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Foram encontradas 480 questões.

Um aluno da EJA colocou na lousa três afirmações sobre números:
I. todo número natural é racional;
II. todo número inteiro é racional;
III. as dízimas periódicas são números irracionais.
É correto o que se afirma em
 

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Leia o texto para responder à questão.
Até hoje permanece certa confusão em torno da morte de Quincas Berro D’Água. Dúvidas por explicar, detalhes absurdos, contradições no depoimento das testemunhas, lacunas diversas. Não há clareza sobre hora, local e frase derradeira. A família, apoiada por vizinhos e conhecidos, mantém-se intransigente na versão da tranquila morte matinal, sem testemunhas, sem aparato, sem frase, acontecida quase vinte horas antes daquela outra propalada e comentada morte na agonia da noite, quando a lua se desfez sobre o mar e aconteceram mistérios na orla do cais da Bahia. Presenciada, no entanto, por testemunhas idôneas, largamente falada nas ladeiras e becos escusos, a frase final repetida de boca em boca representou, na opinião daquela gente, mais que uma simples despedida do mundo, um testemunho profético, mensagem do profundo conteúdo (como escrevia um jovem autor de nosso tempo).
(Jorge Amado, A Morte e a morte de Quincas Berro D’Água.)
A última frase do texto indica que Quincas Berro D’Água
 

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Um professor da EJA propôs a seguinte atividade:
“O ponto mais alto do Brasil é o pico da Neblina, localizado na serra Imeri, no Estado do Amazonas, fronteira com a Venezuela, e tem 3 014 metros de altitude. E o ponto mais baixo do Brasil é a fossa do Ramanche, no litoral do Nordeste. Fica a 7 370 metros abaixo do nível do mar. Quantos metros a fossa do Ramanche é mais baixa que o pico da Neblina?”
Para essa atividade, pode-se afirmar que o objetivo é verificar se o aluno é capaz de
 

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O Esporte, como manifestação humana complexa e multidimensional, pode ser concebido como
 

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1409961 Ano: 2010
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
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O Conselho Tutelar, criado no âmbito dos municípios, é um órgão permanente e autônomo, não jurisdicional, encarregado pela sociedade de
 

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1409782 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
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Livro: um objeto anacrônico?
Num artigo publicado em 2007, José Mindlin escreveu que o livro “tanto pode continuar sua trajetória de mais de 550 anos, como pode desaparecer em sua forma atual; mas apesar do risco de uma afirmação categórica, não tenho dúvidas de que vai permanecer”.
Concordo com o otimismo de Mindlin. (...) Mas talvez seja mais exato dizer, ainda citando Mindlin, que a “leitura encontrou formas paralelas de existência”. Ou seja, o texto na tela é uma das alternativas ao livro.
Para um leitor compulsivo que viaja muito, é preferível levar um e-book no bolso a carregar uma mala de livros. Mas para um leitor razoavelmente sedentário – e aí entram a subjetividade e as delícias do gozo – é mais prazeroso escolher um livro na estante de sua casa ou de uma biblioteca e lê-lo com interesse e paixão, anotando frases ou trechos que expressam uma ideia, reflexão, cena ou diálogo relevantes.
Apesar do avanço da tecnologia eletrônica – que um dia nos permitirá ler textos flutuando no ar – o livro de papel ainda tem algo de artesanal na sua concepção e impressão: da fonte a ser usada no miolo à escolha da capa, o tipo da orelha e da quarta-capa, o tipo de papel etc. Talvez muitos jovens de hoje não sintam falta desse processo que é ao mesmo tempo artesanal e tecnológico. Mas para um dinossauro que ainda usa sua caligrafia para esboçar a primeira versão de um texto, o lado artesanal é importante. Além disso, essa frase de um conto de Machado de Assis faz pleno sentido se lida no papel: “Sim, minha senhora... as palavras têm sexo”. Talvez no futuro o livro de papel seja um objeto de culto e prazer de uma imensa minoria de seres anacrônicos. Mas quem – a não ser cartomantes e poderosas mentes apocalípticas – pode prever o futuro?
Não oponho qualquer resistência ao livro digital, muito menos ao computador, que facilitou a vida de todo mundo. Afinal, qualquer texto de Kafka, na tela ou no papel, será um texto de Kafka. A questão mais funda e, no limite, sem resposta, é saber se no futuro haverá leitores.
(Milton Hatoum, O Estado de S.Paulo, 30.04.2010. Adaptado)
Assinale a alternativa correta quanto à pontuação.
 

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Seus alunos estão se posicionando para apresentar um trabalho em sua aula quando uma aluna tem uma crise convulsiva. Neste caso, você
 

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Numa discussão entre professores, surgiram alguns comentários diferentes sobre o trabalho que realizam com os cálculos na EJA.
I. A professora Diva afirma que não deixa seus alunos da EJA usarem calculadora na aula de Matemática, pois isso impede o desenvolvimento do raciocínio.
II. A professora Jane comenta que o uso da calculadora e de procedimentos de estimativa é de grande importância porque oferece aos alunos da EJA informações sobre a utilização correta da calculadora e sobre a validade do resultado obtido.
III. A professora Liliane afirma que o cálculo escrito é o único que deve ser desenvolvido com os alunos da EJA, porque os outros tipos de cálculo eles já conhecem de sua vida prática.
Analise os comentários dos professores e, com base nas leituras da bibliografia deste concurso, assinale a alternativa que apresenta apenas afirmação(ões) correta(s).
 

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Leia o relatório de uma professora da EJA sobre uma aula de geometria.
Meu objetivo nesta atividade era levar os alunos a reproduzir diferentes polígonos, a utilizar régua como instrumento de medição e a perceber as mesmas figuras em papel quadriculado. Inicialmente, foram distribuídas folhas mimeografadas aos alunos contendo diferentes figuras e, junto destas, uma folha sulfite onde os alunos deveriam reproduzi-las. Depois de um tempo, analisei as respostas e tabulei os resultados. Eles encontram-se na tabela seguinte.
Dodecágono Trapézio Paralelogramo Pentágono
Utilizam a
malha
96% 93% 59% 84%
Preservam
o tamanho
96% 90% 53% 84%
Preservam a forma de
modo geral
96% 90% 53% 84%
Esse relatório revela que seus alunos têm mais dificuldades em reproduzir
 

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1409570 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
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Tradicionalmente, as práticas de avaliação desenvolvidas na escola têm se constituído em práticas de exclusão: avalia-se para medir a aprendizagem dos estudantes e classificá-los em aptos ou não aptos a prosseguir os estudos. Para que não se tenha essa prática excludente, é preciso que os professores reconheçam a necessidade de avaliar com diferentes finalidades:
I. conhecer os alunos em atuação nos tempos e espaços da escola, identificando as estratégias que usam para atender às demandas escolares e, assim, alterar, quando necessário, as condições nas quais é realizado o trabalho pedagógico;
II. identificar os conhecimentos prévios dos estudantes, nas diferentes áreas do conhecimento e trabalhar a partir deles, identificando os avanços e encorajando-os a continuar construindo conhecimentos nas diferentes áreas do conhecimento;
III. conhecer as hipóteses, concepções dos alunos sobre os objetos de ensino nas diferentes áreas do conhecimento e suas dificuldades e levá-los a refletir sobre elas, planejando atividades que os ajudem a superá-las;
IV. verificar se os alunos aprenderam o que foi ensinado e se as estratégias de ensino estão sendo eficientes e decidir se é preciso retomar os conteúdos cuidando e modificar as estratégias.
São verdadeiras as afirmações contidas em
 

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