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Situação hipotética: Em uma aula de produção
textual, um professor propõe a escrita de um artigo de opinião
sobre um tema polêmico, orientando os alunos a utilizarem
argumentos fortes e bem fundamentados. Assertiva: A ênfase
na argumentação e na defesa de um ponto de vista específico
coaduna-se plenamente com a perspectiva da língua como
interação, pois a produção de um artigo de opinião não apenas
exige o domínio dos recursos linguísticos para persuadir o
interlocutor, mas também a capacidade de dialogar com
diferentes ideias e refutar contra-argumentos, promovendo o
desenvolvimento do senso crítico e ético dos estudantes.
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A avaliação do rendimento escolar, para a
progressão do educando, deve ir além da mera atribuição de
notas, conforme prevê a LDB (Lei nº 9.394/96), incorporando
uma perspectiva formativa que diagnostique as dificuldades e
oriente o processo de ensino-aprendizagem. Nesse sentido, a
reprovação do aluno, embora ainda prevista na legislação, deve
ser considerada uma medida excepcional, sendo primordial que
a escola promova a recuperação dos estudos, o que implica que
a reprovação apenas é válida quando não houver sido oferecido
acompanhamento pedagógico individualizado e contínuo.
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3982174
Ano: 2025
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IBED
Orgão: Pref. Parnaguá-PI
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IBED
Orgão: Pref. Parnaguá-PI
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Os artigos 1º a 4º da Constituição da República
Federativa do Brasil, ao estabelecerem os Princípios
Fundamentais, como a cidadania, a dignidade da pessoa
humana e os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa,
configuram-se como o alicerce jurídico e ideológico da
República. A compreensão desses princípios é essencial para o
professor de Português, pois permite a abordagem crítica de
textos que reflitam as tensões sociais e éticas na sociedade
brasileira, inclusive no que concerne à aplicação de políticas
públicas de educação que busquem mitigar as desigualdades.
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A coesão textual, que se manifesta por meio de
mecanismos gramaticais e lexicais, e a coerência, relacionada à
inteligibilidade e à plausibilidade semântica do texto, são
interdependentes. A ausência de coesão, exemplificada pelo
uso inadequado de pronomes ou conectivos, invariavelmente
leva à quebra da coerência, tornando o texto ininteligível.
Entretanto, um texto pode apresentar perfeita coesão gramatical
e ainda assim ser incoerente, se a lógica argumentativa ou a
progressão temática for comprometida, o que demonstra a
primazia da coerência sobre a coesão na construção do sentido
textual.
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A formação de palavras por derivação prefixal e
sufixal (parassíntese), como em 'empobrecer' ('en-' + 'pobre' +
'-ecer'), difere da combinação simples de um prefixo e um
sufixo a um radical, pois na parassíntese a supressão de um dos
afixos resultaria em uma palavra inexistente na língua
portuguesa. Tal distinção é crucial para a análise morfológica e
para o entendimento do processo de lexicalização, não se
aplicando a verbos formados por prefixação e sufixação que
são encontrados sem um dos afixos, como 'desligar' que existe
sem o prefixo ('ligar').
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A Educação Inclusiva, ao defender o acesso, a
participação e a aprendizagem de todos os estudantes, sem
distinção, no ensino regular, requer do professor de Português a
adaptação de metodologias e materiais didáticos. Contudo, a
adaptação curricular para alunos com deficiência deve ser
pautada pela flexibilização dos objetivos de aprendizagem, sem
que isso implique, necessariamente, a utilização de recursos
pedagógicos diferenciados, pois o princípio da igualdade de
acesso pressupõe a padronização dos instrumentos de ensino
para todos os estudantes.
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O Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado
pela Lei nº 13.005/2014, prevê metas e estratégias para a
melhoria da qualidade do ensino no Brasil. Entre as metas,
destaca-se a universalização do ensino fundamental e o acesso
ao ensino médio. A não consecução dessas metas pelo Poder
Público, dentro do prazo estipulado, pode configurar omissão
inconstitucional, sendo dever do professor de português
promover em sala de aula a discussão sobre as implicações
sociais e jurídicas do não cumprimento do PNE, visando à
conscientização dos alunos sobre seus direitos e deveres civis.
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3982169
Ano: 2025
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: IBED
Orgão: Pref. Parnaguá-PI
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: IBED
Orgão: Pref. Parnaguá-PI
Provas:
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA - Lei
nº 8.069/90) assegura à criança e ao adolescente o direito à
educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa,
preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o
trabalho. Tal preceito legal implica, portanto, que a evasão
escolar, por exemplo, deve ser tratada exclusivamente como
um problema individual do aluno e de sua família, desonerando
a escola e os órgãos públicos de responsabilidades conjuntas na
busca ativa e na garantia da permanência do estudante no
ambiente escolar.
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Conforme a Constituição Federal de 1988, em seus
artigos 205 a 214, a educação é um direito de todos e dever do
Estado e da família, devendo ser promovida e incentivada com
a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento
da pessoa. Desse modo, a LDB (Lei nº 9.394/96) estabelece
que o ensino será ministrado com base em alguns princípios,
dentre os quais se inclui o da gestão democrática do ensino
público, pressupondo a participação da comunidade escolar na
formulação das políticas educacionais, exceto na definição do
currículo que é matéria de competência exclusiva do sistema de
ensino.
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O planejamento educacional, compreendido como
um processo dinâmico de tomada de decisões sobre o que
ensinar, como ensinar e como avaliar, deve estar
intrinsecamente articulado ao Projeto Político-Pedagógico
(PPP) da escola. Contudo, em virtude da autonomia
didático-científica e administrativa garantida às instituições de
ensino pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
(LDB), um docente pode, justificadamente, elaborar seu plano
de aula sem considerar as diretrizes do PPP, desde que atenda
às exigências curriculares mais amplas do sistema de ensino.
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