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ACIDENTES DE TRÂNSITO: MAIOR CAUSA DE MORTE DE JOVENS NO MUNDO
Um relatório divulgado em maio de 2012 revela que as ruas e estradas hoje são a maior causa de morte de pessoas com mais de 10 anos de idade, e as mortes no trânsito constituem uma epidemia global de saúde que já alcançou proporções críticas.
O relatório “Estradas Seguras e Sustentáveis”, lançado pela Campanha pela Segurança Global nas Estradas, diz que a segurança rodoviária é um dos maiores desafios de desenvolvimento no mundo e prevê que, se não forem tomadas medidas urgentes, o número de mortos no trânsito suba de 1,3 milhão para 2 milhões por ano. Hoje, 3.500 pessoas morrem por dia em incidentes relacionados ao trânsito, e 50 milhões se ferem anualmente nas ruas e estradas do mundo.
O relatório atribui o alto número de fatalidades às políticas de transporte que priorizam veículos, rodovias e velocidade, em detrimento das pessoas e da segurança. A grande maioria dos mortos no trânsito vem de países em desenvolvimento, e 20 países são responsáveis por 70% das mortes globais no trânsito. Crianças e jovens são os mais afetados, tanto que acidentes de trânsito hoje constituem a maior fonte isolada de mortes de pessoas na faixa dos 10 a 24 anos de idade em todo o mundo. Em 2004, o último ano para o qual há dados abrangentes disponíveis, acidentes de trânsito mataram mais crianças de 5 a 14 anos que a malária, a diarreia e a AIDS.
O relatório avisa que, se nada for feito, a espiral crescente de mortos e feridos no trânsito será um obstáculo importante a impedir que o mundo atinja as metas de educação e redução da pobreza definidas nas metas de desenvolvimento do milênio. Por sua vez, a Campanha pela Segurança Global nas Estradas está exortando líderes mundiais a adotarem ações urgentes para integrar o transporte sustentável e a segurança nas estradas na pauta da conferência Rio+20. A campanha avisa que não existe "receita mágica oculta" para lidar com a segurança nas estradas, mas diz que, diferentemente de muitas outras epidemias de saúde, há intervenções possíveis que são simples, baratas e testadas, e que simplesmente não estão sendo aplicadas ou praticadas. Tais intervenções incluem a implementação das normas sobre o uso de capacetes, cintos de segurança e a proibição efetiva de consumo de álcool antes de dirigir, além do reforço da segurança dos veículos.
Kevin Watkins, pesquisador sênior do Brookings Institution e autor do relatório citado, informa que "a epidemia de ferimentos e mortes no trânsito é uma fonte de pobreza, sofrimento humano e desperdício econômico em escala global". Segundo Watkins, "nas próximas duas décadas a frota de veículos nos países mais pobres do mundo vai aumentar em ritmo inusitado. Diferentemente.
de algumas outras questões que serão discutidas na conferência Rio+20, esta envolve poucas incógnitas. Não se trata de ciência avançada, mas, mesmo assim, dá para perceber que os avanços têm sido dolorosamente lentos. Doadores bilaterais e o Banco Mundial vêm falando há anos em priorizar a segurança das estradas em seus programas infraestruturais, mas o discurso ainda não rendeu resultados."
O relatório faz recomendações que podem ajudar a prevenir mortes nas estradas, incluindo regulamentação mais rígida para impedir que as montadoras de veículos disputem uma corrida para reduzir as medidas de segurança dos veículos nos países mais pobres. O texto diz que são necessários mais US$200 milhões por ano para apoiar o desenvolvimento de estratégias nacionais de segurança nas estradas nos países em que ocorrem mais mortes no trânsito.
KELLY, A. GUARDIAN (Trad. Clara Allaín) Disponível em: < http://folha.com/no1084645 > Acesso em: 02 maio 2012.
Assinale a alternativa em que a palavra ou expressão sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo do sentido, pela palavra ou expressão entre colchetes.
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ACIDENTES DE TRÂNSITO: MAIOR CAUSA DE MORTE DE JOVENS NO MUNDO
Um relatório divulgado em maio de 2012 revela que as ruas e estradas hoje são a maior causa de morte de pessoas com mais de 10 anos de idade, e as mortes no trânsito constituem uma epidemia global de saúde que já alcançou proporções críticas.
O relatório “Estradas Seguras e Sustentáveis”, lançado pela Campanha pela Segurança Global nas Estradas, diz que a segurança rodoviária é um dos maiores desafios de desenvolvimento no mundo e prevê que, se não forem tomadas medidas urgentes, o número de mortos no trânsito suba de 1,3 milhão para 2 milhões por ano. Hoje, 3.500 pessoas morrem por dia em incidentes relacionados ao trânsito, e 50 milhões se ferem anualmente nas ruas e estradas do mundo.
O relatório atribui o alto número de fatalidades às políticas de transporte que priorizam veículos, rodovias e velocidade, em detrimento das pessoas e da segurança. A grande maioria dos mortos no trânsito vem de países em desenvolvimento, e 20 países são responsáveis por 70% das mortes globais no trânsito. Crianças e jovens são os mais afetados, tanto que acidentes de trânsito hoje constituem a maior fonte isolada de mortes de pessoas na faixa dos 10 a 24 anos de idade em todo o mundo. Em 2004, o último ano para o qual há dados abrangentes disponíveis, acidentes de trânsito mataram mais crianças de 5 a 14 anos que a malária, a diarreia e a AIDS.
O relatório avisa que, se nada for feito, a espiral crescente de mortos e feridos no trânsito será um obstáculo importante a impedir que o mundo atinja as metas de educação e redução da pobreza definidas nas metas de desenvolvimento do milênio. Por sua vez, a Campanha pela Segurança Global nas Estradas está exortando líderes mundiais a adotarem ações urgentes para integrar o transporte sustentável e a segurança nas estradas na pauta da conferência Rio+20. A campanha avisa que não existe "receita mágica oculta" para lidar com a segurança nas estradas, mas diz que, diferentemente de muitas outras epidemias de saúde, há intervenções possíveis que são simples, baratas e testadas, e que simplesmente não estão sendo aplicadas ou praticadas. Tais intervenções incluem a implementação das normas sobre o uso de capacetes, cintos de segurança e a proibição efetiva de consumo de álcool antes de dirigir, além do reforço da segurança dos veículos.
Kevin Watkins, pesquisador sênior do Brookings Institution e autor do relatório citado, informa que "a epidemia de ferimentos e mortes no trânsito é uma fonte de pobreza, sofrimento humano e desperdício econômico em escala global". Segundo Watkins, "nas próximas duas décadas a frota de veículos nos países mais pobres do mundo vai aumentar em ritmo inusitado. Diferentemente.
de algumas outras questões que serão discutidas na conferência Rio+20, esta envolve poucas incógnitas. Não se trata de ciência avançada, mas, mesmo assim, dá para perceber que os avanços têm sido dolorosamente lentos. Doadores bilaterais e o Banco Mundial vêm falando há anos em priorizar a segurança das estradas em seus programas infraestruturais, mas o discurso ainda não rendeu resultados."
O relatório faz recomendações que podem ajudar a prevenir mortes nas estradas, incluindo regulamentação mais rígida para impedir que as montadoras de veículos disputem uma corrida para reduzir as medidas de segurança dos veículos nos países mais pobres. O texto diz que são necessários mais US$200 milhões por ano para apoiar o desenvolvimento de estratégias nacionais de segurança nas estradas nos países em que ocorrem mais mortes no trânsito.
KELLY, A. GUARDIAN (Trad. Clara Allaín) Disponível em: < http://folha.com/no1084645 > Acesso em: 02 maio 2012.
Avalie o seguinte trecho.
“[...] nas próximas duas décadas a frota de veículos nos países mais pobres do mundo vai aumentar em ritmo inusitado. Diferentemente de algumas outras questões que serão discutidas na conferência Rio+20, esta envolve poucas incógnitas. Não se trata de ciência avançada, mas, mesmo assim, dá para perceber que os avanços têm sido dolorosamente lentos”.
Assinale a interpretação que melhor ilustra o que o autor do texto quis dizer com sua afirmação.
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ACIDENTES DE TRÂNSITO: MAIOR CAUSA DE MORTE DE JOVENS NO MUNDO
Um relatório divulgado em maio de 2012 revela que as ruas e estradas hoje são a maior causa de morte de pessoas com mais de 10 anos de idade, e as mortes no trânsito constituem uma epidemia global de saúde que já alcançou proporções críticas.
O relatório “Estradas Seguras e Sustentáveis”, lançado pela Campanha pela Segurança Global nas Estradas, diz que a segurança rodoviária é um dos maiores desafios de desenvolvimento no mundo e prevê que, se não forem tomadas medidas urgentes, o número de mortos no trânsito suba de 1,3 milhão para 2 milhões por ano. Hoje, 3.500 pessoas morrem por dia em incidentes relacionados ao trânsito, e 50 milhões se ferem anualmente nas ruas e estradas do mundo.
O relatório atribui o alto número de fatalidades às políticas de transporte que priorizam veículos, rodovias e velocidade, em detrimento das pessoas e da segurança. A grande maioria dos mortos no trânsito vem de países em desenvolvimento, e 20 países são responsáveis por 70% das mortes globais no trânsito. Crianças e jovens são os mais afetados, tanto que acidentes de trânsito hoje constituem a maior fonte isolada de mortes de pessoas na faixa dos 10 a 24 anos de idade em todo o mundo. Em 2004, o último ano para o qual há dados abrangentes disponíveis, acidentes de trânsito mataram mais crianças de 5 a 14 anos que a malária, a diarreia e a AIDS.
O relatório avisa que, se nada for feito, a espiral crescente de mortos e feridos no trânsito será um obstáculo importante a impedir que o mundo atinja as metas de educação e redução da pobreza definidas nas metas de desenvolvimento do milênio. Por sua vez, a Campanha pela Segurança Global nas Estradas está exortando líderes mundiais a adotarem ações urgentes para integrar o transporte sustentável e a segurança nas estradas na pauta da conferência Rio+20. A campanha avisa que não existe "receita mágica oculta" para lidar com a segurança nas estradas, mas diz que, diferentemente de muitas outras epidemias de saúde, há intervenções possíveis que são simples, baratas e testadas, e que simplesmente não estão sendo aplicadas ou praticadas. Tais intervenções incluem a implementação das normas sobre o uso de capacetes, cintos de segurança e a proibição efetiva de consumo de álcool antes de dirigir, além do reforço da segurança dos veículos.
Kevin Watkins, pesquisador sênior do Brookings Institution e autor do relatório citado, informa que "a epidemia de ferimentos e mortes no trânsito é uma fonte de pobreza, sofrimento humano e desperdício econômico em escala global". Segundo Watkins, "nas próximas duas décadas a frota de veículos nos países mais pobres do mundo vai aumentar em ritmo inusitado. Diferentemente.
de algumas outras questões que serão discutidas na conferência Rio+20, esta envolve poucas incógnitas. Não se trata de ciência avançada, mas, mesmo assim, dá para perceber que os avanços têm sido dolorosamente lentos. Doadores bilaterais e o Banco Mundial vêm falando há anos em priorizar a segurança das estradas em seus programas infraestruturais, mas o discurso ainda não rendeu resultados."
O relatório faz recomendações que podem ajudar a prevenir mortes nas estradas, incluindo regulamentação mais rígida para impedir que as montadoras de veículos disputem uma corrida para reduzir as medidas de segurança dos veículos nos países mais pobres. O texto diz que são necessários mais US$200 milhões por ano para apoiar o desenvolvimento de estratégias nacionais de segurança nas estradas nos países em que ocorrem mais mortes no trânsito.
KELLY, A. GUARDIAN (Trad. Clara Allaín) Disponível em: < http://folha.com/no1084645 > Acesso em: 02 maio 2012.
Assinale a alternativa que apresenta, entre colchetes, apreciação INCORRETA sobre a(s) palavras(s) ou expressão (ões) nela sublinhada(s).
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ACIDENTES DE TRÂNSITO: MAIOR CAUSA DE MORTE DE JOVENS NO MUNDO
Um relatório divulgado em maio de 2012 revela que as ruas e estradas hoje são a maior causa de morte de pessoas com mais de 10 anos de idade, e as mortes no trânsito constituem uma epidemia global de saúde que já alcançou proporções críticas.
O relatório “Estradas Seguras e Sustentáveis”, lançado pela Campanha pela Segurança Global nas Estradas, diz que a segurança rodoviária é um dos maiores desafios de desenvolvimento no mundo e prevê que, se não forem tomadas medidas urgentes, o número de mortos no trânsito suba de 1,3 milhão para 2 milhões por ano. Hoje, 3.500 pessoas morrem por dia em incidentes relacionados ao trânsito, e 50 milhões se ferem anualmente nas ruas e estradas do mundo.
O relatório atribui o alto número de fatalidades às políticas de transporte que priorizam veículos, rodovias e velocidade, em detrimento das pessoas e da segurança. A grande maioria dos mortos no trânsito vem de países em desenvolvimento, e 20 países são responsáveis por 70% das mortes globais no trânsito. Crianças e jovens são os mais afetados, tanto que acidentes de trânsito hoje constituem a maior fonte isolada de mortes de pessoas na faixa dos 10 a 24 anos de idade em todo o mundo. Em 2004, o último ano para o qual há dados abrangentes disponíveis, acidentes de trânsito mataram mais crianças de 5 a 14 anos que a malária, a diarreia e a AIDS.
O relatório avisa que, se nada for feito, a espiral crescente de mortos e feridos no trânsito será um obstáculo importante a impedir que o mundo atinja as metas de educação e redução da pobreza definidas nas metas de desenvolvimento do milênio. Por sua vez, a Campanha pela Segurança Global nas Estradas está exortando líderes mundiais a adotarem ações urgentes para integrar o transporte sustentável e a segurança nas estradas na pauta da conferência Rio+20. A campanha avisa que não existe "receita mágica oculta" para lidar com a segurança nas estradas, mas diz que, diferentemente de muitas outras epidemias de saúde, há intervenções possíveis que são simples, baratas e testadas, e que simplesmente não estão sendo aplicadas ou praticadas. Tais intervenções incluem a implementação das normas sobre o uso de capacetes, cintos de segurança e a proibição efetiva de consumo de álcool antes de dirigir, além do reforço da segurança dos veículos.
Kevin Watkins, pesquisador sênior do Brookings Institution e autor do relatório citado, informa que "a epidemia de ferimentos e mortes no trânsito é uma fonte de pobreza, sofrimento humano e desperdício econômico em escala global". Segundo Watkins, "nas próximas duas décadas a frota de veículos nos países mais pobres do mundo vai aumentar em ritmo inusitado. Diferentemente.
de algumas outras questões que serão discutidas na conferência Rio+20, esta envolve poucas incógnitas. Não se trata de ciência avançada, mas, mesmo assim, dá para perceber que os avanços têm sido dolorosamente lentos. Doadores bilaterais e o Banco Mundial vêm falando há anos em priorizar a segurança das estradas em seus programas infraestruturais, mas o discurso ainda não rendeu resultados."
O relatório faz recomendações que podem ajudar a prevenir mortes nas estradas, incluindo regulamentação mais rígida para impedir que as montadoras de veículos disputem uma corrida para reduzir as medidas de segurança dos veículos nos países mais pobres. O texto diz que são necessários mais US$200 milhões por ano para apoiar o desenvolvimento de estratégias nacionais de segurança nas estradas nos países em que ocorrem mais mortes no trânsito.
KELLY, A. GUARDIAN (Trad. Clara Allaín) Disponível em: < http://folha.com/no1084645 > Acesso em: 02 maio 2012.
Analise o seguinte trecho.
“O relatório atribui o alto número de fatalidades às políticas de transporte que priorizam veículos, rodovias e velocidade, em detrimento das pessoas e da segurança.”
Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho citado MANTEVE o sentido original.
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De acordo com a Lei n. 9.433/97, a gestão dos recursos hídricos deverá ser desempenhada
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Dispõe o art. 2º da Lei Complementar n. 140, de 08/12/2011, que o licenciamento ambiental consiste
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Com fundamento no art. 20, § 1º, da Constituição Federal, a interpretação quanto à exploração de recursos hídricos para fins de geração de energia elétrica buscou estabelecer que, nas operações interestaduais, o produto da arrecadação seria destinado:
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Em relação aos créditos tributários, é INCORRETO afirmar que os mesmos se extinguem com
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De acordo com o art. 201 da Constituição Federal, a previdência social será organizada sob a forma de regime geral, de caráter contributivo e de filiação obrigatória, observados os critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial. Analise os benefícios que correspondem ao dispositivo mencionado e assinale com V as hipóteses verdadeiras e com F as falsas.
( ) Instituição de contribuições sociais, por parte dos entes federativos, intervenção no domínio econômico e atendimento dos interesses das categorias profissionais como instrumentos de atuação nas áreas afins.
( ) Garantia dos direitos do cidadão relacionados ao seguro-desemprego, ao salário-família, à licença à gestante, à aposentadoria, à assistência gratuita aos filhos e dependentes e ao seguro contra acidentes do trabalho, a cargo do empregador.
( ) Universalidade da cobertura e do atendimento, uniformidade e equivalência dos benefícios e serviços às populações urbana e rural, seletividade e distributividade na prestação dos benefícios e serviços, irredutibilidade do valor dos benefícios, equidade na forma de participação no custeio, diversidade da base de financiamento, caráter democrático e descentralizado da administração.
( ) Cobertura de eventos de doença, invalidez, morte e idade avançada, proteção à gestante e à maternidade, proteção ao trabalhador em situação de desemprego involuntário, salário família, auxílio reclusão e pensão por morte do segurado.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de letras CORRETA.
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No Direito do Trabalho, a alteração contratual pode ocorrer nas seguintes hipóteses:
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