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Com base na tirinha, assinale a alternativa correta.
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Texto II, para responder à questão.
Gregório de Matos e Guerra (1636–1695) foi o maior poeta do Brasil Colonial, o que ainda lhe é pouco, diante da generosidade e da dureza de seu gênio, lírico algumas vezes, satírico na maior parte. E se influências sofreu, foram as de Gôngora e de Quevedo, forjando sua criação barroca, ao contato do Brasil vertiginoso, contraditório, com a cor de seu povo. O cognome de Boca do Inferno bem lhe condiz, por não suportar a mediocridade e a corrupção dos poderosos nem os péssimos costumes do seu tempo. Foi um moralista, impenitente crítico e amoroso do futuro. Natural da Bahia, educado pelos jesuítas, formado em Coimbra, onde se doutorou em leis e assumiu a função de juiz de fora em Alcácer do Sal, voltou a sua terra e ocupou cargos eclesiásticos. Deles foi dispensado. Terminou por exercer a advocacia.
Foi conduzido ao Santo Ofício e ao degredo em Angola pelas ferozes sátiras aos nobres, às mazelas sociais e à moral tão oficiosa e descumprida. Aconselhando, ferino: “Furte, coma, beba e tenha amiga,/ Porque o nome d’El-Rei dá para tudo/ A todos que El-Rei trazem na barriga” (À cidade e alguns pícaros que havião nella). No escárnio de seu verso não poupou fidalgos, criminosos, pregadores, carolas, usurários, luxuriosos.
Carlos Nejar. História da literatura brasileira: da carta de Caminha aos contemporâneos. São Paulo: Leya, 2011, p.55 (com adaptações).
Assinale
a
alternativa
em
que
a
reescritura
de
fragmento
do
texto
modifica
o
sentido
original.
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Texto II, para responder à questão.
Gregório de Matos e Guerra (1636–1695) foi o maior poeta do Brasil Colonial, o que ainda lhe é pouco, diante da generosidade e da dureza de seu gênio, lírico algumas vezes, satírico na maior parte. E se influências sofreu, foram as de Gôngora e de Quevedo, forjando sua criação barroca, ao contato do Brasil vertiginoso, contraditório, com a cor de seu povo. O cognome de Boca do Inferno bem lhe condiz, por não suportar a mediocridade e a corrupção dos poderosos nem os péssimos costumes do seu tempo. Foi um moralista, impenitente crítico e amoroso do futuro. Natural da Bahia, educado pelos jesuítas, formado em Coimbra, onde se doutorou em leis e assumiu a função de juiz de fora em Alcácer do Sal, voltou a sua terra e ocupou cargos eclesiásticos. Deles foi dispensado. Terminou por exercer a advocacia.
Foi conduzido ao Santo Ofício e ao degredo em Angola pelas ferozes sátiras aos nobres, às mazelas sociais e à moral tão oficiosa e descumprida. Aconselhando, ferino: “Furte, coma, beba e tenha amiga,/ Porque o nome d’El-Rei dá para tudo/ A todos que El-Rei trazem na barriga” (À cidade e alguns pícaros que havião nella). No escárnio de seu verso não poupou fidalgos, criminosos, pregadores, carolas, usurários, luxuriosos.
Carlos Nejar. História da literatura brasileira: da carta de Caminha aos contemporâneos. São Paulo: Leya, 2011, p.55 (com adaptações).
Nos
versos
do
poema
satírico
citado
no
texto
À
cidade
e
alguns
pícaros
que
havião
nella:
“Furte,
coma,
beba
e
tenha
amiga,/
Porque
o
nome
d’El-Rei
dá
para
tudo/
A
todos
que
El-Rei
trazem
na
barriga”,
o
poeta
afirma
que
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Texto I, para responder à questão.
O relógio
Ao
redor
da
vida
do
homem
há
certas
caixas
de
vidro,
dentro
das
quais,
como
em
jaula,
se
ouve
palpitar
um
bicho
Se
são
jaulas
não
é
certo;
mais
perto
estão
das
gaiolas
ao
menos,
pelo
tamanho
e
quadradiço
de
forma
Umas
vezes,
tais
gaiolas
vão
penduradas
nos
muros;
outras
vezes,
mais
privadas,
vão
num
bolso,
num
dos
pulsos.
Mas
onde
esteja:
a
gaiola
será
de
pássaro
ou
pássara:
é
alada
a
palpitação,
a
saltação
que
ela
guarda;
e
de
pássaro
cantor,
não
pássaro
de
plumagem:
pois
delas
se
emite
um
canto
de
uma
tal
continuidade
que
continua
cantando
se
deixa
de
ouvi-lo
a
gente:
como
a
gente
às
vezes
canta
para
sentir-se
existente
(...)
O
que
eles
cantam,
se
pássaros,
é
diferente
de
todos:
cantam
numa
linha
baixa,
com
voz
de
pássaro
rouco;
(...)
E
porque
tampouco
cabe,
por
isso,
pensar
que
é
o
vento,
há
de
ser
um
outro
fluido
que
a
move:
quem
sabe,
o
tempo.
João
Cabral
de
Melo
Neto.
Internet:
<http://www.revista.agulha.nom.br>.
O
poema
de
João
Cabral
explora
o
sentido
figurado
das
palavras.
Considerando
as
diferentes
figuras
de
linguagem
que
aparecem
no
poema,
assinale
a
alternativa
incorreta.
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Texto I, para responder à questão.
O relógio
Ao
redor
da
vida
do
homem
há
certas
caixas
de
vidro,
dentro
das
quais,
como
em
jaula,
se
ouve
palpitar
um
bicho
Se
são
jaulas
não
é
certo;
mais
perto
estão
das
gaiolas
ao
menos,
pelo
tamanho
e
quadradiço
de
forma
Umas
vezes,
tais
gaiolas
vão
penduradas
nos
muros;
outras
vezes,
mais
privadas,
vão
num
bolso,
num
dos
pulsos.
Mas
onde
esteja:
a
gaiola
será
de
pássaro
ou
pássara:
é
alada
a
palpitação,
a
saltação
que
ela
guarda;
e
de
pássaro
cantor,
não
pássaro
de
plumagem:
pois
delas
se
emite
um
canto
de
uma
tal
continuidade
que
continua
cantando
se
deixa
de
ouvi-lo
a
gente:
como
a
gente
às
vezes
canta
para
sentir-se
existente
(...)
O
que
eles
cantam,
se
pássaros,
é
diferente
de
todos:
cantam
numa
linha
baixa,
com
voz
de
pássaro
rouco;
(...)
E
porque
tampouco
cabe,
por
isso,
pensar
que
é
o
vento,
há
de
ser
um
outro
fluido
que
a
move:
quem
sabe,
o
tempo.
João
Cabral
de
Melo
Neto.
Internet:
<http://www.revista.agulha.nom.br>.
João
Cabral
de
Melo
Neto
é
um
dos
mais
importantes
poetas
do
século
XX,
cujos
poemas
têm
enorme
preocupação
com
as
palavras
e
as
ideias,
as
imagens
e
o
rigor
formal.
Com
base
no
texto,
assinale
a
alternativa
correta.
Provas
Texto I, para responder à questão.
O relógio
Ao redor da vida do homem
há certas caixas de vidro,
dentro das quais, como em jaula,
se ouve palpitar um bicho
Se são jaulas não é certo;
mais perto estão das gaiolas
ao menos, pelo tamanho
e quadradiço de forma
Umas vezes, tais gaiolas
vão penduradas nos muros;
outras vezes, mais privadas,
vão num bolso, num dos pulsos.
Mas onde esteja: a gaiola
será de pássaro ou pássara:
é alada a palpitação,
a saltação que ela guarda;
e de pássaro cantor,
não pássaro de plumagem:
pois delas se emite um canto
de uma tal continuidade
que continua cantando
se deixa de ouvi-lo a gente:
como a gente às vezes canta
para sentir-se existente
(...)
O que eles cantam, se pássaros,
é diferente de todos:
cantam numa linha baixa,
com voz de pássaro rouco;
(...)
E porque tampouco cabe,
por isso, pensar que é o vento,
há de ser um outro fluido
que a move: quem sabe, o tempo.
João Cabral de Melo Neto. Internet: <http://www.revista.agulha.nom.br>.
Com relação a certos aspectos sintáticos do poema, assinale a alternativa correta.
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A respeito do Instituto Federal de Brasília e de seu estatuto, assinale a alternativa correta.
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Conforme o Decreto n.º 5.622/2005, assinale a alternativa correta a respeito da educação a distância.
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Tendo em vista o disposto na Lei n.º 11.741/2008, a educação profissional técnica de nível médio será desenvolvida
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Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, os sistemas de ensino dos estados e do Distrito Federal compreendem
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