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Em “Aprender a resolver problemas e resolver problemas para aprender”, Echeverría e Pozo (1998) apresentam a diferença entre problemas e exercícios e suas implicações pedagógicas.
Os autores consideram que:
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No texto “Dewey: jogo e filosofia da experiência democrática”, Maria Nazaré Amaral apresenta a seguinte citação do filósofo: “Se descobrirmos as necessidades e as forças vivas da criança, e lhe pudermos dar um ambiente constituído de materiais, aparelhos e recursos – físicos, sociais e intelectuais – para dirigir a operação adequada daqueles impulsos e forças, não temos que pensar em interesse. Ele surgirá naturalmente, pelo fato de a mente encontrar-se com aquilo de que carece para ser mente. O problema de educadores, mestres, pais e do próprio Estado, em matéria de educação, é fornecer ambiente no qual as atividades educativas possam desenvolver-se” (DEWEY apud AMARAL in KISHIMOTO, 2002, p. 103).
Considerando a concepção pedagógica de Dewey apresentada no texto, que alternativa a seguir apresenta de maneira clara as condições do ambiente propício às atividades educativas?
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No texto “A criança e a cultura lúdica”, Gilles Brougère afirma que pôde observar meninas e meninos usando os mesmos brinquedos para realizar brincadeiras distintas.
O autor explica essas diferenças considerando que:
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“O jogo elaborado, prolongado, variado é mais útil para o ser humano que o estereotipado, vazio e descontínuo” (KISHIMOTO, 2002, p. 149).
A partir dessa afirmação, podese considerar que:
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No texto “Bruner e a brincadeira”, Tizuko Kishimoto afirma que “Ao estudar crianças pequenas, Bruner percebe a importância da brincadeira no desenvolvimento de suas competências” (KISHIMOTO, 2002, P. 145).
Qual das alternativas a seguir apresenta uma das razões que justificam essa percepção do psicólogo?
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“O desafio é formar praticantes da leitura e da escrita e não apenas sujeitos que possam ‘decifrar’ o sistema de escrita. É – já o disse – formar leitores que saberão escolher o material escrito adequado para buscar a solução de problemas que devem enfrentar e não alunos capazes apenas de oralizar um texto selecionado por outro. É formar seres humanos críticos, capazes de ler entrelinhas e de assumir uma posição própria frente à mantida, explícita ou implicitamente, pelos autores dos textos com os quais interagem, em vez de persistir em formar indivíduos dependentes da letra do texto e da autoridade de outros.
“O desafio é formar pessoas desejosas de embrenhar-se em outros mundos possíveis que a literatura nos oferece, dispostas a identificar-se com o semelhante ou a solidarizar-se com o diferente e capazes de apreciar a qualidade literária. Assumir este desafio significa abandonar as atividades mecânicas e desprovidas de sentido, que levam as crianças a distanciar-se da leitura por considerá-la mera obrigação escolar, significa também incorporar situações em que ler determinados materiais seja imprescindível para o desenvolvimento dos projetos que se estejam levando a cabo, ou – e isto é igualmente importante – que produzam o prazer que é inerente ao contato com textos verdadeiros e valiosos.
“O desafio é – por outro lado – orientar as ações para a formação de escritores, de pessoas que saibam comunicar-se por escrito com os demais e com elas mesmas, em vez de continuar “fabricando” sujeitos quase ágrafos, para quem a escrita é tão estranha, que se recorre a ela somente em última instância e depois de haver esgotado todos os meios para escapar de tal obrigação.
“O desafio é conseguir que os alunos cheguem a ser produtores de língua escrita, conscientes da pertinência e da importância de emitir certo tipo de mensagem em determinado tipo de situação social, em vez de se treinar unicamente como “copistas” que reproduzem – sem um propósito próprio – o escrito por outros, ou como receptores de ditados cuja finalidade – também estranha – se reduz à avaliação por parte do professor. O desafio é conseguir que as crianças manejem com eficácia os diferentes escritos que circulam na sociedade e cuja utilização é necessária ou enriquecedora para a vida (pessoal, profissional, acadêmica), em vez de se tornarem especialistas nesse gênero exclusivamente escolar que se denomina ‘composição’ ou ‘redação’.
“O desafio é conseguir que a escrita deixe de ser na escola somente um objeto de avaliação, para se constituir realmente num objeto de ensino; é tornar possível que todos os alunos se apropriem da escrita e a ponham em prática, sabendo – por experiência, não por transmissão verbal – que é um longo e complexo processo constituído por operações recorrentes de planejamento, textualização e revisão. É assim que se irá abrindo o caminho para que este conhecimento deixe de ser patrimônio exclusivo de alguns privilegiados que têm a oportunidade de adquiri-lo fora da escola, enquanto outros continuam acreditando no que a apresentação escolar da escrita leva a crer: que é possível produzir um texto quando começa a aula e termina-lo quando bate a sineta; que é possível começar a escrever no momento mesmo em que foi definido o tema que será objeto do texto; que a escrita foi concluída quando se pôs o ponto final na primeira versão; que corresponde a outra pessoa – o professor, não ao autor – se encarregar da revisão”.
LERNER, 2002, p. 27-28.
O texto apresenta um conjunto de desafios relacionados à escolarização das práticas de leitura e de escrita, os quais podem ser melhor sintetizados como:
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“O desafio é formar praticantes da leitura e da escrita e não apenas sujeitos que possam ‘decifrar’ o sistema de escrita. É – já o disse – formar leitores que saberão escolher o material escrito adequado para buscar a solução de problemas que devem enfrentar e não alunos capazes apenas de oralizar um texto selecionado por outro. É formar seres humanos críticos, capazes de ler entrelinhas e de assumir uma posição própria frente à mantida, explícita ou implicitamente, pelos autores dos textos com os quais interagem, em vez de persistir em formar indivíduos dependentes da letra do texto e da autoridade de outros.
“O desafio é formar pessoas desejosas de embrenhar-se em outros mundos possíveis que a literatura nos oferece, dispostas a identificar-se com o semelhante ou a solidarizar-se com o diferente e capazes de apreciar a qualidade literária. Assumir este desafio significa abandonar as atividades mecânicas e desprovidas de sentido, que levam as crianças a distanciar-se da leitura por considerá-la mera obrigação escolar, significa também incorporar situações em que ler determinados materiais seja imprescindível para o desenvolvimento dos projetos que se estejam levando a cabo, ou – e isto é igualmente importante – que produzam o prazer que é inerente ao contato com textos verdadeiros e valiosos.
“O desafio é – por outro lado – orientar as ações para a formação de escritores, de pessoas que saibam comunicar-se por escrito com os demais e com elas mesmas, em vez de continuar “fabricando” sujeitos quase ágrafos, para quem a escrita é tão estranha, que se recorre a ela somente em última instância e depois de haver esgotado todos os meios para escapar de tal obrigação.
“O desafio é conseguir que os alunos cheguem a ser produtores de língua escrita, conscientes da pertinência e da importância de emitir certo tipo de mensagem em determinado tipo de situação social, em vez de se treinar unicamente como “copistas” que reproduzem – sem um propósito próprio – o escrito por outros, ou como receptores de ditados cuja finalidade – também estranha – se reduz à avaliação por parte do professor. O desafio é conseguir que as crianças manejem com eficácia os diferentes escritos que circulam na sociedade e cuja utilização é necessária ou enriquecedora para a vida (pessoal, profissional, acadêmica), em vez de se tornarem especialistas nesse gênero exclusivamente escolar que se denomina ‘composição’ ou ‘redação’.
“O desafio é conseguir que a escrita deixe de ser na escola somente um objeto de avaliação, para se constituir realmente num objeto de ensino; é tornar possível que todos os alunos se apropriem da escrita e a ponham em prática, sabendo – por experiência, não por transmissão verbal – que é um longo e complexo processo constituído por operações recorrentes de planejamento, textualização e revisão. É assim que se irá abrindo o caminho para que este conhecimento deixe de ser patrimônio exclusivo de alguns privilegiados que têm a oportunidade de adquiri-lo fora da escola, enquanto outros continuam acreditando no que a apresentação escolar da escrita leva a crer: que é possível produzir um texto quando começa a aula e termina-lo quando bate a sineta; que é possível começar a escrever no momento mesmo em que foi definido o tema que será objeto do texto; que a escrita foi concluída quando se pôs o ponto final na primeira versão; que corresponde a outra pessoa – o professor, não ao autor – se encarregar da revisão”.
LERNER, 2002, p. 27-28.
Para Lerner (2002, p.27-28), “textos verdadeiros e valiosos” referem-se a:
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Entre as dificuldades relacionadas à escolarização das práticas de leitura e escrita, Delia Lerner chama atenção para a necessidade de controlar a aprendizagem, que em alguns casos adquire tanta importância na escola que acaba prejudicando a aprendizagem de certos aspectos da leitura e da escrita mais dificilmente controláveis.
Para superar essa dificuldade, a autora recomenda:
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Ao se referir às dificuldades envolvidas na escolarização das práticas de leitura e de escrita, Delia Lerner afirma que estas são:
“(...) práticas sociais que historicamente foram, e de certo modo continuam sendo, patrimônio de certos grupos sociais mais que de outros. Tentar que práticas “aristocráticas” como a leitura e a escrita sejam instauradas na escola supõe, então, enfrentar – e encontrar caminhos para resolver – a tensão existente na instituição escola entre a tendência à mudança e a tendência à conservação, entre a função explícita de democratizar o conhecimento e a função implícita de reproduzir a ordem social estabelecida” (LERNER, 2002, p. 19).
Para enfrentar essa dificuldade, a autora propõe que:
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No percurso histórico da educação especial, a compreensão sobre o currículo escolar a ser ensinado tem se modificado. No início do movimento pela inclusão escolar, nos anos 2000, a educação especial ganhava força como “modalidade de educação escolar” nas Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica (BRASIL, 2001), enfatizando-a como um “processo educacional definido por uma proposta pedagógica”. Teve destaque o “atendimento [...] realizado em classes comuns do ensino regular”, o que reiterava o enfoque educacional e escolar, a perspectiva integrada ou inclusiva. De acordo com essas Diretrizes, as orientações curriculares propostas deveriam ser pensadas mediante flexibilizações e adaptações curriculares que considerassem o significado prático e instrumental dos conteúdos básicos, metodologias de ensino e recursos didáticos diferenciados e processos de avaliação adequados ao desenvolvimento dos alunos com deficiência.
Para Garcia e Michels (2018), se, por um lado, as metodologias e recursos diferenciados ampliavam as possibilidades de desenvolvimento do currículo escolar, por outro, as flexibilizações e adaptações curriculares que levassem em conta o “significado prático e instrumental dos conteúdos básicos” podem ter norteado:
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