível a partir do texto e do contexto, como também crenças, opiniões e atitudes que possibilitem a construção de sentidos textuais.
Assinale a alternativa que corretamente completa a lacuna do excerto.
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Assinale a alternativa em que o pronome relativo está utilizado de acordo com a norma-padrão.
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