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Foram encontradas 925 questões.

2414793 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
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A transformação do sinal analógico em sinal digital por meio de um processo denomina-se
 

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2414728 Ano: 2012
Disciplina: Direito Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
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Assinale a afirmativa INCORRETA, no que se refere aos contratos e à teoria da imprevisão.
 

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2414706 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
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No ambiente empresarial e dos negócios, as empresas realizam diversas operações no intuito de manter ativa as operações da organização. Os demonstrativos são modelos sintéticos que procuram exprimir a realidade da empresa em determinado momento e se tornam, portanto, uma aproximação da situação empresarial, um retrato de sua configuração, um extrato de sua composição e resultado. Os demonstrativos contábeis obrigatórios para as empresas brasileiras são
 

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Envolvidos em graves conflitos internacionais a várias décadas, os vizinhos Irã e Iraque, que, inclusive, já guerrearam entre si, foram berços na antiguidade de duas grandes civilizações, que são
 

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2414459 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG

Texto

É preciso aperfeiçoar a Lei Seca

Embora não tenha sido capaz de atender às generosas expectativas anunciadas no momento em que foi aprovada pelo Congresso, os números oficiais comprovam que a Lei Seca ajuda a reduzir o desperdício de vidas humanas. Contando indenizações por morte pagas às famílias de vítimas de acidentes fatais, um levantamento do Departamento Nacional de Trânsito mostra que, em 2007, quando a legislação ainda não entrara em vigor, morria uma pessoa a cada 742 veículos. Em 2009, o último ano para o qual todos os dados estão disponíveis e o segundo da Lei Seca, morria uma pessoa para cada 1.119 veículos.

Embora esses resultados não possam ser considerados civilizados, é bom advertir que eles podem piorar. A Lei Seca já nasceu com uma ambiguidade. Com base no princípio constitucional de que ninguém é obrigado a produzir provas contra si mesmo, nenhum motorista pode ser forçado a fazer o teste do bafômetro nem submeter-se contra a vontade a um exame de sangue para comprovar o nível de álcool no organismo.

Em hora oportuna, o governo federal e os parlamentares debatem ideias para aperfeiçoar a Lei Seca. É uma preocupação correta.

(Época, 9 de abril de 2012)

A palavra “desperdício”, no texto, significa

 

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2414457 Ano: 2012
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
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Acerca das placas, relacione as colunas a seguir.
1. Regulamentação.
2. Advertência.
3. Educativa.
( ) Alertam sobre perigos e condições da vida.
( ) Estabelecem autorização e proibições ao uso da via.
( ) Orientam sobre os procedimentos na via.
A sequência está correta em
 

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2414330 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Sejam as figuras a seguir.
Enunciado 2843470-1
Qual par de figuras possui áreas iguais?
 

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2414124 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Relacione corretamente as colunas.
1. Areia.
2. Arenoso.
3. Brita
( ) Tem aparência de barro.
( ) Componente das argamassas e dos concretos.
( ) É um agregado graúdo.
A sequência está correta em
 

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Enunciado 2838894-1
A área em negrito no interior do quadrado é igual a 108 cm 2; então, o lado desse quadrado mede
 

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Texto

Proteção, sim; violação de privacidade, não. Esse é o desejo dos consumidores brasileiros que navegam na Internet. E esse é o mote – mais que o mote, o alerta – que orienta a campanha lançada pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) na última terça-feira, contra o Projeto de Lei 84/99, que trata de crimes cibernéticos.

A campanha “Consumidores contra o PL Azeredo” pretende chamar a atenção da sociedade para a ameaça que o PL 84 representa ao direito à privacidade e liberdade na rede, aos direitos dos consumidores no acesso aos produtos e serviços e no direito fundamental de acesso à cultura, à informação e à comunicação.

No Congresso desde 1999, o PL 84/99 segue na Câmara dos Deputados nos termos do texto substitutivo proposto pelo deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG). O PL Azeredo tramita em caráter de urgência na Casa e está prestes a ser votado no início de agosto, quando termina o recesso parlamentar. Se aprovado, desviando-se de sua pretensa função de combater os crimes na Internet, o projeto vai instaurar um cenário de vigilância e monitoramento na rede, restringindo sensivelmente os direitos e liberdades e criminalizando condutas que são cotidianas dos cidadãos no mundo virtual.

Para os consumidores, a aprovação do projeto traz consequências drásticas, especialmente se considerarmos que a Internet é inteiramente permeada por relações de consumo. Desde a conexão até o acesso a conteúdos em sites, produtos e serviços via comércio eletrônico, passando pela utilização de e-mails, plataformas colaborativas e redes sociais, em menor ou maior grau, tudo é relação de consumo e deve ser entendido na lógica da defesa dos direitos consagrados pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC).

Há 20 anos, esse mesmo CDC tenta fazer valer um de seus princípios básicos: a boa-fé. Pressupõe-se que todos são legítimos titulares de direitos e praticam seus atos cotidianos com base na legalidade, na confiança e no respeito. Por óbvio, essa premissa é válida também para a Internet. O que o PL Azeredo faz, no entanto, é inverter essa lógica. No lugar da presunção da boa-fé, instaura-se a constante suspeita. No lugar do respeito à privacidade dos dados e informações dos usuários, o projeto determina a sua vigilância constante, como se a qualquer momento fossem praticar um crime, um ato de vandalismo, uma atitude ilícita. Para o PL Azeredo, como norma penal que é, na Internet todos passam a ser suspeitos até que se prove o contrário.

(Guilherme Varella, Carta Capital. 28/07/11)

O texto afirma que o PL 84 apresenta um conteúdo expressando que, a qualquer momento, alguém pode praticar um crime, um ato de vandalismo, uma atitude ilícita. Tal pressuposto indica

 

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