Foram encontradas 630 questões.
Dentre as possibilidades metodológicas para o processo de ensino aprendizagem, assinale a afirmativa CORRETA.
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Observe os fragmentos a seguir:
Escola Sem Partido volta ao Congresso, mas agora pior
Texto coloca como direito dos alunos gravar as aulas, denunciar e constranger professores, e proíbe grêmios estudantis de fazerem ‘atividade político-partidária’
Fonte: Fepesp (06/02/2019)
Escola sem partido: BH é a primeira capital a aprovar projeto na Câmara Municipal
Depois de longa obstrução, projeto foi aprovado em primeiro turno na reunião ordinária desta segunda-feira
Fonte: Estado de Minas (16/10/2019)
STF julga inconstitucional lei de Alagoas inspirada no movimento Escola Sem Partido
Por nove votos a um, a corte decidiu pela inconstitucionalidade do texto que determinava “princípio da neutralidade política e ideológica” em sala de aula e lembrou que a Constituição prevê a “liberdade de ensinar e o pluralismo de ideias”
Fonte: O Globo (22/08/2020)
O Escola Sem Partido nasceu em 2004, e, de acordo com a definição constante na página do movimento, trata-se de “[…] uma iniciativa conjunta de estudantes e pais preocupados com o grau de contaminação político-ideológica das escolas brasileiras, em todos os níveis: do ensino básico ao superior”. Ao longo dos anos, em todo o país, despontaram esforços na tentativa de legitimar os anseios do movimento por meio de aprovação de leis tanto na esfera federal, quanto estadual e municipal. Nesse contexto, qual fragmento abaixo sintetizaria o posicionamento freiriano, especificamente acerca da abordagem política dentro das escolas?
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Texto 1 - Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva: desafios da implantação de uma política nacional
“Em 1973, para a implantação do Centro Nacional de Educação Especial – CENESP – foram convidados como assessores técnicos James J. Gallagher, da Universidade de Carolina do Norte, e David M. Jackson, da Superintendência da Educação Pública em Springfield, Illinois, ambos dos Estados Unidos da América. O presidente da República era Emílio Garrastazu Médici (1969-1974) e o discurso corrente sobre a educação era de investimento para a formação de recursos humanos e para o desenvolvimento do país (JANNUZZI, 2004). Gallagher (1974) defendia que:
[...] um retardado e internado entre as idades de 10 e 60 anos, nos Estados Unidos, para ser cuidado, custa ao Estado US$ 5.000 ao ano, ou um total de US$250.000 durante toda a sua vida. O mesmo indivíduo recebendo educação e tratamento adequados pode tornar uma pessoa útil e contribuir para a sociedade. Assim, o custo extra que representam os custos extras com educação especial pode ser compensador quanto a benefícios econômicos maiores. Há um estudo segundo o qual um adulto retardado e educado poderia ganhar US$ 40 para cada dólar extra despendido com sua educação (GALLAGHER, 1974, p. 100).
A citação acima aponta para a incorporação da Teoria do Capital Humano na educação especial na década de 1970, que já fazia parte do discurso educacional brasileiro (SAVIANI, 2008)”.
Kassar, 2011, p. 68-69
Considerando a conjuntura histórico-política da Educação e da Educação Especial e os desafios para implantação de uma política nacional de Educação Especial na perspectiva Inclusiva, analise as afirmações e assinale a que não pode ser depreendida do texto de Kassar (2011).
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Leia os fragmentos a seguir.
[...] __ É impossível falar sobre a história única sem falar sobre poder. Existe uma palavra em igbo na qual sempre penso quando considero as estruturas de poder no mundo: nkali. É um substantivo que, em tradução livre, quer dizer “ser maior do que outro”. Assim como o mundo econômico e político, as histórias também são definidas pelo princípio de nkali: como elas são contadas, quem as conta, quando são contadas e quantas são contadas depende muito de poder.
O poder é a habilidade não apenas de contar a história de outra pessoa, mas de fazer que ela seja sua história definitiva. O poeta palestino Mourid Barghouti escreveu que, se você quiser espoliar um povo, a maneira mais simples é contar a história dele e começar com “em segundo lugar”. Comece a história com as flechas dos indígenas americanos, e não com a chegada dos britânicos, e a história será completamente diferente. Comece a história com o fracasso do Estado africano, e não com a criação colonial do Estado africano, e a história será completamente diferente.
ADICHIE, Chimamanda Ngozi. O perigo de uma história única. Companhia das Letras, 2019.
[...] __ A pensadora e feminista negra Lélia Gonzalez nos dá uma perspectiva muito interessante sobre esse tema, porque criticava a hierarquização de saberes como produto da classificação racial da população. Ou seja, reconhecendo a equação: quem possuiu o privilégio social possui o privilégio epistêmico, uma vez que o modelo valorizado e universal de ciência é branco. A consequência dessa hierarquização legitimou como superior a explicação epistemológica eurocêntrica conferindo ao pensamento moderno ocidental a exclusividade do que seria conhecimento válido, estruturando-o como dominante e, assim, inviabilizando outras experiências do conhecimento. Segundo a autora, o racismo se constituiu “como a ‘ciência’ da superioridade eurocristã (branca e patriarcal)”. Essa reflexão de Lélia Gonzalez nos dá uma pista sobre quem pode falar ou não, quais vozes são legitimadas e quais não são.
[...] __ Lélia Gonzalez provoca e desestabiliza a epistemologia dominante, assim como Linda Alcoff. Em uma epistemologia para a próxima revolução, a filósofa panamenha critica a imposição de uma epistemologia universal que desconsidera o saber de parteiras, povos originários, a prática médica de povos colonizados, a escrita de si na primeira pessoa e que se constitui como legítima e com autoridade para protocolar o domínio do regime discursivo [...].
Seria preciso, então, desestabilizar e transcender a autorização discursiva branca, masculina cis e heteronormativa e debater como as identidades foram construídas nesses contextos.
RIBEIRO, Djamila. Lugar de fala. Belo Horizonte, Letramento 2017.
A análise da supremacia narrativa baseada nas relações de poder entre as diferentes nações dominadas e dominadoras, trazida por Chimamanda Adichie, e a proposta de desestabilização e transcendência, apontada por Djamila Ribeiro, poderiam, de acordo com as teorias trazidas por Silva (2007), serem mais bem executadas pela construção de um currículo inspirado em qual base epistemológica?
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Uma das atribuições do cargo de pedagogo é “[…] executar trabalhos especializados de administração, orientação e supervisão educacional”. A administração escolar assume diferentes perspectivas, conforme o modo como o gestor educacional concebe a educação. Libâneo, Oliveira e Toschi (2008) apresentam quatro concepções de organização e gestão escolar e a forma como elas orientam a prática da administração escolar. Correlacione cada uma das concepções às suas características.
1. Técnico-científica
2. Autogestionária
3. Interpretativa
4. Democráticoparticipativa
( ) Decisões coletivas (assembleias, reuniões), eliminação de todas as formas de exercício de autoridade e de poder.
( ) A escola é uma realidade social subjetivamente construída, não dada nem objetiva.
( ) Todos dirigem e são dirigidos, todos avaliam e são avaliados.
( ) A ação organizadora valoriza muito as interpretações, os valores, as percepções e os significados subjetivos, destacando o caráter humano e preterindo o caráter formal, estrutural, normativo.
( ) Poder centralizado no diretor, destacando-se as relações de subordinação, em que uns têm mais autoridade que outros.
( ) Prescrição detalhada de funções e tarefas, acentuando a divisão técnica do trabalho escolar.
( ) Recusa a normas e a sistemas de controles, acentuando a responsabilidade coletiva.
A sequência CORRETA é:
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Sobre a Avaliação Mediadora no Ensino Médio e Superior, conforme Hoffmann (2011), assinale a alternativa CORRETA.
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De acordo com Libâneo, Oliveira e Toschi (2008), as práticas de gestão dizem respeito a ações de natureza técnico-administrativa e de natureza pedagógico-curricular. Em relação a essas ações, assinale a alternativa INCORRETA.
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Sobre os objetivos cognitivos e sociais da prática inclusiva em sala de aula, escolha a alternativa CORRETA.
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De acordo com Silva (2007, p. 15), “[…] o currículo é sempre resultado de uma seleção: de um universo mais amplo de conhecimentos e saberes seleciona-se aquela parte que vai constituir, precisamente, o currículo”. Com base nessa concepção, associe a coluna da direita com a da esquerda, relacionando as teorias do currículo com os seus conceitos principais.
I. Teorias Tradicionais
II. Teorias Críticas
III. Teorias pós-críticas
( ) Ideologia, reprodução cultural e social, poder, classe social, capitalismo, relações sociais de produção, conscientização, emancipação e libertação, currículo oculto e resistência.
( ) Ensino, aprendizagem, avaliação, metodologia, didática, organização, planejamento, eficiência e objetivos.
( ) Identidade, alteridade, diferença, subjetividade, significação e discurso, saber-poder, representação, cultura, gênero, raça, etnia, sexualidade e multiculturalismo.
Assinale a alternativa que contém a ordem CORRETA da associação de cima para baixo.
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Conforme afirma Saviani (2010, p. 381), “Com base no pressuposto da neutralidade científica e inspirada nos princípios da racionalidade científica, eficiência e produtividade, a pedagogia tecnicista advoga a reordenação do processo educativo de maneira que o torne objetivo e operacional”. Nesse sentido, analise as alternativas e assinale a que NÃO corresponde à pedagogia tecnicista.
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