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3962386 Ano: 2025
Disciplina: Psicologia
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riachão Bacamarte-PB
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No modelo bioecológico de Bronfenbrenner, diferentes sistemas influenciam o desenvolvimento humano. Assinale a alternativa que apresenta corretamente a relação entre o sistema descrito e seu respectivo conceito.
Questão Anulada

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Analise as assertivas a seguir:

I. Dados dois ou mais números naturais diferentes de zero, denomina-se máximo divisor comum (mdc) desses números o menor dos seus divisores comuns.
II. O produto de dois números, diferentes de zero, é igual ao produto do seu máximo divisor comum pelo seu mínimo múltiplo comum.
III. Um número a é múltiplo de um número natural b, diferente de zero, quando b é divisível por a.
IV. Dados dois ou mais números naturais diferentes de zero, denomina-se mínimo múltiplo comum (mmc) desses números o menor dos seus múltiplos comuns diferentes de zero.


Após análise, conclui-se que estão corretas:
Questão Anulada

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Estudos indicam redução de massa cerebral por uso excessivo de tela
    Consumo compulsivo de conteúdos de baixa qualidade está associado a redução no volume de massa cinzenta em regiões do cérebro responsáveis por tomada de decisões, apontam estudos.
   Embora possa parecer exagerado à primeira vista, o termo "cérebro podre" ou "podridão cerebral", da expressão em inglês "brain rot", pode ser mais literal do que pensamos. Eleita a palavra do ano de 2024 pelo Dicionário Oxford por mais de 37 mil pessoas, o termo descreve, de acordo com a Oxford University Press, a deterioração mental causada pelo consumo excessivo de conteúdo superficial, especialmente na internet. As citações ao termo em inglês aumentaram 230% entre 2023 e 2024, refletindo uma preocupação social crescente com esse fenômeno.
    Assim, o que começou como uma expressão coloquial encontrou apoio na ciência. Pesquisas citadas pelo jornal britânico The  Guardian indicam que o uso excessivo de mídias sociais e o consumo compulsivo de conteúdo de baixa qualidade – como notícias sensacionalistas, teorias da conspiração e entretenimento vazio – podem literalmente encolher a massa cinzenta, diminuir a capacidade de atenção e enfraquecer a memória. Uma combinação de efeitos que faz com que o termo "podridão" não pareça exagerado.
   Os primeiros sinais de alarme soaram no início do século com algo que hoje nos parece inofensivo: o e-mail. Como o jornal El País noticiou recentemente, citando um artigo do Guardian de 2005, uma equipe da Universidade de Londres, após 80 testes clínicos, descobriu que o uso diário de e-mail e telefone celular causava uma queda média de dez pontos no QI dos participantes, um impacto que eles descreveram como mais prejudicial do que o uso de maconha. Imagine então o que acontece agora com a constante enxurrada de tweets, stories, reels, notificações, pushes e fluxos intermináveis de conteúdo.
   Os aplicativos modernos são projetados especificamente para nos manter viciados, aproveitando o que Michoel Moshel, pesquisador da Universidade Macquarie, descreveu ao El País como "a tendência natural do nosso cérebro de buscar novidades, especialmente quando se trata de informações potencialmente prejudiciais ou alarmantes, uma característica que já nos ajudou a sobreviver".
   Em geral, o quadro atual é preocupante. Uma meta-análise de 27 estudos de neuroimagem revelou que o uso excessivo de internet está associado a uma redução no volume de massa cinzenta em regiões críticas do cérebro responsáveis pelo processamento de recompensas, controle de impulsos e tomada de decisões. De acordo com Moshel, essas alterações são semelhantes às observadas em casos de dependência de substâncias como metanfetaminas e álcool.
   Além do ambiente clínico, o "uso desordenado de tela" tem sido estudado em ambientes educacionais. Uma meta-análise citada em um artigo do The Conversation, do qual Moshel é um dos autores, lista 34 estudos que vinculam o uso compulsivo a um desempenho cognitivo significativamente inferior, especialmente no que diz respeito a atenção sustentada e controle de impulsos. O problema, de acordo com o relatório, não se limita aos mais jovens; ele também afeta adultos que passam muitas horas na frente de celulares e computadores.
   Na Austrália, por exemplo, uma pesquisa realizada em 2020 pelo Instituto Gonski da UNSW revelou que 84% dos educadores consideram tecnologias digitais uma distração na sala de aula. De acordo com uma pesquisa da organização australiana especializada em saúde mental Beyond Blue, citada pela emissora americana ABC, o tempo excessivo de tela está entre os principais desafios para os jovens, perdendo apenas para problemas de saúde mental.
   Eduardo Fernández Jiménez, psicólogo clínico do Hospital La Paz, em Madri, explicou ao El País que o cérebro ativa diferentes redes neurais para gerenciar diferentes tipos de atenção. O bombardeio constante de estímulos variáveis afeta particularmente nossa capacidade de atenção sustentada, que é fundamental para o aprendizado acadêmico.
   O problema é agravado por um círculo vicioso difícil de romper: de acordo com um estudo publicado na revista Nature, pessoas com saúde mental debilitada têm maior probabilidade de consumir conteúdo de baixa qualidade, o que, por sua vez, piora seus sintomas. E quanto mais tempo se passa em frente à tela, mais difícil é reconhecer e limitar o problema.
Fonte: https://g1.globo.com/saude/ 2025/01/25/estudos-indicamreducao-de-massa-cerebral-por-uso-excessivo-de-tela.ghtml [adaptado]
Após leitura do texto, analise, como verdadeiras (V) ou falsas (F), as afirmativas a seguir.

( ) Por ter como principal intenção comunicativa relatar fatos, o gênero textual do texto intitulado “Estudos indicam redução de massa cerebral por uso excessivo de tela” é uma notícia;  
( ) De acordo com o texto, é impossível que o uso excessivo das tecnologias afete o desenvolvimento cognitivo das pessoas; 
( ) A intertextualidade explícita, representada pelas citações diretas no texto, a exemplo da fala do pesquisador Michoel Moshel, comprovam a função social do gênero textual em questão;
( ) Na oração “[...] o quadro atual é preocupante”, presente no texto, o predicado é verbo-nominal.


Após análise das afirmativas, conclui-se que a sequência correta é:
Questão Anulada

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Leia o texto abaixo e responda a questao.
Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?
Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio
Genesson Honorato
          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.
          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.
          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.
        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.
         E, no dia seguinte... tudo de novo.
       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.
         Mas e se não for bem assim?
       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.
        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”
      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.
        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.
       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.
       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.
      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.
      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.
       Até a próxima.
Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
O verbo “chamar” apresenta diferentes valores e empregos, admitindo mais de uma regência, ou seja, dependendo do contexto em que se encontra, sua transitividade pode variar. Diante dessa análise, observe o verbo destacado em negrito no trecho abaixo:
“Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem mais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.”

Diante disso, é correto afirmar:
Questão Anulada

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3962382 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Riachão Bacamarte-PB
Provas:
Quanto à posição da sílaba tônica, assinale a classificação correta da palavra 'Amazônia'.
Questão Anulada

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