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Mais velho, poucos amigos?
Um curioso estudo divulgado na última semana mostrou que a redução do número de amigos com
a idade, tão comum entre os humanos, pode não ser exclusiva da nossa espécie. Aparentemente,
macacos também passariam por processo semelhante em suas redes de contatos sociais, o que
poderia sugerir um caráter evolutivo desse fenômeno.
No trabalho desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa com Primatas em Göttingen, Alemanha, se
identificou uma redução de grooming (tempo dedicado ao cuidado com outros indivíduos, como limpar o
pelo e catar piolhos) entre os macacos mais velhos da espécie Macaca sylvanus. Além disso, eles
praticavam grooming em um número menor de “amigos” ou parentes. Fazer grooming está para os
macacos mais ou menos como o “papo” para nós. Da mesma forma que o “carinho” humano, ele parece
provocar a liberação de endorfinas, gerando, dessa forma, sensações de bem-estar tanto em homens
como em outros animais.
Na pesquisa, publicada pelo periódico New Scientist, os cientistas perceberam que macacos de
25 anos tiveram uma redução de até 30% do tempo de grooming quando comparados com adultos de
cinco anos. Se esse fenômeno acontece em outros primatas, ele também pode ter chegado a nós ao
longo do caminho de formação da nossa espécie. Se chegou, qual teria sido a vantagem evolutiva?
Durante muito tempo se especulou que esse “encolhimento” social em humanos seria, na
verdade, resultado de um processo de envelhecimento, em que depressão, morte de amigos, limitações
físicas, vergonha da aparência e menos dinheiro poderiam limitar as novas conexões. Pesquisando os
idosos, entretanto, se percebeu que ter menos amigos era muito mais uma escolha pessoal do que uma
consequência do envelhecer.
Uma linha de investigação explica que essa redução dos amigos seria, na verdade, uma seleção
dos mais velhos de como usar melhor o tempo. Outros especialistas, todavia, defendem a ideia de que os mais velhos teriam menos recursos e defesas para lidar com estresse e ameaças e, assim,
escolheriam com mais cautela as pessoas com quem se sentem mais seguros (os amigos) para passar
seu tempo.
BOUER, J. Jornal O Estado de São Paulo, Caderno Metrópole, domingo, 26 jun. 2016, p. A23. Adaptado.
I. 1 - Um curioso estudo divulgado na última semana mostrou que a redução do número de amigos com a idade, tão comum entre os humanos, pode não ser exclusiva da nossa espécie. 2 - Um curioso estudo divulgado na última semana mostrou que, a tão comum entre os humanos redução do número de amigos com a idade pode não ser exclusiva da nossa espécie.
II. 1 - Aparentemente, macacos também passariam por processo semelhante em suas redes de contatos sociais. 2 - Macacos também passariam aparentemente, por processo semelhante em suas redes de contatos sociais
III. 1 - Outros especialistas, todavia, defendem a ideia de que os mais velhos teriam menos recursos [...]. 2 - Todavia outros especialistas defendem a ideia de que os mais velhos teriam menos recursos [...].
IV. 1 - Uma linha de investigação explica que essa redução dos amigos seria, na verdade, uma seleção dos mais velhos de como usar melhor o tempo. 2 - Na verdade, uma linha de investigação explica que essa redução dos amigos seria uma seleção dos mais velhos de como usar melhor o tempo.
Estão corretas APENAS
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Mais velho, poucos amigos?
Um curioso estudo divulgado na última semana mostrou que a redução do número de amigos com
a idade, tão comum entre os humanos, pode não ser exclusiva da nossa espécie. Aparentemente,
macacos também passariam por processo semelhante em suas redes de contatos sociais, o que
poderia sugerir um caráter evolutivo desse fenômeno.
No trabalho desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa com Primatas em Göttingen, Alemanha, se
identificou uma redução de grooming (tempo dedicado ao cuidado com outros indivíduos, como limpar o
pelo e catar piolhos) entre os macacos mais velhos da espécie Macaca sylvanus. Além disso, eles
praticavam grooming em um número menor de “amigos” ou parentes. Fazer grooming está para os
macacos mais ou menos como o “papo” para nós. Da mesma forma que o “carinho” humano, ele parece
provocar a liberação de endorfinas, gerando, dessa forma, sensações de bem-estar tanto em homens
como em outros animais.
Na pesquisa, publicada pelo periódico New Scientist, os cientistas perceberam que macacos de
25 anos tiveram uma redução de até 30% do tempo de grooming quando comparados com adultos de
cinco anos. Se esse fenômeno acontece em outros primatas, ele também pode ter chegado a nós ao
longo do caminho de formação da nossa espécie. Se chegou, qual teria sido a vantagem evolutiva?
Durante muito tempo se especulou que esse “encolhimento” social em humanos seria, na
verdade, resultado de um processo de envelhecimento, em que depressão, morte de amigos, limitações
físicas, vergonha da aparência e menos dinheiro poderiam limitar as novas conexões. Pesquisando os
idosos, entretanto, se percebeu que ter menos amigos era muito mais uma escolha pessoal do que uma
consequência do envelhecer.
Uma linha de investigação explica que essa redução dos amigos seria, na verdade, uma seleção
dos mais velhos de como usar melhor o tempo. Outros especialistas, todavia, defendem a ideia de que os mais velhos teriam menos recursos e defesas para lidar com estresse e ameaças e, assim,
escolheriam com mais cautela as pessoas com quem se sentem mais seguros (os amigos) para passar
seu tempo.
BOUER, J. Jornal O Estado de São Paulo, Caderno Metrópole, domingo, 26 jun. 2016, p. A23. Adaptado.
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a idade, tão comum entre os humanos, pode não ser exclusiva da nossa espécie. Aparentemente,
macacos também passariam por processo semelhante em suas redes de contatos sociais, o que
poderia sugerir um caráter evolutivo desse fenômeno.
No trabalho desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa com Primatas em Göttingen, Alemanha, se
identificou uma redução de grooming (tempo dedicado ao cuidado com outros indivíduos, como limpar o
pelo e catar piolhos) entre os macacos mais velhos da espécie Macaca sylvanus. Além disso, eles
praticavam grooming em um número menor de “amigos” ou parentes. Fazer grooming está para os
macacos mais ou menos como o “papo” para nós. Da mesma forma que o “carinho” humano, ele parece
provocar a liberação de endorfinas, gerando, dessa forma, sensações de bem-estar tanto em homens
como em outros animais.
Na pesquisa, publicada pelo periódico New Scientist, os cientistas perceberam que macacos de
25 anos tiveram uma redução de até 30% do tempo de grooming quando comparados com adultos de
cinco anos. Se esse fenômeno acontece em outros primatas, ele também pode ter chegado a nós ao
longo do caminho de formação da nossa espécie. Se chegou, qual teria sido a vantagem evolutiva?
Durante muito tempo se especulou que esse “encolhimento” social em humanos seria, na
verdade, resultado de um processo de envelhecimento, em que depressão, morte de amigos, limitações
físicas, vergonha da aparência e menos dinheiro poderiam limitar as novas conexões. Pesquisando os
idosos, entretanto, se percebeu que ter menos amigos era muito mais uma escolha pessoal do que uma
consequência do envelhecer.
Uma linha de investigação explica que essa redução dos amigos seria, na verdade, uma seleção
dos mais velhos de como usar melhor o tempo. Outros especialistas, todavia, defendem a ideia de que os mais velhos teriam menos recursos e defesas para lidar com estresse e ameaças e, assim,
escolheriam com mais cautela as pessoas com quem se sentem mais seguros (os amigos) para passar
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BOUER, J. Jornal O Estado de São Paulo, Caderno Metrópole, domingo, 26 jun. 2016, p. A23. Adaptado.
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a idade, tão comum entre os humanos, pode não ser exclusiva da nossa espécie. Aparentemente,
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poderia sugerir um caráter evolutivo desse fenômeno.
No trabalho desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa com Primatas em Göttingen, Alemanha, se
identificou uma redução de grooming (tempo dedicado ao cuidado com outros indivíduos, como limpar o
pelo e catar piolhos) entre os macacos mais velhos da espécie Macaca sylvanus. Além disso, eles
praticavam grooming em um número menor de “amigos” ou parentes. Fazer grooming está para os
macacos mais ou menos como o “papo” para nós. Da mesma forma que o “carinho” humano, ele parece
provocar a liberação de endorfinas, gerando, dessa forma, sensações de bem-estar tanto em homens
como em outros animais.
Na pesquisa, publicada pelo periódico New Scientist, os cientistas perceberam que macacos de
25 anos tiveram uma redução de até 30% do tempo de grooming quando comparados com adultos de
cinco anos. Se esse fenômeno acontece em outros primatas, ele também pode ter chegado a nós ao
longo do caminho de formação da nossa espécie. Se chegou, qual teria sido a vantagem evolutiva?
Durante muito tempo se especulou que esse “encolhimento” social em humanos seria, na
verdade, resultado de um processo de envelhecimento, em que depressão, morte de amigos, limitações
físicas, vergonha da aparência e menos dinheiro poderiam limitar as novas conexões. Pesquisando os
idosos, entretanto, se percebeu que ter menos amigos era muito mais uma escolha pessoal do que uma
consequência do envelhecer.
Uma linha de investigação explica que essa redução dos amigos seria, na verdade, uma seleção
dos mais velhos de como usar melhor o tempo. Outros especialistas, todavia, defendem a ideia de que os mais velhos teriam menos recursos e defesas para lidar com estresse e ameaças e, assim,
escolheriam com mais cautela as pessoas com quem se sentem mais seguros (os amigos) para passar
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a idade, tão comum entre os humanos, pode não ser exclusiva da nossa espécie. Aparentemente,
macacos também passariam por processo semelhante em suas redes de contatos sociais, o que
poderia sugerir um caráter evolutivo desse fenômeno.
No trabalho desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa com Primatas em Göttingen, Alemanha, se
identificou uma redução de grooming (tempo dedicado ao cuidado com outros indivíduos, como limpar o
pelo e catar piolhos) entre os macacos mais velhos da espécie Macaca sylvanus. Além disso, eles
praticavam grooming em um número menor de “amigos” ou parentes. Fazer grooming está para os
macacos mais ou menos como o “papo” para nós. Da mesma forma que o “carinho” humano, ele parece
provocar a liberação de endorfinas, gerando, dessa forma, sensações de bem-estar tanto em homens
como em outros animais.
Na pesquisa, publicada pelo periódico New Scientist, os cientistas perceberam que macacos de
25 anos tiveram uma redução de até 30% do tempo de grooming quando comparados com adultos de
cinco anos. Se esse fenômeno acontece em outros primatas, ele também pode ter chegado a nós ao
longo do caminho de formação da nossa espécie. Se chegou, qual teria sido a vantagem evolutiva?
Durante muito tempo se especulou que esse “encolhimento” social em humanos seria, na
verdade, resultado de um processo de envelhecimento, em que depressão, morte de amigos, limitações
físicas, vergonha da aparência e menos dinheiro poderiam limitar as novas conexões. Pesquisando os
idosos, entretanto, se percebeu que ter menos amigos era muito mais uma escolha pessoal do que uma
consequência do envelhecer.
Uma linha de investigação explica que essa redução dos amigos seria, na verdade, uma seleção
dos mais velhos de como usar melhor o tempo. Outros especialistas, todavia, defendem a ideia de que os mais velhos teriam menos recursos e defesas para lidar com estresse e ameaças e, assim,
escolheriam com mais cautela as pessoas com quem se sentem mais seguros (os amigos) para passar
seu tempo.
BOUER, J. Jornal O Estado de São Paulo, Caderno Metrópole, domingo, 26 jun. 2016, p. A23. Adaptado.
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Mais velho, poucos amigos?
Um curioso estudo divulgado na última semana mostrou que a redução do número de amigos com
a idade, tão comum entre os humanos, pode não ser exclusiva da nossa espécie. Aparentemente,
macacos também passariam por processo semelhante em suas redes de contatos sociais, o que
poderia sugerir um caráter evolutivo desse fenômeno.
No trabalho desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa com Primatas em Göttingen, Alemanha, se
identificou uma redução de grooming (tempo dedicado ao cuidado com outros indivíduos, como limpar o
pelo e catar piolhos) entre os macacos mais velhos da espécie Macaca sylvanus. Além disso, eles
praticavam grooming em um número menor de “amigos” ou parentes. Fazer grooming está para os
macacos mais ou menos como o “papo” para nós. Da mesma forma que o “carinho” humano, ele parece
provocar a liberação de endorfinas, gerando, dessa forma, sensações de bem-estar tanto em homens
como em outros animais.
Na pesquisa, publicada pelo periódico New Scientist, os cientistas perceberam que macacos de
25 anos tiveram uma redução de até 30% do tempo de grooming quando comparados com adultos de
cinco anos. Se esse fenômeno acontece em outros primatas, ele também pode ter chegado a nós ao
longo do caminho de formação da nossa espécie. Se chegou, qual teria sido a vantagem evolutiva?
Durante muito tempo se especulou que esse “encolhimento” social em humanos seria, na
verdade, resultado de um processo de envelhecimento, em que depressão, morte de amigos, limitações
físicas, vergonha da aparência e menos dinheiro poderiam limitar as novas conexões. Pesquisando os
idosos, entretanto, se percebeu que ter menos amigos era muito mais uma escolha pessoal do que uma
consequência do envelhecer.
Uma linha de investigação explica que essa redução dos amigos seria, na verdade, uma seleção
dos mais velhos de como usar melhor o tempo. Outros especialistas, todavia, defendem a ideia de que os mais velhos teriam menos recursos e defesas para lidar com estresse e ameaças e, assim,
escolheriam com mais cautela as pessoas com quem se sentem mais seguros (os amigos) para passar
seu tempo.
BOUER, J. Jornal O Estado de São Paulo, Caderno Metrópole, domingo, 26 jun. 2016, p. A23. Adaptado.
I. Ao abordar o tema, o autor expõe dados comprovados que explicam de forma indiscutível, o motivo que leva pessoas mais velhas a preferirem diminuir os contatos sociais.
II. A comparação do comportamento humano com o de uma espécie de macacos, conforme o texto, se justifica dentro de uma determinada teoria sobre a espécie humana.
III. De acordo com o exposto, não há um consenso entre os especialistas acerca dos fatores que influenciam a redução do número de amigos com o avanço da idade.
IV. Segundo o texto, a redução de amigos à medida que avançam na idade traz problemas de saúde para os idosos.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas de acordo com o texto:
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Disponível em: https://guiadoestuda te.abril.com.br/atualidades/karol-conka-e-a-edu acao-nordestina-foi-xenofobia. Acesso em: 22 set. 2022.
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Disponível em: https://guiadoestuda te.abril.com.br/atualidades/karol-conka-e-a-edu acao-nordestina-foi-xenofobia. Acesso em: 22 set. 2022.
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Disponível em: https://guiadoestuda te.abril.com.br/atualidades/karol-conka-e-a-edu acao-nordestina-foi-xenofobia. Acesso em: 22 set. 2022.
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De acordo com a FURPA (Fundação Rio Parnaíba) e IBAMA, os problemas decorrentes da
complexidade da ação humana que afetam os ecossistemas do Estado do Piauí são os seguintes:
* Erosão do solo; * Desertificação; * Degradação de manguezais; * Queimadas; * Extinção de espécies; * Caça predatória; * Poluição por agrotóxicos; Entre vários outros......
Disponível em: NETO, Adrião. Geografia e História do Piauí para estudantes da pré história á atualidade. 4ª edição. Teresina: Edições Geração 70, 2006. P. 120 e 121.Acesso em: 10/03/2025.
Sobre a questão ambiental no Piauí, assinale a alternativa que traz a afirmação CORRETA.
* Erosão do solo; * Desertificação; * Degradação de manguezais; * Queimadas; * Extinção de espécies; * Caça predatória; * Poluição por agrotóxicos; Entre vários outros......
Disponível em: NETO, Adrião. Geografia e História do Piauí para estudantes da pré história á atualidade. 4ª edição. Teresina: Edições Geração 70, 2006. P. 120 e 121.Acesso em: 10/03/2025.
Sobre a questão ambiental no Piauí, assinale a alternativa que traz a afirmação CORRETA.
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