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Foram encontradas 185 questões.

767100 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
“Que marca é melhor?
Uma empresa não precisa saber como fabricar lavadoras de alta pressão para ver sua marca estampada nessas máquinas. Na China existem fábricas que produzem milhares de lavadoras sob medida. Todas são exatamente iguais por dentro, mas por fora possuem algumas pequenas diferenças no design. Com capital disponível muitas empresas vão até a China, compram essas lavadoras “genéricas” e estampam suas próprias marcas para importação ao Brasil. Então é de esperar que uma marca que não fabrica as próprias lavadoras não pode garantir a durabilidade das mesmas, muito menos oferecer um bom serviço de pós-venda. Através de uma pesquisa profunda sobre a reputação das marcas de lavadoras de alta pressão, conseguimos construir um ranking com os melhores nomes.”
(Disponível em: < http://escolhafacil.net/melhor-marca-lavadora-pressao/>.Acesso em: 6 maio2015)
“Em “Então é de esperar que uma marca que não fabrica as próprias lavadoras não pode garantir a durabilidade das mesmas...” a coesão ficou prejudicada porque:
 

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Texto I
De sexo em aula a robô professor: veja polêmicas na educação
Você já imaginou ter uma aula de sexo ao vivo na universidade? Ou trocar o professor por um robô que ensina inglês? Já pensou em aprender matemática utilizando um videogame? Essas e outras iniciativas adotadas em sala de aula em diversos países geraram muita polêmica.
E no Brasil? Um dos maiores problemas enfrentados por professores e alunos é a violência nas escolas. São inúmeros casos de agressão, chegando até mesmo à morte. Mas a tecnologia também está entre as nossas polêmicas. Os pais de uma estudante, por exemplo, foram condenados a pagar multa de R$ 1 mil após a garota utilizar o celular na escola. Você concorda com isso? Veja polêmicas que envolvem a educação e a opinião de especialistas sobre cada caso.
Texto II
Robôs substituem professores na Coreia do Sul
O professor é um ator fundamental no processo da educação. Mas e se ele for substituído por um robô? É o que acontece na Coreia do Sul, onde um programa colocou 30 máquinas controladas à distância para dar aulas de inglês em 30 escolas primárias do país.
Os robôs são chamados de Engkey, têm pouco mais de 1 m de altura. Outra curiosidade é que os professores que controlam as máquinas nem são coreanos, e sim filipinos. As máquinas são de última tecnologia, conseguem inclusive ler os livros físicos dos alunos e dançar movendo a cabeça e braços.
Segundo os responsáveis pelo projeto, a questão financeira contou muito para o uso dos robôs. "Com boa formação e experiência, os professores filipinos são uma mão-de-obra mais barata do que os daqui", disse Sagong Seong-Dae, um dos cientistas responsáveis pelo projeto, ao site britânico Daily Mail.
Os responsáveis fazem questão de destacar, no entanto, que os robôs não vão substituir completamente a atuação dos professores humanos, apesar do investimento governamental de cerca de US$ 1,5 milhão, algo em torno de R$ 2,5 milhões. Cada robô tem o preço de aproximadamente R$ 12 mil.
Veja a opinião de um especialista sobre o assunto
Opinião de um especialista
Texto III
É impossível tratar desta reportagem sem pensar nas novidades que cercam a educação de crianças, visto que elas se referem também a um novo tipo de infância, decorrente do advento da informática: a ciberinfância. Esta diz respeito às crianças que nasceram em contato com a tecnologia e não conseguem imaginar o mundo sem estes recursos. As crianças da ciberinfância manipulam facilmente os aparelhos eletrônicos, dispensando, muitas vezes, qualquer instrução. A forma como elas utilizam esses artefatos é bastante pessoal e está ligada, na maioria das vezes, a atividades de lazer e entretenimento.
Entretanto, muitos dos professores que atuam com os ciberinfantes são imigrantes digitais, têm pouca ou quase nenhuma intimidade com estas tecnologias e muitas vezes dificuldade para compreender seus recursos e funcionamento. Os imigrantes digitais, segundo Prensky (2001) são usuários do computador que ainda o vêem como novidade, precisam de mídias impressas e relacionam-se na rede apenas com conhecidos.
No caso específico da Coreia do Sul, o que a reportagem questiona ela mesmo responde: "o professor humano não faria falta", este professor mesmo com a entrada do robô em uma disciplina, ou seja, na aula de inglês, não deixa de atuar com as crianças visto que, monitora este trabalho à distância e usa o robô como recurso didático.
As experiências com o uso de TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação) estão cada vez mais presentes na sala de aula, remetendo professores e alunos a uma nova relação com o saber, com a aprendizagem e com modos de educação, como no caso do robô coreano.
Tal experiência parece apontar novamente para os marqueteiros visionários e reformistas de plantão que, há mais de um quarto de século, desde a entrada dos primeiros microcomputadores na sala de aula, vêm anunciando o fim do professor. Já neste tempo o guru americano Seymour Papert apregoava o fim não só do professor, mas, também, da escola.
Os anúncios acerca do potencial transformador da tecnologia têm uma história antiga e suas previstas revoluções não aconteceram. Os defensores de tecnologias têm estado sempre prontos para acusarem e preverem o fim dos professores que de algum modo e dentre todas as mazelas de seu cotidiano continuam ensinando as crianças, muitos deles com a certeza de que todas as TICs que possa vir a facilitar sua prática podem ser muito bem-vindas a educação dos escolares.
Leni Vieira Dornelles
(Disponível em: <http://www.terra.com.br/noticias/educacao/infograficos/polemicas-na-educacao/polemicas-na-educacao-02b.htm>. Acesso em: 2 jun. 2015.)
A alternativa de reescrita para o 3º parágrafo do Texto III que o tornaria mais claro, sem prejuízo do sentido e da argumentação do autor, é:
 

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761953 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
As alternativas abaixo indicam fatos ou evidências que reforçam a teoria da evolução biológica, EXCETO:
 

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758402 Ano: 2015
Disciplina: Filosofia
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Segundo o pensamento de Peter Berger, expresso na obra O dossel sagrado (1992), só NÃO é correto afirmar que:
 

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758276 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Considere a resolução do sistema de inequação abaixo.
A alternativa que apresenta a resposta CORRETA é:
-8 X !$ ≤ !$ 0 e X – 2 !$ ≥ !$6
 

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758272 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
O professor de História, no ensino médio, deve contemplar a LDB e os PCNs no cumprimento de um currículo nacional de base comum e de um saber complementar para atender as premissas na formação do indivíduo e do cidadão. Nessa formação, o educando deve conhecer e refletir sobre sua sociedade no seu tempo e o tempo todo, e isso vai ao encontro do compromisso assumido pelo Educador, principalmente do professor de História, em assumir uma luta política e cultural de rompimento com as desigualdades sociais para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa e democrática.
Nessa perspectiva, é CORRETO afirmar que:
 

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758225 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
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Segundo Oliveira e Duarte (1999, p. 7), a partir da década de 90, novas formas de abordagem dos aspectos relativos ao financiamento, planejamento e gestão escolar adquirem maior visibilidade e expõem projetos e concepções diferenciadas de administração dos sistemas públicos de ensino.
(OLIVEIRA, Dalila Andrade; DUARTE, Marisa Ribeiro Teixeira (Orgs.). Política e trabalho na escola: Administração dos sistemas de educação básica. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.)
As autoras entendem que, na década de 90, o documento que representou a tentativa de uma nova orientação para as reformas educacionais dos países mais pobres e populosos do mundo, ou seja, a educação para a equidade social foi:
 

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758136 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Provas:
No momento em que os sistemas educacionais formais tendem a privilegiar o acesso ao conhecimento, em detrimento das outras formas de aprendizagem, é mister conceber a educação como um todo. Essa perspectiva deve no futuro inspirar e orientar as reformas educacionais, seja na elaboração dos programas ou na definição de novas políticas pedagógicas.
( DELORS, Jacques. Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez, 2000. p. 31.)
Conforme esta orientação, a educação, ao longo da vida, baseia-se em:
 

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Texto I
De sexo em aula a robô professor: veja polêmicas na educação
Você já imaginou ter uma aula de sexo ao vivo na universidade? Ou trocar o professor por um robô que ensina inglês? Já pensou em aprender matemática utilizando um videogame? Essas e outras iniciativas adotadas em sala de aula em diversos países geraram muita polêmica.
E no Brasil? Um dos maiores problemas enfrentados por professores e alunos é a violência nas escolas. São inúmeros casos de agressão, chegando até mesmo à morte. Mas a tecnologia também está entre as nossas polêmicas. Os pais de uma estudante, por exemplo, foram condenados a pagar multa de R$ 1 mil após a garota utilizar o celular na escola. Você concorda com isso? Veja polêmicas que envolvem a educação e a opinião de especialistas sobre cada caso.
Texto II
Robôs substituem professores na Coreia do Sul
O professor é um ator fundamental no processo da educação. Mas e se ele for substituído por um robô? É o que acontece na Coreia do Sul, onde um programa colocou 30 máquinas controladas à distância para dar aulas de inglês em 30 escolas primárias do país.
Os robôs são chamados de Engkey, têm pouco mais de 1 m de altura. Outra curiosidade é que os professores que controlam as máquinas nem são coreanos, e sim filipinos. As máquinas são de última tecnologia, conseguem inclusive ler os livros físicos dos alunos e dançar movendo a cabeça e braços.
Segundo os responsáveis pelo projeto, a questão financeira contou muito para o uso dos robôs. "Com boa formação e experiência, os professores filipinos são uma mão-de-obra mais barata do que os daqui", disse Sagong Seong-Dae, um dos cientistas responsáveis pelo projeto, ao site britânico Daily Mail.
Os responsáveis fazem questão de destacar, no entanto, que os robôs não vão substituir completamente a atuação dos professores humanos, apesar do investimento governamental de cerca de US$ 1,5 milhão, algo em torno de R$ 2,5 milhões. Cada robô tem o preço de aproximadamente R$ 12 mil.
Veja a opinião de um especialista sobre o assunto
Opinião de um especialista
Texto III
É impossível tratar desta reportagem sem pensar nas novidades que cercam a educação de crianças, visto que elas se referem também a um novo tipo de infância, decorrente do advento da informática: a ciberinfância. Esta diz respeito às crianças que nasceram em contato com a tecnologia e não conseguem imaginar o mundo sem estes recursos. As crianças da ciberinfância manipulam facilmente os aparelhos eletrônicos, dispensando, muitas vezes, qualquer instrução. A forma como elas utilizam esses artefatos é bastante pessoal e está ligada, na maioria das vezes, a atividades de lazer e entretenimento.
Entretanto, muitos dos professores que atuam com os ciberinfantes são imigrantes digitais, têm pouca ou quase nenhuma intimidade com estas tecnologias e muitas vezes dificuldade para compreender seus recursos e funcionamento. Os imigrantes digitais, segundo Prensky (2001) são usuários do computador que ainda o vêem como novidade, precisam de mídias impressas e relacionam-se na rede apenas com conhecidos.
No caso específico da Coreia do Sul, o que a reportagem questiona ela mesmo responde: "o professor humano não faria falta", este professor mesmo com a entrada do robô em uma disciplina, ou seja, na aula de inglês, não deixa de atuar com as crianças visto que, monitora este trabalho à distância e usa o robô como recurso didático.
As experiências com o uso de TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação) estão cada vez mais presentes na sala de aula, remetendo professores e alunos a uma nova relação com o saber, com a aprendizagem e com modos de educação, como no caso do robô coreano.
Tal experiência parece apontar novamente para os marqueteiros visionários e reformistas de plantão que, há mais de um quarto de século, desde a entrada dos primeiros microcomputadores na sala de aula, vêm anunciando o fim do professor. Já neste tempo o guru americano Seymour Papert apregoava o fim não só do professor, mas, também, da escola.
Os anúncios acerca do potencial transformador da tecnologia têm uma história antiga e suas previstas revoluções não aconteceram. Os defensores de tecnologias têm estado sempre prontos para acusarem e preverem o fim dos professores que de algum modo e dentre todas as mazelas de seu cotidiano continuam ensinando as crianças, muitos deles com a certeza de que todas as TICs que possa vir a facilitar sua prática podem ser muito bem-vindas a educação dos escolares.
Leni Vieira Dornelles
(Disponível em: <http://www.terra.com.br/noticias/educacao/infograficos/polemicas-na-educacao/polemicas-na-educacao-02b.htm>. Acesso em: 2 jun. 2015.)
Considere as afirmações, quanto à linguagem e organização textual.
I- No Texto I, foram utilizados recursos persuasivos próprios da propaganda, como o uso de perguntas e da palavra "você", que evidenciam a proposta de interação autor-leitor.
II- O Texto I funciona como lide de notícia, pois introduz aquilo que será ampliado posteriormente.
III- No Texto II, há o predomínio de sequências informativas, porém há elementos, como a escolha do título, que funcionam no texto como recursos argumentativos.
IV- Enquanto no Texto II, para conferir isenção relativamente ao enunciado, recorreu-se ao discurso citado, no Texto III, a especialista prescinde desse uso para dar legitimidade ao seu texto.
Estão CORRETAS apenas:
 

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758101 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Biotecnologia corresponde a técnicas que têm permitido ao ser humano utilizar organismos para obter produtos de interesse.
(LOPES, Sônia. Bio.Volume Único. 2ª Edição. São Paulo: Saraiva, 2008.)
De acordo com a definição apresentada por Sônia Lopes, todas as alternativas abaixo indicam procedimentos biotecnológicos, EXCETO:
 

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