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Foram encontradas 80 questões.

3778734 Ano: 2022
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Qualidade fundamentalmente indica o nível de excelência do que é produzido – quer seja um produto ou um serviço e, desde o início do século XX passou a ser uma busca constante para diversas áreas e segmentos. Na área da alimentação, não foi diferente, pois foram adotados diversas ferramentas e indicadores de qualidade que podem ser aplicados às várias etapas do processo de produção de refeições.

 

Identifique abaixo se os indicadores de qualidade estão corretos e se podem ser aplicados às etapas descritas.

 

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3778733 Ano: 2022
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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A excelência no atendimento ao cliente é um dos maiores diferenciais competitivos do mercado e o fator principal para o crescimento e para a evolução da empresa. Deste modo, e no intuito de garantir a satisfação dos clientes, é importante conhecer suas necessidades e expectativas, sendo a pesquisa de satisfação da clientela um bom método para se avaliar a qualidade dos serviços prestados.

 

Em relação a ela, assinale a alternativa correta.

 

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3778732 Ano: 2022
Disciplina: Nutrição
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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O nutricionista deve associar os pressupostos da Educação Alimentar e Nutricional (EAN) aos conceitos de gestão na produção de refeições, a fim de se buscar a redução do desperdício de alimentos no processo produtivo de refeições e no processo de consumo. Sendo responsável técnica(o) de uma Unidade de Alimentação e Nutrição, imagine que você pretende planejar ações de EAN, com vistas à redução do desperdício de alimentos.

 

Diante do exposto, marque a alternativa que corresponde às etapas que você deve considerar neste planejamento.

 

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3778731 Ano: 2022
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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O Brasil é um dos países que mais desperdiçam alimentos no mundo e este cenário é cada vez mais agravado por diversos fatores, incluindo alguns entraves legais, como o que define a doação de sobras dos restaurantes. Especificamente nas UAN, o desperdício é sinônimo de falta de qualidade e a preocupação com esse desperdício não se restringe apenas ao alimento.

 

Diante deste contexto marque a alternativa correta.

 

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3778730 Ano: 2022
Disciplina: Nutrição
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Dentre outras atividades do nutricionista da área de Alimentação Coletiva, a Resolução 600/18 do CFN determina o desenvolvimento de atividades na área de Bufê de Eventos. Dessa forma, o nutricionista desta área, ao participar do planejamento do evento, deve compreender suas várias etapas, uma vez que organizar uma recepção é tarefa que requer, além de competência, habilidade e esforço.

 

Diante do exposto, marque a alternativa correta em relação a esse planejamento.

 

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3778729 Ano: 2022
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Para que o funcionamento de uma UAN seja considerado satisfatório, é necessário garantir a qualidade e a continuação do serviço prestado. Para tal, o controle de custos é imprescindível.

 

Assinale a alternativa que contém apenas itens necessários de serem observados para possibilitar esse controle.

 

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3778728 Ano: 2022
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Sabe-se que a avaliação dos processos identifica quais práticas de trabalho levam ao desempenho superior, além de medir o alcance e a qualidade do serviço proposto em relação ao oferecido e avaliar a política da empresa, bem como a participação nas tomadas de decisões.

 

Para avaliar o processo de uma UAN, analise os questionamentos a seguir e marque a alternativa que corresponde às principais perguntas as quais devem ser realizadas para esta avaliação.

 

1) Há planejamento de cardápio?

 

2) É feito o controle de custos e tal controle está atingindo suas metas?

 

3) Cada manipulador tem seu próprio Manual de Boas Práticas?

 

4) Os fornecedores são cadastrados e é realizada vistoria técnica?

 

5) São avaliadas as condições de trabalho e a saúde do empregado?

 

Estão corretas, apenas:

 

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3778727 Ano: 2022
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Os nutricionistas que trabalham em Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN) sabem que um planejamento adequado traz benefícios inestimáveis. Entretanto, essa não era uma premissa de qualquer Serviço de Alimentação, especialmente dos restaurantes comerciais. Considerando a inserção do nutricionista cada vez maior nesse tipo de restaurante e sabendo que este profissional deve aliar aos preceitos da nutrição, os conhecimentos específicos do setor de alimentação fora do lar como forma de tornar os restaurantes, além de mais saudáveis, rentáveis, marque a alternativa que menciona a sequência aplicada aos negócios de alimentação, segundo SENAC (2020).

 

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TEXTO 1

Escravidão é sinônimo de violência

Só se pode entender a montagem de uma instituição do porte do escravismo moderno atentando-se para a articulação entre a criação de colônias no ultramar e seu funcionamento sob a forma de grandes unidades produtoras voltadas para o mercado externo. A monocultura em larga escala exigia um grande contingente de trabalhadores que deveriam se submeter a uma rotina espinhosa, sem ter nem lucro nem motivação pessoal. Recriou-se, desse modo, a escravidão em novas bases, com a utilização de mão de obra compulsória e que exigia – ao menos teoricamente − trabalhadores de todo alienados de sua origem, liberdade e produção. Tudo deveria escapar à consciência e ao arbítrio desse produtor direto. 

Da parte dos contratantes, a ideologia que se conformava procurava desenhar o trabalho nos trópicos como um fardo, um sofrimento, uma punição e uma pena para ambos os lados: senhores e escravos. O discurso proferido pela Igreja e pelos proprietários entendia tal trabalho árduo como uma atividade disciplinadora e civilizadora. Havia inclusive manuais − verdadeiros modelos de aplicação de sevícias pedagógicas, punitivas e exemplares − que instruíam, didaticamente, os fazendeiros sobre como submeter os escravizados e transformá-los em trabalhadores obedientes. Um exemplo regular era o famoso quebra-negro, castigo muito utilizado no Brasil para educar escravos novos ou recém-adquiridos e que, por meio da chibatada pública e outras sevícias, ensinava os cativos a sempre olhar para o chão na presença de qualquer autoridade. 

[...] 

Um sistema como o escravismo moderno só se enraíza com o exercício da violência. Da parte dos proprietários, a sanha contínua que visava à sujeição e obediência cegas para o trabalho. Da parte dos escravos, a reação se dava a partir de gradações que iam das pequenas insubordinações diárias e persistentes até as grandes revoltas e os quilombos. 

De todo modo, a escravidão se enraizou de tal forma no Brasil, que costumes e palavras ficaram por ela marcados. Se a casa-grande delimitava a fronteira entre a área social e a de serviços, a mesma arquitetura simbólica permaneceria presente nas casas e edifícios, onde, até os dias que correm, elevador de serviço não é só para carga, mas também e, sobretudo, para os empregados que guardam a marca do passado africano na cor. Termos de época mantêm-se operantes, apesar de o significado original ter se perdido. A expressão “ama-seca” era até pouco tempo usada no país, esquecendo-se, entretanto, de que naquele período essas amas se opunham às amas de leite, mulheres que muitas vezes deixavam de amamentar seus filhos para cuidar dos rebentos dos senhores. “Boçal” é ainda hoje uma pessoa com reduzida discriminação de locais e espaços – um tonto; assim como “ladino” continua a ser sinônimo de “esperto”. Em seu sentido primeiro, “boçais” eram os escravos recém-chegados e que, diferentemente dos “ladinos” – os cativos de segunda geração –, não dominavam a língua ou a região, tendo, por isso, poucas possibilidades de fuga. 

Alguns termos desapareceram, como é o caso da expressão “bens semoventes”, outrora empregada para descrever de maneira indiscriminada, nos inventários e testamentos, as posses que podiam se movimentar: quais sejam, escravos e animais. Hoje o termo permanece apenas no meio jurídico, que o emprega para os bens dotados de movimento próprio, como os animais. Não obstante, permanece uma divisão guardada em silêncio e condicionada por um vocabulário que transforma cor em marcador social de diferença, reificado todos os dias pelas ações da polícia, que aborda muito mais negros do que brancos e neles dá flagrantes. Aqui é usual a prática de “interpelação”, esse pequeno teatro teórico e pragmático. Diante da força policial, não raro os indivíduos assumem um lugar que corriqueiramente optariam por rejeitar. Não basta ser inocente para ser considerado e se considerar culpado. Esse tipo de reação é chamado pelo antropólogo Didier Fassin de “memória incorporada”, quando, antes mesmo de refletir, os corpos lembram. Se na época da escravidão indivíduos negros trafegando soltos eram presos “por suspeita de escravos”, hoje são detidos com base em outras alegações que lhes devolvem sempre o mesmo passado e origem. 

[...] 

SCHWARCZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: uma biografia. 2. ed. São Paulo:
Companhia das Letras, 2018. p. 91-93. (Fragmentos)

TEXTO 2

Uma história da escravidão no Brasil – o segundo volume da trilogia

Entre 1700 e 1800, cerca de dois milhões de homens e mulheres foram arrancados de suas raízes africanas, embarcados à força nos porões dos navios negreiros e transportados para o Brasil. Muitos seriam vendidos em leilões públicos antes de seguir para as senzalas onde, sob a ameaça do chicote, trabalhariam pelo resto de suas vidas. 

No final do século XVIII, a América Portuguesa tinha a maior concentração de pessoas de origem africana em todo o continente americano. Os brancos formavam um grupo relativamente pequeno. Os índios, a essa altura já dizimados por doenças, guerras e a ocupação de seus territórios, sequer apareciam nas estatísticas. O motor da escravidão nesse período foi a descoberta de ouro e de diamantes, primeiro em Minas Gerais e, depois, em Mato Grosso e Goiás. A busca de novas riquezas, acompanhada pelo uso cada vez mais intenso da mão de obra cativa, fez com que o território brasileiro praticamente dobrasse de tamanho. Começavam também ali alguns fenômenos que marcariam profundamente a face do escravismo brasileiro. 

A escravidão urbana, de serviços, diferente daquela observada nas antigas lavouras da cana-de-açúcar na região Nordeste, deu maior mobilidade aos cativos, acelerou os processos de alforria, ofereceu oportunidades às mulheres e gerou uma nova cultura em que hábitos de origem africana se misturaram a outros, de raiz europeia e indígena. O agitado e rebelde século XVIII e a gigantesca onda africana que o marcou são os temas deste segundo volume da trilogia sobre a história da escravidão no Brasil.

 

GOMES, Laurentino. Escravidão: da corrida do ouro em Minas Gerais até a chegada da
corte de dom João ao Brasil, volume 2. Rio de Janeiro: Globo Livros, 2021. (quarta-capa)

TEXTO 3

Ayoluwa, a alegria do nosso povo

Quando a menina Ayoluwa, a alegria do nosso povo, nasceu, foi em boa hora para todos. Há muito que em nossa vida tudo pitimbava. Os nossos dias passavam como um café sambango, ralo, frio e sem gosto. Cada dia era sem quê nem porquê. E nós ali amolecidos, sem sustância alguma para aprumar o nosso corpo. Repito: tudo era uma pitimba só. Escassez de tudo. 

Até a natureza minguava e nos confundia. Ora aparecia um sol desensolarado e que mais se assemelhava a uma bola murcha, lá na nascente. Um frio interior nos possuía então, e nós mal enfrentávamos o dia sob a nula ação da estrela desfeita. Ora gotejava uma chuva de pinguitos tão ralos e escassos que mal molhava as pontas de nossos dedos. E então deu de faltar tudo: mãos para o trabalho, alimentos, água, matéria para os nossos pensamentos e sonhos, palavras para as nossas bocas, cantos para as nossas vozes, movimento, dança, desejos para os nossos corpos. 

Os mais velhos, acumulados de tanto sofrimento, olhavam para trás e do passado nada reconheciam no presente. Suas lutas, seu fazer e saber, tudo parecia ter se perdido no tempo. O que fizeram, então? Deram de clamar pela morte. E a todo instante eles partiam. E, com a tristeza da falta de lugar em um mundo em que eles não se reconheciam e nem reconheciam mais, muitos se foram. Dentre eles, me lembro de vô Moyo, o que trazia boa saúde, de tio Masud, o afortunado, o velho Abede, o homem abençoado, e outros e outros. Todos estavam enfraquecidos e esquecidos da força que traziam no significado de seus próprios nomes. As velhas mulheres também. Elas, que sempre inventavam formas de enfrentar e vencer a dor, não acreditavam mais na eficácia delas próprias. Como os homens, deslembravam a potência que se achava resguardada partir de suas denominações. E pediam veementemente à vida que esquecesse delas e que as deixasse partir. Foi com esse estado de ânimo que muitas delas empreenderam a derradeira viagem: vovó Amina, a pacífica; tia Sele, a mulher forte como um elefante; mãe Asantewaa, a mulher de guerra, a guerreira; e ainda Malika, a rainha. Com a ida de nossos mais velhos ficamos mais desamparados ainda. E o que dizer para os nossos jovens, a não ser as nossas tristezas? 

[...] 

EVARISTO, Conceição. Olhos d’água. Rio de Janeiro: Pallas, 2016. p. 111-112.

TEXTO 4

Após o ardor da reconquista
não caíram manás sobre os nossos campos
E na dura travessia do deserto
aprendemos que a terra prometida era aqui 
Ainda aqui e sempre aqui.
Duas ilhas indómitas a desbravar.
O padrão a ser erguido
pela nudez insepulta dos nossos punhos.
Emergiremos do canto
como do chão emerge o milho jovem
e nus, inteiros recuperaremos
a transparência do tempo inicial
Puros reabitaremos o poema e a claridade
para que a palavra amanheça e o sonho não se perca.

LIMA, Conceição. Após o ardor da reconquista... In: DÁSKALOS, Maria Alexandre; APA, Lívia; BARBEITOS,
Arlindo (Org.). Poesia africana de língua portuguesa (antologia). Rio de Janeiro: Lacerda, 2003.

TEXTO 5

Enunciado 4545873-1

Disponível em: https://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/03/taxa-de-negros-mortos-pela-policia-de-sp-e-3-vezes-de-brancos-diz-estudo.html. Acesso em 26/02/22.

Os Textos 1 a 5 exploram, em diferentes níveis e perspectivas, o tema da discriminação, do preconceito, da segregação.

Sobre a forma como esses textos desenvolvem essa questão, assinale a alternativa correta.

 

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TEXTO 5

 

Enunciado 4545872-1

 

Disponível em: https://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/03/taxa-de-negros-mortos-

pela-policia-de-sp-e-3-vezes-de-brancos-diz-estudo.html. Acesso em 26/02/22.

 

O Texto 5 é um infográfico que revela o racismo ao apresentar, em dados, a diferença de letalidade na abordagem policial a negros e brancos em São Paulo. Para dar destaque a essa diferença, são utilizados alguns recursos visuais que orientam a leitura das informações. O destaque, então, para a diferença nas mortes e prisões entre negros e brancos é visualmente obtido pelo(a)

 

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