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Fontana (1996), a partir das colaborações de Bakhtin, afirma que “os sentidos de uma palavra não existem em si mesmos, como algo já dado. Eles são elaborados nas enunciações concretas (que são a unidade da língua, quer se trate de discurso interior ou exterior). As enunciações são sempre parte de um ‘diálogo social ininterrupto’ [...] A significação, produzida na interação dessas vozes ou perspectivas sociais múltiplas presentes no contexto da interlocução, no fluxo da nossa consciência, é parte nossa e é parte do outro. Ela é efeito da interação entre os interlocutores. Nela falam, ecoam, confrontam-se vozes a que a enunciação concreta responde, que ela antecipa ou que se esforça por ignorar”. Nesse sentido,
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Considerando a perspectiva dos docentes, a respeito da participação dos professores no debate público sobre a educação, Contreras (2002) conclui que
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- LegislaçãoDiretrizes Curriculares NacionaisDiretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental de 9 anos
Denise, professora de Ensino Fundamental I, costuma incluir nas avaliações alguma pergunta ou atividade sobre algo que não foi explicado explicitamente na aula, com a intenção de averiguar se há algum aluno ou aluna capaz de ir além, isto é, de inferir ou estabelecer relações que intencionalmente não foram assinaladas como objeto de aprendizagem.
De acordo com o que discute Mauri (in COLL, 1999), a atuação de professores como Denise é entendida como
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Considere o excerto adaptado de Aguiar (2006): “Incentivar a constituição de projetos de vida dos estudantes articulados aos movimentos que visam à construção coletiva do projeto de bairro, da cidade e da nação é um desafio. Projetos de vida que significam crescimento pessoal e profissional, considerando a sociedade complexa e contraditória na qual o estudante se situa. Esse reconhecimento do estudante como capaz de, ao longo do tempo e em processos de lutas coletivas, mudar as condições de vida e as relações sociais de trabalho nessa sociedade, valoriza a ação da escola”.
Assinale a alternativa que, de acordo com o documento citado, identifica corretamente o tipo de sujeito que a escola deve contribuir para formar.
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Ropoli (2010), no documento “A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: a escola comum inclusiva”, afirma que o “Projeto Político Pedagógico é o instrumento por excelência para melhor desenvolver o plano de trabalho eleito e definido
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De acordo com Ropoli (2010), no documento “A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: a escola comum inclusiva”, a escola comum se torna inclusiva quando
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A professora Elisabete, do 4º ano A do ensino fundamental, contava, em meio aos seus 35 alunos em sala, com duas crianças com deficiências, Arthur, com baixa visão, e Júlia, com baixa audição. Para apoiá-la com os alunos com deficiência em sala de aula, a professora contava com um profissional de apoio escolar. No final do primeiro bimestre escolar, Elisabete se deparou com um problema de dificuldade de leitura que afetava mais da metade da turma, incluindo Arthur e Júlia. Com o objetivo de modificar este quadro, a professora pesquisou, planejou e propôs um trabalho conjunto com a professora de artes da escola, que incluía a leitura de seis obras literárias próprias para a idade, uma série de atividades de escrita sobre as obras e a apresentação de uma peça de teatro com base em uma das obras, até o final do ano letivo. Além disso, ela contou com o apoio da escola para aquisição e preparação de dois tablets com acesso à internet e recursos de acessibilidade e versões em áudio das obras selecionadas para apoiar Arthur e Júlia. Elisabete também desenvolveu versões dos exercícios de escrita com letras grandes e muitas imagens para apoiar a compreensão das duas crianças. O trabalho melhorou significativamente os resultados de leitura de toda a turma naquele ano. Sobre a proposta de trabalho da professora Elisabete é correto afirmar que
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A professora de Língua Portuguesa Ana, que leciona para alunos do 7º ano, observou que o modo como ministrava suas aulas sobre verbos, utilizando quadro negro e giz, não apresentava bons resultados entre os alunos, o que ficava evidente nos resultados das atividades avaliadas sobre o tema. Disposta a mudar este quadro, Ana pesquisou e experimentou planejar uma aula mais interativa e atrativa sobre verbos, com uso de uma plataforma gratuita de aprendizado, baseada em jogos de perguntas e respostas. A proposta da aula incluía: dividir a turma em pequenos grupos garantindo que cada grupo tivesse pelo menos um aluno com smartphone com acesso à internet (compartilhada do celular da própria professora); utilizar a plataforma para apresentar aos alunos frases que precisavam ser complementadas com verbos em diferentes conjugações; incentivar os alunos a chegarem a um consenso ao responderem as perguntas; debater as respostas elencadas pelos grupos esclarecendo dúvidas; e apresentar o ranking de pontuação alcançado pelos grupos em relação à turma como forma de incentivo aos estudos para melhores resultados nas próximas aulas. Os alunos gostaram e aprovaram a aula. Sobre a aula da professora Ana é correto afirmar que
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Entre os estudiosos da Educação há um consenso sobre a Educação a Distância: ela era uma, antes da internet, e é outra após a incorporação das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) aos processos de ensino. Dessa forma, a educação a distância antes das TDIC é conhecida pela sigla EAD, e a educação a distância pós TDIC é conhecida como Educação a Distância Online ou EOL. Dito isso, são características da EOL:
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Sobre o histórico escolar, é correto afirmar que
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