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Foram encontradas 844 questões.

1394698 Ano: 2013
Disciplina: Física
Banca: UFAM
Orgão: UFAM
Na questão em que for necessário, adote g =10m s² para a aceleração da gravidade.
Dos cinco diagramas a seguir, a opção que representa melhor a propagação dos raios geométricos da cor vermelha e azul após passar através de uma lente biconvexa é:
Enunciado 1394698-1
 

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1394695 Ano: 2013
Disciplina: Design Gráfico
Banca: UFAM
Orgão: UFAM
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Com relação aos sistemas de separação de cores RGB e CMYK observe as afirmativas a seguir:
I. A sigla CMYK designa o sistema de separação de cores utilizado para impressão, tendo relação com a Cor Pigmento.
II. A escala CMYK é composta das cores ciano, magenta, amarelo e preto.
III. A sigla RGB designa o sistema de separação de cores utilizado para impressão.
IV. A escala RGB é composta pelas cores vermelho, amarelo e azul.
V. A sigla RGB designa a escala de cores utilizada para mídia digital, e está relacionada ao conceito de Cor Luz.
Assinale a alternativa correta:
 

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1394545 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFAM
Orgão: UFAM
Assinale o enunciado em que a vírgula foi empregada para separar expressão de sentido corretivo ou explicativo:
 

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1394541 Ano: 2013
Disciplina: Química
Banca: UFAM
Orgão: UFAM
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Vários são os equipamentos normalmente encontrados sobre uma bancada de laboratório. Com base nos seus conhecimentos sobre as características e funções destes equipamentos, assinale a opção INCORRETA.
 

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1394522 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFAM
Orgão: UFAM
Leia o texto abaixo, extraído (e adaptado) do livro A Dança do Universo, de Marcelo Gleiser, antes de responder a questão abaixo, elaborada a partir dele:
Muitos pensam que a pesquisa científica é uma atividade puramente racional, na qual o objetivismo lógico é o único mecanismo capaz de gerar conhecimento. Como resultado, os cientistas são vistos como insensíveis e limitados, um grupo de pessoas que corrompe a beleza da Natureza ao analisá-la matematicamente. Essa generalização, como a maioria das generalizações, me parece profundamente injusta, já que ela não incorpora a motivação mais importante do cientista, o seu fascínio pela Natureza e seus mistérios. Que outro motivo justificaria a dedicação de toda uma vida ao estudo dos fenômenos naturais, senão uma profunda veneração pela sua beleza? A ciência vai muito além da sua mera prática. Por trás das fórmulas complicadas, das tabelas de dados experimentais e da linguagem técnica, encontra-se uma pessoa tentando transcender as barreiras imediatas da vida diária, guiada por um insaciável desejo de adquirir um nível mais profundo de conhecimento e de realização própria. Sob esse prisma, o processo criativo científico não é assim tão diferente do processo criativo nas artes, isto é, um veículo de autodescoberta que se manifesta ao tentarmos capturar a nossa essência e lugar no Universo.
Há milênios, muito antes de esse corpo de conhecimento que hoje chamamos de ciência existir, a relação dos seres humanos com o mundo era bem diferente. A Natureza era respeitada e idolatrada, sendo a única responsável pela sobrevivência de nossa espécie, a qual vivia basicamente da caça e de uma agricultura bastante rudimentar. No temor de que catástrofes naturais, tais como vulcões, tempestades ou furacões destruíssem as suas casas e plantações, ou matassem os animais e peixes, várias culturas atribuíram aspectos divinos à Natureza. Os pormenores desse processo de deificação da Natureza variam de acordo com a localização, clima ou com o grau de isolamento de um determinado grupo. Em certas culturas, vários deuses controlavam (ou até personificavam) as diferentes manifestações naturais, enquanto em outras a própria Natureza era divina, a “Deusa-Mãe”. Rituais e oferendas procuravam conquistar a simpatia divina, garantindo assim a sobrevivência do grupo. Através dessa relação com os deuses, os indivíduos buscavam ordenar sua existência, dando sentido a fenômenos misteriosos e ameaçadores. Por outro lado, a relação com os deuses tinha também uma função social, impondo valores morais e éticos que eram fundamentais para a coesão do grupo.
É claro que existe uma grande diferença entre um enfoque religioso e um enfoque científico no estudo da origem do Universo. Teorias científicas são supostamente testáveis e devem ser refutadas se elas não descrevem a realidade. Mesmo que no momento estejamos ainda longe de podermos testar modelos que descrevem a origem do Universo, um modelo matemático só será considerado seriamente pela comunidade científica se puder ser testado experimentalmente. Esse fato básico traz várias dificuldades aos modelos que tentam descrever a origem do Universo. Afinal, como podemos testar esses modelos? No momento, o máximo que podemos esperar é que eles nos deem informações sobre certas propriedades básicas do Universo observado. Mesmo que isso esteja ainda longe de ser um teste da utilidade desses modelos, pelo menos já é um começo.
Assinale a afirmativa INCORRETA a respeito da seguinte frase:
Há milênios, muito antes de esse corpo de conhecimento que hoje chamamos de ciência existir, a relação dos seres humanos com o mundo era bem diferente.
 

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1394427 Ano: 2013
Disciplina: Química
Banca: UFAM
Orgão: UFAM
O soro caseiro utilizado para evitar a desidratação infantil é uma solução aquosa de cloreto de sódio (3,5g.L-1) e sacarose (11g.L-1). A concentração molar do sal na solução é de aproximadamente:
(Dados: massa molar do cloreto de sódio = 58,5 g.mol-1).
 

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1394413 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFAM
Orgão: UFAM
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Selecione a alternativa que apresenta CORRETAMENTE os tipos de microfones mais indicados para a gravação do áudio de uma apresentação de um coral e de um apresentador de telejornal respectivamente:
 

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1394342 Ano: 2013
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFAM
Orgão: UFAM
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Alguns dos principais comandos do Prompt de comandos do Windows e suas funções são mostrados nas colunas a seguir.

Comando Funções
1. dir I. Copia um ou mais arquivos de uma origem para um destino.
2. chdir II. Cria um diretório
3. mkdir III. Mostra o conteúdo de um arquivo.
4. rmdir IV. Exibe a versão do Sistema.
5. ren V. Move um ou mais arquivos de uma origem para um destino
6. edit VI. Lista os arquivos e subdiretórios existentes em um diretório.
7. type VII. Inicia o editor do MS-DOS que cria ou altera arquivos de texto
8. ver VIII. Remove um diretório
9. move IX. Altera o nome do arquivo
10. copy X.

Mostra ou altera o diretório atual.

11. date XI. Exibe ou altera a hora atual do sistema
12. help XII. Fornece informações de ajuda sobre os comandos do MS-DOS
13. time XIII. Exibe ou altera a data atual do sistema

A sequência CORRETA com a sua funções é:

 

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Leia o texto abaixo, extraído do livro Jogo de espelhos: ensaios de cultura brasileira, de Everardo Rocha, antes de responder à questão, elaboradas a partir dele:
Vou descrever uma cena modelar do acervo de nossas experiências infantis. Vou contá-la numa versão que testemunhei recentemente. Essa cena, entretanto, é muito antiga e constantemente repetida – no limite penso que acontece desde sempre – em todas as escolas brasileiras, em todos os tempos. Com certeza, qualquer inventário mais detido das representações brasileiras atribuiria a ela um lugar de destaque. A cena se passou mais ou menos assim:
Meu filho de cinco anos, iniciando seu processo de alfabetização, sai da escola e encontra os pais no portão para recebê-lo. Eufórico, mal contendo em si a ânsia de falar, pergunta, atropelando as palavras:
– Pai! Pai! Você sabe quem descobriu o Brasil?
Eu, o pai perplexo, hesitando entre responder ou deixar que ele me ensine essa preciosa informação, digo, ganhando tempo...
– Humm, humm... é..., sei... quem foi filho?
– Foi Pedro Álvares Cabral, você já sabia, pai?
– Sabia sim.
– E a mamãe também sabe?
– Sabe sim!
Não sei se meu filho teve uma ligeira decepção, pois conhecíamos algo que, naquele momento, representava um imenso tesouro ou se ficou feliz porque seus pais eram grandes sábios. De uma maneira ou de outra, a experiência traduziu a possibilidade de múltiplas descobertas. Para ele, o descobrimento do Brasil representou ao menos três planos de descobertas do Brasil. A primeira é o fato de que Pedro Álvares Cabral, efetivamente, descobriu o Brasil – um saber no mínimo operacional e utilitário na vida escolar. A segunda descoberta é que este conhecimento é amplamente compartilhado – encerrando alguma decepção com o fato de que os tesouros podem ser obviedades. A terceira é bem mais sutil e complexa. Ele aprendeu, como de resto todos nós – em algum ponto de nossas vidas – aprendemos que o Brasil descobre-se.
Aqui é interessante especular se a pergunta “quem descobriu” pode possuir algum sentido para crianças argentinas, holandesas ou chinesas. Se ela existe no imaginário de países como os Estados Unidos, Suécia, Japão, Nigéria ou Inglaterra. Será que todas as crianças de todos os países sabem – como um tesouro das descobertas – quem as descobriu ao descobrirem espaços? Como separam-se, em outros contextos de aprendizados infantis, geografia e nação, lugar e país, espaço físico e sociedade?
Num dos enunciados abaixo, torna-se indispensável a presença de vírgula. Assinale-o:
 

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1394114 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: UFAM
Orgão: UFAM
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Sejam A, B e C, eventos quaisquer do mesmo espaço amostral. Em notação de conjunto, os eventos “Ocorrer exatamente um dos eventos” e “Ocorrer pelo menos um dos eventos” são escritos como:

 

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