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(...) O fato é que se frustra todo o esforço que despendemos para nos impor certa disciplina, certa unidade, certa coerência. À sorrelfa, algum diabo malicioso inutiliza o nosso trabalho, e amanhã seremos o que não queremos, e hoje somos o que ontem fôramos e não quiséramos ser mais.
(ANJOS, Cyro dos. O amanuense Belmiro. 10. ed. Rio de Janeiro: J.Olympio, 1979. p. 76.)
Leia atentamente as informações a seguir sobre concordância.
I – Se a palavra “tentativas", no primeiro período, fosse substituída por “desejo", apenas um verbo, um adjetivo e um pronome seriam modificados para que houvesse concordância.
II – No segundo período, se a palavra “esforço" fosse substituída por “energias", apenas um pronome e um artigo sofreriam mudanças para que houvesse concordância.
III – Se a palavra “nosso", no terceiro período, fosse substituída por “meu", apenas quatro verbos teriam sua flexão modificada para que houvesse concordância.
Qual(is) está(ão) correta(s)?
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Se não ______ imagens daquelas guerras, creio que ninguém _______. Quando meu tio _________ o preço do aparelho, ___________ um enorme susto.
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“Está claro que omiti onde aprendera a receita, mas todos desconfiaram."
“E depois de uma Missa do Galo bem mal rezada, se deu o nosso maravilhoso Natal.
Os termos sublinhados apresentam, respectivamente, a função sintática de:
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I – Mesmo sabendo dos problemas _______ poderia estar sujeito, resolveu aceitar o emprego.
II – Ficamos desejosos _______ a parceria fosse respeitada.
III – Não houve oposição ______ se criasse novo partido. IV – Todos tiveram certeza ______ chegaríamos a tempo, pois estavam acostumados com nossa pontualidade.
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Lea la siguiente cita sobre el imaginario del significante “imperativo” por parte de los estudiantes brasileños:
“A segunda identificação, que se estabelece quase automaticamente no âmbito da pedagogia de línguas, trata do uso de ‘imperativo’ como sinônimo de ‘modo imperativo’ enquanto modo de conjugação verbal. Facilmente podemos verificar que o fragmento ‘imperativo’ aparece no manual ou nos demais materiais didáticos, nas práticas de avaliação e na própria fala do professor quase sempre com esse sentido, que fica, no entanto, apenas implícito na maioria das vezes em que acontece”.
RODRIGUES, F. C. Imperativo e discurso pedagógico: relativizações necessárias para uma prática consciente. In: BRUNO, F. C. Ensino-aprendizagem de línguas estrangeiras: reflexão e prática. São Carlos: Claraluz, 2005. p. 82.
La identificación mencionada por Rodrigues (2005) no es la única posible, según la autora, para expresar el modo imperativo. Existe otra en relación con ese significante, pero poco presente en el imaginario del espacio pedagógico de la enseñanza del español a brasileños. Tal identificación sobre el imperativo sería
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