Foram encontradas 80 questões.
O Protocolo à Convenção Americana Sobre Direitos Humanos referente à abolição da pena de morte elenca os países signatários e suas assinaturas, ratificação/adesão e depósito. Abaixo assinale a alternativa que retrata os países que constam na referida Convenção, e que apresentaram reservas e/ou declarações no momento da assinatura.
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O pleno desenvolvimento do potencial humano e do senso de dignidade e autoestima, além do fortalecimento do respeito pelos direitos humanos, pelas liberdades fundamentais e pela diversidade humana bem como a participação efetiva das pessoas com deficiência em uma sociedade livre é um direito e encontra-se no art. 24 da Convenção sobre os direitos da pessoa com deficiência. Essa redação trata do (a):
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Fundação La Salle
Orgão: BM-RS
Segundo o art. 127, do Estatuto da Criança e do Adolescente, a remissão não implica necessariamente o reconhecimento ou comprovação da responsabilidade, nem prevalece para efeito de antecedentes, podendo incluir eventualmente a aplicação de qualquer das medidas previstas em lei, EXCETO:
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- Organização do EstadoAdministração PúblicaMilitares dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios
A Emenda Constitucional nº 18/98 dispõe sobre o regime constitucional dos militares. Neste sentido, analise as afirmações abaixo e assinale (V) para Verdadeiro e (F) para Falso.
( ) O militar, em qualquer condição, não pode estar filiado a partidos políticos.
( ) O oficial condenado na justiça comum ou militar à pena privativa de liberdade superior a um ano, por sentença transitada em julgado, será submetido ao julgamento por decisão de tribunal militar de caráter permanente, em tempo de paz, ou de tribunal especial, em tempo de guerra.
( ) O oficial só perderá o posto e a patente se for julgado indigno do oficialato ou com ele incompatível, por decisão de tribunal militar de caráter permanente, em tempo de paz, ou de tribunal especial, em tempo de guerra.
( ) O militar em atividade que tomar posse em cargo ou emprego público civil permanente poderá ser transferido para a reserva, nos termos da lei.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Sobre os servidores públicos, analise as afirmações abaixo.
I - É vedada a acumulação remunerada de cargos públicos. exceto quando houver compatibilidade de horários, por exemplo, a de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde, com profissões regulamentadas.
II - Os cargos, empregos e funções públicas são acessíveis apenas aos brasileiros natos que preencham os requisitos estabelecidos em lei.
III - A lei estabelecerá os casos de contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público.
IV - O tempo de contribuição federal, estadual ou municipal será contado para efeito de aposentadoria e o tempo de serviço correspondente, para efeito de disponibilidade.
Das afirmações acima, quais estão corretas?
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No que se refere ao Poder de Polícia, analise as afirmações abaixo e assinale a alternativa INCORRETA.
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Exército e mortalidade
Atividade física é o mais próximo do que poderíamos chamar de panaceia, na medicina moderna.
Nos últimos anos, diversos estudos comprovaram que o exercício [A] incorporado à rotina diária reduz o risco de doenças cardiovasculares, diabetes do tipo 2, câncer, obesidade, problemas reumatológicos e ortopédicos, depressão e o declínio cognitivo característico das demências.
Essas publicações mostraram de forma consistente que a prática de exercícios [B] está associada a cerca de 30% de redução dos índices de mortalidade.
Talvez a lógica devesse até ser invertida: não é que o exercício faça bem [C] para o organismo, a vida sedentária é que faz muito mal. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o impacto nocivo do sedentarismo na saúde é comparável ao do cigarro.
Não é de estranhar: o corpo humano é uma máquina que a evolução de nossa espécie moldou para o movimento. Por esse longo processo que eliminou os menos aptos, chegaram até nós corpos com pernas e braços longos e articulações que fazem as vezes de dobradiças para ampliar a mobilidade e o alcance de objetos distantes.
Com base na experiência científica acumulada, os serviços de saúde passaram a recomendar pelo menos 150 minutos semanais de atividade física moderada ou 75 minutos de atividade mais intensa.
A crítica a esses trabalhos sempre foi a de que se baseavam na descrição dos níveis de atividade física colhidos em relatos individuais, que costumam ser imprecisos. [D]
Um grupo da Universidade Harvard acaba de publicar, na revista “Circulation”, os resultados de um inquérito que envolveu 17.700 mulheres [E] saudáveis, com idade média de 72 anos, cujos níveis de atividade foram avaliados por meio de acelerômetros, aparelhos que medem com mais acurácia a intensidade dos exercícios, o número de horas dedicadas a eles e o tempo gasto em inatividade.
As participantes usaram o acelerômetro os dias inteiros, durante uma semana típica de suas rotinas.
Metade das mulheres gastou 28 minutos diários na prática de exercícios moderados ou mais intensos (como andar bem depressa). A média diária de tempo dedicado a atividades leves (como o trabalho doméstico ou andar devagar) foi de 351 minutos.
Num período de observação, que teve a duração média de dois anos, ocorreram 207 óbitos.
De acordo com os níveis de atividade, as participantes foram divididas em quatro grupos. Na comparação com as menos ativas, as que se empenharam em exercícios mais intensos tiveram a mortalidade diminuída em 70%.
Os autores ressaltam que mesmo as que chegaram aos 80 anos se beneficiaram da prática de exercícios mais intensos e da redução do número de horas de inatividade.
A fragilidade mais importante desse estudo foi a de haver selecionado mulheres ativas e saudáveis. Teria sido interessante compará-las com sedentárias da mesma faixa etária.
O formato do estudo não permite estabelecer com segurança a relação de causa e efeito entre atividade física mais vigorosa e a longevidade, mas a probabilidade de se tratar de relação causal é alta.
No passado, os médicos recomendavam que as pessoas mais velhas fizessem repouso, para não “sobrecarregar” o organismo. A imagem dos avós aposentados que passavam os dias cochilando na poltrona da sala, até caírem fulminados pelo infarto do miocárdio ou derrame cerebral faz parte das memórias daquela época.
Pacientes operados ficavam proibidos de levantar da cama por três ou quatro dias para não “dificultar” a cicatrização.
Hoje, o coitado mal saiu do centro cirúrgico, o cirurgião aparece no quarto para expulsá-lo do leito, a pontapés, se necessário. O combate à imobilidade ajudou a reduzir significativamente o número de tromboses venosas e embolias pulmonares, responsáveis pelos altos índices de complicações e mortalidade pós-operatória daqueles dias.
A tendência atual é considerar tímida a recomendação de 150 minutos de exercícios leves ou 75 minutos de exercícios mais intensos, por semana, uma vez que o dia tem 1.440 minutos, e a semana 10.080.
— Como fazer com a falta de tempo? – você perguntará.
— Cara leitora, isso é problema seu.
Disponível em <https://drauziovarella.com.br/drauzio/artigos/exercicio-e-mortalidade/> (adaptado). Acesso em 13 dez 2017.
Assinale a alternativa em que o vocábulo "que" seja pronome relativo.
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Exército e mortalidade
Atividade física é o mais próximo do que poderíamos chamar de panaceia, na medicina moderna.
Nos últimos anos, diversos estudos comprovaram que o exercício incorporado à rotina diária reduz o risco de doenças cardiovasculares, diabetes do tipo 2, câncer, obesidade, problemas reumatológicos e ortopédicos, depressão e o declínio cognitivo característico das demências.
Essas publicações mostraram de forma consistente que a prática de exercícios está associada a cerca de 30% de redução dos índices de mortalidade.
Talvez a lógica devesse até ser invertida: não é que o exercício faça bem para o organismo, a vida sedentária é que faz muito mal. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o impacto nocivo do sedentarismo na saúde é comparável ao do cigarro.
Não é de estranhar: o corpo humano é uma máquina que a evolução de nossa espécie moldou para o movimento. Por esse longo processo que eliminou os menos aptos, chegaram até nós corpos com pernas e braços longos e articulações que fazem as vezes de dobradiças para ampliar a mobilidade e o alcance de objetos distantes.
Com base na experiência científica acumulada, os serviços de saúde passaram a recomendar pelo menos 150 minutos semanais de atividade física moderada ou 75 minutos de atividade mais intensa.
A crítica a esses trabalhos sempre foi a de que se baseavam na descrição dos níveis de atividade física colhidos em relatos individuais, que costumam ser imprecisos.
Um grupo da Universidade Harvard acaba de publicar, na revista “Circulation”, os resultados de um inquérito que envolveu 17.700 mulheres saudáveis, com idade média de 72 anos, cujos níveis de atividade foram avaliados por meio de acelerômetros, aparelhos que medem com mais acurácia a intensidade dos exercícios, o número de horas dedicadas a eles e o tempo gasto em inatividade.
As participantes usaram o acelerômetro os dias inteiros, durante uma semana típica de suas rotinas.
Metade das mulheres gastou 28 minutos diários na prática de exercícios moderados ou mais intensos (como andar bem depressa). A média diária de tempo dedicado a atividades leves (como o trabalho doméstico ou andar devagar) foi de 351 minutos.
Num período de observação, que teve a duração média de dois anos, ocorreram 207 óbitos.
De acordo com os níveis de atividade, as participantes foram divididas em quatro grupos. Na comparação com as menos ativas, as que se empenharam em exercícios mais intensos tiveram a mortalidade diminuída em 70%.
Os autores ressaltam que mesmo as que chegaram aos 80 anos se beneficiaram da prática de exercícios mais intensos e da redução do número de horas de inatividade.
A fragilidade mais importante desse estudo foi a de haver selecionado mulheres ativas e saudáveis. Teria sido interessante compará-las com sedentárias da mesma faixa etária.
O formato do estudo não permite estabelecer com segurança a relação de causa e efeito entre atividade física mais vigorosa e a longevidade, mas a probabilidade de se tratar de relação causal é alta.
No passado, os médicos recomendavam que as pessoas mais velhas fizessem repouso, para não “sobrecarregar” o organismo. A imagem dos avós aposentados que passavam os dias cochilando na poltrona da sala, até caírem fulminados pelo infarto do miocárdio ou derrame cerebral faz parte das memórias daquela época.
Pacientes operados ficavam proibidos de levantar da cama por três ou quatro dias para não “dificultar” a cicatrização.
Hoje, o coitado mal saiu do centro cirúrgico, o cirurgião aparece no quarto para expulsá-lo do leito, a pontapés, se necessário. O combate à imobilidade ajudou a reduzir significativamente o número de tromboses venosas e embolias pulmonares, responsáveis pelos altos índices de complicações e mortalidade pós-operatória daqueles dias.
A tendência atual é considerar tímida a recomendação de 150 minutos de exercícios leves ou 75 minutos de exercícios mais intensos, por semana, uma vez que o dia tem 1.440 minutos, e a semana 10.080.
— Como fazer com a falta de tempo? – você perguntará.
— Cara leitora, isso é problema seu.
Disponível em <https://drauziovarella.com.br/drauzio/artigos/exercicio-e-mortalidade/> (adaptado). Acesso em 13 dez 2017.
Observe o período abaixo.
No passado, os médicos recomendavam que as pessoas mais velhas fizessem repouso, para não “sobrecarregar” o organismo. A imagem dos avós aposentados que passavam os dias cochilando na poltrona da sala, até caírem fulminados pelo infarto do miocárdio ou derrame cerebral faz parte das memórias daquela época.
Pacientes operados ficavam proibidos de levantar da cama por três ou quatro dias para não “dificultar” a cicatrização.
Os verbos sublinhados estão, respectivamente, conjugados no
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A respeito dos crimes patrimoniais, assinale a alternativa INCORRETA.
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A Lei Federal nº 8.429/92 dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício do mandato, cargo, emprego ou função na administração pública direta, indireta ou fundacional. Conforme esta Lei assinale a alternativa INCORRETA.
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