Foram encontradas 465 questões.
No modelo bioecológico de Bronfenbrenner,
diferentes sistemas influenciam o
desenvolvimento humano. Assinale a alternativa
que apresenta corretamente a relação entre o
sistema descrito e seu respectivo conceito.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Analise as assertivas a seguir:
I. Dados dois ou mais números naturais diferentes de zero, denomina-se máximo divisor comum (mdc) desses números o menor dos seus divisores comuns.
II. O produto de dois números, diferentes de zero, é igual ao produto do seu máximo divisor comum pelo seu mínimo múltiplo comum.
III. Um número a é múltiplo de um número natural b, diferente de zero, quando b é divisível por a.
IV. Dados dois ou mais números naturais diferentes de zero, denomina-se mínimo múltiplo comum (mmc) desses números o menor dos seus múltiplos comuns diferentes de zero.
Após análise, conclui-se que estão corretas:
I. Dados dois ou mais números naturais diferentes de zero, denomina-se máximo divisor comum (mdc) desses números o menor dos seus divisores comuns.
II. O produto de dois números, diferentes de zero, é igual ao produto do seu máximo divisor comum pelo seu mínimo múltiplo comum.
III. Um número a é múltiplo de um número natural b, diferente de zero, quando b é divisível por a.
IV. Dados dois ou mais números naturais diferentes de zero, denomina-se mínimo múltiplo comum (mmc) desses números o menor dos seus múltiplos comuns diferentes de zero.
Após análise, conclui-se que estão corretas:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Estudos indicam redução de massa cerebral
por uso excessivo de tela
Consumo compulsivo de conteúdos de
baixa qualidade está associado a redução no
volume de massa cinzenta em regiões do cérebro
responsáveis por tomada de decisões, apontam
estudos.
Embora possa parecer exagerado à
primeira vista, o termo "cérebro
podre" ou "podridão cerebral", da expressão em
inglês "brain rot", pode ser mais literal do que
pensamos. Eleita a palavra do ano de 2024 pelo
Dicionário Oxford por mais de 37 mil pessoas, o
termo descreve, de acordo com a Oxford
University Press, a deterioração mental causada
pelo consumo excessivo de conteúdo superficial,
especialmente na internet. As citações ao termo
em inglês aumentaram 230% entre 2023 e 2024,
refletindo uma preocupação social crescente com
esse fenômeno.
Assim, o que começou como uma
expressão coloquial encontrou apoio na ciência.
Pesquisas citadas pelo jornal britânico The Guardian indicam que o uso excessivo de mídias
sociais e o consumo compulsivo de conteúdo de
baixa qualidade – como notícias sensacionalistas,
teorias da conspiração e entretenimento vazio –
podem literalmente encolher a massa cinzenta,
diminuir a capacidade de atenção e enfraquecer a
memória. Uma combinação de efeitos que faz com
que o termo "podridão" não pareça exagerado.
Os primeiros sinais de alarme soaram no
início do século com algo que hoje nos parece
inofensivo: o e-mail. Como o jornal El País noticiou
recentemente, citando um artigo do Guardian de
2005, uma equipe da Universidade de Londres,
após 80 testes clínicos, descobriu que o uso diário
de e-mail e telefone celular causava uma queda
média de dez pontos no QI dos participantes, um
impacto que eles descreveram como mais
prejudicial do que o uso de maconha.
Imagine então o que acontece agora com a
constante enxurrada de tweets, stories, reels,
notificações, pushes e fluxos intermináveis de
conteúdo.
Os aplicativos modernos são projetados
especificamente para nos manter viciados,
aproveitando o que Michoel Moshel, pesquisador
da Universidade Macquarie, descreveu ao El País
como "a tendência natural do nosso cérebro de
buscar novidades, especialmente quando se trata
de informações potencialmente prejudiciais ou
alarmantes, uma característica que já nos ajudou
a sobreviver".
Em geral, o quadro atual é preocupante.
Uma meta-análise de 27 estudos de neuroimagem
revelou que o uso excessivo de internet está
associado a uma redução no volume de massa
cinzenta em regiões críticas do cérebro
responsáveis pelo processamento de
recompensas, controle de impulsos e tomada de
decisões. De acordo com Moshel, essas
alterações são semelhantes às observadas em
casos de dependência de substâncias como
metanfetaminas e álcool.
Além do ambiente clínico, o "uso
desordenado de tela" tem sido estudado em
ambientes educacionais. Uma meta-análise citada
em um artigo do The Conversation, do qual
Moshel é um dos autores, lista 34 estudos que
vinculam o uso compulsivo a um desempenho
cognitivo significativamente inferior, especialmente no que diz respeito a atenção
sustentada e controle de impulsos. O problema, de
acordo com o relatório, não se limita aos mais
jovens; ele também afeta adultos que passam
muitas horas na frente de celulares e
computadores.
Na Austrália, por exemplo, uma pesquisa
realizada em 2020 pelo Instituto Gonski da UNSW
revelou que 84% dos educadores consideram
tecnologias digitais uma distração na sala de aula.
De acordo com uma pesquisa da organização
australiana especializada em saúde mental
Beyond Blue, citada pela emissora americana
ABC, o tempo excessivo de tela está entre os
principais desafios para os jovens, perdendo
apenas para problemas de saúde mental.
Eduardo Fernández Jiménez, psicólogo
clínico do Hospital La Paz, em Madri, explicou ao
El País que o cérebro ativa diferentes redes
neurais para gerenciar diferentes tipos de
atenção. O bombardeio constante de estímulos
variáveis afeta particularmente nossa capacidade
de atenção sustentada, que é fundamental para o
aprendizado acadêmico.
O problema é agravado por um círculo
vicioso difícil de romper: de acordo com um estudo
publicado na revista Nature, pessoas com saúde
mental debilitada têm maior probabilidade de
consumir conteúdo de baixa qualidade, o que, por
sua vez, piora seus sintomas. E quanto mais
tempo se passa em frente à tela, mais difícil é
reconhecer e limitar o problema.
Fonte: https://g1.globo.com/saude/ 2025/01/25/estudos-indicamreducao-de-massa-cerebral-por-uso-excessivo-de-tela.ghtml
[adaptado]
( ) Por ter como principal intenção comunicativa relatar fatos, o gênero textual do texto intitulado “Estudos indicam redução de massa cerebral por uso excessivo de tela” é uma notícia;
( ) De acordo com o texto, é impossível que o uso excessivo das tecnologias afete o desenvolvimento cognitivo das pessoas;
( ) A intertextualidade explícita, representada pelas citações diretas no texto, a exemplo da fala do pesquisador Michoel Moshel, comprovam a função social do gênero textual em questão;
( ) Na oração “[...] o quadro atual é preocupante”, presente no texto, o predicado é verbo-nominal.
Após análise das afirmativas, conclui-se que a sequência correta é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto abaixo e responda a questao.
Sociedade do cansaço: estamos cansados
demais para perceber?
Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E,
assim, vamos nos desconectando do que é
essencial: o tédio, o vazio, o silêncio
Genesson Honorato
Estamos cansados. Isso já não é novidade.
Mas talvez a verdadeira novidade seja essa:
estamos cansados demais para perceber o quanto
estamos cansados.
Byung-Chul Han escreveu que vivemos em
uma sociedade que trocou o dever pela
performance. Não somos mais cobrados por fora,
mas por dentro. Não obedecemos a um sistema,
somos o próprio sistema.
Nos cobramos para produzir mais, sentir
menos e melhorar o tempo todo. A produtividade
virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.
Acordamos já devendo energia.
Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça
ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela
na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de
notificações.
E, no dia seguinte... tudo de novo.
Vivemos como se isso fosse normal. Como
se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de
participação da vida adulta. Uma parte do jogo.
Mas e se não for bem assim?
Outro dia, em um intervalo entre dois
compromissos, sentei em um café. Sem celular,
sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo
menos era essa a intenção. Foram exatos dois
minutos até que o desconforto batesse. A mente
acelerada, a mão inquieta, o impulso automático
de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir
algo.
“Talvez a grande inovação agora seja
parar, respirar e reaprender o tempo.”
Descansar, ali, parecia uma tarefa mais
difícil do que eu imaginava. É como se o corpo
tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se
a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.
Fazer nada parece ter virado um crime
inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de
autoexploração. Quando a cobrança não vem
Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio
gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.
Estamos sempre em modo desempenho.
Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou
aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo
útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.
E, assim, vamos nos desconectando do
que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio.
Coisas que não produzem resultado imediato, mas
que sustentam tudo o que importa no longo prazo:
atenção, presença, criatividade, saúde.
Estamos tão cansados que já nem
percebemos que estamos nos exaurindo. No
fundo, talvez a pergunta não seja mais “como
descansar”, mas sim como reaprender a existir
sem estar produzindo o tempo inteiro.
Talvez a grande inovação agora não seja
acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e
reaprender o tempo. Quem sabe, perceber,
mesmo que aos poucos, que o descanso não é o
oposto de trabalho, é o que torna o trabalho
possível.
Até a próxima.
Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
“Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem mais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.”
Diante disso, é correto afirmar:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Quanto à posição da sílaba tônica, assinale a
classificação correta da palavra 'Amazônia'.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container