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Foram encontradas 925 questões.

2418491 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
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De acordo com o Artigo 6º, do Código de Obras do Município de Uberlândia, Lei Complementar nº 524/2011, analise as afirmativas.
I. O prazo para a conclusão da obra é de 18 meses, contados a partir da data de expedição do alvará de construção.
II. Não sendo iniciada a obra nos 18 meses a partir da data de expedição do alvará, o interessado poderá requerer a sua revalidação, por igual período, devendo o requerimento estar acompanhado da documentação relacionada no item 5 do Anexo I, parte integrante e complementar desta Lei Complementar.
III. O início da obra é definido pela conclusão da elevação das alvenarias.
IV. Caso o restante da obra ou qualquer outra circunstância impeça a observância do prazo estabelecido no caput deste artigo, o interessado deverá apresentar justificativa prevendo o prazo necessário para conclusão no ato do requerimento da licença, sendo que o Município de Uberlândia, por meio do órgão competente considerará a circunstância e justificativa para aceitar ou não o prazo pleiteado.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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As palavras a seguir estão corretamente acentuadas, EXCETO:

 

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2417251 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
A planta é um projeto que, representado no papel, indica o que se vai construir numa obra e mostra, EXCETO:
 

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Texto II.

Pronominais

Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro

(Andrade, Oswald de. Seleção de textos. São Paulo: Nova Cultural, 1988)

Pode-se concluir da leitura do poema que o eu lírico

 

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2416680 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
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Usa-se pedra e areia limpas (sem argila ou barro), sem materiais orgânicos (como raízes, folhas e gravetos) e sem grãos que esfarelam quando apertados entre os dedos. A água também deve ser limpa (boa para beber). É muito importante que a quantidade de água da mistura esteja correta. Tanto o excesso quanto a falta são prejudiciais à mistura. Excesso de água diminui a resistência e a falta de água deixa-o cheio de buracos. Pode misturar a mão ou utilizar a betoneira. Aplica-se essa orientação na
 

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Em 2012, os Estados Unidos podem passar a ter 51 estados, com a inclusão do estado livre associado de
 

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Sejam x, y e z três números inteiros, tais que x = y + 7 e z = x – 12. Sendo a soma desses 3 números igual a 44,então
 

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Texto

As lições do capitão

Normalmente, um naufrágio de grandes proporções mobiliza a atenção do público em função das mortes que provoca e dos mistérios que cercam o ocorrido. Com o naufrágio do navio italiano Costa Concórdia foi diferente: mesmo tendo causado um número pequeno de vítimas fatais, o acidente não sai do noticiário. O motivo é a incrível performance do capitão Schettino, que abandonou o navio antes dos passageiros e dos tripulantes, para a estupefação geral.

Não deixa de ser uma boa notícia: por remeter a questões relacionadas à honra, bravura, solidariedade e outras qualidades escassas, tal interesse pode ser interpretado como um impulso moral coletivo, coisa alentadora nestes tempos marcados, simultaneamente, por uma grande interconectividade e por um individualismo exacerbado. E no qual os discursos de uma ética global, financeira, ambiental ou política perdem-se na retórica e na queda de braço entre a sociedade civil, o Estado e as corporações: ninguém quer largar o osso, mas, na hora do naufrágio, todo mundo quer pular primeiro.

Uma coisa é pedir arrego na iminência de um ataque pirata no século XVI. O barbudo capitão agarra-se a um barril, e, caso sobreviva, abriga-se numa ilhota caribenha, onde terá tempo e paz para repensar seus atos ou, simplesmente, dar graças aos céus, no gozo da condição de covarde consumado. Outra coisa é pular do navio a poucas braçadas da costa, deixando centenas de semelhantes à própria sorte.

O dever, imputado a um capitão, de ser o último a deixar o navio, é velho, remonta às navegações da antiguidade clássica, mas é até hoje usado, não apenas nas leis de navegação, mas como metáfora na análise de atitudes várias nas relações sociais. No âmbito das empresas, por exemplo: o gerente recém-empossado que, diante da crise de seu departamento, ou de sua própria inépcia, deixa seus comandados na mão e corre para a primeira oferta de emprego, é hoje figurinha fácil, sobretudo nos meios de experimentação tecnológica. Faz-nos pensar, também, no quanto o ensimesmamento psicológico, em paradoxal anteposição à eclosão geométrica de redes sociais, se torna a regra de ouro numa era que se quer avançada e inventiva.

(Arnaldo Bloch. Jornal O Globo, 21.01.12 / adaptado)

A metáfora é uma figura de linguagem citada no texto. Assinale a alternativa que apresenta uma característica da referida figura.

 

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Uma empresa utiliza para o controle de vendas de seus funcionários uma simples planilha produzida com a ferramenta Microsoft Office Excel 2003 (configuração padrão), que pode ser observada a seguir.
Enunciado 2932925-1
Considerando que a ferramenta dispõe de diversos recursos para que os cálculos sejam realizados de forma automática, analise as operações a seguir.
I. Realizar a soma do valor vendido por todos os vendedores no mês de Fevereiro (Fev), representado na célula C7.
II. Realizar a soma do total geral que representa a soma dos totais vendidos por todos os vendedores em cada mês, representado na célula B8.
III. Aplicar o desconto de 10% sobre o valor do total geral e apresentar ao usuário na célula B9, o valor a ser pago já subtraído do desconto.
Para realizar as operações descritas anteriormente, devem ser aplicadas, respectivamente, as fórmulas
 

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Texto I

A maldição da norma culta

Impossível calcular o estrago que o termo “norma culta” vem causando nos meios educacionais e, em geral, na cultura brasileira. Enquanto ele não for definitivamente jogado no lixo e incinerado, vai ser difícil examinar as relações entre linguagem e sociedade sob uma ótica serena e bem fundamentada. Por quanto tempo ainda teremos de viver sob a maldição da norma culta?

Embora alguns linguistas usem esse termo com outros sentidos, a retumbante maioria das pessoas se refere à norma culta como um modelo idealizado de língua “certa”, “bonita” e “elegante”, que elas mesmas não sabem dizer onde, quando nem por quem foi estabelecido, mas que, apesar disso, merece toda a reverência do mundo, como se fosse uma doutrina sagrada, ditada pelo próprio Deus a seus profetas. Numa época em que se questiona tudo, em que se protesta contra toda forma de discriminação, contra qualquer prescrição no que diz respeito às relações sexuais, às crenças religiosas, aos modos de se vestir, de viver, de comer, de criar os filhos etc., em que a palavra diversidade impera, assim como a exigência de que ela seja respeitada e valorizada, é espantoso que só o uso da língua permaneça sujeito a uma regulação restritiva e tacanha. O dogma da infalibilidade papal virou piada, mas quase ninguém zomba dos dogmas gramaticais (mais velhos que a religião cristã). Por que os rótulos de “certo” e “errado” são abandonados, e até ridicularizados, em outras esferas da vida social, mas permanecem vivos e ativos quando o assunto é língua? Por que ninguém se dá conta de que a nebulosa norma culta é um produto humano e, portanto, imperfeito, falho e suscetível de contestação e reformulação?

Impera na cultura ocidental uma concepção de língua tosca e burra, fixada trezentos anos antes de Cristo. Impregnados dos preconceitos da época, os primeiros gramáticos repudiaram todo e qualquer uso de língua que não fosse, primeiro, escrito (a fala, para eles, era um caos completo) e, não bastasse, escrito por meia dúzia de “grandes autores”, todos mortos. Essa doença torpe se propagou nos últimos dois milênios e meio, a ponto de se tornar invisível para quase todo mundo. É com base nesse critério estúpido – a língua escrita dos “clássicos” – que se fixou, nas diversas nações, o modelo de “língua certa” que, no Brasil, atende pelo nome infeliz de norma culta. No caso brasileiro, a coisa é ainda mais cruel porque, fruto de processo colonial, nosso padrão idiomático se inspira numa língua escrita do outro lado do Atlântico, em outro hemisfério, em meados do século XIX. Por isso, não podemos começar frase com pronome oblíquo, nem usar “ele” como objeto direto (“eu vi ele”), nem dizer “prefiro mais X do que Y”, nem “o filme que eu gosto”, embora tudo isso constitua a gramática de uma língua autônoma, o português brasileiro, com mais de 500 anos de idade e 200 milhões de falantes (a terceira mais falada no Ocidente)! Até quando, meu pai Oxóssi?

(Marcos Bagno, agosto de 2008 – http://www.portuguesepoesia.

com/?page=cronica&id=107 – com adaptações)

Assinale a alternativa em que há uma palavra que, no texto, foi utilizada fora de seu sentido usual.

 

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