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Foram encontradas 185 questões.

797075 Ano: 2015
Disciplina: Educação Artística
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Conhecer a história do ensino de Arte no Brasil é importante para conhecer as proposições, métodos e entendimento dos papéis do professor e do aluno que influenciam as escolhas pedagógicas e estéticas dos professores de Arte.
A seguir são apresentados três momentos importantes do ensino de Arte no Brasil.
I- O ensino de Arte volta-se para o desenvolvimento natural da criança, centrado no respeito às suas necessidades e aspirações, valorizando suas formas de expressão e de compreensão do mundo. As atividades de artes plásticas mostram-se como espaço de invenção, autonomia e descobertas, baseando-se principalmente na auto-expressão dos alunos.
II- A mobilização de grupos de professores de arte permitiu que se ampliassem as discussões sobre a valorização e o aprimoramento do professor. As ideias e princípios multiplicam-se no País por meio de encontros e eventos promovidos por universidades, associações, entidades públicas e particulares, com o intuito de rever e propor novos andamentos à ação educativa em Arte.
III- Os professores passam a atuar em todas as áreas artísticas, independentemente de sua formação e habilitação. Conhecer mais profundamente cada uma das modalidades artísticas, as articulações entre elas e conhecer artistas, objetos artísticos e suas histórias não faziam parte de decisões curriculares que regiam a prática educativa em Arte nessa época.
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos termos que identificam cada descrição.
 

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796936 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
De acordo com os conceitos relacionados a Matrizes, analise as afirmativas abaixo.
I- Dada a matriz quadrada A =!$ (a_{ij})_n !$, diz-se que A é matriz antissimétrica se, e somente se, !$ a_{ij} !$ = !$ - a_{ij} !$, para todo 1 <= i <= n e 1 <= j <=n.
II- Dada uma matriz A = (!$ a_{ij} !$) do tipo m x n e uma matriz B = (!$ b_{ij} !$) do tipo n x p, o produto da matriz A pela matriz B é a matriz C = (!$ c_{ij} !$) do tipo m x p tal que o elemento !$ c_{ij} !$ é calculado multiplicando-se ordenadamente os elementos da linha i, da matriz A, pelos elementos da coluna j, da matriz B, e somando-se os produtos obtidos.
III- Se A é uma matriz m x n, de elementos !$ a_{ij} !$, e !$ alpha !$ é um número real, então !$ alpha !$A é uma matriz m x n cujos elementos são !$ b_{ij} !$ = !$ alpha !$ x !$ a_{ij} !$.
Estão CORRETAS:
 

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Texto I
De sexo em aula a robô professor: veja polêmicas na educação
Você já imaginou ter uma aula de sexo ao vivo na universidade? Ou trocar o professor por um robô que ensina inglês? Já pensou em aprender matemática utilizando um videogame? Essas e outras iniciativas adotadas em sala de aula em diversos países geraram muita polêmica.
E no Brasil? Um dos maiores problemas enfrentados por professores e alunos é a violência nas escolas. São inúmeros casos de agressão, chegando até mesmo à morte. Mas a tecnologia também está entre as nossas polêmicas. Os pais de uma estudante, por exemplo, foram condenados a pagar multa de R$ 1 mil após a garota utilizar o celular na escola. Você concorda com isso? Veja polêmicas que envolvem a educação e a opinião de especialistas sobre cada caso.
Texto II
Robôs substituem professores na Coreia do Sul
O professor é um ator fundamental no processo da educação. Mas e se ele for substituído por um robô? É o que acontece na Coreia do Sul, onde um programa colocou 30 máquinas controladas à distância para dar aulas de inglês em 30 escolas primárias do país.
Os robôs são chamados de Engkey, têm pouco mais de 1 m de altura. Outra curiosidade é que os professores que controlam as máquinas nem são coreanos, e sim filipinos. As máquinas são de última tecnologia, conseguem inclusive ler os livros físicos dos alunos e dançar movendo a cabeça e braços.
Segundo os responsáveis pelo projeto, a questão financeira contou muito para o uso dos robôs. "Com boa formação e experiência, os professores filipinos são uma mão-de-obra mais barata do que os daqui", disse Sagong Seong-Dae, um dos cientistas responsáveis pelo projeto, ao site britânico Daily Mail.
Os responsáveis fazem questão de destacar, no entanto, que os robôs não vão substituir completamente a atuação dos professores humanos, apesar do investimento governamental de cerca de US$ 1,5 milhão, algo em torno de R$ 2,5 milhões. Cada robô tem o preço de aproximadamente R$ 12 mil.
Veja a opinião de um especialista sobre o assunto
Opinião de um especialista
Texto III
É impossível tratar desta reportagem sem pensar nas novidades que cercam a educação de crianças, visto que elas se referem também a um novo tipo de infância, decorrente do advento da informática: a ciberinfância. Esta diz respeito às crianças que nasceram em contato com a tecnologia e não conseguem imaginar o mundo sem estes recursos. As crianças da ciberinfância manipulam facilmente os aparelhos eletrônicos, dispensando, muitas vezes, qualquer instrução. A forma como elas utilizam esses artefatos é bastante pessoal e está ligada, na maioria das vezes, a atividades de lazer e entretenimento.
Entretanto, muitos dos professores que atuam com os ciberinfantes são imigrantes digitais, têm pouca ou quase nenhuma intimidade com estas tecnologias e muitas vezes dificuldade para compreender seus recursos e funcionamento. Os imigrantes digitais, segundo Prensky (2001) são usuários do computador que ainda o vêem como novidade, precisam de mídias impressas e relacionam-se na rede apenas com conhecidos.
No caso específico da Coreia do Sul, o que a reportagem questiona ela mesmo responde: "o professor humano não faria falta", este professor mesmo com a entrada do robô em uma disciplina, ou seja, na aula de inglês, não deixa de atuar com as crianças visto que, monitora este trabalho à distância e usa o robô como recurso didático.
As experiências com o uso de TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação) estão cada vez mais presentes na sala de aula, remetendo professores e alunos a uma nova relação com o saber, com a aprendizagem e com modos de educação, como no caso do robô coreano.
Tal experiência parece apontar novamente para os marqueteiros visionários e reformistas de plantão que, há mais de um quarto de século, desde a entrada dos primeiros microcomputadores na sala de aula, vêm anunciando o fim do professor. Já neste tempo o guru americano Seymour Papert apregoava o fim não só do professor, mas, também, da escola.
Os anúncios acerca do potencial transformador da tecnologia têm uma história antiga e suas previstas revoluções não aconteceram. Os defensores de tecnologias têm estado sempre prontos para acusarem e preverem o fim dos professores que de algum modo e dentre todas as mazelas de seu cotidiano continuam ensinando as crianças, muitos deles com a certeza de que todas as TICs que possa vir a facilitar sua prática podem ser muito bem-vindas a educação dos escolares.
Leni Vieira Dornelles
(Disponível em: <http://www.terra.com.br/noticias/educacao/infograficos/polemicas-na-educacao/polemicas-na-educacao-02b.htm>. Acesso em: 2 jun. 2015.)
A matéria lida foi publicada em mídia digital. Os Textos I, II e III (assim nomeados para efeito didático) estavam lincados, de modo que o leitor teve acesso a eles por etapas. Considerando essa diagramação e outros elementos linguísticos, é CORRETO afirmar que a intenção dessa matéria é:
 

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796822 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
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A sociologia da infância, a partir da concepção de crianças como sujeitos plenos, atores sociais, ativos e competentes, verifica que elas são capazes de criar um universo social e cultural próprios, ao reconstruírem a realidade segundo sua lógica, obedecendo a regras criadas por elas mesmas e formulando hipóteses para a solução de problemas que emergem no cotidiano. Nessa constituição, apreendem os códigos da realidade e fazem uso deles de formas criativas, marcadas pelos jogos, brincadeiras e pelo modo específico de significarem e usarem a linguagem. As culturas infantis são desenvolvidas nas interações entre as crianças e relacionam-se com a sociedade e com o modo como o
meio social percebe a infância. Assim, as crianças reproduzem a realidade social, mas imprimindo-lhe novas interpretações do mundo do adulto.
(CONTAGEM. Secretaria Municipal de Educação e Cultura. A criança, o brincar e as brincadeiras. Contagem: Prefeitura Municipal de Contagem, 2012, v. 2, p. 8.Adaptado)
Assinale a alternativa que NÃO apresenta suportes externos que beneficiam a brincadeira.
 

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796749 Ano: 2015
Disciplina: Educação Física
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Sobre a legislação em vigor, que trata do ensino da Educação Física, analise as proposições.
I- A Lei Pelé (Lei nº 9615/98) estabelece que o ensino da Educação Física nas escolas brasileiras de Ensino Fundamental deve ocorrer em duas aulas semanais de 50 minutos.
II- A Lei nº 9696/98, que regulamentou a profissão de Educação Física, definiu que os conteúdos a serem ensinados nas escolas de Educação Básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio) são: atividade física, esporte e recreação.
III- A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9394/96) alterou o entendimento dado à Educação Física no âmbito escolar, que deixou de ser uma atividade e passou a ser uma área de conhecimento ou componente curricular.
Estão INCORRETAS:
 

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796573 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
O Brasil não distanciou-se dos movimentos radicais e extremistas que assolavam o mundo. Enquanto os Fascismos e o Socialismo ganhavam força na Europa, no Brasil articulavam-se movimentos que se espelhavam nas ideologias europeias. São eles, respectivamente:
 

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796551 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
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Leia os textos a seguir.
Texto I
Enunciado 796551-1
Texto II
Quando se discute sobre o projeto político pedagógico de uma escola, uma questão que sempre aparece em destaque é a proposta curricular. As discussões sobre o currículo necessariamente abordam, com maior ou menor ênfase, as discussões sobre conhecimento, verdade, poder e identidade que marcam, invariavelmente, as teorizações sobre questões curriculares. Se a importância do currículo é hoje indiscutível, sua concepção ao longo do tempo tem assumido diferentes sentidos, expressando o que, historicamente, entende-se por educação e por um indivíduo educado, e refletindo as influências teóricas hegemônicas.
( Disponível em:http://www.gestrado.org/?pg=dicionario-verbetes&id=211.Acesso em: 17maio2015)
Analisando os textos acima, a concepção de currículo que se identifica é:
 

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De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais para a área de Matemática, no que se refere às relações professor-aluno e aluno, todas as alternativas abaixo estão corretas, EXCETO:
 

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A Resolução nº 1/2004 instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africanas. Ela apresenta orientações, princípios e fundamentos para o planejamento, execução e avaliação da Educação, e tem por meta promover a educação de cidadãos atuantes e conscientes no seio da sociedade multicultural e pluriétnica do Brasil, buscando relações étnico-sociais positivas, rumo à construção de nação democrática.
Sob essa perspectiva, é INCORRETO afirmar:
 

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O Documento-Referência da Conae (2014), fruto das lutas históricas e dos debates democráticos, construídos pela sociedade civil organizada, pelos movimentos sociais e pelo governo, na garantia da educação como bem público e direito social, buscou orientar a formulação das políticas de Estado para a educação nacional em duas dimensões: dos diferentes níveis, etapas e modalidades de ensino; e das responsabilidades, corresponsabilidades, atribuições concorrentes, complementares e colaborativas entre os entes federados (União, estados, DF e municípios), tendo por princípios a garantia da participação popular, a cooperação federativa e o regime de colaboração. Essas indicações contribuirão para o planejamento e organicidade das políticas, especialmente na elaboração, acompanhamento e avaliação dos planos de educação dos estados, Distrito Federal e municípios.
No que diz respeito ao PNE (2014-2024), analise as assertivas abaixo e marque (V) para Verdadeiro e (F) para Falso.
( ) É de responsabilidade da União consolidar a educação escolar no e do campo, de populações tradicionais, de populações itinerantes, de povos indígenas, povos da floresta, povos das águas e comunidades quilombolas, respeitando a articulação entre os ambientes escolares e comunitários, e garantir a sustentabilidade socioambiental e a preservação da identidade cultural.
( ) É de responsabilidade do Distrito Federal e dos municípios fortalecer o acompanhamento das crianças na educação infantil, em especial o dos beneficiários de programas de transferência de renda, em colaboração com as famílias e com os órgãos públicos de assistência social, saúde e proteção à infância.
( ) É de responsabilidade da União garantir acesso e permanência a estudantes de EJA no ensino fundamental e médio, com isonomia de condições às outras modalidades de educação básica, com possibilidades de acesso à universidade pública e gratuita.
( ) É de responsabilidade da União criar escolas itinerantes como garantia de acesso e permanência de estudantes do campo e da floresta.
( ) É de responsabilidade da União transformar o Fundeb, que deve vigorar a partir de 2022, em um fundo nacional, nivelando por cima todos os valores de custo aluno/ano atingidos nas redes municipais e estaduais pelo valor do maior custo-aluno/ano praticado no País, considerando cada etapa e modalidade da educação básica pública.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
 

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