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Considere uma empresa que atua no ramo da educação no Ensino Superior (graduação, pós-graduação), com 5.600 funcionários, enquadrada na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) sob nº 85.32-5 e correspondente agrupamento C-31 para fins de dimensionamento da CIPA.
Analise o quadro a seguir, adaptado da NR 5.
Grupos | Nº de Empregados no Estabelecimento Nº de Membros da CIPA | 81 a 100 | 101 a 120 | 121 a 140 | 141 a 300 | 301 a 500 | 501 a 1000 | 1001 a 2500 | 2501 a 5000 | 5001 a 10000 | Acima de 10.000 para cada grupo de 2.500 acrescentar |
C-31 | Efetivos | 1 | 2 | 2 | 2 | 3 | 3 | 4 | 5 | 6 | 1 |
Suplentes | 1 | 2 | 2 | 2 | 3 | 3 | 4 | 5 | 6 | 1 |
(Adaptado de: NR 5 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, Quadro 1 (Dimensionamento de CIPA).)
A partir desse quadro, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o número total de membros que deverão compor a CIPA.
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Sobre a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), considere as afirmativas a seguir.
I. O Presidente e o Vice-presidente da CIPA constituirão, entre seus membros, no prazo mínimo de 120 dias antes do término do mandato em curso, a comissão eleitoral, que será responsável, exclusivamente, pela contagem dos votos e divulgação dos resultados do processo eleitoral.
II. Sempre que duas ou mais empresas atuarem em um mesmo estabelecimento, a CIPA ou o designado da empresa contratante deverá, em conjunto com as contratadas ou com os designados, definir mecanismos de integração e de participação de todos os trabalhadores em relação às decisões das CIPA existentes no estabelecimento.
III. A contratante e as contratadas que atuem em um mesmo estabelecimento deverão implementar, de forma integrada, medidas de prevenção de acidentes e doenças do trabalho de forma a garantir o mesmo nível de proteção em matéria de segurança e saúde a todos os trabalhadores do estabelecimento.
IV. A empresa contratante adotará medidas necessárias para que as empresas contratadas, suas CIPA, os designados e os demais trabalhadores lotados naquele estabelecimento recebam as informações sobre os riscos presentes nos ambientes de trabalho, bem como sobre as medidas de proteção adequadas.
Assinale a alternativa correta.
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Em relação às competências atribuídas aos profissionais integrantes dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), considere as afirmativas a seguir.
I. Analisar e registrar em documentos específicos todos os acidentes ocorridos na empresa ou no estabelecimento, com ou sem vítima, e todos os casos de doença ocupacional, descrevendo a história e as características do acidente e/ou da doença ocupacional, os fatores ambientais, as características do agente e as condições dos indivíduos portadores de doença ocupacional ou acidentados.
II. Aplicar os conhecimentos de engenharia de segurança e de medicina do trabalho ao ambiente de trabalho e a todos os seus componentes, inclusive máquinas e equipamentos, de modo a reduzir até eliminar os riscos ali existentes à saúde do trabalhador.
III. Determinar, quando esgotados todos os meios conhecidos para a eliminação do risco e este persistir, mesmo reduzido, a utilização, pelo trabalhador, de Equipamento de Proteção Individual (EPI), de acordo com o que determina a norma regulamentadora NR 6, desde que a concentração, a intensidade ou a característica do agente assim o exija.
IV. Registrar, semestralmente, os dados atualizados de acidentes do trabalho, doenças ocupacionais e agentes de insalubridade, preenchendo os quesitos descritos nos modelos de mapas, devendo encaminhar um mapa contendo avaliação anual dos mesmos dados à Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho até o dia 31 de janeiro, através do sistema de Cadastro Geral de Acidentes (CAGED).
Assinale a alternativa correta.
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Considere uma escola de Ensino Superior com 3.800 funcionários, classificada na relação da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), com correspondente Grau de Risco (GR) igual a 2, para fins de dimensionamento dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT).
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a composição do SESMT, em quantidade e tipo de profissionais especializados.
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Em relação à inspeção prévia de empresas e estabelecimentos e à situação de trabalho com risco do trabalhador, conforme as normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), considere as afirmativas a seguir.
I. Durante a paralisação decorrente da imposição de interdição ou embargo, os empregados podem ter seu salário suspenso temporariamente.
II. Quando não for possível realizar a inspeção prévia antes de o estabelecimento iniciar suas atividades, o órgão do MTE deverá aceitar uma declaração de estabelecimento novo.
III. O estabelecimento novo, antes de iniciar suas atividades, deverá solicitar aprovação de suas instalações ao órgão regional do MTE.
IV. A empresa deverá comunicar e solicitar a aprovação do órgão regional do MTE, quando ocorrer modificações substanciais nas instalações ou nos equipamentos de seus estabelecimentos.
Assinale a alternativa correta.
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Educação tem a maior fatia da massa salarial em Londrina
Londrina é a cidade do Paraná onde a educação tem maior participação na massa salarial, que representa a soma dos salários de todos os trabalhadores. Em 2013, último ano para o qual há dados disponíveis no site do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o setor respondeu por 16,9% da massa salarial ou por R$ 620,9 milhões de um total de R$ 3,6 bilhões. Depois, vem o comércio varejista, com 12% de participação, ou R$ 440,2 milhões. E, na sequência, com 10,4% (R$ 384 milhões), a administração pública.
Dez atividades representam 64,3% da massa salarial da cidade. Além da educação, do varejo e da administração pública, o comércio atacadista e os serviços financeiros respondem por 4% cada, algo em torno de R$ 148 milhões. Já o transporte terrestre tem 3,9%, ou R$ 143 milhões. Atenção à saúde humana e comércio de veículos contribuem cada um com 3,6% (R$ 133 milhões). Construção de edifícios, e serviços de edifício e atividades paisagísticas são a 9ª e 10ª atividades, respectivamente. Elas contribuem com R$ 124 milhões (3,3%) e R$ 82,5 milhões (2,2%).
Agricultura, pecuária e serviços relacionados é a 12ª da lista. Em 2013, contribuiu com 2,1% do total da massa salarial, ou R$ 80,1 milhões. A primeira atividade industrial do ranking, a fabricação de produtos alimentícios, ficou em 14º lugar, com 1,9%, algo próximo de R$ 71 milhões.
Considerada como aposta importante para a economia do município, os serviços de Tecnologia da Informação (TI) estavam em 26º lugar na lista das atividades que mais contribuíram para a massa salarial. A TI foi responsável por R$ 28,9 milhões, ou 0,79% do total. Embora pouco representativa, foi uma das que mais cresceram nos últimos anos.
Segundo o presidente do Sindicato dos Professores das Escolas Particulares de Londrina (Sinpro), André Cunha, a cidade tem cerca de 12 mil trabalhadores em instituições de ensino particulares, da Educação Infantil ao Ensino Superior. “Temos salários que vão desde R$ 1.100,00, no Ensino Infantil, até mais de R$ 10 mil em cursinhos. Londrina tem um processo histórico de não industrialização e os serviços predominam, sendo que a educação é o principal”, afirma. Portanto, segundo ele, é natural que o setor represente a maior parte da massa salarial.
Em geral, os municípios têm a educação, a administração pública e o comércio varejista entre os primeiros setores da lista de maior participação na massa salarial, não necessariamente nesta ordem. Só em Londrina e em Maringá, a educação vem em primeiro lugar, sendo que na Cidade Canção, a contribuição do setor para a massa salarial é de 15,2%.
Em todo o Paraná, a administração pública responde por 25,5% de uma massa total de R$ 69,7 bilhões em 2013. Depois, vem o comércio varejista, com 9,13% e a educação, com 6%. “Por menor que seja um município, ele tem sempre prefeitura, escolas e comércio”, ressalta o economista do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Fabiano Camargo da Silva.
(Adaptado de: BORTOLIN, N. Folha de Londrina. 21 ago. 2015. Folha Economia. p.1.)
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Educação tem a maior fatia da massa salarial em Londrina
Londrina é a cidade do Paraná onde a educação tem maior participação na massa salarial, que representa a soma dos salários de todos os trabalhadores. Em 2013, último ano para o qual há dados disponíveis no site do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o setor respondeu por 16,9% da massa salarial ou por R$ 620,9 milhões de um total de R$ 3,6 bilhões. Depois, vem o comércio varejista, com 12% de participação, ou R$ 440,2 milhões. E, na sequência, com 10,4% (R$ 384 milhões), a administração pública.
Dez atividades representam 64,3% da massa salarial da cidade. Além da educação, do varejo e da administração pública, o comércio atacadista e os serviços financeiros respondem por 4% cada, algo em torno de R$ 148 milhões. Já o transporte terrestre tem 3,9%, ou R$ 143 milhões. Atenção à saúde humana e comércio de veículos contribuem cada um com 3,6% (R$ 133 milhões). Construção de edifícios, e serviços de edifício e atividades paisagísticas são a 9ª e 10ª atividades, respectivamente. Elas contribuem com R$ 124 milhões (3,3%) e R$ 82,5 milhões (2,2%).
Agricultura, pecuária e serviços relacionados é a 12ª da lista. Em 2013, contribuiu com 2,1% do total da massa salarial, ou R$ 80,1 milhões. A primeira atividade industrial do ranking, a fabricação de produtos alimentícios, ficou em 14º lugar, com 1,9%, algo próximo de R$ 71 milhões.
Considerada como aposta importante para a economia do município, os serviços de Tecnologia da Informação (TI) estavam em 26º lugar na lista das atividades que mais contribuíram para a massa salarial. A TI foi responsável por R$ 28,9 milhões, ou 0,79% do total. Embora pouco representativa, foi uma das que mais cresceram nos últimos anos.
Segundo o presidente do Sindicato dos Professores das Escolas Particulares de Londrina (Sinpro), André Cunha, a cidade tem cerca de 12 mil trabalhadores em instituições de ensino particulares, da Educação Infantil ao Ensino Superior. “Temos salários que vão desde R$ 1.100,00, no Ensino Infantil, até mais de R$ 10 mil em cursinhos. Londrina tem um processo histórico de não industrialização e os serviços predominam, sendo que a educação é o principal”, afirma. Portanto, segundo ele, é natural que o setor represente a maior parte da massa salarial.
Em geral, os municípios têm a educação, a administração pública e o comércio varejista entre os primeiros setores da lista de maior participação na massa salarial, não necessariamente nesta ordem. Só em Londrina e em Maringá, a educação vem em primeiro lugar, sendo que na Cidade Canção, a contribuição do setor para a massa salarial é de 15,2%.
Em todo o Paraná, a administração pública responde por 25,5% de uma massa total de R$ 69,7 bilhões em 2013. Depois, vem o comércio varejista, com 9,13% e a educação, com 6%. “Por menor que seja um município, ele tem sempre prefeitura, escolas e comércio”, ressalta o economista do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Fabiano Camargo da Silva.
(Adaptado de: BORTOLIN, N. Folha de Londrina. 21 ago. 2015. Folha Economia. p.1.)
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Educação tem a maior fatia da massa salarial em Londrina
Londrina é a cidade do Paraná onde a educação tem maior participação na massa salarial, que representa a soma dos salários de todos os trabalhadores. Em 2013, último ano para o qual há dados disponíveis no site do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o setor respondeu por 16,9% da massa salarial ou por R$ 620,9 milhões de um total de R$ 3,6 bilhões. Depois, vem o comércio varejista, com 12% de participação, ou R$ 440,2 milhões. E, na sequência, com 10,4% (R$ 384 milhões), a administração pública.
Dez atividades representam 64,3% da massa salarial da cidade. Além da educação, do varejo e da administração pública, o comércio atacadista e os serviços financeiros respondem por 4% cada, algo em torno de R$ 148 milhões. Já o transporte terrestre tem 3,9%, ou R$ 143 milhões. Atenção à saúde humana e comércio de veículos contribuem cada um com 3,6% (R$ 133 milhões). Construção de edifícios, e serviços de edifício e atividades paisagísticas são a 9ª e 10ª atividades, respectivamente. Elas contribuem com R$ 124 milhões (3,3%) e R$ 82,5 milhões (2,2%).
Agricultura, pecuária e serviços relacionados é a 12ª da lista. Em 2013, contribuiu com 2,1% do total da massa salarial, ou R$ 80,1 milhões. A primeira atividade industrial do ranking, a fabricação de produtos alimentícios, ficou em 14º lugar, com 1,9%, algo próximo de R$ 71 milhões.
Considerada como aposta importante para a economia do município, os serviços de Tecnologia da Informação (TI) estavam em 26º lugar na lista das atividades que mais contribuíram para a massa salarial. A TI foi responsável por R$ 28,9 milhões, ou 0,79% do total. Embora pouco representativa, foi uma das que mais cresceram nos últimos anos.
Segundo o presidente do Sindicato dos Professores das Escolas Particulares de Londrina (Sinpro), André Cunha, a cidade tem cerca de 12 mil trabalhadores em instituições de ensino particulares, da Educação Infantil ao Ensino Superior. “Temos salários que vão desde R$ 1.100,00, no Ensino Infantil, até mais de R$ 10 mil em cursinhos. Londrina tem um processo histórico de não industrialização e os serviços predominam, sendo que a educação é o principal”, afirma. Portanto, segundo ele, é natural que o setor represente a maior parte da massa salarial.
Em geral, os municípios têm a educação, a administração pública e o comércio varejista entre os primeiros setores da lista de maior participação na massa salarial, não necessariamente nesta ordem. Só em Londrina e em Maringá, a educação vem em primeiro lugar, sendo que na Cidade Canção, a contribuição do setor para a massa salarial é de 15,2%.
Em todo o Paraná, a administração pública responde por 25,5% de uma massa total de R$ 69,7 bilhões em 2013. Depois, vem o comércio varejista, com 9,13% e a educação, com 6%. “Por menor que seja um município, ele tem sempre prefeitura, escolas e comércio”, ressalta o economista do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Fabiano Camargo da Silva.
(Adaptado de: BORTOLIN, N. Folha de Londrina. 21 ago. 2015. Folha Economia. p.1.)
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