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3247999 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFMA
Orgão: IF-MA
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TEXTO 1

Experiência recupera memórias perdidas

Estudo com lesmas-marinhas consegue destruir –

e reconstruir – uma memória; descoberta dá

esperança a pacientes de Alzheimer

Marcos Ricardo dos Santos

QUANDO VOCÊ MEMORIZA alguma coisa – um endereço, por exemplo –, aciona um conjunto de neurônios, que formam conexões (sinapses) entre si. Se esses laços são desfeitos, a informação é perdida, e você não consegue mais se lembrar dela. O esquecimento é parte da vida. Mas uma experiência conduzida por neurologistas americanos sugere que, um dia, talvez não precise ser. Eles conseguiram fazer algo considerado impossível, recuperar memórias perdidas. Pelo menos em animais muito simples: lesmas do gênero Aplysia, que vivem no mar.

Primeiro, os cientistas deram choques elétricos nas lesmas. Os neurônios sensoriais, que detectam o choque, formaram conexões com os neurônios motores – que fazem a lesma se retrair. Essa conexão dura alguns dias, mesmo na ausência do choque. A lesma “se lembra” dele, cria uma memória. Só que, logo em seguida, as cobaias receberam queleritina, uma substância que desfaz as ligações entre neurônios. As sinapses sumiram, a memória foi destruída. Mas o mais impressionante veio depois. As lesmas tomaram uma injeção de serotonina (neurotransmissor presente também em humanos). Consequência: as conexões entre os neurônios se refizeram espontaneamente. Ou seja, a memória foi recuperada.

Além de provar que é possível recuperar uma memória destruída, o estudo levantou uma hipótese intrigante. Talvez as memórias não sejam armazenadas nas sinapses – e sim dentro dos próprios neurônios. Isso pode ser uma esperança para quem sofre de Alzheimer (doença que bloqueia as sinapses, levando à perda de memória). “Se encontrarmos uma maneira de restaurar as sinapses desses pacientes, suas memórias poderão retornar”, diz o neurocientista David Glanzman, líder do estudo.

Fonte: SUPER/FEVEREIRO 2015, p.10. (Adaptado).

No trecho “Só que, logo em seguida, as cobaias receberam queleritina, uma substância que desfaz as ligações entre os neurônios”, o conector em destaque indica

 

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3247998 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFMA
Orgão: IF-MA
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TEXTO 1

Experiência recupera memórias perdidas

Estudo com lesmas-marinhas consegue destruir –

e reconstruir – uma memória; descoberta dá

esperança a pacientes de Alzheimer

Marcos Ricardo dos Santos

QUANDO VOCÊ MEMORIZA alguma coisa – um endereço, por exemplo –, aciona um conjunto de neurônios, que formam conexões (sinapses) entre si. Se esses laços são desfeitos, a informação é perdida, e você não consegue mais se lembrar dela. O esquecimento é parte da vida. Mas uma experiência conduzida por neurologistas americanos sugere que, um dia, talvez não precise ser. Eles conseguiram fazer algo considerado impossível, recuperar memórias perdidas. Pelo menos em animais muito simples: lesmas do gênero Aplysia, que vivem no mar.

Primeiro, os cientistas deram choques elétricos nas lesmas. Os neurônios sensoriais, que detectam o choque, formaram conexões com os neurônios motores – que fazem a lesma se retrair. Essa conexão dura alguns dias, mesmo na ausência do choque. A lesma “se lembra” dele, cria uma memória. Só que, logo em seguida, as cobaias receberam queleritina, uma substância que desfaz as ligações entre neurônios. As sinapses sumiram, a memória foi destruída. Mas o mais impressionante veio depois. As lesmas tomaram uma injeção de serotonina (neurotransmissor presente também em humanos). Consequência: as conexões entre os neurônios se refizeram espontaneamente. Ou seja, a memória foi recuperada.

Além de provar que é possível recuperar uma memória destruída, o estudo levantou uma hipótese intrigante. Talvez as memórias não sejam armazenadas nas sinapses – e sim dentro dos próprios neurônios. Isso pode ser uma esperança para quem sofre de Alzheimer (doença que bloqueia as sinapses, levando à perda de memória). “Se encontrarmos uma maneira de restaurar as sinapses desses pacientes, suas memórias poderão retornar”, diz o neurocientista David Glanzman, líder do estudo.

Fonte: SUPER/FEVEREIRO 2015, p.10. (Adaptado).

Considerando o trecho “A lesma se lembra dele, cria uma memória”, a alternativa que corresponde à mesma regência da forma verbal destacada é

 

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3247997 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFMA
Orgão: IF-MA
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TEXTO 1

Experiência recupera memórias perdidas

Estudo com lesmas-marinhas consegue destruir –

e reconstruir – uma memória; descoberta dá

esperança a pacientes de Alzheimer

Marcos Ricardo dos Santos

QUANDO VOCÊ MEMORIZA alguma coisa – um endereço, por exemplo –, aciona um conjunto de neurônios, que formam conexões (sinapses) entre si. Se esses laços são desfeitos, a informação é perdida, e você não consegue mais se lembrar dela. O esquecimento é parte da vida. Mas uma experiência conduzida por neurologistas americanos sugere que, um dia, talvez não precise ser. Eles conseguiram fazer algo considerado impossível, recuperar memórias perdidas. Pelo menos em animais muito simples: lesmas do gênero Aplysia, que vivem no mar.

Primeiro, os cientistas deram choques elétricos nas lesmas. Os neurônios sensoriais, que detectam o choque, formaram conexões com os neurônios motores – que fazem a lesma se retrair. Essa conexão dura alguns dias, mesmo na ausência do choque. A lesma “se lembra” dele, cria uma memória. Só que, logo em seguida, as cobaias receberam queleritina, uma substância que desfaz as ligações entre neurônios. As sinapses sumiram, a memória foi destruída. Mas o mais impressionante veio depois. As lesmas tomaram uma injeção de serotonina (neurotransmissor presente também em humanos). Consequência: as conexões entre os neurônios se refizeram espontaneamente. Ou seja, a memória foi recuperada.

Além de provar que é possível recuperar uma memória destruída, o estudo levantou uma hipótese intrigante. Talvez as memórias não sejam armazenadas nas sinapses – e sim dentro dos próprios neurônios. Isso pode ser uma esperança para quem sofre de Alzheimer (doença que bloqueia as sinapses, levando à perda de memória). “Se encontrarmos uma maneira de restaurar as sinapses desses pacientes, suas memórias poderão retornar”, diz o neurocientista David Glanzman, líder do estudo.

Fonte: SUPER/FEVEREIRO 2015, p.10. (Adaptado).

Levando em consideração o gênero do texto 1, o seu objetivo comunicativo é

 

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3247996 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFMA
Orgão: IF-MA
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TEXTO 1

Experiência recupera memórias perdidas

Estudo com lesmas-marinhas consegue destruir –

e reconstruir – uma memória; descoberta dá

esperança a pacientes de Alzheimer

Marcos Ricardo dos Santos

QUANDO VOCÊ MEMORIZA alguma coisa – um endereço, por exemplo –, aciona um conjunto de neurônios, que formam conexões (sinapses) entre si. Se esses laços são desfeitos, a informação é perdida, e você não consegue mais se lembrar dela. O esquecimento é parte da vida. Mas uma experiência conduzida por neurologistas americanos sugere que, um dia, talvez não precise ser. Eles conseguiram fazer algo considerado impossível, recuperar memórias perdidas. Pelo menos em animais muito simples: lesmas do gênero Aplysia, que vivem no mar.

Primeiro, os cientistas deram choques elétricos nas lesmas. Os neurônios sensoriais, que detectam o choque, formaram conexões com os neurônios motores – que fazem a lesma se retrair. Essa conexão dura alguns dias, mesmo na ausência do choque. A lesma “se lembra” dele, cria uma memória. Só que, logo em seguida, as cobaias receberam queleritina, uma substância que desfaz as ligações entre neurônios. As sinapses sumiram, a memória foi destruída. Mas o mais impressionante veio depois. As lesmas tomaram uma injeção de serotonina (neurotransmissor presente também em humanos). Consequência: as conexões entre os neurônios se refizeram espontaneamente. Ou seja, a memória foi recuperada.

Além de provar que é possível recuperar uma memória destruída, o estudo levantou uma hipótese intrigante. Talvez as memórias não sejam armazenadas nas sinapses – e sim dentro dos próprios neurônios. Isso pode ser uma esperança para quem sofre de Alzheimer (doença que bloqueia as sinapses, levando à perda de memória). “Se encontrarmos uma maneira de restaurar as sinapses desses pacientes, suas memórias poderão retornar”, diz o neurocientista David Glanzman, líder do estudo.

Fonte: SUPER/FEVEREIRO 2015, p.10. (Adaptado).

Levando em consideração as características estruturais e a função social, o texto Experiência recupera memórias perdidas pode ser considerado como um(a)

 

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3249234 Ano: 2015
Disciplina: Química
Banca: UFMA
Orgão: IF-MA
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Uma pilha foi montada com eletrodos de prata em solução 0,50 de AgNO3 e cádmio em solução 0,010 mol/L de Cd(NO3)2. Calcule a diferença de potencial da pilha.

Dados: log 2 = 0,30

Cd2+ + 2e- → Cd E0 = - 0,40 V

Ag+ + e- → Ag E0 = + 0,80 V

Questão Anulada

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3249233 Ano: 2015
Disciplina: Química
Banca: UFMA
Orgão: IF-MA
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Sobre isomeria óptica, marque a alternativa CORRETA.

Questão Anulada

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3249232 Ano: 2015
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFMA
Orgão: IF-MA

Analise o pseudocódigo abaixo:

Algoritmo Multiplica

var

Num1, Num2, Res, Aux: inteiro

Inicio

Funcao Multiplicacao

var

Aux: inteiro

Inicio

Aux=(Num1*Num2)

Res=Aux

FimFuncao

Num1=5

Num2=8

Multiplicacao

Escreve(Aux)

FimAlgoritmo

Após a execução do pseudocódigo, o valor mostrado na tela da variável Aux será

Questão Anulada

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3249231 Ano: 2015
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFMA
Orgão: IF-MA

Considere as tabelas do modelo relacional e a consulta abaixo:

Enunciado 3249231-1

SELECT codigo, nome, COUNT(*)

FROM CURSO, CURSO_ALUNO

WHERE codigo = codCurso

GROUP BY codigo, nome

HAVING CONT (*) > 5

Assinale a alternativa que representa o resultado CORRETO da consulta acima.

Questão Anulada

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3249230 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: UFMA
Orgão: IF-MA
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Uma usina termoelétrica hipotética opera com vapor de água aquecido a uma temperatura de 500ºC e é resfriada com água a 50ºC. Considera-se que a usina funcione como uma máquina de Carnot e que ela recebe de uma fonte quente uma quantidade de calor Q por ciclo. Os valores da eficiência e do trabalho W, realizados em cada ciclo de operação da usina, são, respectivamente,

Questão Anulada

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3249229 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: UFMA
Orgão: IF-MA
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Sobre a formulação lagrangeana da Mecânica Clássica, é CORRETO afirmar que

Questão Anulada

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