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A questão abaixo focaliza a revisão ou interpretação de trechos de um mesmo texto, adaptado de artigo “Sobre literatura infantil e a questão racial”, de Keila Grinberg (Ciência Hoje On line, 16 nov. 2010).
O que esses casos da semana passada a mim sugerem mesmo com seus excessos e exageros é que diferentemente do que acontecia há várias décadas hoje temos alunos de todas as cores nas salas de aula do país e novidade também são alunos que reclamam e alto quando se sentem incomodados.
Considere as seguintes reformulações do excerto com inserção dos sinais de pontuação:
1. O que esses casos da semana passada mim sugerem, mesmo com seus excessos e exageros, é que, diferentemente do que acontecia várias décadas, hoje temos alunos de todas as cores nas salas de aula do país. E, novidade também, são alunos que reclamam (e alto) quando se sentem incomodados.
2. O que esses casos da semana passada, mim sugerem – mesmo com seus excessos, e exageros – é que diferentemente do que acontecia, várias décadas, hoje temos alunos de todas as cores, nas salas de aula do país. E novidade também são alunos, que reclamam e alto, quando se sentem incomodados.
3. O que esses casos da semana passada mim sugerem – mesmo com seus excessos e exageros – é que, diferentemente do que acontecia várias décadas, hoje temos alunos de todas as cores nas salas de aula do país. E – novidade também – são alunos que reclamam, e alto, quando se sentem incomodados.
4. O que esses casos da semana passada mim sugerem, mesmo com seus excessos e exageros; é que, diferentemente do que acontecia várias décadas, hoje temos alunos de todas as cores nas salas de aula do país; e novidade também, são alunos, que reclamam, e alto: quando se sentem incomodados.
Apresenta(m) pontuação adequada ao sentido do texto e às normas da escrita o(s) item(ns):
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A questão abaixo focaliza a revisão ou interpretação de trechos de um mesmo texto, adaptado de artigo “Sobre literatura infantil e a questão racial”, de Keila Grinberg (Ciência Hoje On line, 16 nov. 2010).
O que esses casos da semana passada mim sugerem mesmo com seus excessos e exageros é que diferentemente do que acontecia várias décadas hoje temos alunos de todas as cores nas salas de aula do país e novidade também são alunos que reclamam e alto quando se sentem incomodados.
As lacunas do excerto devem ser preenchidas respectivamente por:
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A questão abaixo focaliza a revisão ou interpretação de trechos de um mesmo texto, adaptado de artigo “Sobre literatura infantil e a questão racial”, de Keila Grinberg (Ciência Hoje On line, 16 nov. 2010).
É indiscutível que Monteiro Lobato SER o autor maior da literatura infantil brasileira. Sou, como todo mundo, apaixonada por seus livros. Não acho que eles DEVER ser banidos das escolas. Entretanto, ao mesmo tempo, não posso deixar de compreender quem se incomoda em ouvir, em sala de aula, termos como “negra beiçuda”, como várias vezes foi chamada a Tia Nastácia. Atribuir o incômodo apenas a um excesso de sensibilidade de quem reclama talvez SER falta de sensibilidade de quem vê, nesse fenômeno, apenas o lado do autor e do texto. Tem o leitor também. Ou melhor, os leitores, que LER o texto de Lobato de infinitas maneiras, inclusive aquela em que não se gosta dos estereótipos. Desqualificar pura e simplesmente essa chave de leitura, acusando-a de simplista, SER o mesmo que desqualificar esse leitor.
O gramático José Carlos de Azevedo (Fundamentos de Gramática do Português, p. 130-131) aponta como distinção fundamental entre os modos indicativo e subjuntivo o fato de o primeiro ser usado para expressar uma certeza do enunciador, enquanto o segundo é usado tipicamente para expressar uma dúvida ou suposição. A partir desse critério, devem ser usados no subjuntivo os verbos que estão no infinitivo e em maiúsculas no texto:
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A questão abaixo focaliza a revisão ou interpretação de trechos de um mesmo texto, adaptado de artigo “Sobre literatura infantil e a questão racial”, de Keila Grinberg (Ciência Hoje On line, 16 nov. 2010).
É indiscutível que Monteiro Lobato SER o autor maior da literatura infantil brasileira. Sou, como todo mundo, apaixonada por seus livros. Não acho que eles DEVER ser banidos das escolas. , ao mesmo tempo, não posso deixar de compreender quem se incomoda em ouvir, em sala de aula, termos como “negra beiçuda”, como várias vezes foi chamada a Tia Nastácia. Atribuir o incômodo apenas a um excesso de sensibilidade de quem reclama talvez SER falta de sensibilidade de quem vê, nesse fenômeno, apenas o lado do autor e do texto. Tem o leitor também. , os leitores, que LER o texto de Lobato de infinitas maneiras, inclusive aquela em que não se gosta dos estereótipos. Desqualificar pura e simplesmente essa chave de leitura, acusando-a de simplista, SER o mesmo que desqualificar esse leitor.
Para expressar adequadamente as relações de sentido no texto, as lacunas existentes devem ser preenchidas, respectivamente, por:
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A questão abaixo focaliza a revisão ou interpretação de trechos de um mesmo texto, adaptado de artigo “Sobre literatura infantil e a questão racial”, de Keila Grinberg (Ciência Hoje On line, 16 nov. 2010).
Isso aconteceu na mesma semana em que jornais de todo o Brasil noticiaram o parecer do Conselho Nacional de Educação no qual o livro Caçadas de Pedrinho, de Monteiro Lobato, um dos maiores clássicos da literatura infantil do Brasil, foi considerado inadequado para uso em sala de aula, por ter conteúdo racista.
A semelhança entre os dois casos não pode ser mera coincidência. Tanto aqui quanto nos Estados Unidos, a discussão sobre como falar de “raça” e racismo nas escolas está na ordem do dia. E provoca reações apaixonadas. O próprio ministro da Educação se manifestou contra o veto a Caçadas de Pedrinho e favorável a uma explicação, em nota, sobre o conteúdo racista de passagens do livro. Os dois episódios parecem ser excessos de um tempo em que tudo parece poder ser rotulado como racismo.
Compartilho do desconforto de muitos com o uso indiscriminado da palavra “raça”, como, aliás, tão bem definiu Monica Grin em seu livro “Raça”: debate público no Brasil, também lançado na semana passada. Ela advoga o uso do termo entre aspas, para não correr o risco de ser confundido com o uso naturalizado daqueles que acreditam que, de fato, existem entre nós, humanos, mais de uma raça.
O uso de aspas na palavra “raça”:
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A questão abaixo focaliza a revisão ou interpretação de trechos de um mesmo texto, adaptado de artigo “Sobre literatura infantil e a questão racial”, de Keila Grinberg (Ciência Hoje On line, 16 nov. 2010).
Isso aconteceu na mesma semana em que jornais de todo o Brasil noticiaram o parecer do Conselho Nacional de Educação no qual o livro Caçadas de Pedrinho, de Monteiro Lobato, um dos maiores clássicos da literatura infantil do Brasil, foi considerado inadequado para uso em sala de aula, por ter conteúdo racista.
A semelhança entre os dois casos não pode ser mera coincidência. Tanto aqui quanto nos Estados Unidos, a discussão sobre como falar de “raça” e racismo nas escolas está na ordem do dia. E provoca reações apaixonadas. O próprio ministro da Educação se manifestou contra o veto a Caçadas de Pedrinho e favorável a uma explicação, em nota, sobre o conteúdo racista de passagens do livro. Os dois episódios parecem ser excessos de um tempo em que tudo parece poder ser rotulado como racismo.
Compartilho do desconforto de muitos com o uso indiscriminado da palavra “raça”, como, aliás, tão bem definiu Monica Grin em seu livro “Raça”: debate público no Brasil, também lançado na semana passada. Ela advoga o uso do termo entre aspas, para não correr o risco de ser confundido com o uso naturalizado daqueles que acreditam que, de fato, existem entre nós, humanos, mais de uma raça.
Considere as seguintes afirmativas sobre as citações do discurso alheio feitas nesse excerto.
1. O trecho contém três citações, todas em discurso indireto.
2. Se o verbo “advoga”, utilizado para introduzir a afirmação de Monica Grin, fosse substituído por uma forma do verbo “dizer”, haveria uma expressão mais marcada da avaliação da autora sobre o discurso citado.
3. Entre as citações feitas, a que é apresentada com maior neutralidade é a que corresponde ao parecer do Conselho Nacional de Educação.
4. Ao citar a manifestação do ministro da Educação, a autora expressa sua discordância em relação a essa autoridade.
Assinale a alternativa correta.
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A questão abaixo focaliza a revisão ou interpretação de trechos de um mesmo texto, adaptado de artigo “Sobre literatura infantil e a questão racial”, de Keila Grinberg (Ciência Hoje On line, 16 nov. 2010).
Saiu outro dia no jornal norte-americano The Washington Post: pai de uma estudante negra do 5º ano da região de Detroit, nos Estados Unidos, está processando a escola que a menina estuda por considerá-la racialmente assediada. Motivo: o professor teria lido em voz alta trechos de um livro infantil sobre escravidão, durante uma aula que os alunos preparavam-se para celebrar o Black History Month (mês da celebração da história e cultura negra, comemorado tradicionalmente em fevereiro naquele país). Os pais reclamam que a leitura, recheada com termos supostamente considerados racistas, teria prejudicado o aprendizado da filha.
O livro em questão, From Slave Ship to Freedom Road (Do navio negreiro à estrada da liberdade), foi escrito pelo celebrado autor negro Julius Lester, autor do best-seller infantil To be a slave (Ser um escravo) e professor de estudos afro-americanos da Universidade de Massachusetts. Trata-se de uma narrativa sobre a escravidão do ponto de vista de um escravo.
Na versão final do texto, a forma adequada de apresentar as expressões sublinhadas nas linhas 1, 4, 6 e 7 é:
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A questão abaixo focaliza a revisão ou interpretação de trechos de um mesmo texto, adaptado de artigo “Sobre literatura infantil e a questão racial”, de Keila Grinberg (Ciência Hoje On line, 16 nov. 2010).
Saiu outro dia no jornal norte-americano The Washington Post: pai de uma estudante negra do 5º ano da região de Detroit, nos Estados Unidos, está processando a escola que a menina estuda por considerá-la racialmente assediada. Motivo: o professor teria lido em voz alta trechos de um livro infantil sobre escravidão, durante uma aula que os alunos preparavam-se para celebrar o Black History Month (mês da celebração da história e cultura negra, comemorado tradicionalmente em fevereiro naquele país). Os pais reclamam que a leitura, recheada com termos supostamente considerados racistas, teria prejudicado o aprendizado da filha.
O livro em questão, From Slave Ship to Freedom Road (Do navio negreiro à estrada da liberdade), foi escrito pelo celebrado autor negro Julius Lester, autor do best-seller infantil To be a slave (Ser um escravo) e professor de estudos afro-americanos da Universidade de Massachusetts. Trata-se de uma narrativa sobre a escravidão do ponto de vista de um escravo.
Assinale a alternativa que apresenta revisões adequadas para os trechos “que a menina estuda”, “por considerá-la racialmente assediada” e “que os alunos preparavam-se”, respectivamente.
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O trecho a seguir é parte de um contrato de locação de um equipamento para purificação de água e serve de referência para a questão.
1.1. Pelo presente instrumento particular, a WH S/A, com sede na Av. , São Paulo, SP, CNPJ/MF , e, de outro lado, a pessoa física ou jurídica, ora locatária e contratante dos serviços abaixo indicados, prestados pela WH, doravante denominada simplesmente CONSUMIDOR (em conjunto com a WH, as “Partes”), ambas as partes devidamente qualificadas na ordem de serviço de instalação (OS) e/ou no banco de dados da WH, celebram entre si o presente Contrato de Locação de Bem Móvel e Condições Gerais da Locação (“Contrato”), que será regido pelos seguintes termos e condições:
[...]
6.1. O Contrato vigerá pelo prazo de 12 (doze) meses a contar da data de instalação do Produto. Encerrado este prazo sem que haja manifestação expressa de qualquer das Partes solicitando o encerramento, o Contrato passará automaticamente a viger por prazo indeterminado.
6.2. O Contrato poderá ser encerrado ou rescindido:
(i) por qualquer das Partes, a qualquer tempo, mediante aviso prévio e expresso com no mínimo 30 (trinta) dias de antecedência, e observada a previsão constante do item 6.3 abaixo; ou
(ii) pelo CONSUMIDOR, a qualquer tempo, em caso de inadimplemento pela WH de qualquer de suas obrigações previstas neste Contrato; ou
(iii) pela WH, a qualquer tempo, em caso de inadimplemento pelo CONSUMIDOR de qualquer de suas obrigações previstas neste Contrato, em especial em caso de não pagamento de quaisquer valores devidos pelo CONSUMIDOR em até 30 (trinta) dias a contar da data de seu vencimento; ou
(iv) pela WH, a qualquer tempo, em caso de mudança do Local de Instalação do Produto para área não abrangida pelo Programa (cláusula 8.3 abaixo); ou
(v) pela WH, a qualquer tempo, se o CONSUMIDOR utilizar indevidamente o Produto, por meio da adulteração ou por qualquer outra forma que venha a ocasionar a fruição do Programa de forma diferente da que efetivamente contratou com a WH.
6.2.1. Em qualquer das hipóteses de rescisão/encerramento acima previstas, o Produto será imediatamente retirado pela WH, mediante o prévio agendamento de visita e observada a previsão constante na cláusula 6.3.1 abaixo.
6.3. Fica desde já estabelecido que, caso o consumidor venha a rescindir o contrato, total ou parcialmente, antes de completado o prazo contratado de 12 (doze) meses, mencionado no item 6.1 acima, será devida pelo mesmo à WH multa equivalente a 10% sobre o valor das parcelas vincendas e necessárias a completar o prazo de 12 (doze) meses da vigência do contrato, independentemente de qualquer aviso, notificação ou interpelação judicial ou extrajudicial.
Sobre a multa devida em caso de rescisão do contrato, é correto afirmar:
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O trecho a seguir é parte de um contrato de locação de um equipamento para purificação de água e serve de referência para a questão.
1.1. Pelo presente instrumento particular, a WH S/A, com sede na Av. , São Paulo, SP, CNPJ/MF , e, de outro lado, a pessoa física ou jurídica, ora locatária e contratante dos serviços abaixo indicados, prestados pela WH, doravante denominada simplesmente CONSUMIDOR (em conjunto com a WH, as “Partes”), ambas as partes devidamente qualificadas na ordem de serviço de instalação (OS) e/ou no banco de dados da WH, celebram entre si o presente Contrato de Locação de Bem Móvel e Condições Gerais da Locação (“Contrato”), que será regido pelos seguintes termos e condições:
[...]
6.1. O Contrato vigerá pelo prazo de 12 (doze) meses a contar da data de instalação do Produto. Encerrado este prazo sem que haja manifestação expressa de qualquer das Partes solicitando o encerramento, o Contrato passará automaticamente a viger por prazo indeterminado.
6.2. O Contrato poderá ser encerrado ou rescindido:
(i) por qualquer das Partes, a qualquer tempo, mediante aviso prévio e expresso com no mínimo 30 (trinta) dias de antecedência, e observada a previsão constante do item 6.3 abaixo; ou
(ii) pelo CONSUMIDOR, a qualquer tempo, em caso de inadimplemento pela WH de qualquer de suas obrigações previstas neste Contrato; ou
(iii) pela WH, a qualquer tempo, em caso de inadimplemento pelo CONSUMIDOR de qualquer de suas obrigações previstas neste Contrato, em especial em caso de não pagamento de quaisquer valores devidos pelo CONSUMIDOR em até 30 (trinta) dias a contar da data de seu vencimento; ou
(iv) pela WH, a qualquer tempo, em caso de mudança do Local de Instalação do Produto para área não abrangida pelo Programa (cláusula 8.3 abaixo); ou
(v) pela WH, a qualquer tempo, se o CONSUMIDOR utilizar indevidamente o Produto, por meio da adulteração ou por qualquer outra forma que venha a ocasionar a fruição do Programa de forma diferente da que efetivamente contratou com a WH.
6.2.1. Em qualquer das hipóteses de rescisão/encerramento acima previstas, o Produto será imediatamente retirado pela WH, mediante o prévio agendamento de visita e observada a previsão constante na cláusula 6.3.1 abaixo.
6.3. Fica desde já estabelecido que, caso o consumidor venha a rescindir o contrato, total ou parcialmente, antes de completado o prazo contratado de 12 (doze) meses, mencionado no item 6.1 acima, será devida pelo mesmo à WH multa equivalente a 10% sobre o valor das parcelas vincendas e necessárias a completar o prazo de 12 (doze) meses da vigência do contrato, independentemente de qualquer aviso, notificação ou interpelação judicial ou extrajudicial.
Considere as seguintes afirmativas sobre expressões empregadas no texto:
1. A palavra “doravante”, usada no item 1.1, indica que, a partir daquele ponto do contrato, a pessoa física ou jurídica contratante dos serviços será denominada “consumidor”, se mencionada individualmente, e “as partes”, se mencionada juntamente com a WH.
2. A palavra “vigerá” (item 6.1) é uma forma do futuro do verbo “vigir” e tem o sentido de “vigorar”.
3. A palavra “inadimplemento”, usada no item 6.2 (ii) equivale a “inadimplência” e tem o sentido de “falta de cumprimento de uma obrigação.
Assinale a alternativa correta.
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