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A institucionalização da Educação Especial no Brasil ocorreu de maneira tardia. De acordo com Casagrande e Mainardes (2021), o que propiciou o surgimento de um sistema educacional paralelo, que abarcou o que seria de responsabilidade do Estado foi:
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Na implantação de ações visando a inclusão escolar destacase o desafio da articulação entre o atendimento educacional especializado (AEE) e o currículo escolar desenvolvido na classe comum (JESUS, M. D.; VIEIRA, A. B., 2016, p. 79).
Para atingir tal desafio, a concepção de currículo deve ser:
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O Planejamento Educacional Individualizado (PEI), ainda recente no Brasil e pouco utilizado e/ou conhecido nas escolas brasileiras, estabelece uma base de atuação e intervenção pedagógica de forma contextualizada, de acordo com os objetivos propostos para a turma em que o estudante público-alvo da educação especial está inserido.
De acordo com Plestch e Glat (2013), é fundamental que a proposta do PEI seja elaborada:
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Até o final do século XIX, diversas expressões eram utilizadas para referir-se à educação das pessoas com deficiência: Pedagogia de Anormais, Pedagogia Teratológica, Pedagogia Curativa ou Terapêutica, Pedagogia da Assistência Social, Pedagogia Emendativa (MAZZOTTA, 2011).
Essas expressões revelam uma educação baseada numa concepção:
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Contrapondo-se a um modelo de ensino que previa locais separados e baseado no déficit do estudante com deficiência, de acordo com Zerbato e Mendes (2021), a proposta de ensino baseada no DUA:
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Zerbato e Mendes (2021) apresentam o Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) como uma proposta promissora para a efetivação da inclusão escolar.
Entretanto, para o desenvolvimento de práticas pautadas sob a ótica do DUA, as autoras veem a necessidade de:
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“Colocar o Ensino Colaborativo em prática é uma tarefa árdua que demanda tempo e paciência. O fato de os profissionais pertencerem a um mesmo grupo ou escola não significa que poderão automaticamente interagir colaborativamente” (CAPELLINI, ZERBATO, 2019, p. 48). Para a efetividade do Ensino Colaborativo, quais fatores são importantes para o desenvolvimento da parceria entre professor (a) de ensino comum e professor (a) de educação especial?
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No Ensino Colaborativo não existe um modelo único para organização do ensino. A forma como o trabalho será implementado dependerá do contexto escolar em que os profissionais ensinam, da relação dos dois (duas) professores (as) em sala de aula, das características da turma com que trabalham, dos recursos e do tempo disponível para o trabalho em conjunto. Os (As) dois (duas) professores (as) decidirão juntos (as), a melhor maneira de se trabalhar em conjunto, podendo sempre ser reavaliado o formato do trabalho, de acordo com os objetivos que buscam alcançar (CAPELLINI; ZERBATO, 2019, p. 43).
De acordo com essa afirmação, assinale a alternativa correta em relação aos modelos de ensino colaborativo propostos na literatura.
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O Ensino Colaborativo [...] trata-se de um serviço de apoio especializado, no qual estudantes com deficiência, transtorno do espectro do autismo e/ou altas habilidades/superdotação recebem educação especializada e serviços relacionados à sua escolarização, no próprio contexto da sala de aula comum da escola regular.
É um trabalho de parceria de dois profissionais, licenciados para ensinar, que atuam como coprofessores, sendo um o ‘educador geral ou de ensino comum’ e o outro, um ‘educador especial’. Ambos participam plenamente, embora de formas diferentes, do processo de ensino e aprendizagem. O ‘professor de ensino comum’ mantém a responsabilidade primária, em relação ao conteúdo que será ensinado, enquanto o educador especial se responsabiliza pelas estratégias de promoção desse processo.
Os estudantes são agrupados de forma heterogênea e os dois professores trabalham com TODOS. Várias combinações com estudantes e tamanhos de grupo podem ser usadas, de modo que cada aluno tenha todo seu potencial de aprendizagem explorado. Os coprofessores devem estar firmemente comprometidos com a ideia de que todos são ‘nossos’ e não ‘os meus e/ou os seus estudantes’.
O Ensino Colaborativo não acontece em uma sala de aula comum, na qual um professor age como o ‘principal’, enquanto que o outro atua como ‘ajudante’; muito menos, quando a atividade com o estudante com deficiência é ensinada pelo professor especializado no canto de uma sala de aula, enquanto o professor do ensino comum se dedica ao restante da classe.
No Ensino Colaborativo, professor especializado e o professor do ensino comum dividem a responsabilidade do ensino, os erros e os acertos. Por isso, o profissional da Educação Especial não entra na sala de aula para supervisionar, criticar, ou para ensinar o que os outros devem fazer, mas sim, para contribuir, aprender e somar, ou seja, colaborar para a meta comum, que é favorecer a aprendizagem e o acesso ao currículo, por todos os estudantes. (CAPELLINI; ZERBATO, 2019, p. 38-39).
Segundo Capellini e Zerbato (2019), a gestão escolar no ensino colaborativo tem papel fundamental, pois é ela que:
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O Ensino Colaborativo [...] trata-se de um serviço de apoio especializado, no qual estudantes com deficiência, transtorno do espectro do autismo e/ou altas habilidades/superdotação recebem educação especializada e serviços relacionados à sua escolarização, no próprio contexto da sala de aula comum da escola regular.
É um trabalho de parceria de dois profissionais, licenciados para ensinar, que atuam como coprofessores, sendo um o ‘educador geral ou de ensino comum’ e o outro, um ‘educador especial’. Ambos participam plenamente, embora de formas diferentes, do processo de ensino e aprendizagem. O ‘professor de ensino comum’ mantém a responsabilidade primária, em relação ao conteúdo que será ensinado, enquanto o educador especial se responsabiliza pelas estratégias de promoção desse processo.
Os estudantes são agrupados de forma heterogênea e os dois professores trabalham com TODOS. Várias combinações com estudantes e tamanhos de grupo podem ser usadas, de modo que cada aluno tenha todo seu potencial de aprendizagem explorado. Os coprofessores devem estar firmemente comprometidos com a ideia de que todos são ‘nossos’ e não ‘os meus e/ou os seus estudantes’.
O Ensino Colaborativo não acontece em uma sala de aula comum, na qual um professor age como o ‘principal’, enquanto que o outro atua como ‘ajudante’; muito menos, quando a atividade com o estudante com deficiência é ensinada pelo professor especializado no canto de uma sala de aula, enquanto o professor do ensino comum se dedica ao restante da classe.
No Ensino Colaborativo, professor especializado e o professor do ensino comum dividem a responsabilidade do ensino, os erros e os acertos. Por isso, o profissional da Educação Especial não entra na sala de aula para supervisionar, criticar, ou para ensinar o que os outros devem fazer, mas sim, para contribuir, aprender e somar, ou seja, colaborar para a meta comum, que é favorecer a aprendizagem e o acesso ao currículo, por todos os estudantes. (CAPELLINI; ZERBATO, 2019, p. 38-39).
Assinale a afirmativa correta em relação às características do Ensino Colaborativo.
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